Anna Júlia - Quisera Eu
Anna Júlia - Quisera Eu
Anna Júlia - Quisera Eu
Você já parou pra pensar que no mundo existem mais de 7 bilhões de pessoas? Que durante toda a tua vida você não conhece nem 1/3 delas, mas de repente, sem mais nem menos, você tromba em uma que faz todo o resto parecer insignificante? O nome que dão a isso é amor… Eu não acreditava no amor, porque já tinha trombado em gente suficiente para julgar que ele não existia. Porem, num determinado dia eu tropecei em minha própria vida, chegando a desmaiar, e quando abri os olhos conheci a pessoa que me fazia sentir as coisas mais profundas e inexplicáveis do Universo. A única pessoa em todo o mundo que conseguiu fazer com que eu experimentasse de ódio a amor em questão de segundos.
A arritmia do meu peito continua a existir somente em lembrar o nome dela, de ouvir Los Hermanos, de ver o dia nascendo e a Lua tomando o lugar do Sol no céu. Ela deixou marcas em minha vida que eu nunca serei capaz de apagar, pois não sou forte o suficiente para conseguir arrancar o band-aid. Isso dói. E dói mais ainda lembrar que ela foi embora largando as chaves dentro de casa, deixando um vazio pior que a morte.
Ela era o meu mar calmo e um maremoto. Uma chuvinha de verão e uma nevasca. Eu nunca soube os dias certos dela; quando eu deveria chegar com um carinho ou caixa de bombons, porque ela era incerteza e eu adorava acertar. Ela era armadura e aconchego. Era tudo em uma só. Tudo que eu sempre desejei e não soube cuidar quando tive. Ela era o mundo e eu só consegui mostrá-la uma cidade.
A arritmia do meu peito continua a existir somente em lembrar o nome dela, de ouvir Los Hermanos, de ver o dia nascendo e a Lua tomando o lugar do Sol no céu. Ela deixou marcas em minha vida que eu nunca serei capaz de apagar, pois não sou forte o suficiente para conseguir arrancar o band-aid. Isso dói. E dói mais ainda lembrar que ela foi embora largando as chaves dentro de casa, deixando um vazio pior que a morte.
Ela era o meu mar calmo e um maremoto. Uma chuvinha de verão e uma nevasca. Eu nunca soube os dias certos dela; quando eu deveria chegar com um carinho ou caixa de bombons, porque ela era incerteza e eu adorava acertar. Ela era armadura e aconchego. Era tudo em uma só. Tudo que eu sempre desejei e não soube cuidar quando tive. Ela era o mundo e eu só consegui mostrá-la uma cidade.
Anna Júlia
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1 Capítulo 1 - APOSTAS
2205 palavras
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2 Capítulo 2 - Los Hermanos. Sonhos. Egos.
1858 palavras
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3 Capítulo 3 - Eu, que nunca me liguei em nada, tinha me ligado em ti.
938 palavras
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4 Capítulo 4 - CORDAS.
1567 palavras
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5 Capítulo 5 - FESTAS.
2157 palavras
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6 Capítulo 6 - ESTILO CACHORRO.
1618 palavras
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7 Capítulo 7 - NO MASKS, NO GAMES
1370 palavras
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8 Capítulo 8 - NÓS DOIS
1640 palavras
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9 Capítulo 9 - É O FIM?
935 palavras
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10 Capítulo 10 - RECOMEÇOS
1263 palavras
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11 Capítulo 11 - SURPRESAS
996 palavras
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12 Capítulo 12 - CLICHÊS, MONTANHAS RUSSAS, PORTO SEGURO.
1650 palavras
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13 Capítulo 13 - Choque de realidade
1288 palavras
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14 Capítulo 14 - O dia
2151 palavras
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15 Capítulo 15 - DOIS ANOS
782 palavras
Sinopse
Você já parou pra pensar que no mundo existem mais de 7 bilhões de pessoas? Que durante toda a tua vida você não conhece nem 1/3 delas, mas de repente, sem mais nem menos, você tromba em uma que faz todo o resto parecer insignificante? O nome que dão a isso é amor… Eu não acreditava no amor, porque já tinha trombado em gente suficiente para julgar que ele não existia. Porem, num determinado dia eu tropecei em minha própria vida, chegando a desmaiar, e quando abri os olhos conheci a pessoa que me fazia sentir as coisas mais profundas e inexplicáveis do Universo. A única pessoa em todo o mundo que conseguiu fazer com que eu experimentasse de ódio a amor em questão de segundos.
A arritmia do meu peito continua a existir somente em lembrar o nome dela, de ouvir Los Hermanos, de ver o dia nascendo e a Lua tomando o lugar do Sol no céu. Ela deixou marcas em minha vida que eu nunca serei capaz de apagar, pois não sou forte o suficiente para conseguir arrancar o band-aid. Isso dói. E dói mais ainda lembrar que ela foi embora largando as chaves dentro de casa, deixando um vazio pior que a morte.
Ela era o meu mar calmo e um maremoto. Uma chuvinha de verão e uma nevasca. Eu nunca soube os dias certos dela; quando eu deveria chegar com um carinho ou caixa de bombons, porque ela era incerteza e eu adorava acertar. Ela era armadura e aconchego. Era tudo em uma só. Tudo que eu sempre desejei e não soube cuidar quando tive. Ela era o mundo e eu só consegui mostrá-la uma cidade.
A arritmia do meu peito continua a existir somente em lembrar o nome dela, de ouvir Los Hermanos, de ver o dia nascendo e a Lua tomando o lugar do Sol no céu. Ela deixou marcas em minha vida que eu nunca serei capaz de apagar, pois não sou forte o suficiente para conseguir arrancar o band-aid. Isso dói. E dói mais ainda lembrar que ela foi embora largando as chaves dentro de casa, deixando um vazio pior que a morte.
Ela era o meu mar calmo e um maremoto. Uma chuvinha de verão e uma nevasca. Eu nunca soube os dias certos dela; quando eu deveria chegar com um carinho ou caixa de bombons, porque ela era incerteza e eu adorava acertar. Ela era armadura e aconchego. Era tudo em uma só. Tudo que eu sempre desejei e não soube cuidar quando tive. Ela era o mundo e eu só consegui mostrá-la uma cidade.
Notas adicionais
Escrito por
Anna Júlia
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 11 de dez. de 2015, 15:51
Atualizado em 7 de abr. de 2016, 21:56
22418 palavras
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Autor
Anna Júlia
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 11 de dez. de 2015, 15:51
Atualizado em 7 de abr. de 2016, 21:56
22418 palavras