Recomendado por BadWolf

BadWolf
Uma história densa e repleta de intriga e mistério, com uma boa pitada do mestre Poe, envolvendo o maior detetive de Londres e seu arqui-inimigo. O que mais precisa para ser boa? Nada. Moriarty é um vilão de peso, e tê-lo como vilão de uma história é uma responsabilidade muito grande a qualquer um que se aventura a escrever no universo sherlockiano. Ana Holmes faz isto com uma proeza impressionante. Somos apresentados a um vilão mais impiedoso que o visto no Cânone, com um senso de maldade que parece não ter limites. Em certos momentos, essa fanfic me deixou em choque, especialmente na reta final, e tenho certeza de que deixará você também. E se você gostou do casal Holmes/Bergerac, saiba que as velhas competições- que todos adoramos ver - continuam. A personalidade detetivesca de Anne está ainda mais apurada que nos contos anteriores. Ela é esperta e mostra, em muitas partes, porque ostenta o título de Mrs. Holmes (#sorryEstherKatz) e porque conseguiu enlaçar o detetive mais pomposo da Inglaterra. O clima trazido por Ana remete, sem dúvida, à agitada e acolhedora Baker Street de Arthur Conan Doyle. Para dar maior densidade ao caso, Ana não poupa as cartas que têm na mão, fazendo uso de praticamente todos os personagens canônicos de relevância que me vêm à mente, cada um tendo seu próprio papel na história. Leia na certeza de que será cativado!
"FAZEM TRÊS ANOS..."

O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.

(1) DE REPENTE / (2) DERREPENTE

(1) Assim se escreve, estrelinha na testa pra quem escreve desse jeito.
(2) Saia deste capítulo que não te pertence! Ninguém escrevendo mais derrepente, hein!

Recomendado por Mell Bates

Mell Bates
Ótima história, leve, inteligente e bem humorada. Li e gostei do tom leve e carismático dá autora, ao criar uma breve narrativa sobre o detetive mais famoso do mundo. A fanfic tá bem caracterizada, com detalhes que, aos fãs do Sherlock, vai ser moleza apreciar! O tom leve e bem humorado fica por conta da relação ambígua do detetive londrino e seu fiel (e amado) parceiro, whatson! É muito elementar gostar dá ideia, rsrs ! Ótima leitura.