A Guerra dos Criativos

Alec Silva de repente se vê no meio de batalhas nas quais o poder de criar confronta o de destruir, uma guerra em que Criativos, Juízes, Anjos, Lordes e criaturas oriundas dos sonhos e pesadelos se enfrentam em escalas nunca antes imaginadas.
O primeiro romance de autobiografia fantástica do autor de Zarak, o Monstrinho narra a saga do escritor em meio a um mundo sustentado pelas imaginações dos míticos Lordes, considerados deuses por muitos, enquanto uma força destruidora corrompe e almeja o poder supremo. Ajudado por Zarak e outros participantes da Guerra, Alec conhece mais sobre si e sobre um universo de ideias e sonhos, onde o equilíbrio pode ser abalado ao menor agito.
Com participações especiais de personagens de algumas obras de amigos escritores, como Phyreon (da Trilogia Legend of Raython, de Kamila Zöldyek), e dos próprios amigos, como Alfer Medeiros, Eric Musashi, Paul Law e Celly Monteiro, é uma história cheia de fantasia, aventura e drama, na qual o limite entre sonho e realidade pode ser abalado por uma simples ideia.
O convite irrecusável foi feito. Agora, resta a cada um aceitá-lo e participar do jogo, A Guerra dos Criativos mais mortal que já aconteceu no universo.
Classificação 14+
Ação Aventura Drama Fantasia
Alec Silva

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
Alec Silva


Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 7 de set. de 2015, 00:40
Atualizado em 8 de set. de 2015, 02:45
14291 palavras

Adeline Shade
A Guerra dos Criativos foi um dos melhores livros de fantasia que li até hoje.
Foi o meu primeiro do Alec Silva, talvez por isso o encanto tenha sido maior.

A história é cativante, diferente, foge de vários clichés da fantasia atual saturada de personagens medievais e folclore europeu.

Encanta pela narrativa direta, personagens interessantes e com personalidade forte.
Seres e mitologias que eu só fui conhecer pelo livro; fruto de várias noites e dias de pesquisa do autor.

Ao colocar-se como personagem, Alec teve um dos seus maiores acertos, é algo que já faz parte do seu jeito de escrever.
A narrativa em primeira pessoas nos aproxima da história, a linguagem pessoal usada pelo autor me fez sentir como se estivesse falando comigo, e eu entendia.

E Zarak, não tenho muito o que falar, só que ele é um dos personagens mais incríveis que tive o prazer de conhecer.

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