Livros e fanfics shipp Hyoga de Cisne & Hyoga de Cisne
Recomendado por Luce C
Luce C
A história é simplesmente... bom, para começar, não parece uma fan fic, parece um livro. Sabe, daqueles que te fazem ficar acordada a noite toda para ler, e de repente você percebe que acabou e... e não sabe o que vai fazer sem ele. Cada frase me prendeu desde o primeiro instante, e o final inesperado -pelo menos para mim-, deixou a fic ainda mais sedutora. Lê-la foi o tempo mais bem aproveitado da minha vida, provavelmente.
"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"
WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)
VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?
Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...
Recomendado por MariaErica
MariaErica
Há uma enorme diferença entre fazer uma boa história, com ótima gramática, e boa ideia central, do que escrever algo em que você se deposita, você escreve com a sua alma e com amor, porque você GOSTA disso.
E gente, a Letícia, é simplesmente, MARAVILHOSA!
Night Troopers não foi a primeira história que eu li dela, na verdade. Mas ver algo já finalizado dela... É estonteante. Eu costumo dizer que quanto melhor a história, menos eu tenho a falar, porque quanto mais eu falar, mais spoiler terá.
Night Troopers fala de Jazmine, uma garota que odeia o seu nome, acabou de perder a mãe e não se entende muito bem a sua irmã mais velha, Melody, na casa de quem ela vai passar o verão.
Era pra ser a pior época da vida dela, vocês não acham? Ser aqueles dias em que ela iria querer cometer suicídio, se trancar no quarto e viver uma ENORME crise adolescente, certo?
Mas, esse período se prova algo muito diferente, e bom. E você vai amar a Jay (ou Jazz), porque ela não é uma heroína grandiosa e perfeita. Ela é normal. Cheia de dúvidas, defeitos, qualidades, pessimismos e muitas outras coisas. Ela é uma adolescente com complexos e que ama a música, mesmo sem entender a letra.
Ela gosta do silêncio da noite, e mostra pra todas nós, o porquê de nós gostarmos disso também.
Essa história é maravilhosa, porque ela não faz com que apenas a Jazmine se encontre, se resolva, se aproveite... Ela faz com que nós, leitoras e leitores, consigamos tudo isso, também.