Recomendado por angelinamarques
Sedução (Cracks)
"Sedução (Cracks)" é um filme britânico de drama e suspense lançado em 2009. Dirigido por Jordan Scott, o filme é baseado no romance de mesmo nome escrito por Sheila Kohler. A trama se passa na década de 1930, em uma prestigiada escola para meninas localizada em uma ilha isolada da Inglaterra. A história gira em torno da professora Miss G (interpretada por Eva Green) e suas alunas, conhecidas como "as Cracks". Miss G é admirada e idolatrada pelas jovens, que a veem como uma figura materna e inspiradora. No entanto, a dinâmica do relacionamento entre Miss G e suas alunas começa a mudar quando uma nova aluna chamada Fiamma (interpretada por María Valverde) chega à escola. Fiamma é uma jovem misteriosa e sedutora que desperta ciúmes e rivalidades entre as outras meninas. À medida que a história se desenrola, segredos sombrios são revelados e a relação entre Miss G e Fiamma se torna cada vez mais complexa. O filme aborda temas como obsessão, manipulação psicológica e o poder das relações interpessoais. "Sedução (Cracks)" recebeu críticas positivas pela atuação convincente de Eva Green como Miss G. Além disso, o filme foi elogiado pela sua atmosfera intensa e visualmente impressionante, retratando com maestria os conflitos emocionais das personagens. Com sua narrativa envolvente e reviravoltas inesperadas, "Sedução (Cracks)" cativa o público ao explorar os limites da lealdade, amizade e desejo. É um filme que prende a atenção do espectador do início ao fim, deixando espaço para reflexões sobre as complexidades das relações humanas. Portanto, "Sedução (Cracks)" é uma obra cinematográfica intrigante que certamente cativará aqueles que apreciam filmes de suspense psicológico com performances marcantes e uma história envolvente.
Recomendado por angelinamarques
"PROLONGO"
Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.