Livros e fanfics

Recomendado por Cute Monster

Cute Monster
Vou ter que admitir, o maior motivo de eu ter criado uma conta no nyah! foi essa sua história. Eu já vinha acompanhando essa e outras histórias suas, mas com toda a certeza do mundo essa é a minha preferida (até agora). Paper Women é instigante, misteriosa, muito bem escrita... Pode ter certeza que eu vou acompanhar o mistério da linda da Vivian Winter, me apaixonar pela complexidade do Ian e me derreter pelo estilo da Diana e por seus pensamentos. Obrigada pela linda história.
VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?

Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...

(1) AUTO / (2) ALTO

(1) Significa "próprio de si mesmo". -> Ex: tenho uma baixa autoestima.
(2) É o contrário de "baixo". -> Ex: o homem é alto.

Recomendado por Nick Sparks

Nick Sparks
A história me envolveu desde as primeiras palavras. Em dois dias, já li 15 dos 42 capítulos, e mesmo chegando a me cansar - pela prática da leitura e não pela história - sempre desejo saber mais de Matheus; o garoto tímido que, pelo menos por agora, ainda não se descobriu inteiramente. Tempo atrás, havia conhecido uma fic com o mesmo gênero, porém, a escritora excluiu a história e jamais pensei que fosse me interessar de novo. Thiago, Aline, Felipe e Matheus fazem parte de um enredo apaixonante, onde o rubor das bochechas do personagem te fazem sorrir e despertar uma familiaridade imensa com o leitor. Fico impressionado comigo mesmo ao perceber que estou viciado por esta leitura, mas ao mesmo tempo fico triste ao ler os títulos dos próximos episódios, imaginando que o fim talvez esteja próximo. Acho que seria o tipo de livro que eu compraria e leria numa noite só, pois sempre acontecem coisas novas, não deixando você pensar em mais nada. A linguagem, embora adulta em determinadas partes, não parece suja, e sim um simples momento comum que determina o ápice da felicidade entre pessoas que se amam. Você lê e quer ler mais, sempre mais, sonhando alto com os pensamentos que o escritor vai usar para narrar da próxima vez. Dont Let Me Fall é um conto que logo se torna seu amigo. Escrito sem pressão alguma, com uma naturalidade absurda usada através dos dias que se passam. É possível ter uma nova visão do homossexualismo, uma luz que se abre diante dos olhos. Se vê o amor ao contrário do jeito gay-literal de ser. Não é repulsivo. Nós mesmo nos descobrimos - não falando de sexualidade -, percebemos que as coisas podem ser diferentes. E talvez seja exatamente assim que aconteça: dois amigos íntimos que, ao longo dos anos, notam, não na mesma hora, um algo a mais, uma vontade de amar, de ser verdadeiro. Dont Let Me Fall é escrito sobre estrelas cadentes.