Livros e fanfics
Recomendado por Dbnyah
Dbnyah
Damage, a história de jovens e lindos alemães, mais precisamente pelo menos no 1º Arco, a história de Arthur, quando este entra num quartel pretendendo seguir à carreira militar, e já de cara tem sua vida lá dentro mudada quando insulta seu capitão. Uma fanfic voltada ao militarismo e às práticas dentro de um quartel, e que conta o decorrer da convivência tensa e erótica de Arthur e o Capitão Wardraig.
Feita com a medida certa de romance, erotismo, sadismo e ouras cositas mais, tornou-se uma fic totalmente envolvente desde o primeiro capítulo; uma leitura prazerosa; e a forma com que a autora a escreve, faz com que as pessoas apaixonem-se não somente pela personagem principal, mas por todas as outras também, uma vez que é possível conhecer as particularidades de cada uma.
Recomendo muito essa leitura pra quem quer conhecer o universo militar de um jeito adulto, pois diferente das outras fics que já li sobre o mesmo tema, Damage não traz as características e as informações de um jeito mentiroso, nem deixa passar detalhes desse universo tão complexo.
LEIAM!
(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO
(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.
"- AHHHHHHHHHHH!"
Essa não é a melhor forma de expressar um grito a não ser que seja essencial. Isso, provavelmente, fará o leitor rir quando deveria temer. Procure narrar o momento, não o dialogar. Caso dialogue, evite o uso de letras maiúsculas a não ser que seja muito repentino.
Recomendado por Gabinos
Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos!
Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político.
E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu.
Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais.
A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la.
É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes.
Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona.
Obrigada, Kori!