Lume Rubro
O olhar cálido e seco fitou novamente Catarina. Que ódio ela tinha daquele homem.
— Me dá! — Ordenou ele, com a mão estendida para ela.
A garota estava enquadrada por ele, as paredes de madeira ao seu lado. O barulho das ondas batendo e o cheiro de sal diminuíam seus sentidos para a busca pela fuga.
— Não! Eu te odeio! — Ela reclamou, segurando o pendante ainda em seu pescoço.
— Eu juro que te mato! — Ele xingou, agora diminuindo a distância entre os dois.
Os olhos dela, escuros, fitaram o olho verde e o outro âmbar do jovem, que estava sem o tapa-olho. — Eu duvido. — Respondeu friamente.
Ele grudou seu corpo no dela. — É. Eu também. — Suspirou ele, se distanciando e largando-a sozinha, mais uma vez, no porão.
A garota, agora de joelhos ao chão, batia o punho contra a madeira molhada, ela não sabia dizer, o que era calúnia e o que era real, e, mais uma vez, como agora era rotineiro, as lágrimas rolaram de seus olhos.
Aquilo não podia acontecer, não podia ser verdade. Não tinha como ser. Mas, acima de tudo, o camafeu era seu e nenhum inglês, nem mesmo ele, o teria.
— Me dá! — Ordenou ele, com a mão estendida para ela.
A garota estava enquadrada por ele, as paredes de madeira ao seu lado. O barulho das ondas batendo e o cheiro de sal diminuíam seus sentidos para a busca pela fuga.
— Não! Eu te odeio! — Ela reclamou, segurando o pendante ainda em seu pescoço.
— Eu juro que te mato! — Ele xingou, agora diminuindo a distância entre os dois.
Os olhos dela, escuros, fitaram o olho verde e o outro âmbar do jovem, que estava sem o tapa-olho. — Eu duvido. — Respondeu friamente.
Ele grudou seu corpo no dela. — É. Eu também. — Suspirou ele, se distanciando e largando-a sozinha, mais uma vez, no porão.
A garota, agora de joelhos ao chão, batia o punho contra a madeira molhada, ela não sabia dizer, o que era calúnia e o que era real, e, mais uma vez, como agora era rotineiro, as lágrimas rolaram de seus olhos.
Aquilo não podia acontecer, não podia ser verdade. Não tinha como ser. Mas, acima de tudo, o camafeu era seu e nenhum inglês, nem mesmo ele, o teria.
Lu Falleiros
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1 Capítulo 1 - 1676, Lion, A Família
1613 palavras
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2 Capítulo 2 - Memórias 1675, Paris, O Tomate
1270 palavras
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3 Capítulo 3 - 1676, Lion, O Canhão
1319 palavras
-
4 Capítulo 4 - 1676, Atlântico, próximo à França
1420 palavras
-
5 Capítulo 5 - 1676, Lume Rubro, Lion - O mentiroso
1035 palavras
-
6 Capítulo 6 - 1676, Atlântico, próximo à França
1291 palavras
Sinopse
O olhar cálido e seco fitou novamente Catarina. Que ódio ela tinha daquele homem.
— Me dá! — Ordenou ele, com a mão estendida para ela.
A garota estava enquadrada por ele, as paredes de madeira ao seu lado. O barulho das ondas batendo e o cheiro de sal diminuíam seus sentidos para a busca pela fuga.
— Não! Eu te odeio! — Ela reclamou, segurando o pendante ainda em seu pescoço.
— Eu juro que te mato! — Ele xingou, agora diminuindo a distância entre os dois.
Os olhos dela, escuros, fitaram o olho verde e o outro âmbar do jovem, que estava sem o tapa-olho. — Eu duvido. — Respondeu friamente.
Ele grudou seu corpo no dela. — É. Eu também. — Suspirou ele, se distanciando e largando-a sozinha, mais uma vez, no porão.
A garota, agora de joelhos ao chão, batia o punho contra a madeira molhada, ela não sabia dizer, o que era calúnia e o que era real, e, mais uma vez, como agora era rotineiro, as lágrimas rolaram de seus olhos.
Aquilo não podia acontecer, não podia ser verdade. Não tinha como ser. Mas, acima de tudo, o camafeu era seu e nenhum inglês, nem mesmo ele, o teria.
— Me dá! — Ordenou ele, com a mão estendida para ela.
A garota estava enquadrada por ele, as paredes de madeira ao seu lado. O barulho das ondas batendo e o cheiro de sal diminuíam seus sentidos para a busca pela fuga.
— Não! Eu te odeio! — Ela reclamou, segurando o pendante ainda em seu pescoço.
— Eu juro que te mato! — Ele xingou, agora diminuindo a distância entre os dois.
Os olhos dela, escuros, fitaram o olho verde e o outro âmbar do jovem, que estava sem o tapa-olho. — Eu duvido. — Respondeu friamente.
Ele grudou seu corpo no dela. — É. Eu também. — Suspirou ele, se distanciando e largando-a sozinha, mais uma vez, no porão.
A garota, agora de joelhos ao chão, batia o punho contra a madeira molhada, ela não sabia dizer, o que era calúnia e o que era real, e, mais uma vez, como agora era rotineiro, as lágrimas rolaram de seus olhos.
Aquilo não podia acontecer, não podia ser verdade. Não tinha como ser. Mas, acima de tudo, o camafeu era seu e nenhum inglês, nem mesmo ele, o teria.
Notas adicionais
A imagem não é originalmente minha, quem fez a capa foi a Vivi Tonnel, visitem a página dela no face! Tem o copyright na imagem!
A história é de minha autoria.
Espero que gostem. ^^
A história é de minha autoria.
Espero que gostem. ^^
Escrito por
Lu Falleiros
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 9 de jul. de 2015, 21:02
Atualizado em 13 de set. de 2015, 21:55
7948 palavras
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Notas adicionais
A imagem não é originalmente minha, quem fez a capa foi a Vivi Tonnel, visitem a página dela no face! Tem o copyright na imagem!
A história é de minha autoria.
Espero que gostem. ^^
A história é de minha autoria.
Espero que gostem. ^^
Autor
Lu Falleiros
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 9 de jul. de 2015, 21:02
Atualizado em 13 de set. de 2015, 21:55
7948 palavras