Comentários em “Lume Rubro”: “Capítulo 1 - 1676, Lion, A Família”

R
Rozen Maid

Está ótimo! Sério, muito bom. A estrutura do texto está sem sequer um erro, assim como a gramática e os personagens, pelo que pude perceber, estão tão bem estruturados quanto o texto. Por favor, poste o próximo o mais rápido possível. Ah, e pode contar com mais um acompanhamento!

Lu Falleiros
Lu Falleiros Autor

Olá querida!

Primeiramente, obrigada por ler, isso me deixa muito feliz!! *¬*

Realmente, eu me preocupo muito com os personagens e a gramática, e devido à minha dedicação nessa história, posso demorar um pouco para postar (desculpe por isso), mas garanto que vou tentar fazê-lo rápido e da melhor forma possível, tentando trazer capítulos interessantes. ^^

Obrigada mais uma vez por ler, acabei de postar o segundo. Espero que goste. :3

Lucyanni!

A
Absinthe

♥Olá autora!!♥♥

Ai caramba, eu sou tipo apaixonadérrima por histórias de navios, piratas e afins...!! (*Bebei amigos, yoho!!* ~hoshoshoshos) E quando eu vi a sua eu precisei vir aqui dá uma conferida básica no trampo...

Cara, geralmente histórias de época/piratas são uma tragédia de mau escritas, mas com essa, assim de primeira vista, estou completamente satisfeita! Simplesmente adorei, você escreve bem, tem uma estrutura de texto muito boa e a narração é perfeita, nada cansativa, então está de parabéns!!♥

Sobre o capítulo em si, meu Deus, a mãe da Catarina quer obrigá-la a se casar com alguém que não ama? Bem, eu ainda fico chocada com isso, mas sei que antigamente isso era uma tradição. x) Mana, espero mesmo que a garota faça do tipo rebelde e se livre desse pseudo-noivo, que eu não sei porque, imaginei aqui um cara muito mais velho que ela, sedento pela carne de uma novinha... Ou não! ~hoshoshoshoshoshos Aliás, fiquei curiosa quanto ao medo, os dois irmãos confabulando ali, trocando olhares sobre coisas que eles já sabem e temem e nós não... Porque não me contastes, dude? Vou morrer de curiosidade!!! ~hoshoshoshoshsohoshos

Enfim, primeiros capítulos me deixam tensa pois nunca sei como será o desenrolar dos fatos daqui em diante, mas por agora, amore, estou simplesmente encantada!! Com certeza me parece ser uma história com muito potencial, por isso desde já estou te desejando boa sorte!!

*E uma garrafa de rum...!*

♥Xoxo♥

Lu Falleiros
Lu Falleiros Autor

♥Oieeeee leitora~~ Hihi~~♥

Isso me deixa muito feliz, eu sempre gostei de histórias assim, apesar de que nunca me arrisquei a escrever! Eu espero realmente que goste, e como tem experiência nesse campo (provavelmente maior que a minha, apesar de eu estar pesquisando muito) me diga se tiver qualquer gafe!! ^^ Ok?

Isso me deixa muito feliz, mesmo, mesmo! Estou me dedicando muito a pesquisar e montar uma história interessante (por isso às vezes posso demorar para postar um capítulo~~ x.x)

Hahahha... Bom, eu não vou contar. Ainda mais que já postei um capítulo novo que vai responder essa pergunta! Hihi... Eu espero que goste, por sinal.

Hahaha... Sinto muito, não vou contar! 'x' Hihi~~ Mas não se preocupe, isso vai se revelar em breve... bom, é, não no capítulo 2, mas quase... e.e Não morra!! Espera o próximo capítulo, e o outro e o outro. Hahhaha...

Eu fico muito feliz, muito mesmo!! Obrigada por ler e pelo comentário, dá muita energia para continuar a escrever! ^^ Obrigada! Eu espero que acompanhe e que goste! :3

Kissus!

Lucyanni!

A
Anne L

[CRITIQUE-ME — SBLAN]

Olá! Obrigada por participar do projeto! Eu fiquei responsável pela crítica da sua história. Focarei principalmente no que você preencheu no formulário (mas não só nisso). Por favor, tenha sempre em mente que nada que eu disser é verdade absoluta e que você não precisa seguir nenhuma sugestão nem levar nada para o lado pessoal, porque não é minha intenção te ofender.

Começando pelo título, pela capa e pela sinopse, não sei bem o que dizer, porque o navio só apareceu em metade dos capítulos, então ficou difícil ver qual a real importância dele para ser o foco no título/capa. O trecho presente na sinopse ainda não apareceu também, portanto, não há muito o que falar dele. No caso, como a história está no momento, talvez fosse melhor deixar um resumo geral que um trecho, mas a escolha é sua.

Fiquei surpresa ao reler o que você colocou no formulário, porque, até o momento, não dá para ver o plot que você descreveu. Pode ser que fique mais claro em capítulos futuros, porém, agora não ficou muito.

Sobre a ambientação, acredito que tenha faltado um pouco de pesquisa, começando pelos nomes: Flávia, Catarina, por exemplo, não me parecem muito adequados para pessoas de Lyon (ou da França como um todo), e isso destoou um pouco da imagem dos cenários (porque eu pensei logo na França do século 19). Como não há menção de que eles têm parentesco com gente de outros países, fiquei sem entender a escolha dos nomes. Se puder se explicar, seria legal. Outra coisa foram as falas, que não estão condizentes com o vocabulário/a estrutura da época. Claro que não se falava português na França do século 19, mas acho improvável que usassem palavras como "tá" ou frases coloquiais. Em alguns momentos, vi que você até pendeu mais para esse lado, porém, não achei muito natural. Um exemplo é uma frase no Trimente, acho que no capítulo 2: "Em demasia, querida Catarina". A julgar pelo contexto, a frase não me passou muitas informações, só soou um pouco mais formal. Acho que poderia casar as duas coisas, a formalidade e a troca de informações. De um modo geral, achei que os diálogos pecaram um pouco na parte de "troca de informações", especialmente os últimos, com a Catarina e os piratas, e os piratas entre si. Tive a impressão de que você quis dar a entender que havia um segredo sem dizer qual era, mas há maneiras mais eficientes de fazer isso além de cortar frases no meio antes de a pessoa revelar o "segredo". Muitas vezes, o diálogo também soava pouco natural, como a interação toda dos piratas com a Catarina. Pelo que mostram os capítulos 5 e 6, nem todos sabem sobre o camafeu (que é relevante, embora eu não saiba como/por quê. Sei que tem no formulário, mas aqui não teve nenhuma pista), então é estranho eles permitirem que a Cat destrate os homens, berre e tudo mais. Tem que considerar o contexto também, século 19, meio que uma supremacia masculina, mulher não é nada, ela é a única mulher no navio, etc. Faltou ver essa questão.

Outro ponto relevante quanto à ambientação da história foi a menção a Vivaldi, que a Catarina toca no piano. Vivaldi é um compositor italiano do barroco, que é o período compreendido entre 1600–1750 (há controvérsias). O piano foi inventado no final desse período, e eu pelo menos não conheço obras do Vivaldi para piano. Ele focava mais em cordas, especialmente violino. É claro que alguém poderia transpor uma obra dele para piano, mas parece estranho que isso já ocorra em 1800, quando ainda tem tantos compositores novos e incríveis (a música erudita era o pop da época, então as pessoas sempre procuravam mais as coisas novas). Em 1806, a época da Catarina, temos o final do período clássico, que tem Mozart, Beethoven, Bach, Haydn, Schubert... Acredito que ela teria escolhido um desses aí.

Sobre a estrutura da história, eu gostaria de comentar que tive dificuldades para entender as falas e os acontecimentos às vezes, porque quase não havia nomes no texto, mas características de personagens. Como é uma história original, a primeira coisa a se fazer é deixar o leitor familiarizado com os personagens, e é mais importante mostrar os nomes deles que as características físicas. Não tenha medo de usar os nomes e prefira-os sempre a "a garota", "o ruivo", "o rapaz de olhos verdes" e variantes. Em algumas ocorrências, havia alterações como Flávia >> Sra. Bosseult, que demorei para perceber se tratarem da mesma pessoa. Isso dificulta um pouco a vida do leitor. Por exemplo, ainda não sei quem é Sr. Guinner nem o que ele faz, onde está, etc. Deixar os diálogos no meio da narração tampouco separa bem as coisas, e às vezes apareceram falas de pessoas diferentes na mesma linha.

Um detalhe que me deixou curiosa foram os começos dos capítulos. Entendi no início que você colocaria a data e o local em cada um, mas uns tinham isso, outros não, outros tinham "era tal dia, assim e assim", "ainda era tal dia, e aconteceu isso e isso". Seria legal manter uma consistência, porque parece que estamos lendo várias histórias diferentes, com vários estilos para começar os capítulos. Acredito que seria melhor o que tem no capítulo 2, "Dia tal, tal hora, tal lugar", que combina mais com a história.

Quanto aos acontecimentos principais, alguns me confundiram um pouco, como a Catarina saindo de casa para lutar com os piratas. É dito que ela não sabe lutar, mas que já assistiu a lutas antes. É estranho só isso ser suficiente para que ela vença um pirata (e faço uma pausa aqui para comentar sobre esse pirata que, aparentemente, morreu: se ela matou um pirata, isso é mais um motivo para que os outros não a tratem bem no navio, muito pelo contrário) e também que a família a deixe sair, em primeiro lugar. Por que não o irmão, que já teve treinamento e é homem e, portanto, "melhor" que ela (de acordo com o contexto da época)? Mesmo que ela saísse correndo na frente, o irmão nem ir é um pouco estranho.

Sobre a Catarina ser filha da Marie Thérèse, fica aqui a dúvida se a "família" sabia disso então, porque eles querem que ela se case com o Trimente. Infelizmente, a minha crítica inteira é feita com uma lacuna, porque o que foi postado não compreende o que foi dito no resumo. Talvez alguns apontamentos meus já tivessem sido explicados se houvesse mais capítulos, talvez não. Estou meio que andando às cegas. Aqui entra ainda a questão do camafeu: como ele parece ser importante (e isso o Darin comenta nos capítulos 5 e 6), estranhei ele não ter sido mencionado nos capítulos anteriores. Assim como personagens, como a Sra. Bonnafuente, colocar as coisas assim "de repente" podem passar a impressão de que você só pensou nelas no momento em que escreveu, que elas foram adicionadas no último momento para completar o plot. Admito aqui que pode ser que isso tenha sido mencionado antes e me passado batido, mas, como precisei me focar mais nos nomes para tentar entender quem estava falando ou fazendo uma ação, não consegui mesmo perceber. Isso pode ser um problema, porque o leitor não deveria fazer esforços para entender a história. Seria legal você ler tudo em voz alta, fingindo que nunca viu o texto antes, para ver se consegue entender tudo e de primeira. É um exercício que ajuda sempre.

Ainda sobre os acontecimentos, a parte do farol ficou confusa para mim, porque imaginei uma construção bem grande e resistente, já que ela fica perto do mar, levando o choque das ventanias e das ondas do mar constantemente. Pode ser que o canhão tenha acertado em cheio ali, mas ele desabar todo e a Catarina cair ficou estranho. Pelo menos eu não consegui visualizar a cena direito.

Indo agora para a construção dos personagens, acho que ainda tem pouco para avaliar direitinho, mas há alguns que não compreendi: Sr. Trimente, Darin e a própria Catarina. O diálogo entre a Cat e o Trimente soou um pouco artificial, tanto porque ela não precisa sair andando com ele se não quiser (tem supremacia masculina? Tem, mas esta não vale pra gente desconhecida que te aborda na rua. Na verdade, Cat seria malvista andando com um cara desconhecido assim) quanto porque ele já chega dando muito em cima dela, como se tivesse um interesse de que já soubéssemos antes, o que não era o caso. Ler os diálogos em voz alta ajuda também.

Essa mesma ideia vale para os diálogos do Darin com a Cat (e os outros piratas), até porque, como foi mencionado antes, ela é tecnicamente prisioneira, a única mulher lá (e tem aquela história de que mulher no mar dá azar, mas não sei se você vai usar aqui), inferior tanto por ser forasteira quanto por ser mulher. Eles soam como pessoas que já se conhecem e, no caso do Darin, já se gostam. Entendo que ele deve ser o interesse romântico dela, mas, num primeiro momento, seria legal os dois serem os estranhos que são.

Algo que estranhei na Catarina (só nela aqui) foi a mudança súbita na personalidade. Quando ela é capturada, ela fica confusa, fala do frango, mas, de repente, pensa que está presa, desespero, não vai mais voltar, daí troca pra irritada, zoando os piratas e gritando. Parece um pouco brusco. Acredito que dê para ir construindo essa evolução nos pensamentos/sentimentos dela de modo que fique mais sutil. Teve também o comentário dela sobre machismo, que não pareceu encaixar nas falas anteriores da Cat, ficou meio solto. Se você quiser fazer uma personagem feminista já nessa época, seria uma boa trabalhar nisso desde o primeiro momento. Só não querer casar não é o bastante, porque, numa época em que tem casamento arranjado, nada mais natural que as pessoas ficarem insatisfeitas com as escolhas para noivo/noiva.

Gostaria de ter lido mais para ver o camafeu, os três mosqueteiros (não sei quem seriam... Sean, Darin e Will?) e a ligação dela com a Marie Thérèse. Espero que você continue postando, apesar de não conhecer seus planos (faz tempo que a história não é atualizada). A temática de piratas é uma que me atrai bastante, tanto que tenho algumas fics com o assunto, então foi divertido fazer a sua crítica.

Até mais!