Livros e fanfics

Recomendado por Mhachi

Mhachi
Sou nova por este mundo das fanfiction, faz menos de 24 horas que comecei a navegar por aqui... A primeira História que me chamou atenção foi Imponente Carvalho, por quê? 1º Fiquei intrigada pelo nome... Algo que me fez pensar em um homem rude, forte, atraente, lindo e outras cositas a mais que é melhor eu não expressar...rsrsrs (Não me enganei) 2º Quando comecei a ler por simples curiosidade, me espantei com o primeiro capítulo, por se passar em outra época, pela linguagem que foi utilizada, pela situação inicial e por perceber que vocês pesquisam e se envolvem conosco nesta jornada. 3º Acabei terminando de ler a fic em menos de 24 horas... Me envolveu de uma forma positiva. Adoro personagens como Oliver. O fato de se mostrar durão, mas ser na realidade um homem carente e sozinho. Dessa e Candace, vocês formam uma bela dupla. Espero poder acompanhar vocês até o final. Estou Adorando a História, e sinto dó de quem ainda não leu, pois não sabe o que está perdendo!!! Beijos Até a próxima!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

A GENTE É AGENTE SECRETO?

Quando se refere a “nós”, é separado, resultando em “a gente”. -> Ex: a gente foi ontem à festa (= nós fomos).
Já “agente” é derivado do verbo “agir”, sendo aquele que AGE, então é tudo junto. -> Ex: o agente pesquisava, mas nada descobria.

Recomendado por Layla Glêz

Layla Glêz
Os pássaros me sussurram, a esmo, as palavras que tenho que dizer. Falam coisas sem sentido próprio, sem nexo, mas os entendo e nesta humilde recomendação tentarei traduzir seus assovios. Há algo de pegajoso nessa história, sim, pegajoso. É daquelas que as letras se transformam em mãos e as mãos te agarram com força desesperada. E não se consegue largar. Desde que li o primeiro capítulo já me senti puxada e tentada a ler mais e mais... E a reler. E a me perder nas palavras. É uma história envolvente, de narrativa fascinante. Lucas, o autor, nasceu com o dom das palavras, é inegável, mas esta forma de pô-las, como se nada fossem, é mais que naturalidade numa narrativa é magnífico, belo, lindo e - como já cansei de dizer - hipnotizante. Se é cedo para a recomendação, não sei, pode até ser, mas ela não é imerecida uma vez que desde as primeiras palavras já me vi impelida a fazê-lo. E estas poucas palavras são todas as que posso dizer. Leio, releio, gravo na memória cada suspiro e recomendo! Com muito orgulho deste escritor.