Amor Fati... Um nome interessante, realmente interessante! E antes que você diga qualquer coisa, eu li sim a sua sinopse, mas recorri ao Grande Patriarca Google para obter mais informações a respeito...
Sua história é muito sedutora, charmosa... Nos cativa a partir da sinopse, simples, curta e direta! Eu já imaginava que você tivesse o talento de escrever algo original, mas lendo o "Termo Constante", vi o quanto você superou em muito as minha expectativas!
Ai, ai, Menta... Nem sei por onde começar... Você realmente vai me fazer ficar obcecado por mais um trabalho seu! hehe... Que puta escrita você tem! A inveja branca chegou ao nível máximo agora, já até estourou o contador! hehe... Me sinto muito honrado e orgulhoso de ser seu amigo, sério, é foda demais ter contato direto com uma escritora tão talentosa assim! Se você estava com alguma pontinha de insegurança, pode eliminá-la agora! Sua história é espetacular! ESPETACULAR!
Eu sou um cara chato, acho que você já deve ter percebido isso! Inclusive o meu apelido carinhoso no último relacionamento era justamente esse, "chato", e ela não estava se referindo a uma doença venérea não, era sobre a minha personalidade mesmo! hahaha... Bom, dito isso, preciso dizer que uma história romântica precisa ser muito boa para me cativar, ou então nem perco o meu tempo! Romance de botequim ou de jornaleiro (como queira chamar) é o pior tipo de leitura para mim... Mas, todavia, contudo, por conseguinte hehehe... Amor Fati me arrebatou de uma maneira inacreditável, e sabe qual o motivo? Ela é real! É uma história real... Um relato em primeira pessoa sobre a experiência de uma garota adolescente, descobrindo experiência dúbias e passando para nós as suas sensações, sentimentos e relações com pessoas a seu redor, além é claro de questões sexuais e amorosas! Não é nada forçado, nada mentiroso ou fantasioso... É real, palpável, e independentemente da realidade que o leitor se encaixe, ele consegue identificar trejeitos, ações ou situações pelas quais ele mesmo já viveu, passou e sentiu... Amor Fati lançado em uma editora de grande porte, seria facilmente top dez dos mais vendidos na semana! Eu não estou de sacanagem Menta, juro por Allah que profiro tais elogios com sinceridade! Você é maior que o nyah fanfiction, e isso não é a opinião de um fanboy alienado, é a opinião de um escritor publicado (sei que receberei o carimbo babaca, mas precisava enfatizar o quanto gostei de sua história)... Eu sei o que estou dizendo, acredite!
Indo um pouco mais fundo no próprio capítulo, percebo o quanto você se sai maravilhosamente bem ao escrever em primeira pessoa! Eu sei o quanto é difícil escrever dessa forma sem cair nos estereótipos mais batidos, por isso enfatizo o quanto você mandou super bem Menta! Os primeiros parágrafos servem para que possamos entender logo de cara um pouco da personalidade da Cecília, além de sua relação próxima ao Daniel (gostei do nome, viu? hehe)... Você me relatou por Mp que desejava escrever algo real e sem amarras... Bom, você está conseguindo Imperatriz! É perceptível em seu diálogos o quanto tudo flui de forma natural, exatamente como falamos no dia a dia... A linguagem coloquial é muito bem quista e utilizável em falas de personagens em diversos tipos de literatura, o que é totalmente louvável... Ao mesmo tempo, a forma de linguagem informal que você escolheu é muito complicada de ser encaixada, se o escritor não for realmente bom, acaba ficando algo xulo e desnecessário, feio esteticamente de se ler... Mas você não, 'cê conseguiu distribuir isso pelo seu texto de forma natural, envolvendo-nos ainda mais pela forma real que a história ia crescendo a cada parágrafo lido.
A mescla entre primeira pessoa e o corte para os diálogos e explanações foi muito bem feito! Colocar a Cecília não só como uma narradora de sua própria história, mas também como um item vivo, que participa ativamente conversando com os leitores, falando diretamente com eles... Genial! Essa forma de escrita não foi criada por você, mas foi executada com muita precisão, meus parabéns!
Engraçado pensar em certas coisas, quando analisamos o nosso período de escola... Durante muito tempo em nossas vidas, a escola passa a ser o centro do nosso universo, e tudo que é feito lá é considerado grandioso, já que basicamente aquele é o nosso mundinho! Nossa visão a respeito das coisas ainda é muito limitada, e por isso temos aquela falsa crença de que conceitos, amizades, namoros, enfim, tudo o que é feito na escola perdurará para a vida fora dela... Acho isso muito interessante! Dá pra ver um pouco disso nos personagens secundários que pouco a pouco vão ganhando uma riqueza de detalhes que já estou habituado a ver em seu escritos! Talvez nesse quesito Cecília seja uma exceção, pois visivelmente podemos ver o quanto o seu mundo irá se ampliar, e talvez alguns conceitos, preceitos, pré-conceitos, sejam modificados no decorrer da história... Muito foda, realmente muito foda!
Foda o fato de você citar o preconceito em sua fic! Ela realmente passa uma impressão de que será sempre a flor da pele, o que é muito bom para quem procura algo real! Dá pra perceber o quanto você se despiu dos pudores nessa história, rasgando qualquer manual e chutando bundas com essa sua escrita magnífica! Vá se acostumando com os elogios, quem mandou escrever bem pra caralho, porra! hahaha... Hipocrisia é algo foda... Vivo na pele, sei o quanto essas coisas são complicadas de lidar... Adoro críticas sociais, adoro uma história que mexe com a sua cabeça dessa forma, te fazendo repensar sobre você mesmo, sobre os seus conceitos e sobre a sua forma de ver o mundo... Algo mais inteligente, sarcástico, adulto, algo que precisava ser escrito, que precisava chegar ao nyah! Algo que só poderia ser escrito por você, cara amiga! Você é inteligente o bastante para conseguir extrair do mundo a seu redor (percebi algumas referências de nossas conversas) as informações importantes para entrarem em discussão dentro dessa história, Amor Fati é mais que um romance, percebo que se trata de um manifesto sobre a vida! É claro que você pode se ater a história romântica e tudo mais... Mas você só terá a experiência completa, se conseguir sacar todas as referências, críticas e reflexões postas de forma extraordinariamente bem feitas nessa história!
É sério, não consigo para de elogiar essa porra! hehe... Nunca li nada tão inteligente por aqui, nada com tanto cuidado, nada tão bem estruturado... ‘Peraí, acho que vou excluir minha fic agora mesmo! hahahaha...
Preconceito é algo que nos ronda a todo instante... Eu próprio já fui vítima dessa doença que afeta muitos sequelados por aí... Já fui excluído por conta de questões financeiras, enfim, algo chato demais para ser falado por aqui, mas é claro, em proporções diferentes, eu sei o quanto isso é uma merda! E só pra não parecer que estou atacando uma classe social, eu já sofri preconceito em casa, vindo da minha própria família, quando cogitei me converter ao islamismo... Bom, isso é outra história...
Muito interessante o grupo de amigos de Cecília... De certa forma, são estereótipos de pessoas na vida adulta! Affonso Solano uma vez proferiu: "A escola é como uma mini prisão", bom, eu vou mais longe... A escola é como uma mini vida, uma mini sociedade! Tudo o que acontece ali, terá reflexo na vida fora daquelas paredes... Tudo que há de bom e ruim no mundo, floresce naquele ambiente... O amor, o ódio, a aceitação, a intolerância... Um país é reflexo de sua educação, os cidadãos são reflexos de sua educação... Bom, não sei se me fiz entender hehe...
Seria o Daniel, um Janjão? hahaha... Zoeira, ela também precisava aparecer por aqui! hahaha... Diferente deste Daniel que vos fala, o Daniel de Amor Fati é um típico figurão, aquele que todos querem estar próximos, o cara que parece ter nascido para ser simpático... Quase um James Goodwin! hahaha... Esse cara é aquele cara que todos olham e dizem: "Eu queria ser como ele", se fosse nos EUA, com toda a certeza seria o quatherback e capitão do time! hehehe...
A forma como você escreve os diálogos envolvendo a conversa dos amigos, principalmente na aparente relação íntima existente entre Cecília e Daniel, é muito gostosa de se ler! É aquela leitura que você faz sorrindo, e que tal sorriso acaba sempre se ampliando até o final da leitura! Dá pra perceber o carinho e verdade com que você trabalha cada frase, cada parágrafo, cada composição de personagem... Sou cada vez mais fã de você, mulher! hehehe...
Sei que estou sendo muito amplo em meu comentário, falando de uma forma mais generalizada sobre a história. Não sei se você gostou dessa minha abordagem, mas resolvi fazê-la assim para tentar discorrer sobre todas as minhas impressões ao ler sua fic... A forma como ela me deixou, como me fez sentir leve ao ler algo tão bom... A história é muito boa, e merece um comentário muito melhor que esse! Prometo ser mais específico e explanador no próximo capítulo... Nesse, preciso elogiá-la ao máximo, pois realmente você conseguiu criar algo digno de um livro!
Adorei conhecer ainda nesse capítulo sobre a história de nossa querida protagonista... Sei que ainda é apenas um começo, mas achei muito maneira à forma como você discorreu a respeito... Dá pra perceber o quanto ela criou uma maneira própria de enxergar as coisas, independente de sua criação ou dos preceitos que poderia desenvolver por conta do meio conturbado em que se criou... Ela é uma personagem muito rica, passando longe de ser uma mocinha, e também de ser uma 'vilã'. Cecília é um antagonismo de si mesma, um antagonismo de sua própria vida! Não é difícil gostar dela, não é difícil querer acompanhar a sua história, e principalmente não é difícil chorar sangue ao ler algo tão fantástico! HAHAHAHA...
A parte da descrição do jogo do futebol foi maneiríssima! Mais claro do que isso, impossível! Cecília manja mesmo dessas paradas envolvendo bolas! HAHAHAHA... Ah, quê isso, estou aprendendo essas infâmias com a senhorita! hahahahaha...
E mais uma vez nos deparamos com outro trecho de uma fortíssima crítica social... O elemento das drogas no contexto da vida familiar (e pessoal) de nossa protagonista foi muito bem feito! Passou longe do dramalhão desmedido que esse momento poderia se transformar, sem é claro esquecer-se do peso que a cena precisava e merecidamente teve! Você não exagera em nada Menta, tudo vem na medida certa... Você está pronta como escritora! É incrível...
O final nos trouxe uma boa dose de ramificações com o passado de Cecília, outra maneira genial de nos apresentar mais um pouco da história de vida da personagem! Além é claro de termos a apresentação de mais um personagem, um que sei que será por demais importante para o decorrer da fic... Um personagem intrigante, e que aparentemente já está ligado a vida de nossa narradora... Afinal, isso é Amor Fati!
Desculpe pelo comentário genérico, prometo fazer uma análise mais decente no próximo capítulo!
Beijos Menta, obrigado por me indicar uma leitura tão fantástica quanto a que tive agora! Kiitos!
AUHUHSAUHSAHSUA ai, ai, Kivison, meu querido amigo! Já comecei lendo esse review com um sorrisão, rindo internamente pela referência... Saquei o que quis dizer quando falou que leu a sinopse mas procurou mais sobre o conceito de Amor Fati no google, ahaahah! XD Aliás, LOST é uma perfeita história de "Amor Fati", heheh.
Ahhhhh, cara, não sabe como eu estava ansiosa para quando você chegasse aqui e desse uma lida nesse material! Eu tinha a impressão de que você ia gostar de verdade, mas não imaginava que TANTO assim! Tu é foda, mermão... Sério, pretendo realmente tocar esse projeto para a frente e terminá-lo, então quando chegar o momento da publicação tenho certeza que um certo nome xará de um dos personagens principais constará nos primeiros agradecimentos, hehehehe!
Gente, não precisa de tudo isso HUASHUUHE! Eu sou meramente humana, e acho que tenho muito a melhorar enquanto escritora, mas fico muito, muito feliz com tamanho reconhecimento! É realmente algo que me impulsiona a escrever sempre mais e melhor, então cara, preciso ressaltar o quanto sua influência é 100% positiva para mim... Ainda mais considerando que você é um sujeito totalmente fora da curva, que com 12 anos conseguiu publicar a p**** de um livro! Sei muito bem da sua capacidade reflexiva, imaginativa, criativa e de compreensão... Isso não é pouca coisa não... É a única pessoa que eu conheço que escreveu um original e o publicou com menos de 18 anos... Aliás, como eu faço para ter acesso a esse material?
Então é com muito júbilo e alegria exultante que eu recebo de braços abertos e um sorriso idiota no rosto tantos elogios! Sinto-me atropelada por um caminhão de elogios maravilhosos HUSHUSHUEH a sensação é ótima, devo admitir! Eu te acho o contrário de chato, sinceramente, nossas conversas demonstram isso muito bem, e o fato de eu SEMPRE rir e me divertir com todos os nossos papos, sejam em respostas de reviews, em reviews, em MPs... Falo isso com sinceridade! =) Mas entendo o que quis dizer com isso. Sei o quanto é exigente em termos de leitura, como tem um nicho de interesses e tem um senso crítico respeitável e sério. Então é maravilhoso, é inenarravelmente recompensador receber tamanho incentivo e apoio neste meu humilde material original... Eu já ficarei feliz no dia que eu conseguir publicar Amor Fati independente da editora, se conseguir com uma pequena já ficaria exultante... Se eu ganhar na loteria da sorte e alguma editora média ou grande se interessasse pelo material, o que não sei se aconteceria pelos temas controversos e politicamente incorretos, p****, mermão... Eu não sei nem dizer como eu ia reagir. Acho que teria uma alegria catártica que me deixaria totalmente catatônica. Seria um sonho de vida realizado completamente!
Mermão, por falar em escrita em primeira pessoa... Eu sempre tive um receio enorme de escrever com este mecanismo, pois a MAIOR PARTE de todos os textos medíocres e ruins que li eram passados em primeira pessoa... Ao menos aqui no nyah, os ficwriters e escritores de original dificilmente sabem usar este recurso sem cagar no pau AHAHAHAHAH! Perdoe-me o linguajar tosco e escatológico, mas é verdade...
HAHAHAHA! Eu te falei desde o começo, quando soube de seu nome, que achei uma coincidência divertida... Daniel é um nome que acho muito bonito, já ressaltei em mensagem privada, hehehhe! Embora já não ache "Daniela" bonito, hehehe. Questões curiosas de gosto. Fico também muito honrada e recompensada em saber o quanto a introdução dos personagens foi assim tão efetiva! Muito obrigada mesmo, muito obrigada por todo esse review que explodiu os medidores do incentivo... Eu não sei nem como reagir direito, você me deixou em um estágio letárgico na frente do monitor do escritório... Fiquei sorrindo como uma imbecil por MINUTOS lendo este review (e sua MP também, que responderei ainda hoje).
Fico também gratificada demais ao saber que o uso da linguagem coloquial nos diálogos não ficou exagerado e sim crível. É isso aí, o que eu pretendo nesta história é que ela realmente pareça uma história possível. Acontecimentos que de fato poderiam ser reais, aquele tipo de livro que você lê e te deixa encucado para saber se aquilo é apenas ficção ou realidade. Muito, muito f*** saber que estou conseguindo manter esse objetivo!
HEHEHEHEH eu fico especialmente feliz por notar essas digressões narrativas dentro da história! Não fui eu que inventei, não sou tão f*** assim (HYAYUHSGYSYGEYGSGY), mas falando sério, peguei inspiração de meu querido Machado, nosso mito do realismo brasileiro. Ele, sim, que dominava esse recurso como ninguém! Eu sou uma pata perto dele, usando esse procedimento SAUHSUHUEH! XD
Fico tão feliz que eu tenha conseguido entrar no cotidiano adolescente tão bem. Como você sabe, tenho 23 anos de idade, esse dia a dia escolar já não é há muito o meu cotidiano... É uma fase que eu me despedi já tem alguns anos, então temi que não pudesse "voltar" no tempo de forma tão efetiva, que não pudesse passar a realidade necessária, que, no fim das contas, é mesmo o tempero especial desta história. Então saber que consegui colocar a imersão total nesse aspecto, que te fez lembrar tão bem de como é a rotina de colégio, como é essa "bolha social" que nos inseríamos nessa época... p****, é gratificante demais. Demais, demais, demais, demais!
A parte do preconceito eu acho que na verdade foi a mais fácil de todas de passar. A partir do momento em que eu decidi que não teria censura nem amarras que me fizessem florear a história (que seria uma porcaria se fosse floreada, irreal, tosca, batida, etc), foi fácil expôr de cara todo esse lado ácido da sociedade carioca, ou melhor dizendo, da sociedade brasileira como um todo, mas contextualizado no Rio de Janeiro. Isso foi realmente mais simples. Como já sabe pelo que conversamos em MPs, meu dia a dia sempre foi cercado de preconceitos, reproduzido na minha família, nos meus colegas de escola, pelos meus professores, pelos meus colegas de faculdade e até mesmo pelos meus professores de faculdade... Em todo lugar que eu vivi eu vi preconceito. Assim como todos nós. Então, de fato, isso não foi difícil de ilustrar. Mas fico muito feliz que tenha funcionado de forma tão impactante!
AHAHAHAHH se você excluir a sua fic eu chegarei com o taco de baseball de aço da Becky para te espancar, menino! Não faça isso! Pelo amor de Deus! Vou ter uma síncope, hahaahahha! Mas muito, muito obrigada por considerar meu original assim tão diferenciado! Estou surtando de alegria ainda, não consigo parar de sorrir... Meus chefes vão me zoar muito em breve UHHSAUSHUUHE! XD
Acho que a construção social que cerca a todos nós, aliás, todas as sociedades, a forma como o ser humano construiu seu convívio social, incita a criação de preconceitos. É quase uma questão de sobrevivência. Acho que não existe um ser humano vivente em sociedade que não tenha sido incitado a nutrir preconceito sobre alguma questão envolvendo outro indivíduo. O x da questão, em minha humilde opinião, é saber racionalizá-lo... É saber compreender que não passa de uma pulsão, de um pensamento irracional, intruso... Que não é uma verdade necessária.
Lembro-me desse posicionamento do Sollano, e também concordo com o que você expôs! A escola é um ensaio para a vida em inúmeros sentidos... Por isso é tão preocupante o estado precário, em inúmeros sentidos além da infra-estrutura, de grande parte da educação de base brasileira... Até mesmo os colégios particulares, tão bem patrocinados e mantidos não escapam disso. Sei, porque estudei em um deles. Posso ter tido um ensino de "elite intelectual" (esse termo é carregado de preconceito por si só, céus), privilegiado, coisa de gente leite com pêra, etc... Mas certas coisas não escapavam daqueles reforçados e limpíssimos muros escolares. A reprodução de preconceito e outras posições ignorantes ocorria lá dentro, tal qual no colégio São Patrício (que é realmente inspirado completamente no colégio em que me formei).
Tadinho do Daniel, ele não é um Janjão SUHSUHHE! Ele é o good guy, como você apontou, o Goodwin... Só que sem a astúcia do mesmo. Ele é aquele sujeito agraciado com aquele tipo de carisma improvável que ninguém consegue realmente odiar. O tipo de sujeito que acaba crescendo em profissões ligadas a politicagem, heheeheh... Mas não será o caso dele.
Eu fico honradíssima com tamanha admiração vinda da sua parte... O seu selo de qualidade é o crivo que eu precisava para ter fé que um dia este humilde exemplar original torne-se mesmo um volume vendido em livrarias, heheehhe! E sim, Cecília e Daniel tem uma relação de amizade real, em parte muito baseada em amizades próximas minhas... Meus melhores amigos ajudaram na construção deste querido personagem, heehehe, no sentido de que foram inspirações importantes! Assim como meus relacionamentos de amizade com eles... Com um em especial!
EU AMEI SUA ABORDAGEM, MENINO! Fico chocada em como você pode imaginar que eu não teria gostado! Você simplesmente me deu toda a força que eu precisava para acreditar em mim mesma e não desistir desta trama, para levá-la a sério e realmente trabalhá-la até o fim...
UHAUHSUHS chorar sangue, meu Deus! Eu estou ainda no mesmo estado de choque honrado e lisonjeado que não sei bem como reagir... Acho que só posso agradecer mil vezes por tamanhos elogios e confiança que o senhor me agracia... Sério, fico boba de ver que algo saído de minha cabecinha problemática possa ser algo tão apreciado assim, fico em choque mesmo. Sobre a Ciça, tenho a personalidade muito diferente da dela, mas devo dizer que a forma de refletir sobre seu ambiente ao redor e sua realidade se deu de uma forma parecida com a minha... Por outras razões eu fui levada a questionar o que era tido como "verdade", como "correto" a minha volta, no caso dela creio que esse desprendimento e falta de identificação com o pensamento elitista, mimado e segregacionista que sempre lhe foi incutido pode ter se dado pela forma inegavelmente solitária em que ela se encontra no mundo. Ela não se identifica com a família que tem, que também não se dá ao trabalho de se identificar como família dela. Seu tio, que deveria cumprir seu papel paterno substituto, mal é presente em sua vida.
HUASHUSUHSHUSSHU ai, ai... Sim, Ciça é uma boleira e tanto, manuseia uma bola como ninguém AUHSHUHUEUH enfim... Esse tipo de piada sempre é bem-vinda, meu caro, não se acanhe mesmo SUHSHUEH! E fico feliz que a descrição da peladinha entre amigos tenha sido assim tão bem descrita! Sou uma fã do nobre desporto que é o futebol, então fico muito feliz em poder honrá-lo em meu material original!
Seu parágrafo sobre me colocar como uma escritora pronta foi como se o caminhão de elogios que tinha acabado de me atropelar, voltasse e desse mais uma ré sobre meu corpo e mente já amassados de tanta lisonja... HAUSHUSHE se eu tiver algum tipo de surto de lisonja a culpa é sua, já vai sabendo de antemão! Sim, a questão das drogas é especialmente importante nesta história, porque é uma parte marcante da realidade da elite carioca... Quando estudava em meu colégio particular, a partir dos 13/14 anos eu já via colegas da minha série e até mais novos indo na praça ao lado do colégio fumar maconha... Isso no ensino fundamental. No ensino médio, haviam também usuários de coca e outras drogas piores. Ninguém intervinha, ninguém os parava, ninguém se dava ao trabalho de colocar-lhes limites porque eram moleques filhos de famílias ricas e poderosa... Sem falar nas famílias ricas e poderosas, também típicas usuárias. Eu sou a favor da descriminalizaçãodas drogas e também da legalização da maconha e outros, mas é impressionante a hipocrisia que se vê nas classes sociais mais altas em que se consome drogas sintéticas e "naturais" a rodo, em qualquer faixa etária, e depois que enchem a boca para falar da violência e altos índices de criminalidade que eles mesmos ajudam a sustentar... Enfim.
Já estou louca para saber o que vai achar deste personagem especial... Esse personagem que será importantíssimo para a trama e para este momento da vida de Ciça, que, afinal de contas, é o momento que será narrado nesta história! Estou doida, doida para saber o que vai achar dos três capítulos restantes!
Comentário genérico... Espera um pouco, estou aqui comprando uma passagem para Manaus e guardando o taco de baseball em uma mala, você está precisando de umas pancadas amigas para acordar! SEU COMENTÁRIO FOI f*** PRA c******. FODA. PRA. c******. Entendeu? HAHAHAHA! É sério! Não ouse me dizer que foi genérico... Quem me dera receber reviews genéricos assim AHUSHUSUHEH! XD
Beijos, meu querido amigo Daniel! Responderei a sua MP em breve, não se preocupe! Doidinha para saber o que achará dos próximos capítulos!
Ooooi, eu descobri a sua fic lá no Nyah, c coloca a capa da fic e quem curtisse vc mandava o link . Eu ia ler antes a sua fic, mas fiquei sem tempo kkkkkkkkk. Nem sei o que dizer sobre o capítulo, é simplesmente incrível!
Quando li a frase " Pessoas pobres são dignas de piedade e compaixão para a imensa maioria nascida em berço de ouro" meu coração até acelerou kkkkkkk, de vdd, é muita vdd isso. É até preconceituoso, pq o fato de ser pobre n quer dizer q temos q ter, necessariamente, piedade.
Olá, Lahana, tudo bem com você? Comigo está ótimo, ainda mais sabendo que você veio parar aqui por meio do grupo do nyah, eheheheh! \o/ Significa que a divulgação está mesmo funcionando!
Fico muito feliz que tenha gostado tanto assim da história! Espero que continue a leitura dos outros capítulos e me deixe saber o que está achando! Sobre o parágrafo que você citou, se reparar no trecho que completa o que você postou, o que quis incutir a reflexão era justamente no fato de que a elite aduz "sentir pena" de quem não nasceu com os mesmos privilégios financeiros, mas, na verdade, não tem realmente conhecimento de causa do que significa não ter uma vida abastada. É muito mais uma coisa de aparência, do que um sentimento de solidariedade legítimo, porque "fica bem" agir como se você tivesse compaixão das pessoas menos abastadas.
Beijinhos!
M
Mrs Lannister
Eu te amo.
Sim, eu comecei um review expressando o meu aparente amor por alguém que não conheço pessoalmente e somente troquei algumas poucas palavras na internet. Diga honestamente o quão louca eu devo soar agora? Muito, eu sei.
Quero que saiba que eu li suas mais de cinco mil palavras deitada confortavelmente em minha cama, com a TV ligada e pausada em um episódio da quarta temporada de Friends (acho que estou revendo a série pela quarta ou quinta vez), as luzes apagadas e minha eterna preguiça de ler pelo computador. Junte isso ao desconhecido, afinal, este é apenas o primeiro capítulo, e a hora (são agora 2:04 da manhã) e me diga como eu achei que teria paciência para ler isso? Mas eu tive. Porque simplesmente não pareceu possível parar depois que comecei. E para ficar ainda mais claro o quanto amei sua história, saí do frio e conforto de minha cama para o calor da sala de estar para poder lhe digitar esse comentário.
Agora que está claro a situação em que tudo ocorreu, vamos ao capítulo.
Eu não costumo ler originais que não sejam de fantasia, por mais que escreva, em sua grande maioria, história de não-ficção. Sei lá. Algo em mim gosta do que não existe. Mas já tendo lido uma one-shot sua sobre a Sansa e o Mindinho (que já te falei que meu comentário foi uma merda, e peço desculpas para sempre), sabia já previamente que sua escrita é impecável. E a forma como você divulgou a história no grupo me deixou muito curiosa, além do nome incomum e da sinopse chamativa. Pois bem. Lembro que lhe disse que leria tudo de uma vez e lhe daria um enorme comentário ao final dos quatro capítulos postados até então, mas é impossível seguir para o próximo sem deixar claro o quão incrível essa história é.
Palmas para a descrição maravilhosa dos personagens. Senti como se estivesse conhecendo meus novos amigos (e meu futuro namorado, também conhecido como Daniel Moraes Martinho), e minha nova inimiga; a Sandra. Ah, o que dizer desse tio que nem conheço, mas já que quero brigar de Jogos Mortais? Será que os produtores fariam um nono filme só pra gente se divertir um pouquinho com esse cara? Vou dar uma ligada lá pra Lionsgate. Sim, eu pesquisei a companhia da franquia só pra escrever isso. Não me julgue.
Não vou dizer que a Cecília é minha nova melhor amiga, porque ela realmente parece ser um pé no saco. E sobre esse professor, que parece ter tido um relacionamento com a mãe da menina... Gente, que polêmico. Amiga, bota logo eles para se atracarem porque eu gosto de P O L Ê M I C A. Sério. Existe coisa mais sexy que um homem mais velho? Nope. Se bem que é um "turn down" enorme pensar que ele pegou tua mãe - talvez. Veremos.
Olha, eu shippo o Daniel com a Cecília, não me odeie. Quando ela disse que eles já ficaram várias vezes, eu tipo, comecei a necessitar muito de flashbacks, porque sim. Eu SEMPRE torço pro carinha que não vai ficar com a menina, juro. Sou Team Jacob até hoje. Porque gente, Jacob >>>>>>>>>>>>>>>>> Edward. Jacob não teria demorado quatro fucking livros para transar com a Bella se ela quisesse TANTO dar pra ele. Não estou dizendo que o professor demoraria (ah, claro que não, caras mais velhos são tão sexy, meu deus), e talvez o Daniel demorasse também acho que não). Foi só um exemplo dos motivos para eu não ser muito fã do Cullen. Se bem que os músculos do Taylor Lautner ajudam.
Enfim. Voltando.
Eu me senti muito burra por não saber o significado de algumas palavras, mas tudo bem. Admiro pessoas que escrevem como você. E ainda mais sendo tão novinha, gente! Só vinte e três anos (como se eu fosse mais velha que você né -q).
Ah, claro. Não posso deixar de citar essa leve iniciada no sensacional (porque vai ser sensacional) plot da sociedade ESCROTA onde essa garota vive. Sério. Só essa pequena descrição me deu vontade de vomitar, porque é TÃO verdade. É assim mesmo. O pessoal acha que não existe isso no Brasil, que isso é coisa de filme americano, mas não é bem assim que a banda toca não, queridinho. Eu fui de uma família muito bem de vida, estudando em um colégio caríssimo, com amigos da alta sociedade, para alguém que tinha que fingir que não podia sair por não ter dinheiro para frequentar os lugares que eles queriam. Esconder a sua situação dos seus amigos é vergonhoso, e só quando mudei de escola e fiz novos amigos percebi o quão mal tudo aquilo me fazia. Não estou dizendo que eles são pessoas ruins, mas é o mundo a que pertencem, sabe? Meio que exige deles que sejam "superiores". E isso é realmente triste. Espero que você consiga retratar com brilhantismo toda essa situação.
Devo dar-lhe meus parabéns pelo enorme capítulo ser tão viciante. É muito difícil que alguém consiga me fazer ler em todas essas circunstâncias descritas lá em cima.
Sei que divago demais e acabo saindo do foco da história em meus comentários, mas só sei manter um certo relacionamento com meus autores assim, foi mal, haushaush. Espero que não se incomode.
Ressaltei o que mais me chamou a atenção, mas não falei muito da história nem o que penso de tudo, pois ainda é muito cedo para me sentir emocionalmente conectada com seus personagens, mas isso mudará nos próximos capítulos. Não prometo ler tudo amanhã, mas me aguarde, porque eu verdadeiramente amei.
E shippo ela com o Daniel, sim. Tô nem aí se o objetivo da história é mostrar como o professor gatão mudou sua vida u.u
Mrs Lannister, eu estou completamente lisonjeada por todas as lindas palavras agrupadas nessa perfeição que você chamou de review! Eu chamo de: carta repleta de elogios que eu guardarei para sempre, e jamais me esquecerei. ♥
E você não soou nada louca. Louca eu que devo estar parecendo, relendo este review maravilhoso aqui no trabalho com um sorriso idiota na cara, esperando que meus chefes não me vejam aqui no nyah te respondendo SUHSUHUHEH!
Adorei o seu parágrafo sobre o contexto em que leu meu humilde primeiro capítulo! Eu também gosto muito de Friends, aliás, se serve de adendo haahahaha! Embora atualmente How I Met Your Mother tenha sido uma série mais significativa para mim, emocionalmente falando.
Você realmente não precisa se desculpar pelo seu review na fic da Sansa e do Mindinho AUHSHUEH! Eu comecei no nyah com a mesma cabeça que você, apenas querendo ler histórias de fandom, na verdade, nem mesmo originais de fantasia/etc. Demorei muito para dar espaço para a leitura de originais, e achei alguns poucos, porém excelentes autores por aqui! ♥ Fico muito feliz que tenha me dado confiança, considerando tudo isso que expôs, para tentar a primeira leitura da minha humilde história. E é melhor ainda saber que a primeira leitura não foi decepcionante, muito pelo contrário! Fico também feliz e agradecida pelos elogios tanto à sinopse quanto ao nome da história. Amor Fati, no fim das contas, é um preceito filosófico que resume a história. Quando eu terminar de publicá-la, isso já terá ficado explícito, ehehehehe!
Amei saber que gostou tanto do primeiro capítulo a ponto de deixar para trás o seu projeto de comentar apenas ao final (o que eu já gostaria muito). Realmente, mal posso esperar para saber o que vai achar dos capítulos já lançados, haahaha! Espero mesmo que eu continue te agradando.
SHUHSUUEH pobre tio Fred, é um sujeito cheio de defeitos, mas também tem algumas virtudes. Ele e Ciça tem mesmo uma relação extremamente delicada, que será mais e mais abordada por aqui, ao longo do curso da história. O Daniel é mesmo uma graça, tenho um carinho enorme por essa minha criança HAHAHAHA! E sim, a Sandra está cheia de concorrentes, tanto no mundo real quanto no fictício. xD
Sobre a Ciça, ela não está mesmo interessada em agradar ninguém! Tanto que ela mesma já se apresenta falando "você não vai gostar de mim"! Não de uma forma vitimizante, afinal de contas, ela não está procurando por atenção. De uma forma realista mesmo, heheeh! Se há algo que se pode dizer sobre essa menina, é que ela certamente não tem papas na língua, muito menos nos pensamentos! Mas é tão humana quanto todos os outros personagens.
Ah, não se preocupe, que você realmente pegou um prato cheio para o seu gosto por leitura, pelo visto! Bento é certamente um dos personagens mais ambíguos de toda a narrativa (embora também seja, como todos os outros, apenas meramente humano), e não faltarão reações, emoções e atitudes polêmicas no que se refere a tudo que englobar sua participação em Amor Fati! E sim, eu tenho um fraco absurdo por homens mais velhos HAHAHAHA!
Não se preocupe, heheehhe! Estou aqui fazendo minhas mãozinhas de Mr. Burns de Os Simpsons, olhando para a tela do monitor e pensando "Excelente!" eu queria mesmo, desde sempre, que surgissem bandeiras para ambos os shipps, HEHEHEHE! Minha mente maligna projetou tudo isso, auhshushuuhe! XD
Sobre os flashbacks, recomendo que corra para ler o capítulo 3, pois há exatamente o que você quer nele. EXATAMENTE. Vai entender quando chegar lá, ahahahahaha! XD Eu entendi bem os seus exemplos UASUHSUHEUH e me diverti bastante com eles! =P
HAHAHAAH nossa, até me senti bem com esse "novinha"! Muito obrigada mesmo! Aqui no nyah eu me sinto uma velha UHSHUSUHEH a maior parte dos autores/leitores com quem interajo são mais novos do que eu. Sobre as palavras desconhecidas, não se sinta burra. Já deu para ver apenas pela leitura da forma como articulou esse review que você provavelmente é uma ótima escritora e sem dúvidas uma pessoa perspicaz, dadas as suas observações.
Fico feliz que você tenha se sentido a vontade a ponto de dar o seu depoimento pessoal! E sim, eu escolhi escrever da perspectiva da Cecília, uma garota membra da elite carioca, pelo fato de que pretendo que essa história seja o mais realista possível. Para condizer com a dose de realismo que pretendo impetrar, seria necessário partir de um ponto de vista que eu dominasse plenamente. Nunca fui tão rica quanto a Ciça, mas sempre fui membra da classe média alta do Rio de Janeiro, então tudo o que Ciça convive, é adaptação de algo que já convivi um dia, durante meu período de adolescência escolar.
E eu fico lisonjeadíssima por você ter reiterado o quanto gostou da história e se sentiu inclinada a ler mais e mais! ♥
Não tem problema nenhum deixar reviews grandes (afinal de contas, eu mesma não sou nada sucinta, é uma das marcas do meu estilo de escrita), e contar sobre suas impressões e outros detalhes que não necessariamente tem a ver com o capítulo. Eu estou sempre disposta a conversar e trocar ideias, afinal, é para isso que eu acho que esse espaço de reviews serve! Sinceramente! =D
E eu verdadeiramente amei o quanto você amou, já de cara, este meu primeiro capítulo! Confesso já estar ansiosa para ler suas impressões futuras, mal posso esperar pelos próximos reviews! *_*
Como eu disse antes, pode se sentir livre para shippá-la com nosso Dan Dan HAUSUHSUHSEH! O propósito da história é, acima de shipps e da vida amorosa de Cecília, fazer uma história fictícia que alguém poderia parar para ler um dia e falar: "nossa, isso realmente poderia ter acontecido". É basicamente um compromisso com a realidade, a vida como ela é.
Beijos! Muito obrigada pelo review impressionante e maravilhoso!
M
Ms Dreaming
Oi, tudo bem?
Sei que minhas palavras são um nada comparado a beleza dessa fanfic, caramba essa fanfic... chega fiquei sem palavras e continuo sem... Você envolve os relatos de uma forma que abrange tudo, você consegue falar de tudo em uma história perfeita, você conseguiu falar do preconceito com os negros, da exclusão de pessoas “nerds” do modo como a escola realmente é, seus dias de ódio e de alegria, pessoas raras como o Dan, caraca eu estou sem palavras eu nunca havia lido algo tão bom, algo que realmente fosse assim, sinceramente sabe aquelas fanfics que valem a pena parar tudo para ler? A sua fanfic é isso... sei que você não quer saber da minha vida, mas deixa eu te contar, eu estava vagando pelo nyah depois que meu namorado terminou comigo e passei a ler fics e artigos sobre realidade, mundo alternativo e etc... e nenhuma me prendeu e aí apareceu a sua e caramba... desde as 16h que eu estou relendo a mesma foi a única coisa que me fez parar de chorar, me fez ver a realidade em uma fanfic, incrível não? Obrigada por essa fanfic de verdade. Se tenho uma coisa a te dizer é que você deveria publicar isso porque garota isso aqui é uma obra divina. Então se um dia você ousar em tentar parar isso aqui, eu viro o Darth Vader e vou atrás de você, não desista dessa fanfic sério, ela merece ser reconhecida e é por isso que meus amigos vão ler ela junto comigo, mas uma vez obrigada por postar algo pelo qual vale a pena ler, algo que se trata da realidade sem muito “era uma vez...” essa é uma história real que vale a pena ser lida.
Muito sucesso e felicidade para você de todo o meu coração.
Olá, Ms Dreaming! Confesso que não estou no meu melhor dos humores, afinal de contas estou enfrentando a semana de provas mais difícil da minha vida acadêmica e conciliando isso com meu estágio na faculdade, mas ler um review completamente revigorante e lisonjeiro como o seu REALMENTE ME DEIXOU MUITO FELIZ! \o/
Eu realmente levo a sério esta original e tenho planos para publicá-la, de fato. Guardo com carinho meus capítulos e a publico na internet justamente para ter provas da autoria anterior heheehhe! É muito bom saber que tantos leitores estão lendo minha humilde história original e ficando assim encantados com ela! E o que é isso? Eu achei ótimo você se sentir a vontade para se abrir assim comigo no review, no que depender de mim pode se sentir a vontade para contar o que quiser sobre suas experiências, e etc. É maravilhoso saber que minhas humildes palavras possam ter te deixado se sentindo melhor nesse momento tão difícil para você, e devo dizer que seu review teve precisamente ESSE EFEITO em mim! Estou estressada, irritada e totalmente esgotada pelas provas e pela rotina estafante das últimas semanas, mas ler algo tão lindo, tão elogioso, é como uma injeção de ânimo direto na veia!
Portanto, muito obrigada pelo seu testemunho, fico gratíssima por ele! E também por saber que uma história escrita por mim possa tocar alguém tanto assim! Espero que continue acompanhando Amor Fati, quem sabe um dia queira favoritar e recomendar a fic! ♥
Vou me esforçar o máximo que puder para trazer sempre capítulos de qualidade, pois ter leitores tão queridos assim não tem preço ♥ meus dias ficaram realmente mais felizes depois desse review maravilhoso.
Todas as melhores histórias Lolicon que eu encontro geralmente são one shots, mas estou super feliz que tenho muito pra ler dessa! A história me prendeu logo de cara. Personagens envolventes, uma escrita impecável! E além de tudo você encontra espaço para críticas sociais! Estou amando. Meus parabéns ♥
Oiêê Tassi! Posso falar que adorei o trocadilho no seu nick aqui do nyah? HUSUHSHE genial! Seja muito bem-vinda!
Ah, há muitas ones Lolicon por aí (minha primeiro lolicon foi uma one também, do fandom de ASOIAF), e várias amigas minhas estão entre as que considero tops autoras do tema hahahaha! Gigi V e Mrs Poe, além de Agatha Goldert também. Mas nessa história quis escrever uma long do ponto de vista da ninfeta, embora o foco da história não seja apenas o romance, mas esse momento da vida da protagonista mesmo. As críticas sociais são parte crucial e integrante da história, e serão mais e mais elaboradas ao longo da trama, como você lerá! :D
Muito obrigada por todos os elogios e por me parabenizar ♥ estou amando desenvolver esta história, espero poder contar com sua presença ao longo dos outros capítulos!
NOSSA SINHORA, a julgar pelas recomendações deve ser boa mesmo. Posso dizer sem medos que eu gostei da sinopse e nem taba ligada nesse amor fati, o que instiga a ler. A escrita está impecável, breve, limpa e diversificada. É gostoso de se ler assim. Até aqui não foi revelado o nome da protagonista mas o fato dela dormir na aula e tacas o foda-se já me faz ter uma ligação com ela. PUTA QUE PARIU, a mina tem o meu sobrenome Macedo véy!!!!!! Eu não curto quando o personagem é narrador, porém os pensamentos da Celly são bem interessantes e me ouso dizer que são até mesmo ácidos. A história está me pegando de jeito, você quando escreve é muito esperta deixando alguns casos com pouca informação sobre o lance dela não contar pra gente ao certo os lances com Daniel, é como uma tortura, porém boa. Aí de repente BAM! A história pega algo sombrio depois que ela se descreve toda linda e maravilhosa pra falar dos pais. Ahhh tá, deixa eu me corrigir. Não é Celly, é Ciça. AGORA PERA, EITA PORA QUE FINAL FOI ESSE, EITA GIOVANNA! Oi, não me apresentei, sou a Joy do face -q
Oiiiêê Joyce! Seja muito bem-vinda à leitura de minha humilde história original hahahaha! Muito obrigada por já começar o review elogiando, fico muito feliz e lisonjeada!
A Cecília tem de fato uma personalidade mais ácida, que é advinda da criação mais "abandonada" que teve. Apesar de vir de uma família da elite carioca, ela é órfã e tem um tio um tanto limitado no sentido de paternagem, que é até mesmo negligente (além de um mau exemplo em vários sentidos, como vai ver durante a leitura dos próximos capítulos).
Espero que continue a ler e que eu possa ver mais da sua opinião por aqui! \o/ Eu confesso que adoro usar esse recurso dos cliffhangers e mistérios, é muito bom deixar pistas aqui e ali para deixar os leitores curiosos, hehehe, acho que envolve mais vocês na história!
Beijocas, e muito obrigada pelo comentário! Aguardo ansiosa suas próximas opiniões!
B
Bella
Fiquei lendo a descrição do Colégio São Patrício e imaginando: "será que essa autora tá se baseando no meu colégio? Não é possível, coincidência demais."
Sábado de marasmo, enquanto todo mundo faz ENEM e eu não. Veja, eu sou um tipo desocupado. Eu estava me aventurando no delicioso mundo que é a seção de comentários da dona Mrs Lannister - dessa vez, eram os comentários de As Feministas - e vi um comentário seu, muito bem colocado por sinal. Fiquei interessada por essa que seria Amor Fati.
Na verdade, eu já tinha visto por aí esse nome. Facebook, ou algum outro lugar. Mas nunca dei chance porque, mana, como eu tenho preguiça de começar a ler uma fic nova. É por isso que eu tenho mais afinidade com one-shot. Também pelo trauma de ter começado várias histórias, só pras autoras pararem de escrever. Mas ok, nenhuma mágoa foi guardada.
Sorte que eu dei resolvi ler agora.
É fácil para que eu leia a história, porque assim como você diz que é fácil escrever a Cecília, é fácil pra mim me ver no lugar dela. Mesmo que eu não seja uma boa jogadora de futebol e tenha mais amigas mulheres, estamos as duas num contexto social muito semelhante. Entender o personagem é uma das partes mais importantes quando se lê uma história, e que bom que eu entendo a Ciça.
Não sei bem o que eu devo esperar de Amor Fati, mas por essa quebra de capítulo e pelos avisos da história, já tenho uma vaga ideia. Acho que não vou me arrepender de acompanhar.
Ah, não liga pra o tamanho do comentário, tudo bem? Eu costumo me empolgar demais, divagar. Beijinhos, Bella ♥
Oi Bella! Primeiro de tudo, mil desculpas pela demora em responder seu review. Pois é, isso é feio e não se faz, eu sei. Não sou autora de deixar de responder meus leitores, pode conferir ^^ mas no caso infelizmente esses dois últimos meses não me deram nenhuma trégua (e olha que faço aniversário logo, logo, dia 10/12). Tarde, porém não tarde demais - espero - venho aqui pra reparar essa demora. SEJA MUITO BEM-VINDA A MINHA HUMILDE ORIGINAL! \o/
Que engraçada a forma como você achou minha humilde história! De fato As Feministas é uma original que gosto bastante de ler. Bastante necessária, na verdade, uma história atual e relevantíssima! E sobre o Colégio São Patrício... Pelo visto você estuda em um colégio parecido ao que eu estudava, quando não era universitária ainda, hehehehehe!
Ah, eu entendo como é ter esse crivo pra leitura. Eu pessoalmente faço isso porque infelizmente meu tempo pra leitura é curtíssimo. Trabalho e faço faculdade, e estou nos períodos finais, aliás... Semestre que vem me formo. Fora que realmente é um tanto difícil separar o joio do trigo aqui no nyah. E eu concordo contigo, a melhor coisa é ler ones UHSUHSHU você já mata de uma vez e pode comentar (não gosto de ser leitora fantasma).
Fico muito feliz de ver que a Ciça é crível assim. Realmente meu grande objetivo com essa humilde história é que ela pareça uma história real, que poderia de fato ter acontecido. Para tanto, saio dos elementos mais verossímeis possíveis: a cidade que eu conheço, um esporte que eu goste, a classe social que eu mais convivi, e todos os preconceitos que mais vi serem reproduzidos das formas como delineio por aqui. Espero mesmo que fique satisfeita com meus esforços!
Eu AMO comentários longos assim! Além de ser um sinal de gentileza, por você ter feito questão de desenvolver bem sua opinião acerca do que leu, são mais atenciosos e detalhistas (o tipo de coisa que prezo tanto quando escrevo quando no momento em que decido ler algo).
Muito obrigada por doar um pouco do seu tempo para a leitura de Amor Fati, e espero te ver mais por aqui. Entrei de férias da faculdade esse sábado, e entrarei do trabalho no dia 19. A partir de então ou talvez um pouco mais cedo, teremos atualizações por aqui.
Primeiro de tudo: MUITO obrigada por comentar tão rápido e devorar tantos capítulos de duas de minhas humildes historietas! ♥ Eu estive meio afastada das fics porque estou em períodos finais de faculdade (e trabalhando ao mesmo tempo), mas já estou de férias da facul, e em breve estarei também do trampo. Poderei voltar a atualizar meus doces escritos! ♥
A Ciça é foda, também gosto muito dela, e toda a sua aparente frieza e acidez hehehehe! Ela, no fundo, é super sensível. E o Bento, meu Deus... ABANA QUE TÁ QUENTE AQUI HAHAHAHAHA!
Achei que tinha comentado, ops. Falha minha HEHE. Vou acompanhar a fanfic com o maior prazer, talvez demore um pouco para comentar nos capítulos seguintes, mas quero dizer que achei ela maravilhosa de bonita. Sua escrita é perfeita, um amorzinho, além de ser um dos temas que pedi. Estou encantada com ela desde o primeiro capítulo. Continue indicando ela para o mundo e continue escrevendo essas fanfics maravilhosas que você faz. Beijos na ponta do nariz, com carinho Pepinos Voadores.
Lola/Pepinos Voadores, o apelido que você preferir, eu preciso dizer: você é mesmo um doce de pessoa! Você é mais doce do que eu sou feita de Menta, ehhahaheheuia, acho que seus pepinos são temperados com açúcar cristalizado e canela! Muito obrigada por todos os elogios, pelos incentivos e por vir aqui comentar me avisando que está se divertindo com os meus humildes escritos! Vou me esforçar mais e mais para agradar, recebendo esse apoio lindo de ti, sua fofa!
A sua história, decerto, já cruzou o meu caminho por muitas vezes, embora eu nunca tenha lido um capítulo sequer na íntegra, me distraindo ou me ocupando inoportunamente no primeiro parágrafo ou mesmo na sinopse, um ato meu que desaprovo muito; já me retardei na leitura de histórias tão maravilhosas, que paguei caro por isso: refiro-me à exclusões. Pois é. Mas desejo com toda a sinceridade que isso não ocorra com Amor Fati – na realidade, acho mesmo que não ocorrerá –, mas as palavras que direi, nenhum escritor dispensa: nunca desista de sua história, ela é demais, um sinônimo cabível para a perfeição. A desenvoltura que tens ao escrever é honorável, e em breve irei citar cada detalhe com melhor atenção. Por ora, foquemos em minhas notas iniciais, que envolvem uma cordial e corriqueira apresentação dispensável e elogios infindáveis.
Sempre amei a forma como a história foi arquitetada; embora o nome seja um termo filosófico, os capítulos, diretos, contêm termos de ciências exatas, o que me encantou muito. Em “Amor Fati”, vemos a filosofia brotar daquilo o que é decretado pelas leis que a humanidade infundiu em nosso planeta, e vendo que, mesmo que com sua maior parcialidade exata, mesmo os mais matemáticos termos podem ser atribuídos às formas como nosso emocional age, pois, afinal, ele também é parte da nossa estrutura que os cientistas tanto estudam. Apenas tais análises superficiais já podem definir o quanto gostei da história e de como ela me fez pensar, certo?
O que direi agora, é algo muito pessoal, mas de tão relevante, não pude deixar de pontuar: elegi a minha nova palavra favorita, e foi por sua causa! É lógico que já a li antes, em algum lugar, mas eu absorvi com tanta atenção cada palavra de seu texto, que ela não pôde me passar em branco; desejo realçar em agradecimento à você que a minha nova palavra predileta é aquela que usou para definir as madeixas de nosso afável Daniel: espiralado, uau, que palavra linda! Gosto de repeti-la mentalmente, agora. Espiralada, espiralado, espiraladas, espiralados, espiralada, espiralado, espiraladas, espiralados...♥
Eu nunca conheci, ao vivo – e nem mesmo por vídeos senão reportagens ou matérias televisivas e fúteis – o Rio de Janeiro, embora o seu cenário praiano e urbanizado já seja conhecido por quase a totalidade dos brasileiros. Vivo perto, em São Paulo, mas, cá entre nós, continua longíssimo para mim, e o contato com o “mapa” das cidades, os ares tão bem descritos que pude até mesmo inalar, as paisagens explícitas ali de forma tão palpável, faz parecer que você é uma grande artesã e pintora, que pincela e esculpe a sua narrativa de forma oblíqua como a natureza humana é, mas simétrica e perfeita quanto uma narração deve ser. Hoje, posso dizer que sou quase uma carioca, assim como nossa querida Cecília (chamá-la-ei por “Ceci”, pois o apelido à ela atribuído me lembra a palavra “açafrão”, e eu acabo tendo pensamentos cômicos e isso, decerto, não é bom; estou me esforçando para ser... hum... elegante).
A sua escrita é tão magnífica que chega a ser inspiradora. Eu estava imersa em profunda crise criativa, mas após ler suas palavras, tão bem delineadas sobre a tênue linha entre a ficção e a realidade, eu tive vontade de escrever e pasme, ESCREVI! Isso me alegrou muito, e é um ponto que se enquadra à gratidão que sinto por você. A forma divina como empregou cada palavra tomou o meu fascínio, pois é tudo tão bem encaixado... como se fosse um imenso quebra-cabeças, e, embora algumas peças sejam parecidas e alguns autores se confundam, você gabaritou o jogo, e colocou tudo em seu devido lugar. Não sei se compreende, pois é algo que não sou capaz de explicar. Você é um ás na literatura, e uma mestra na escrita! Embora algumas palavras sejam simples, reforça o ar de que não são rebuscadas, e as mais requintadas chegam nos momentos mais oportunos para nos fazer suspirar de amores pela sua narrativa.
O fulgor com que comento isso não é visível, eu entendo, mas espero muito que ele se faça notório. Desejo que saiba e avalie quanto amor pus neste comentário tão singelo.
Cada personagem foi tão bem construído... Brasil, meu país, tão bem representado. ♥ Eu amei cada traço, de cada personagem, embora a Ceci seja um tanto desajuizada e nada “ajustada” na sociedade, ingerindo algo que certamente lhe fará mal, no futuro, mas eu entendo que isto está ali para demonstrar uma situação muito real e que é necessário. Daniel é tão angelical, como o próprio “el” de seu nome insinua; Afonso é correto, um injustiçado, mas nunca um injusto; Roberto reprime seus instintos para que não o oprimam, mas, na verdade, ele mesmo faz a própria opressão consigo; e Marcos, sofre com a autoestima. Todos têm problemas, embora Daniel Martinho e Sandra Loureiro pareçam ser perfeitos, é lógico que têm, e eu poderia listá-los caso isto fosse necessário. Mas não o farei; é petulante. Só digo que, parabéns, Menta, você conseguiu propor a realidade em uma originalidade irreal, ornada com uma ficção nada ilusória e um mundo totalmente seu, para nós, os críticos afiados ou amantes assumidos, os leitores; e é isso o que sou, a partir de agora. Sua leitora. E desejo trilhar com você todo o caminho desta história.
Muito boa noite, cara Brida! É um prazer recepcionar novas leitoras, e um prazer inenarrável quando os comentários são imensos e cheios de elogios como os seus! Acho que não tem ideia do quão lisonjeada estou depois de ler cada uma de suas palavrinhas tecidas com tanto carinho. A gentileza transborda do seu review e me atinge em cheio, ehueuhe por isso devo dizer um MUITO OBRIGADA! Mas também lhe fazer uma pergunta, porque realmente não compreendi muito bem! Você começou escrevendo o review dizendo que sempre se distraía da leitura da história por mais que ela tenha cruzado o seu caminho muitas vezes, mas escreve sobre ela com uma desenvoltura de quem leu todos os capítulos já lançados. O que realmente aconteceu, nesse caso? SHUSHUHS não estou te cobrando nada, apenas estou muito curiosa, porque de fato não compreendi. Pode me responder por MP, já que por aqui não há como responder a resposta de um comentário.
Fico muito alegre de ter uma leitora tão sagaz, aliás, que percebeu a brincadeira que fiz com o título e os capítulos. Cada um dos capítulos será nomeado com algum termo das ciências exatas, mas sem dúvidas o que a história apresenta é longe da abstração direta e com uma resposta universal das exatas. Temos toda a conturbação do que é humano, demasiado humano - como gosta de dizer o defensor da ideia de amor fati que coloquei ao título cunhado, ehehehhe -, logo, muitas e muitas respostas possíveis, nuances diversas, ações e respostas diferenciadas. Somos seres complexos, ainda que muito limitados.
Hehehehehe, e é uma honra saber que escolheu como palavra preferida logo uma usada em uma das primeiras descrições de minha história, de nosso querubim adolescente Daniel AUHSHUSUHE! Ele é um anjinho, como seus cabelos, mas é também humano, demasiado humano. Fico também muito contente e recompensada em saber que uma "forasteira" do Rio pôde se sentir tão conectada com a cidade por meio de minhas humildes descrições. Nasci e fui criada no Rio de Janeiro, embora frequente mais a zona sul e a zona oeste da cidade, e me esforcei ao máximo para trazer uma dose intensa de realidade aqui para esta história, uma vez que minha pretensão com ela é de fato escrever um relato cru, direto, visceral em primeira pessoa, por trás da ótica de Ciça. É ótimo saber que estou obtendo sucesso com isso! \o/ Muito obrigada por ressaltar isso! O Rio é sim um cenário idílico, uma cidade no qual o urbano e a natureza caminham de mãos dadas, mas além do cenário de sonho mostrado nas novelas e outros meios não tão realistas, temos uma desigualdade social - inerente a todo o Brasil - que se manifesta de uma forma não tão comum a todas as cidades brasileiras: muitas vezes o pobre convive com o rico, não há sempre uma guetificação como costuma acontecer em outras cidades, mas tudo dentro de um paradigma hierárquico que favorece a elite. Há favelas nas zonas mais nobres da cidade, e o contraste é tamanho que podemos ter um condomínio de luxo poucos metros ao lado de uma favela com infra-estrutura comprometida. Fora que muitas vezes os investimentos públicos destinados a melhorar as comunidades são para "gringo ver", com tour guiados pelas favelas, estabelecimentos e hostels em comunidades especificamente escolhidas (geralmente as das áreas nobre da cidade), tentando exaltar algum tipo de "charme na pobreza" que não passa de uma exploração decadente da miséria alheia. Como um zoológico humano descarado.
Fico imensuravelmente feliz com cada elogio que direcionou a minha escrita. É tão lisonjeiro saber que minha "pretensão" de escrever uma história tão honesta quanto Amor Fati funcionou tão bem. Sabe, eu prezo os autores que dominam a língua portuguesa, que mostram fluidez em seus textos e um vasto vocabulário, então é bom demais saber que em minha humilde historieta fui capaz de mesclar o que seria necessário para uma história direta, ou seja, não floreá-la demais, e isso inclui a narrativa tecnicamente falando, e também manter algum tipo de mínimo requinte na escrita, não de uma forma elitista, mas que pudesse trazer também encanto na forma como a história é construída. Gosto muito de fazer uso de metáforas, e imagino que tenha percebido isso pelas reflexões da Ciça ahusuhsh! Aliás, fiquei chocadíssima em saber que não conhecia/não lhe agrada o apelido da protagonista, pois aqui no Rio toda e qualquer Cecília é chamada de Ciça. Ceci é apelido da personagem de O Guarani, uma forma mais distante de encurtar o nome ahusuhsuheh! Por aqui, ninguém faria uso desse apelido eheheh!
Cecília é a personagem que mais gosto, sem dúvidas. Eu entendo o universo que ela se insere, porque eu mesma fui criada nessa bolha da elite. Não tenho 1/5 do dinheiro que ela tem, mas já fui amiga de algumas Ciças (em termos de grana), e meu dia a dia adolescente era parecidíssimo com o dela. E entendo a solidão que ela sente. Não sou órfã, mas podemos dizer que minhas relações familiares também são bastante complicadas, ehehehe! Ela é a típica pessoa que ao mesmo tempo em que recebeu diversos mimos - materiais -, foi largada no que se refere a criação em si: limites, conforto afetivo, modelos de comportamento a seguir, ela não dispõe de nada disso. O mais próximo que tem é o Tio Fred, que já deu pra ver o quão complicado é psicológica e emocionalmente. Se ela tivesse crescido para ser uma jovem plenamente saudável e consciente, eu não faria jus ao background da personagem. Daniel é mesmo um anjo, mas ao longo da história, seus defeitos aparecerão mais. Afonso é o mais maduro de todos no que diz respeito a vida como ela é, pois não está dentro dessa bolha alienante que a elite constrói em torno de si mesma. Sobre Roberto, eu não poderia colocar melhor, decifrou-o perfeitamente. Marcos sofre com a auto-estima, mas posso dizer que todos ali - à exceção de Daniel - compartilham do mesmo problema auhsuhshue! Sandra é desconhecida para Ciça, e ambas honestamente não têm muito interesse de se aproximar uma da outra. Logo, tendo em vista que a história é contada da perspectiva de Cecília, ela não poderia mesmo aprofundar sua visão a respeito da namorada do melhor amigo.
Por fim, quero agradecer novamente por todo o entusiasmo demonstrado com esta minha humilde original. Não consigo apressar a inspiração, e, por manter várias histórias ao mesmo tempo, talvez pareça que abandonei Amor Fati, mas não é o caso. Pode ter certeza que em breve lhe surpreenderei com uma atualização por aqui, até porque tenho os rumos desta história bem definidos na minha mente mirabolante e mentolada hahahahahahah!
Espero sua resposta a minha resposta, se estiver disposta a tanto! ♥
Pra começar tenho de parabenizar por cinco motivos principais.
O Primeiro, é claro, é fazer algo realista e que se passa no Brasil, com personagens brasileiros!!!!!!!!!!!! Isso já é motivo de festa, e a senhorita sabe muito bem. Teria como eu não amar ler isso??? Realmente parece que estou diante de um livro profissional - ALiás caso for lançar um livro profissional me avise para que eu possa comprar com direito a autógrafo.
O segundo é a coragem em lançar um primeiro capítulo com quase seis mil palavras. Acredito que isso pode ter afugentado alguns leitores - Mas no final parece que tudo deu certo.
O terceiro é ter como protagonista uma mulher, cujo arco principal não é um romance clichê - Nada contra é claro. - Mas é refrescante ler algo sobre uma mulher que tem mais que se preocupar da vida do que um simples namorado.
O quarto é a gramática incrível. Não encontrei um único erro.
E o quinto, e na minha opinião o melhor: Críticas sociais construtivas. A parte sobre a hipocrisia dos racistas e do racismo velado do Brasil foi a que eu mais me identifiquei.
Esse final aí já me deixou tenso, porque dá pra perceber o que pode acontecer e isso já me deixou agoniado.
Boa tarde Salieri! Fico muito feliz de te receber por aqui, ehehehe! Ainda hoje continuo minha leitura de sua original também tão cativante! Como você está? Tudo bem contigo?
Mas que maravilha já começar recebendo um review assim tão elogioso! Sabe, afonso é um dos "fan favorites" aqui de Amor Fati AHUEHAUHE! O cara é um flamenguista carismático que vou te contar! Você não é o primeiro leitor que o elogia e se identifica com ele, o que me deixa bem satisfeita, sinal de que realmente a história tem uma pegada realista como eu pretendia. Fico também feliz de saber que você é como eu e valoriza esse tipo de história com maior profundidade e realidade. Estou cansada de só achar porcaria no nyah, honestamente! E fico ainda mais alegre de saber que você considerou minha escrita de tamanha qualidade que lhe parece de um livro publicado! Eu realmente pretendo lançar Amor Fati em formato de livro quando terminar a história, então é incrível saber que meus objetivos não estão pelo visto longe de serem concretizados, ao menos no que se refere a qualidade do texto ahahahaha!
Olha, sobre as palavras, eu particularmente sou do tipo que ficar contando isso é uma bobagem tremenda. O tanto de história que eu já larguei de mão com capítulos de anos 1.000 palavras porque não eram cativantes e a escrita conseguia ser truncada mesmo com tão pouco texto escrito... Acho que honestamente a quantidade de palavras não influencia em nada se você tem uma escrita fluida, que permita ao leitor se interessar tanto pela história que não sinta o tempo passar lendo! É o que eu me esforço ao máximo para fazer em Amor Fati, então não me preocupo com o tamanho dos capítulos. Passo o que eu tenho de passar em cada um deles, e é irrelevante quantas palavras a mais ou a menos saem no final (lógico que eu tenho um teto máximo de palavras por capítulo para não lançar um "empolgou" e já colocar inúmeros fatos em um só de uma vez HAHAHAHA! Por isso coloco como meu limite mínimo 2.000 palavras e máximo 8.000)!
Eu gosto de romances quando eles estão inseridos em uma trama maior. Particularmente, não tenho paciência alguma para histórias que são só sobre um casal. Não me enche os olhos, longe disso! O propósito de Amor Fati é falar mais do que sobre um romance controverso, é para mostrar a realidade desse contexto em que a Cecília está inserida e sua jornada para o fim da adolescência e início da idade adulta. Sem amarras, sem censuras, com o máximo de realidade que eu puder dar a trama.
Muito obrigada também pelos elogios a qualidade de minha escrita! Fico muito gratificada por isso, porque sou bem criteriosa com meus textos ahahahaha!
Pode ter certeza que as críticas sociais são muito do cerne dessa história. Afinal, se eu pretendo retratar essa realidade que conheci de perto (não tenho 1/10 do dinheiro da Ciça, mas fui criada, circulei e circulo nesse mesmo meio elitista que ela), não podemos deixar de evidenciar todas as controvérsias, hipocrisias e idiossincrasias que se constroem no cenário urbano carioca.
O final era para deixar tenso mesmo! Como fã de carteirinha da série LOST, sei o quanto é importante terminar um capítulo com cliffhanger HAHAHAHAHA!
Beijos, muito obrigada por todos os elogios e pelos comentários!
Menta diva, comecei a ler A.F. agora e já estou amando. Age gap ♥ Gosto como você coloca críticas sociais no conto, tornando-o tão real. Gosto mesmo disso! Perdão pelo comentário minúsculo (é a segunda vez que o comentário buga e já não lembro de tudo que escrevi antes). Mas saiba que amei, vou continuar a ler, e quando sair o livro vou comprar!! Tô amando a Cecília!
Oiiiiiêêêê Mirahzinha sua linda! Que bom que está amando! Acho que vai gostar da história. Apesar de ser escrito em primeira pessoa, tento ao máximo ser bem crua nessa narrativa e mostrar as situações pelas quais passam os personagens o mais realistas possíveis, e isso inclui as descrições de suas emoções. O propósito de Amor Fati é realmente parecer um retrato da realidade, então saber que estou passando essa visceralidade é ótimo! É realmente a minha meta com essa história hsushush! Adoro age gap também, embora não seja o "centro" dessa história, é um elemento muito importante. Não se preocupe, entendo isso do comentário não funcionar e a frustração que dá. Já agradeço por ter comentado, sua lienda! =D Vou escrever capítulo novo hoje, porque o último era para ter tido mais partes que eu não acrescentei para não ficar cansativo. Acho que vai amar a Ciça ainda mais! Beijos! Nos vemos nos próximos reviews (se quiser voltar a comentar, é claro)!
Amor Fati... Um nome interessante, realmente interessante! E antes que você diga qualquer coisa, eu li sim a sua sinopse, mas recorri ao Grande Patriarca Google para obter mais informações a respeito...
Sua história é muito sedutora, charmosa... Nos cativa a partir da sinopse, simples, curta e direta! Eu já imaginava que você tivesse o talento de escrever algo original, mas lendo o "Termo Constante", vi o quanto você superou em muito as minha expectativas!
Ai, ai, Menta... Nem sei por onde começar... Você realmente vai me fazer ficar obcecado por mais um trabalho seu! hehe... Que puta escrita você tem! A inveja branca chegou ao nível máximo agora, já até estourou o contador! hehe... Me sinto muito honrado e orgulhoso de ser seu amigo, sério, é foda demais ter contato direto com uma escritora tão talentosa assim! Se você estava com alguma pontinha de insegurança, pode eliminá-la agora! Sua história é espetacular! ESPETACULAR!
Eu sou um cara chato, acho que você já deve ter percebido isso! Inclusive o meu apelido carinhoso no último relacionamento era justamente esse, "chato", e ela não estava se referindo a uma doença venérea não, era sobre a minha personalidade mesmo! hahaha... Bom, dito isso, preciso dizer que uma história romântica precisa ser muito boa para me cativar, ou então nem perco o meu tempo! Romance de botequim ou de jornaleiro (como queira chamar) é o pior tipo de leitura para mim... Mas, todavia, contudo, por conseguinte hehehe... Amor Fati me arrebatou de uma maneira inacreditável, e sabe qual o motivo? Ela é real! É uma história real... Um relato em primeira pessoa sobre a experiência de uma garota adolescente, descobrindo experiência dúbias e passando para nós as suas sensações, sentimentos e relações com pessoas a seu redor, além é claro de questões sexuais e amorosas! Não é nada forçado, nada mentiroso ou fantasioso... É real, palpável, e independentemente da realidade que o leitor se encaixe, ele consegue identificar trejeitos, ações ou situações pelas quais ele mesmo já viveu, passou e sentiu... Amor Fati lançado em uma editora de grande porte, seria facilmente top dez dos mais vendidos na semana! Eu não estou de sacanagem Menta, juro por Allah que profiro tais elogios com sinceridade! Você é maior que o nyah fanfiction, e isso não é a opinião de um fanboy alienado, é a opinião de um escritor publicado (sei que receberei o carimbo babaca, mas precisava enfatizar o quanto gostei de sua história)... Eu sei o que estou dizendo, acredite!
Indo um pouco mais fundo no próprio capítulo, percebo o quanto você se sai maravilhosamente bem ao escrever em primeira pessoa! Eu sei o quanto é difícil escrever dessa forma sem cair nos estereótipos mais batidos, por isso enfatizo o quanto você mandou super bem Menta! Os primeiros parágrafos servem para que possamos entender logo de cara um pouco da personalidade da Cecília, além de sua relação próxima ao Daniel (gostei do nome, viu? hehe)... Você me relatou por Mp que desejava escrever algo real e sem amarras... Bom, você está conseguindo Imperatriz! É perceptível em seu diálogos o quanto tudo flui de forma natural, exatamente como falamos no dia a dia... A linguagem coloquial é muito bem quista e utilizável em falas de personagens em diversos tipos de literatura, o que é totalmente louvável... Ao mesmo tempo, a forma de linguagem informal que você escolheu é muito complicada de ser encaixada, se o escritor não for realmente bom, acaba ficando algo xulo e desnecessário, feio esteticamente de se ler... Mas você não, 'cê conseguiu distribuir isso pelo seu texto de forma natural, envolvendo-nos ainda mais pela forma real que a história ia crescendo a cada parágrafo lido.
A mescla entre primeira pessoa e o corte para os diálogos e explanações foi muito bem feito! Colocar a Cecília não só como uma narradora de sua própria história, mas também como um item vivo, que participa ativamente conversando com os leitores, falando diretamente com eles... Genial! Essa forma de escrita não foi criada por você, mas foi executada com muita precisão, meus parabéns!
Engraçado pensar em certas coisas, quando analisamos o nosso período de escola... Durante muito tempo em nossas vidas, a escola passa a ser o centro do nosso universo, e tudo que é feito lá é considerado grandioso, já que basicamente aquele é o nosso mundinho! Nossa visão a respeito das coisas ainda é muito limitada, e por isso temos aquela falsa crença de que conceitos, amizades, namoros, enfim, tudo o que é feito na escola perdurará para a vida fora dela... Acho isso muito interessante! Dá pra ver um pouco disso nos personagens secundários que pouco a pouco vão ganhando uma riqueza de detalhes que já estou habituado a ver em seu escritos! Talvez nesse quesito Cecília seja uma exceção, pois visivelmente podemos ver o quanto o seu mundo irá se ampliar, e talvez alguns conceitos, preceitos, pré-conceitos, sejam modificados no decorrer da história... Muito foda, realmente muito foda!
Foda o fato de você citar o preconceito em sua fic! Ela realmente passa uma impressão de que será sempre a flor da pele, o que é muito bom para quem procura algo real! Dá pra perceber o quanto você se despiu dos pudores nessa história, rasgando qualquer manual e chutando bundas com essa sua escrita magnífica! Vá se acostumando com os elogios, quem mandou escrever bem pra caralho, porra! hahaha... Hipocrisia é algo foda... Vivo na pele, sei o quanto essas coisas são complicadas de lidar... Adoro críticas sociais, adoro uma história que mexe com a sua cabeça dessa forma, te fazendo repensar sobre você mesmo, sobre os seus conceitos e sobre a sua forma de ver o mundo... Algo mais inteligente, sarcástico, adulto, algo que precisava ser escrito, que precisava chegar ao nyah! Algo que só poderia ser escrito por você, cara amiga! Você é inteligente o bastante para conseguir extrair do mundo a seu redor (percebi algumas referências de nossas conversas) as informações importantes para entrarem em discussão dentro dessa história, Amor Fati é mais que um romance, percebo que se trata de um manifesto sobre a vida! É claro que você pode se ater a história romântica e tudo mais... Mas você só terá a experiência completa, se conseguir sacar todas as referências, críticas e reflexões postas de forma extraordinariamente bem feitas nessa história!
É sério, não consigo para de elogiar essa porra! hehe... Nunca li nada tão inteligente por aqui, nada com tanto cuidado, nada tão bem estruturado... ‘Peraí, acho que vou excluir minha fic agora mesmo! hahahaha...
Preconceito é algo que nos ronda a todo instante... Eu próprio já fui vítima dessa doença que afeta muitos sequelados por aí... Já fui excluído por conta de questões financeiras, enfim, algo chato demais para ser falado por aqui, mas é claro, em proporções diferentes, eu sei o quanto isso é uma merda! E só pra não parecer que estou atacando uma classe social, eu já sofri preconceito em casa, vindo da minha própria família, quando cogitei me converter ao islamismo... Bom, isso é outra história...
Muito interessante o grupo de amigos de Cecília... De certa forma, são estereótipos de pessoas na vida adulta! Affonso Solano uma vez proferiu: "A escola é como uma mini prisão", bom, eu vou mais longe... A escola é como uma mini vida, uma mini sociedade! Tudo o que acontece ali, terá reflexo na vida fora daquelas paredes... Tudo que há de bom e ruim no mundo, floresce naquele ambiente... O amor, o ódio, a aceitação, a intolerância... Um país é reflexo de sua educação, os cidadãos são reflexos de sua educação... Bom, não sei se me fiz entender hehe...
Seria o Daniel, um Janjão? hahaha... Zoeira, ela também precisava aparecer por aqui! hahaha... Diferente deste Daniel que vos fala, o Daniel de Amor Fati é um típico figurão, aquele que todos querem estar próximos, o cara que parece ter nascido para ser simpático... Quase um James Goodwin! hahaha... Esse cara é aquele cara que todos olham e dizem: "Eu queria ser como ele", se fosse nos EUA, com toda a certeza seria o quatherback e capitão do time! hehehe...
A forma como você escreve os diálogos envolvendo a conversa dos amigos, principalmente na aparente relação íntima existente entre Cecília e Daniel, é muito gostosa de se ler! É aquela leitura que você faz sorrindo, e que tal sorriso acaba sempre se ampliando até o final da leitura! Dá pra perceber o carinho e verdade com que você trabalha cada frase, cada parágrafo, cada composição de personagem... Sou cada vez mais fã de você, mulher! hehehe...
Sei que estou sendo muito amplo em meu comentário, falando de uma forma mais generalizada sobre a história. Não sei se você gostou dessa minha abordagem, mas resolvi fazê-la assim para tentar discorrer sobre todas as minhas impressões ao ler sua fic... A forma como ela me deixou, como me fez sentir leve ao ler algo tão bom... A história é muito boa, e merece um comentário muito melhor que esse! Prometo ser mais específico e explanador no próximo capítulo... Nesse, preciso elogiá-la ao máximo, pois realmente você conseguiu criar algo digno de um livro!
Adorei conhecer ainda nesse capítulo sobre a história de nossa querida protagonista... Sei que ainda é apenas um começo, mas achei muito maneira à forma como você discorreu a respeito... Dá pra perceber o quanto ela criou uma maneira própria de enxergar as coisas, independente de sua criação ou dos preceitos que poderia desenvolver por conta do meio conturbado em que se criou... Ela é uma personagem muito rica, passando longe de ser uma mocinha, e também de ser uma 'vilã'. Cecília é um antagonismo de si mesma, um antagonismo de sua própria vida! Não é difícil gostar dela, não é difícil querer acompanhar a sua história, e principalmente não é difícil chorar sangue ao ler algo tão fantástico! HAHAHAHA...
A parte da descrição do jogo do futebol foi maneiríssima! Mais claro do que isso, impossível! Cecília manja mesmo dessas paradas envolvendo bolas! HAHAHAHA... Ah, quê isso, estou aprendendo essas infâmias com a senhorita! hahahahaha...
E mais uma vez nos deparamos com outro trecho de uma fortíssima crítica social... O elemento das drogas no contexto da vida familiar (e pessoal) de nossa protagonista foi muito bem feito! Passou longe do dramalhão desmedido que esse momento poderia se transformar, sem é claro esquecer-se do peso que a cena precisava e merecidamente teve! Você não exagera em nada Menta, tudo vem na medida certa... Você está pronta como escritora! É incrível...
O final nos trouxe uma boa dose de ramificações com o passado de Cecília, outra maneira genial de nos apresentar mais um pouco da história de vida da personagem! Além é claro de termos a apresentação de mais um personagem, um que sei que será por demais importante para o decorrer da fic... Um personagem intrigante, e que aparentemente já está ligado a vida de nossa narradora... Afinal, isso é Amor Fati!
Desculpe pelo comentário genérico, prometo fazer uma análise mais decente no próximo capítulo!
Beijos Menta, obrigado por me indicar uma leitura tão fantástica quanto a que tive agora! Kiitos!
Nos vemos por aí...
AUHUHSAUHSAHSUA ai, ai, Kivison, meu querido amigo! Já comecei lendo esse review com um sorrisão, rindo internamente pela referência... Saquei o que quis dizer quando falou que leu a sinopse mas procurou mais sobre o conceito de Amor Fati no google, ahaahah! XD Aliás, LOST é uma perfeita história de "Amor Fati", heheh.
Ahhhhh, cara, não sabe como eu estava ansiosa para quando você chegasse aqui e desse uma lida nesse material! Eu tinha a impressão de que você ia gostar de verdade, mas não imaginava que TANTO assim! Tu é foda, mermão... Sério, pretendo realmente tocar esse projeto para a frente e terminá-lo, então quando chegar o momento da publicação tenho certeza que um certo nome xará de um dos personagens principais constará nos primeiros agradecimentos, hehehehe!
Gente, não precisa de tudo isso HUASHUUHE! Eu sou meramente humana, e acho que tenho muito a melhorar enquanto escritora, mas fico muito, muito feliz com tamanho reconhecimento! É realmente algo que me impulsiona a escrever sempre mais e melhor, então cara, preciso ressaltar o quanto sua influência é 100% positiva para mim... Ainda mais considerando que você é um sujeito totalmente fora da curva, que com 12 anos conseguiu publicar a p**** de um livro! Sei muito bem da sua capacidade reflexiva, imaginativa, criativa e de compreensão... Isso não é pouca coisa não... É a única pessoa que eu conheço que escreveu um original e o publicou com menos de 18 anos... Aliás, como eu faço para ter acesso a esse material?
Então é com muito júbilo e alegria exultante que eu recebo de braços abertos e um sorriso idiota no rosto tantos elogios! Sinto-me atropelada por um caminhão de elogios maravilhosos HUSHUSHUEH a sensação é ótima, devo admitir! Eu te acho o contrário de chato, sinceramente, nossas conversas demonstram isso muito bem, e o fato de eu SEMPRE rir e me divertir com todos os nossos papos, sejam em respostas de reviews, em reviews, em MPs... Falo isso com sinceridade! =) Mas entendo o que quis dizer com isso. Sei o quanto é exigente em termos de leitura, como tem um nicho de interesses e tem um senso crítico respeitável e sério. Então é maravilhoso, é inenarravelmente recompensador receber tamanho incentivo e apoio neste meu humilde material original... Eu já ficarei feliz no dia que eu conseguir publicar Amor Fati independente da editora, se conseguir com uma pequena já ficaria exultante... Se eu ganhar na loteria da sorte e alguma editora média ou grande se interessasse pelo material, o que não sei se aconteceria pelos temas controversos e politicamente incorretos, p****, mermão... Eu não sei nem dizer como eu ia reagir. Acho que teria uma alegria catártica que me deixaria totalmente catatônica. Seria um sonho de vida realizado completamente!
Mermão, por falar em escrita em primeira pessoa... Eu sempre tive um receio enorme de escrever com este mecanismo, pois a MAIOR PARTE de todos os textos medíocres e ruins que li eram passados em primeira pessoa... Ao menos aqui no nyah, os ficwriters e escritores de original dificilmente sabem usar este recurso sem cagar no pau AHAHAHAHAH! Perdoe-me o linguajar tosco e escatológico, mas é verdade...
HAHAHAHA! Eu te falei desde o começo, quando soube de seu nome, que achei uma coincidência divertida... Daniel é um nome que acho muito bonito, já ressaltei em mensagem privada, hehehhe! Embora já não ache "Daniela" bonito, hehehe. Questões curiosas de gosto. Fico também muito honrada e recompensada em saber o quanto a introdução dos personagens foi assim tão efetiva! Muito obrigada mesmo, muito obrigada por todo esse review que explodiu os medidores do incentivo... Eu não sei nem como reagir direito, você me deixou em um estágio letárgico na frente do monitor do escritório... Fiquei sorrindo como uma imbecil por MINUTOS lendo este review (e sua MP também, que responderei ainda hoje).
Fico também gratificada demais ao saber que o uso da linguagem coloquial nos diálogos não ficou exagerado e sim crível. É isso aí, o que eu pretendo nesta história é que ela realmente pareça uma história possível. Acontecimentos que de fato poderiam ser reais, aquele tipo de livro que você lê e te deixa encucado para saber se aquilo é apenas ficção ou realidade. Muito, muito f*** saber que estou conseguindo manter esse objetivo!
HEHEHEHEH eu fico especialmente feliz por notar essas digressões narrativas dentro da história! Não fui eu que inventei, não sou tão f*** assim (HYAYUHSGYSYGEYGSGY), mas falando sério, peguei inspiração de meu querido Machado, nosso mito do realismo brasileiro. Ele, sim, que dominava esse recurso como ninguém! Eu sou uma pata perto dele, usando esse procedimento SAUHSUHUEH! XD
Fico tão feliz que eu tenha conseguido entrar no cotidiano adolescente tão bem. Como você sabe, tenho 23 anos de idade, esse dia a dia escolar já não é há muito o meu cotidiano... É uma fase que eu me despedi já tem alguns anos, então temi que não pudesse "voltar" no tempo de forma tão efetiva, que não pudesse passar a realidade necessária, que, no fim das contas, é mesmo o tempero especial desta história. Então saber que consegui colocar a imersão total nesse aspecto, que te fez lembrar tão bem de como é a rotina de colégio, como é essa "bolha social" que nos inseríamos nessa época... p****, é gratificante demais. Demais, demais, demais, demais!
A parte do preconceito eu acho que na verdade foi a mais fácil de todas de passar. A partir do momento em que eu decidi que não teria censura nem amarras que me fizessem florear a história (que seria uma porcaria se fosse floreada, irreal, tosca, batida, etc), foi fácil expôr de cara todo esse lado ácido da sociedade carioca, ou melhor dizendo, da sociedade brasileira como um todo, mas contextualizado no Rio de Janeiro. Isso foi realmente mais simples. Como já sabe pelo que conversamos em MPs, meu dia a dia sempre foi cercado de preconceitos, reproduzido na minha família, nos meus colegas de escola, pelos meus professores, pelos meus colegas de faculdade e até mesmo pelos meus professores de faculdade... Em todo lugar que eu vivi eu vi preconceito. Assim como todos nós. Então, de fato, isso não foi difícil de ilustrar. Mas fico muito feliz que tenha funcionado de forma tão impactante!
AHAHAHAHH se você excluir a sua fic eu chegarei com o taco de baseball de aço da Becky para te espancar, menino! Não faça isso! Pelo amor de Deus! Vou ter uma síncope, hahaahahha! Mas muito, muito obrigada por considerar meu original assim tão diferenciado! Estou surtando de alegria ainda, não consigo parar de sorrir... Meus chefes vão me zoar muito em breve UHHSAUSHUUHE! XD
Acho que a construção social que cerca a todos nós, aliás, todas as sociedades, a forma como o ser humano construiu seu convívio social, incita a criação de preconceitos. É quase uma questão de sobrevivência. Acho que não existe um ser humano vivente em sociedade que não tenha sido incitado a nutrir preconceito sobre alguma questão envolvendo outro indivíduo. O x da questão, em minha humilde opinião, é saber racionalizá-lo... É saber compreender que não passa de uma pulsão, de um pensamento irracional, intruso... Que não é uma verdade necessária.
Lembro-me desse posicionamento do Sollano, e também concordo com o que você expôs! A escola é um ensaio para a vida em inúmeros sentidos... Por isso é tão preocupante o estado precário, em inúmeros sentidos além da infra-estrutura, de grande parte da educação de base brasileira... Até mesmo os colégios particulares, tão bem patrocinados e mantidos não escapam disso. Sei, porque estudei em um deles. Posso ter tido um ensino de "elite intelectual" (esse termo é carregado de preconceito por si só, céus), privilegiado, coisa de gente leite com pêra, etc... Mas certas coisas não escapavam daqueles reforçados e limpíssimos muros escolares. A reprodução de preconceito e outras posições ignorantes ocorria lá dentro, tal qual no colégio São Patrício (que é realmente inspirado completamente no colégio em que me formei).
Tadinho do Daniel, ele não é um Janjão SUHSUHHE! Ele é o good guy, como você apontou, o Goodwin... Só que sem a astúcia do mesmo. Ele é aquele sujeito agraciado com aquele tipo de carisma improvável que ninguém consegue realmente odiar. O tipo de sujeito que acaba crescendo em profissões ligadas a politicagem, heheeheh... Mas não será o caso dele.
Eu fico honradíssima com tamanha admiração vinda da sua parte... O seu selo de qualidade é o crivo que eu precisava para ter fé que um dia este humilde exemplar original torne-se mesmo um volume vendido em livrarias, heheehhe! E sim, Cecília e Daniel tem uma relação de amizade real, em parte muito baseada em amizades próximas minhas... Meus melhores amigos ajudaram na construção deste querido personagem, heehehe, no sentido de que foram inspirações importantes! Assim como meus relacionamentos de amizade com eles... Com um em especial!
EU AMEI SUA ABORDAGEM, MENINO! Fico chocada em como você pode imaginar que eu não teria gostado! Você simplesmente me deu toda a força que eu precisava para acreditar em mim mesma e não desistir desta trama, para levá-la a sério e realmente trabalhá-la até o fim...
UHAUHSUHS chorar sangue, meu Deus! Eu estou ainda no mesmo estado de choque honrado e lisonjeado que não sei bem como reagir... Acho que só posso agradecer mil vezes por tamanhos elogios e confiança que o senhor me agracia... Sério, fico boba de ver que algo saído de minha cabecinha problemática possa ser algo tão apreciado assim, fico em choque mesmo. Sobre a Ciça, tenho a personalidade muito diferente da dela, mas devo dizer que a forma de refletir sobre seu ambiente ao redor e sua realidade se deu de uma forma parecida com a minha... Por outras razões eu fui levada a questionar o que era tido como "verdade", como "correto" a minha volta, no caso dela creio que esse desprendimento e falta de identificação com o pensamento elitista, mimado e segregacionista que sempre lhe foi incutido pode ter se dado pela forma inegavelmente solitária em que ela se encontra no mundo. Ela não se identifica com a família que tem, que também não se dá ao trabalho de se identificar como família dela. Seu tio, que deveria cumprir seu papel paterno substituto, mal é presente em sua vida.
HUASHUSUHSHUSSHU ai, ai... Sim, Ciça é uma boleira e tanto, manuseia uma bola como ninguém AUHSHUHUEUH enfim... Esse tipo de piada sempre é bem-vinda, meu caro, não se acanhe mesmo SUHSHUEH! E fico feliz que a descrição da peladinha entre amigos tenha sido assim tão bem descrita! Sou uma fã do nobre desporto que é o futebol, então fico muito feliz em poder honrá-lo em meu material original!
Seu parágrafo sobre me colocar como uma escritora pronta foi como se o caminhão de elogios que tinha acabado de me atropelar, voltasse e desse mais uma ré sobre meu corpo e mente já amassados de tanta lisonja... HAUSHUSHE se eu tiver algum tipo de surto de lisonja a culpa é sua, já vai sabendo de antemão! Sim, a questão das drogas é especialmente importante nesta história, porque é uma parte marcante da realidade da elite carioca... Quando estudava em meu colégio particular, a partir dos 13/14 anos eu já via colegas da minha série e até mais novos indo na praça ao lado do colégio fumar maconha... Isso no ensino fundamental. No ensino médio, haviam também usuários de coca e outras drogas piores. Ninguém intervinha, ninguém os parava, ninguém se dava ao trabalho de colocar-lhes limites porque eram moleques filhos de famílias ricas e poderosa... Sem falar nas famílias ricas e poderosas, também típicas usuárias. Eu sou a favor da descriminalização das drogas e também da legalização da maconha e outros, mas é impressionante a hipocrisia que se vê nas classes sociais mais altas em que se consome drogas sintéticas e "naturais" a rodo, em qualquer faixa etária, e depois que enchem a boca para falar da violência e altos índices de criminalidade que eles mesmos ajudam a sustentar... Enfim.
Já estou louca para saber o que vai achar deste personagem especial... Esse personagem que será importantíssimo para a trama e para este momento da vida de Ciça, que, afinal de contas, é o momento que será narrado nesta história! Estou doida, doida para saber o que vai achar dos três capítulos restantes!
Comentário genérico... Espera um pouco, estou aqui comprando uma passagem para Manaus e guardando o taco de baseball em uma mala, você está precisando de umas pancadas amigas para acordar! SEU COMENTÁRIO FOI f*** PRA c******. FODA. PRA. c******. Entendeu? HAHAHAHA! É sério! Não ouse me dizer que foi genérico... Quem me dera receber reviews genéricos assim AHUSHUSUHEH! XD
Beijos, meu querido amigo Daniel! Responderei a sua MP em breve, não se preocupe! Doidinha para saber o que achará dos próximos capítulos!
Ooooi, eu descobri a sua fic lá no Nyah, c coloca a capa da fic e quem curtisse vc mandava o link . Eu ia ler antes a sua fic, mas fiquei sem tempo kkkkkkkkk. Nem sei o que dizer sobre o capítulo, é simplesmente incrível!
Quando li a frase " Pessoas pobres são dignas de piedade e compaixão para a imensa maioria nascida em berço de ouro" meu coração até acelerou kkkkkkk, de vdd, é muita vdd isso. É até preconceituoso, pq o fato de ser pobre n quer dizer q temos q ter, necessariamente, piedade.
Vou continuar acompanhado com certeza! Amei amei
Olá, Lahana, tudo bem com você? Comigo está ótimo, ainda mais sabendo que você veio parar aqui por meio do grupo do nyah, eheheheh! \o/ Significa que a divulgação está mesmo funcionando!
Fico muito feliz que tenha gostado tanto assim da história! Espero que continue a leitura dos outros capítulos e me deixe saber o que está achando! Sobre o parágrafo que você citou, se reparar no trecho que completa o que você postou, o que quis incutir a reflexão era justamente no fato de que a elite aduz "sentir pena" de quem não nasceu com os mesmos privilégios financeiros, mas, na verdade, não tem realmente conhecimento de causa do que significa não ter uma vida abastada. É muito mais uma coisa de aparência, do que um sentimento de solidariedade legítimo, porque "fica bem" agir como se você tivesse compaixão das pessoas menos abastadas.
Beijinhos!
Eu te amo.
Sim, eu comecei um review expressando o meu aparente amor por alguém que não conheço pessoalmente e somente troquei algumas poucas palavras na internet. Diga honestamente o quão louca eu devo soar agora? Muito, eu sei.
Quero que saiba que eu li suas mais de cinco mil palavras deitada confortavelmente em minha cama, com a TV ligada e pausada em um episódio da quarta temporada de Friends (acho que estou revendo a série pela quarta ou quinta vez), as luzes apagadas e minha eterna preguiça de ler pelo computador. Junte isso ao desconhecido, afinal, este é apenas o primeiro capítulo, e a hora (são agora 2:04 da manhã) e me diga como eu achei que teria paciência para ler isso? Mas eu tive. Porque simplesmente não pareceu possível parar depois que comecei. E para ficar ainda mais claro o quanto amei sua história, saí do frio e conforto de minha cama para o calor da sala de estar para poder lhe digitar esse comentário.
Agora que está claro a situação em que tudo ocorreu, vamos ao capítulo.
Eu não costumo ler originais que não sejam de fantasia, por mais que escreva, em sua grande maioria, história de não-ficção. Sei lá. Algo em mim gosta do que não existe. Mas já tendo lido uma one-shot sua sobre a Sansa e o Mindinho (que já te falei que meu comentário foi uma merda, e peço desculpas para sempre), sabia já previamente que sua escrita é impecável. E a forma como você divulgou a história no grupo me deixou muito curiosa, além do nome incomum e da sinopse chamativa. Pois bem. Lembro que lhe disse que leria tudo de uma vez e lhe daria um enorme comentário ao final dos quatro capítulos postados até então, mas é impossível seguir para o próximo sem deixar claro o quão incrível essa história é.
Palmas para a descrição maravilhosa dos personagens. Senti como se estivesse conhecendo meus novos amigos (e meu futuro namorado, também conhecido como Daniel Moraes Martinho), e minha nova inimiga; a Sandra. Ah, o que dizer desse tio que nem conheço, mas já que quero brigar de Jogos Mortais? Será que os produtores fariam um nono filme só pra gente se divertir um pouquinho com esse cara? Vou dar uma ligada lá pra Lionsgate. Sim, eu pesquisei a companhia da franquia só pra escrever isso. Não me julgue.
Não vou dizer que a Cecília é minha nova melhor amiga, porque ela realmente parece ser um pé no saco. E sobre esse professor, que parece ter tido um relacionamento com a mãe da menina... Gente, que polêmico. Amiga, bota logo eles para se atracarem porque eu gosto de P O L Ê M I C A. Sério. Existe coisa mais sexy que um homem mais velho? Nope. Se bem que é um "turn down" enorme pensar que ele pegou tua mãe - talvez. Veremos.
Olha, eu shippo o Daniel com a Cecília, não me odeie. Quando ela disse que eles já ficaram várias vezes, eu tipo, comecei a necessitar muito de flashbacks, porque sim. Eu SEMPRE torço pro carinha que não vai ficar com a menina, juro. Sou Team Jacob até hoje. Porque gente, Jacob >>>>>>>>>>>>>>>>> Edward. Jacob não teria demorado quatro fucking livros para transar com a Bella se ela quisesse TANTO dar pra ele. Não estou dizendo que o professor demoraria (ah, claro que não, caras mais velhos são tão sexy, meu deus), e talvez o Daniel demorasse também acho que não). Foi só um exemplo dos motivos para eu não ser muito fã do Cullen. Se bem que os músculos do Taylor Lautner ajudam.
Enfim. Voltando.
Eu me senti muito burra por não saber o significado de algumas palavras, mas tudo bem. Admiro pessoas que escrevem como você. E ainda mais sendo tão novinha, gente! Só vinte e três anos (como se eu fosse mais velha que você né -q).
Ah, claro. Não posso deixar de citar essa leve iniciada no sensacional (porque vai ser sensacional) plot da sociedade ESCROTA onde essa garota vive. Sério. Só essa pequena descrição me deu vontade de vomitar, porque é TÃO verdade. É assim mesmo. O pessoal acha que não existe isso no Brasil, que isso é coisa de filme americano, mas não é bem assim que a banda toca não, queridinho. Eu fui de uma família muito bem de vida, estudando em um colégio caríssimo, com amigos da alta sociedade, para alguém que tinha que fingir que não podia sair por não ter dinheiro para frequentar os lugares que eles queriam. Esconder a sua situação dos seus amigos é vergonhoso, e só quando mudei de escola e fiz novos amigos percebi o quão mal tudo aquilo me fazia. Não estou dizendo que eles são pessoas ruins, mas é o mundo a que pertencem, sabe? Meio que exige deles que sejam "superiores". E isso é realmente triste. Espero que você consiga retratar com brilhantismo toda essa situação.
Devo dar-lhe meus parabéns pelo enorme capítulo ser tão viciante. É muito difícil que alguém consiga me fazer ler em todas essas circunstâncias descritas lá em cima.
Sei que divago demais e acabo saindo do foco da história em meus comentários, mas só sei manter um certo relacionamento com meus autores assim, foi mal, haushaush. Espero que não se incomode.
Ressaltei o que mais me chamou a atenção, mas não falei muito da história nem o que penso de tudo, pois ainda é muito cedo para me sentir emocionalmente conectada com seus personagens, mas isso mudará nos próximos capítulos. Não prometo ler tudo amanhã, mas me aguarde, porque eu verdadeiramente amei.
E shippo ela com o Daniel, sim. Tô nem aí se o objetivo da história é mostrar como o professor gatão mudou sua vida u.u
GENTE, MAS QUE REVIEW MAIS LINDO!
Mrs Lannister, eu estou completamente lisonjeada por todas as lindas palavras agrupadas nessa perfeição que você chamou de review! Eu chamo de: carta repleta de elogios que eu guardarei para sempre, e jamais me esquecerei. ♥
E você não soou nada louca. Louca eu que devo estar parecendo, relendo este review maravilhoso aqui no trabalho com um sorriso idiota na cara, esperando que meus chefes não me vejam aqui no nyah te respondendo SUHSUHUHEH!
Adorei o seu parágrafo sobre o contexto em que leu meu humilde primeiro capítulo! Eu também gosto muito de Friends, aliás, se serve de adendo haahahaha! Embora atualmente How I Met Your Mother tenha sido uma série mais significativa para mim, emocionalmente falando.
Você realmente não precisa se desculpar pelo seu review na fic da Sansa e do Mindinho AUHSHUEH! Eu comecei no nyah com a mesma cabeça que você, apenas querendo ler histórias de fandom, na verdade, nem mesmo originais de fantasia/etc. Demorei muito para dar espaço para a leitura de originais, e achei alguns poucos, porém excelentes autores por aqui! ♥ Fico muito feliz que tenha me dado confiança, considerando tudo isso que expôs, para tentar a primeira leitura da minha humilde história. E é melhor ainda saber que a primeira leitura não foi decepcionante, muito pelo contrário! Fico também feliz e agradecida pelos elogios tanto à sinopse quanto ao nome da história. Amor Fati, no fim das contas, é um preceito filosófico que resume a história. Quando eu terminar de publicá-la, isso já terá ficado explícito, ehehehehe!
Amei saber que gostou tanto do primeiro capítulo a ponto de deixar para trás o seu projeto de comentar apenas ao final (o que eu já gostaria muito). Realmente, mal posso esperar para saber o que vai achar dos capítulos já lançados, haahaha! Espero mesmo que eu continue te agradando.
SHUHSUUEH pobre tio Fred, é um sujeito cheio de defeitos, mas também tem algumas virtudes. Ele e Ciça tem mesmo uma relação extremamente delicada, que será mais e mais abordada por aqui, ao longo do curso da história. O Daniel é mesmo uma graça, tenho um carinho enorme por essa minha criança HAHAHAHA! E sim, a Sandra está cheia de concorrentes, tanto no mundo real quanto no fictício. xD
Sobre a Ciça, ela não está mesmo interessada em agradar ninguém! Tanto que ela mesma já se apresenta falando "você não vai gostar de mim"! Não de uma forma vitimizante, afinal de contas, ela não está procurando por atenção. De uma forma realista mesmo, heheeh! Se há algo que se pode dizer sobre essa menina, é que ela certamente não tem papas na língua, muito menos nos pensamentos! Mas é tão humana quanto todos os outros personagens.
Ah, não se preocupe, que você realmente pegou um prato cheio para o seu gosto por leitura, pelo visto! Bento é certamente um dos personagens mais ambíguos de toda a narrativa (embora também seja, como todos os outros, apenas meramente humano), e não faltarão reações, emoções e atitudes polêmicas no que se refere a tudo que englobar sua participação em Amor Fati! E sim, eu tenho um fraco absurdo por homens mais velhos HAHAHAHA!
Não se preocupe, heheehhe! Estou aqui fazendo minhas mãozinhas de Mr. Burns de Os Simpsons, olhando para a tela do monitor e pensando "Excelente!" eu queria mesmo, desde sempre, que surgissem bandeiras para ambos os shipps, HEHEHEHE! Minha mente maligna projetou tudo isso, auhshushuuhe! XD
Sobre os flashbacks, recomendo que corra para ler o capítulo 3, pois há exatamente o que você quer nele. EXATAMENTE. Vai entender quando chegar lá, ahahahahaha! XD Eu entendi bem os seus exemplos UASUHSUHEUH e me diverti bastante com eles! =P
HAHAHAAH nossa, até me senti bem com esse "novinha"! Muito obrigada mesmo! Aqui no nyah eu me sinto uma velha UHSHUSUHEH a maior parte dos autores/leitores com quem interajo são mais novos do que eu. Sobre as palavras desconhecidas, não se sinta burra. Já deu para ver apenas pela leitura da forma como articulou esse review que você provavelmente é uma ótima escritora e sem dúvidas uma pessoa perspicaz, dadas as suas observações.
Fico feliz que você tenha se sentido a vontade a ponto de dar o seu depoimento pessoal! E sim, eu escolhi escrever da perspectiva da Cecília, uma garota membra da elite carioca, pelo fato de que pretendo que essa história seja o mais realista possível. Para condizer com a dose de realismo que pretendo impetrar, seria necessário partir de um ponto de vista que eu dominasse plenamente. Nunca fui tão rica quanto a Ciça, mas sempre fui membra da classe média alta do Rio de Janeiro, então tudo o que Ciça convive, é adaptação de algo que já convivi um dia, durante meu período de adolescência escolar.
E eu fico lisonjeadíssima por você ter reiterado o quanto gostou da história e se sentiu inclinada a ler mais e mais! ♥
Não tem problema nenhum deixar reviews grandes (afinal de contas, eu mesma não sou nada sucinta, é uma das marcas do meu estilo de escrita), e contar sobre suas impressões e outros detalhes que não necessariamente tem a ver com o capítulo. Eu estou sempre disposta a conversar e trocar ideias, afinal, é para isso que eu acho que esse espaço de reviews serve! Sinceramente! =D
E eu verdadeiramente amei o quanto você amou, já de cara, este meu primeiro capítulo! Confesso já estar ansiosa para ler suas impressões futuras, mal posso esperar pelos próximos reviews! *_*
Como eu disse antes, pode se sentir livre para shippá-la com nosso Dan Dan HAUSUHSUHSEH! O propósito da história é, acima de shipps e da vida amorosa de Cecília, fazer uma história fictícia que alguém poderia parar para ler um dia e falar: "nossa, isso realmente poderia ter acontecido". É basicamente um compromisso com a realidade, a vida como ela é.
Beijos! Muito obrigada pelo review impressionante e maravilhoso!
Oi, tudo bem?
Sei que minhas palavras são um nada comparado a beleza dessa fanfic, caramba essa fanfic... chega fiquei sem palavras e continuo sem... Você envolve os relatos de uma forma que abrange tudo, você consegue falar de tudo em uma história perfeita, você conseguiu falar do preconceito com os negros, da exclusão de pessoas “nerds” do modo como a escola realmente é, seus dias de ódio e de alegria, pessoas raras como o Dan, caraca eu estou sem palavras eu nunca havia lido algo tão bom, algo que realmente fosse assim, sinceramente sabe aquelas fanfics que valem a pena parar tudo para ler? A sua fanfic é isso... sei que você não quer saber da minha vida, mas deixa eu te contar, eu estava vagando pelo nyah depois que meu namorado terminou comigo e passei a ler fics e artigos sobre realidade, mundo alternativo e etc... e nenhuma me prendeu e aí apareceu a sua e caramba... desde as 16h que eu estou relendo a mesma foi a única coisa que me fez parar de chorar, me fez ver a realidade em uma fanfic, incrível não? Obrigada por essa fanfic de verdade. Se tenho uma coisa a te dizer é que você deveria publicar isso porque garota isso aqui é uma obra divina. Então se um dia você ousar em tentar parar isso aqui, eu viro o Darth Vader e vou atrás de você, não desista dessa fanfic sério, ela merece ser reconhecida e é por isso que meus amigos vão ler ela junto comigo, mas uma vez obrigada por postar algo pelo qual vale a pena ler, algo que se trata da realidade sem muito “era uma vez...” essa é uma história real que vale a pena ser lida.
Muito sucesso e felicidade para você de todo o meu coração.
XOXO Ms Dreaming
Olá, Ms Dreaming! Confesso que não estou no meu melhor dos humores, afinal de contas estou enfrentando a semana de provas mais difícil da minha vida acadêmica e conciliando isso com meu estágio na faculdade, mas ler um review completamente revigorante e lisonjeiro como o seu REALMENTE ME DEIXOU MUITO FELIZ! \o/
Eu realmente levo a sério esta original e tenho planos para publicá-la, de fato. Guardo com carinho meus capítulos e a publico na internet justamente para ter provas da autoria anterior heheehhe! É muito bom saber que tantos leitores estão lendo minha humilde história original e ficando assim encantados com ela! E o que é isso? Eu achei ótimo você se sentir a vontade para se abrir assim comigo no review, no que depender de mim pode se sentir a vontade para contar o que quiser sobre suas experiências, e etc. É maravilhoso saber que minhas humildes palavras possam ter te deixado se sentindo melhor nesse momento tão difícil para você, e devo dizer que seu review teve precisamente ESSE EFEITO em mim! Estou estressada, irritada e totalmente esgotada pelas provas e pela rotina estafante das últimas semanas, mas ler algo tão lindo, tão elogioso, é como uma injeção de ânimo direto na veia!
Portanto, muito obrigada pelo seu testemunho, fico gratíssima por ele! E também por saber que uma história escrita por mim possa tocar alguém tanto assim! Espero que continue acompanhando Amor Fati, quem sabe um dia queira favoritar e recomendar a fic! ♥
Vou me esforçar o máximo que puder para trazer sempre capítulos de qualidade, pois ter leitores tão queridos assim não tem preço ♥ meus dias ficaram realmente mais felizes depois desse review maravilhoso.
Beijão!
Com certeza estou acompanhando a sua história!
Todas as melhores histórias Lolicon que eu encontro geralmente são one shots, mas estou super feliz que tenho muito pra ler dessa! A história me prendeu logo de cara. Personagens envolventes, uma escrita impecável! E além de tudo você encontra espaço para críticas sociais! Estou amando. Meus parabéns ♥
Oiêê Tassi! Posso falar que adorei o trocadilho no seu nick aqui do nyah? HUSUHSHE genial! Seja muito bem-vinda!
Ah, há muitas ones Lolicon por aí (minha primeiro lolicon foi uma one também, do fandom de ASOIAF), e várias amigas minhas estão entre as que considero tops autoras do tema hahahaha! Gigi V e Mrs Poe, além de Agatha Goldert também. Mas nessa história quis escrever uma long do ponto de vista da ninfeta, embora o foco da história não seja apenas o romance, mas esse momento da vida da protagonista mesmo. As críticas sociais são parte crucial e integrante da história, e serão mais e mais elaboradas ao longo da trama, como você lerá! :D
Muito obrigada por todos os elogios e por me parabenizar ♥ estou amando desenvolver esta história, espero poder contar com sua presença ao longo dos outros capítulos!
Beijos!
A Letícia Cavalcante que me indicou essa historia, li o primeiro capitulo e já adorei!
Já agradeci a ela por ter trazido para cá uma leitora gentil como você ♥ muito obrigada, flor!
NOSSA SINHORA, a julgar pelas recomendações deve ser boa mesmo. Posso dizer sem medos que eu gostei da sinopse e nem taba ligada nesse amor fati, o que instiga a ler. A escrita está impecável, breve, limpa e diversificada. É gostoso de se ler assim. Até aqui não foi revelado o nome da protagonista mas o fato dela dormir na aula e tacas o foda-se já me faz ter uma ligação com ela. PUTA QUE PARIU, a mina tem o meu sobrenome Macedo véy!!!!!! Eu não curto quando o personagem é narrador, porém os pensamentos da Celly são bem interessantes e me ouso dizer que são até mesmo ácidos. A história está me pegando de jeito, você quando escreve é muito esperta deixando alguns casos com pouca informação sobre o lance dela não contar pra gente ao certo os lances com Daniel, é como uma tortura, porém boa. Aí de repente BAM! A história pega algo sombrio depois que ela se descreve toda linda e maravilhosa pra falar dos pais. Ahhh tá, deixa eu me corrigir. Não é Celly, é Ciça. AGORA PERA, EITA PORA QUE FINAL FOI ESSE, EITA GIOVANNA!
Oi, não me apresentei, sou a Joy do face -q
Oiiiêê Joyce! Seja muito bem-vinda à leitura de minha humilde história original hahahaha! Muito obrigada por já começar o review elogiando, fico muito feliz e lisonjeada!
A Cecília tem de fato uma personalidade mais ácida, que é advinda da criação mais "abandonada" que teve. Apesar de vir de uma família da elite carioca, ela é órfã e tem um tio um tanto limitado no sentido de paternagem, que é até mesmo negligente (além de um mau exemplo em vários sentidos, como vai ver durante a leitura dos próximos capítulos).
Espero que continue a ler e que eu possa ver mais da sua opinião por aqui! \o/ Eu confesso que adoro usar esse recurso dos cliffhangers e mistérios, é muito bom deixar pistas aqui e ali para deixar os leitores curiosos, hehehe, acho que envolve mais vocês na história!
Beijocas, e muito obrigada pelo comentário! Aguardo ansiosa suas próximas opiniões!
Fiquei lendo a descrição do Colégio São Patrício e imaginando: "será que essa autora tá se baseando no meu colégio? Não é possível, coincidência demais."
Sábado de marasmo, enquanto todo mundo faz ENEM e eu não. Veja, eu sou um tipo desocupado. Eu estava me aventurando no delicioso mundo que é a seção de comentários da dona Mrs Lannister - dessa vez, eram os comentários de As Feministas - e vi um comentário seu, muito bem colocado por sinal. Fiquei interessada por essa que seria Amor Fati.
Na verdade, eu já tinha visto por aí esse nome. Facebook, ou algum outro lugar. Mas nunca dei chance porque, mana, como eu tenho preguiça de começar a ler uma fic nova. É por isso que eu tenho mais afinidade com one-shot. Também pelo trauma de ter começado várias histórias, só pras autoras pararem de escrever. Mas ok, nenhuma mágoa foi guardada.
Sorte que eu dei resolvi ler agora.
É fácil para que eu leia a história, porque assim como você diz que é fácil escrever a Cecília, é fácil pra mim me ver no lugar dela. Mesmo que eu não seja uma boa jogadora de futebol e tenha mais amigas mulheres, estamos as duas num contexto social muito semelhante. Entender o personagem é uma das partes mais importantes quando se lê uma história, e que bom que eu entendo a Ciça.
Não sei bem o que eu devo esperar de Amor Fati, mas por essa quebra de capítulo e pelos avisos da história, já tenho uma vaga ideia. Acho que não vou me arrepender de acompanhar.
Ah, não liga pra o tamanho do comentário, tudo bem? Eu costumo me empolgar demais, divagar. Beijinhos, Bella ♥
Oi Bella! Primeiro de tudo, mil desculpas pela demora em responder seu review. Pois é, isso é feio e não se faz, eu sei. Não sou autora de deixar de responder meus leitores, pode conferir ^^ mas no caso infelizmente esses dois últimos meses não me deram nenhuma trégua (e olha que faço aniversário logo, logo, dia 10/12). Tarde, porém não tarde demais - espero - venho aqui pra reparar essa demora. SEJA MUITO BEM-VINDA A MINHA HUMILDE ORIGINAL! \o/
Que engraçada a forma como você achou minha humilde história! De fato As Feministas é uma original que gosto bastante de ler. Bastante necessária, na verdade, uma história atual e relevantíssima! E sobre o Colégio São Patrício... Pelo visto você estuda em um colégio parecido ao que eu estudava, quando não era universitária ainda, hehehehehe!
Ah, eu entendo como é ter esse crivo pra leitura. Eu pessoalmente faço isso porque infelizmente meu tempo pra leitura é curtíssimo. Trabalho e faço faculdade, e estou nos períodos finais, aliás... Semestre que vem me formo. Fora que realmente é um tanto difícil separar o joio do trigo aqui no nyah. E eu concordo contigo, a melhor coisa é ler ones UHSUHSHU você já mata de uma vez e pode comentar (não gosto de ser leitora fantasma).
Fico muito feliz de ver que a Ciça é crível assim. Realmente meu grande objetivo com essa humilde história é que ela pareça uma história real, que poderia de fato ter acontecido. Para tanto, saio dos elementos mais verossímeis possíveis: a cidade que eu conheço, um esporte que eu goste, a classe social que eu mais convivi, e todos os preconceitos que mais vi serem reproduzidos das formas como delineio por aqui. Espero mesmo que fique satisfeita com meus esforços!
Eu AMO comentários longos assim! Além de ser um sinal de gentileza, por você ter feito questão de desenvolver bem sua opinião acerca do que leu, são mais atenciosos e detalhistas (o tipo de coisa que prezo tanto quando escrevo quando no momento em que decido ler algo).
Muito obrigada por doar um pouco do seu tempo para a leitura de Amor Fati, e espero te ver mais por aqui. Entrei de férias da faculdade esse sábado, e entrarei do trabalho no dia 19. A partir de então ou talvez um pouco mais cedo, teremos atualizações por aqui.
Beijo!
Nossa, curti Mt o cap. To gostando muito da Cecília, a personalidade e o jeito. E que homem é esse hein, Bento.. UAU
OI KANON, SUA LINDA!
Primeiro de tudo: MUITO obrigada por comentar tão rápido e devorar tantos capítulos de duas de minhas humildes historietas! ♥ Eu estive meio afastada das fics porque estou em períodos finais de faculdade (e trabalhando ao mesmo tempo), mas já estou de férias da facul, e em breve estarei também do trampo. Poderei voltar a atualizar meus doces escritos! ♥
A Ciça é foda, também gosto muito dela, e toda a sua aparente frieza e acidez hehehehe! Ela, no fundo, é super sensível. E o Bento, meu Deus... ABANA QUE TÁ QUENTE AQUI HAHAHAHAHA!
Beijão!
Achei que tinha comentado, ops. Falha minha HEHE. Vou acompanhar a fanfic com o maior prazer, talvez demore um pouco para comentar nos capítulos seguintes, mas quero dizer que achei ela maravilhosa de bonita. Sua escrita é perfeita, um amorzinho, além de ser um dos temas que pedi. Estou encantada com ela desde o primeiro capítulo. Continue indicando ela para o mundo e continue escrevendo essas fanfics maravilhosas que você faz. Beijos na ponta do nariz, com carinho Pepinos Voadores.
Lola/Pepinos Voadores, o apelido que você preferir, eu preciso dizer: você é mesmo um doce de pessoa! Você é mais doce do que eu sou feita de Menta, ehhahaheheuia, acho que seus pepinos são temperados com açúcar cristalizado e canela! Muito obrigada por todos os elogios, pelos incentivos e por vir aqui comentar me avisando que está se divertindo com os meus humildes escritos! Vou me esforçar mais e mais para agradar, recebendo esse apoio lindo de ti, sua fofa!
Beijos!
Olá, Menta! ♥
A sua história, decerto, já cruzou o meu caminho por muitas vezes, embora eu nunca tenha lido um capítulo sequer na íntegra, me distraindo ou me ocupando inoportunamente no primeiro parágrafo ou mesmo na sinopse, um ato meu que desaprovo muito; já me retardei na leitura de histórias tão maravilhosas, que paguei caro por isso: refiro-me à exclusões. Pois é. Mas desejo com toda a sinceridade que isso não ocorra com Amor Fati – na realidade, acho mesmo que não ocorrerá –, mas as palavras que direi, nenhum escritor dispensa: nunca desista de sua história, ela é demais, um sinônimo cabível para a perfeição. A desenvoltura que tens ao escrever é honorável, e em breve irei citar cada detalhe com melhor atenção. Por ora, foquemos em minhas notas iniciais, que envolvem uma cordial e corriqueira apresentação dispensável e elogios infindáveis.
Sempre amei a forma como a história foi arquitetada; embora o nome seja um termo filosófico, os capítulos, diretos, contêm termos de ciências exatas, o que me encantou muito. Em “Amor Fati”, vemos a filosofia brotar daquilo o que é decretado pelas leis que a humanidade infundiu em nosso planeta, e vendo que, mesmo que com sua maior parcialidade exata, mesmo os mais matemáticos termos podem ser atribuídos às formas como nosso emocional age, pois, afinal, ele também é parte da nossa estrutura que os cientistas tanto estudam. Apenas tais análises superficiais já podem definir o quanto gostei da história e de como ela me fez pensar, certo?
O que direi agora, é algo muito pessoal, mas de tão relevante, não pude deixar de pontuar: elegi a minha nova palavra favorita, e foi por sua causa! É lógico que já a li antes, em algum lugar, mas eu absorvi com tanta atenção cada palavra de seu texto, que ela não pôde me passar em branco; desejo realçar em agradecimento à você que a minha nova palavra predileta é aquela que usou para definir as madeixas de nosso afável Daniel: espiralado, uau, que palavra linda! Gosto de repeti-la mentalmente, agora. Espiralada, espiralado, espiraladas, espiralados, espiralada, espiralado, espiraladas, espiralados...♥
Eu nunca conheci, ao vivo – e nem mesmo por vídeos senão reportagens ou matérias televisivas e fúteis – o Rio de Janeiro, embora o seu cenário praiano e urbanizado já seja conhecido por quase a totalidade dos brasileiros. Vivo perto, em São Paulo, mas, cá entre nós, continua longíssimo para mim, e o contato com o “mapa” das cidades, os ares tão bem descritos que pude até mesmo inalar, as paisagens explícitas ali de forma tão palpável, faz parecer que você é uma grande artesã e pintora, que pincela e esculpe a sua narrativa de forma oblíqua como a natureza humana é, mas simétrica e perfeita quanto uma narração deve ser. Hoje, posso dizer que sou quase uma carioca, assim como nossa querida Cecília (chamá-la-ei por “Ceci”, pois o apelido à ela atribuído me lembra a palavra “açafrão”, e eu acabo tendo pensamentos cômicos e isso, decerto, não é bom; estou me esforçando para ser... hum... elegante).
A sua escrita é tão magnífica que chega a ser inspiradora. Eu estava imersa em profunda crise criativa, mas após ler suas palavras, tão bem delineadas sobre a tênue linha entre a ficção e a realidade, eu tive vontade de escrever e pasme, ESCREVI! Isso me alegrou muito, e é um ponto que se enquadra à gratidão que sinto por você. A forma divina como empregou cada palavra tomou o meu fascínio, pois é tudo tão bem encaixado... como se fosse um imenso quebra-cabeças, e, embora algumas peças sejam parecidas e alguns autores se confundam, você gabaritou o jogo, e colocou tudo em seu devido lugar. Não sei se compreende, pois é algo que não sou capaz de explicar. Você é um ás na literatura, e uma mestra na escrita! Embora algumas palavras sejam simples, reforça o ar de que não são rebuscadas, e as mais requintadas chegam nos momentos mais oportunos para nos fazer suspirar de amores pela sua narrativa.
O fulgor com que comento isso não é visível, eu entendo, mas espero muito que ele se faça notório. Desejo que saiba e avalie quanto amor pus neste comentário tão singelo.
Cada personagem foi tão bem construído... Brasil, meu país, tão bem representado. ♥ Eu amei cada traço, de cada personagem, embora a Ceci seja um tanto desajuizada e nada “ajustada” na sociedade, ingerindo algo que certamente lhe fará mal, no futuro, mas eu entendo que isto está ali para demonstrar uma situação muito real e que é necessário. Daniel é tão angelical, como o próprio “el” de seu nome insinua; Afonso é correto, um injustiçado, mas nunca um injusto; Roberto reprime seus instintos para que não o oprimam, mas, na verdade, ele mesmo faz a própria opressão consigo; e Marcos, sofre com a autoestima. Todos têm problemas, embora Daniel Martinho e Sandra Loureiro pareçam ser perfeitos, é lógico que têm, e eu poderia listá-los caso isto fosse necessário. Mas não o farei; é petulante. Só digo que, parabéns, Menta, você conseguiu propor a realidade em uma originalidade irreal, ornada com uma ficção nada ilusória e um mundo totalmente seu, para nós, os críticos afiados ou amantes assumidos, os leitores; e é isso o que sou, a partir de agora. Sua leitora. E desejo trilhar com você todo o caminho desta história.
Obrigada por tudo, musa espiralada.
Brida Irina
Muito boa noite, cara Brida! É um prazer recepcionar novas leitoras, e um prazer inenarrável quando os comentários são imensos e cheios de elogios como os seus! Acho que não tem ideia do quão lisonjeada estou depois de ler cada uma de suas palavrinhas tecidas com tanto carinho. A gentileza transborda do seu review e me atinge em cheio, ehueuhe por isso devo dizer um MUITO OBRIGADA! Mas também lhe fazer uma pergunta, porque realmente não compreendi muito bem! Você começou escrevendo o review dizendo que sempre se distraía da leitura da história por mais que ela tenha cruzado o seu caminho muitas vezes, mas escreve sobre ela com uma desenvoltura de quem leu todos os capítulos já lançados. O que realmente aconteceu, nesse caso? SHUSHUHS não estou te cobrando nada, apenas estou muito curiosa, porque de fato não compreendi. Pode me responder por MP, já que por aqui não há como responder a resposta de um comentário.
Fico muito alegre de ter uma leitora tão sagaz, aliás, que percebeu a brincadeira que fiz com o título e os capítulos. Cada um dos capítulos será nomeado com algum termo das ciências exatas, mas sem dúvidas o que a história apresenta é longe da abstração direta e com uma resposta universal das exatas. Temos toda a conturbação do que é humano, demasiado humano - como gosta de dizer o defensor da ideia de amor fati que coloquei ao título cunhado, ehehehhe -, logo, muitas e muitas respostas possíveis, nuances diversas, ações e respostas diferenciadas. Somos seres complexos, ainda que muito limitados.
Hehehehehe, e é uma honra saber que escolheu como palavra preferida logo uma usada em uma das primeiras descrições de minha história, de nosso querubim adolescente Daniel AUHSHUSUHE! Ele é um anjinho, como seus cabelos, mas é também humano, demasiado humano. Fico também muito contente e recompensada em saber que uma "forasteira" do Rio pôde se sentir tão conectada com a cidade por meio de minhas humildes descrições. Nasci e fui criada no Rio de Janeiro, embora frequente mais a zona sul e a zona oeste da cidade, e me esforcei ao máximo para trazer uma dose intensa de realidade aqui para esta história, uma vez que minha pretensão com ela é de fato escrever um relato cru, direto, visceral em primeira pessoa, por trás da ótica de Ciça. É ótimo saber que estou obtendo sucesso com isso! \o/ Muito obrigada por ressaltar isso! O Rio é sim um cenário idílico, uma cidade no qual o urbano e a natureza caminham de mãos dadas, mas além do cenário de sonho mostrado nas novelas e outros meios não tão realistas, temos uma desigualdade social - inerente a todo o Brasil - que se manifesta de uma forma não tão comum a todas as cidades brasileiras: muitas vezes o pobre convive com o rico, não há sempre uma guetificação como costuma acontecer em outras cidades, mas tudo dentro de um paradigma hierárquico que favorece a elite. Há favelas nas zonas mais nobres da cidade, e o contraste é tamanho que podemos ter um condomínio de luxo poucos metros ao lado de uma favela com infra-estrutura comprometida. Fora que muitas vezes os investimentos públicos destinados a melhorar as comunidades são para "gringo ver", com tour guiados pelas favelas, estabelecimentos e hostels em comunidades especificamente escolhidas (geralmente as das áreas nobre da cidade), tentando exaltar algum tipo de "charme na pobreza" que não passa de uma exploração decadente da miséria alheia. Como um zoológico humano descarado.
Fico imensuravelmente feliz com cada elogio que direcionou a minha escrita. É tão lisonjeiro saber que minha "pretensão" de escrever uma história tão honesta quanto Amor Fati funcionou tão bem. Sabe, eu prezo os autores que dominam a língua portuguesa, que mostram fluidez em seus textos e um vasto vocabulário, então é bom demais saber que em minha humilde historieta fui capaz de mesclar o que seria necessário para uma história direta, ou seja, não floreá-la demais, e isso inclui a narrativa tecnicamente falando, e também manter algum tipo de mínimo requinte na escrita, não de uma forma elitista, mas que pudesse trazer também encanto na forma como a história é construída. Gosto muito de fazer uso de metáforas, e imagino que tenha percebido isso pelas reflexões da Ciça ahusuhsh! Aliás, fiquei chocadíssima em saber que não conhecia/não lhe agrada o apelido da protagonista, pois aqui no Rio toda e qualquer Cecília é chamada de Ciça. Ceci é apelido da personagem de O Guarani, uma forma mais distante de encurtar o nome ahusuhsuheh! Por aqui, ninguém faria uso desse apelido eheheh!
Cecília é a personagem que mais gosto, sem dúvidas. Eu entendo o universo que ela se insere, porque eu mesma fui criada nessa bolha da elite. Não tenho 1/5 do dinheiro que ela tem, mas já fui amiga de algumas Ciças (em termos de grana), e meu dia a dia adolescente era parecidíssimo com o dela. E entendo a solidão que ela sente. Não sou órfã, mas podemos dizer que minhas relações familiares também são bastante complicadas, ehehehe! Ela é a típica pessoa que ao mesmo tempo em que recebeu diversos mimos - materiais -, foi largada no que se refere a criação em si: limites, conforto afetivo, modelos de comportamento a seguir, ela não dispõe de nada disso. O mais próximo que tem é o Tio Fred, que já deu pra ver o quão complicado é psicológica e emocionalmente. Se ela tivesse crescido para ser uma jovem plenamente saudável e consciente, eu não faria jus ao background da personagem. Daniel é mesmo um anjo, mas ao longo da história, seus defeitos aparecerão mais. Afonso é o mais maduro de todos no que diz respeito a vida como ela é, pois não está dentro dessa bolha alienante que a elite constrói em torno de si mesma. Sobre Roberto, eu não poderia colocar melhor, decifrou-o perfeitamente. Marcos sofre com a auto-estima, mas posso dizer que todos ali - à exceção de Daniel - compartilham do mesmo problema auhsuhshue! Sandra é desconhecida para Ciça, e ambas honestamente não têm muito interesse de se aproximar uma da outra. Logo, tendo em vista que a história é contada da perspectiva de Cecília, ela não poderia mesmo aprofundar sua visão a respeito da namorada do melhor amigo.
Por fim, quero agradecer novamente por todo o entusiasmo demonstrado com esta minha humilde original. Não consigo apressar a inspiração, e, por manter várias histórias ao mesmo tempo, talvez pareça que abandonei Amor Fati, mas não é o caso. Pode ter certeza que em breve lhe surpreenderei com uma atualização por aqui, até porque tenho os rumos desta história bem definidos na minha mente mirabolante e mentolada hahahahahahah!
Espero sua resposta a minha resposta, se estiver disposta a tanto! ♥
Beijos!
Olá!!!! Demorei, porém cá estou eu.
Pra começar tenho de parabenizar por cinco motivos principais.
O Primeiro, é claro, é fazer algo realista e que se passa no Brasil, com personagens brasileiros!!!!!!!!!!!! Isso já é motivo de festa, e a senhorita sabe muito bem. Teria como eu não amar ler isso??? Realmente parece que estou diante de um livro profissional - ALiás caso for lançar um livro profissional me avise para que eu possa comprar com direito a autógrafo.
O segundo é a coragem em lançar um primeiro capítulo com quase seis mil palavras. Acredito que isso pode ter afugentado alguns leitores - Mas no final parece que tudo deu certo.
O terceiro é ter como protagonista uma mulher, cujo arco principal não é um romance clichê - Nada contra é claro. - Mas é refrescante ler algo sobre uma mulher que tem mais que se preocupar da vida do que um simples namorado.
O quarto é a gramática incrível. Não encontrei um único erro.
E o quinto, e na minha opinião o melhor: Críticas sociais construtivas. A parte sobre a hipocrisia dos racistas e do racismo velado do Brasil foi a que eu mais me identifiquei.
Esse final aí já me deixou tenso, porque dá pra perceber o que pode acontecer e isso já me deixou agoniado.
Nota de 10 de 10 flor!!
Abraços!!!
O que mais gostei: Afonso. Me identifiquei muito
Boa tarde Salieri! Fico muito feliz de te receber por aqui, ehehehe! Ainda hoje continuo minha leitura de sua original também tão cativante! Como você está? Tudo bem contigo?
Mas que maravilha já começar recebendo um review assim tão elogioso! Sabe, afonso é um dos "fan favorites" aqui de Amor Fati AHUEHAUHE! O cara é um flamenguista carismático que vou te contar! Você não é o primeiro leitor que o elogia e se identifica com ele, o que me deixa bem satisfeita, sinal de que realmente a história tem uma pegada realista como eu pretendia. Fico também feliz de saber que você é como eu e valoriza esse tipo de história com maior profundidade e realidade. Estou cansada de só achar porcaria no nyah, honestamente! E fico ainda mais alegre de saber que você considerou minha escrita de tamanha qualidade que lhe parece de um livro publicado! Eu realmente pretendo lançar Amor Fati em formato de livro quando terminar a história, então é incrível saber que meus objetivos não estão pelo visto longe de serem concretizados, ao menos no que se refere a qualidade do texto ahahahaha!
Olha, sobre as palavras, eu particularmente sou do tipo que ficar contando isso é uma bobagem tremenda. O tanto de história que eu já larguei de mão com capítulos de anos 1.000 palavras porque não eram cativantes e a escrita conseguia ser truncada mesmo com tão pouco texto escrito... Acho que honestamente a quantidade de palavras não influencia em nada se você tem uma escrita fluida, que permita ao leitor se interessar tanto pela história que não sinta o tempo passar lendo! É o que eu me esforço ao máximo para fazer em Amor Fati, então não me preocupo com o tamanho dos capítulos. Passo o que eu tenho de passar em cada um deles, e é irrelevante quantas palavras a mais ou a menos saem no final (lógico que eu tenho um teto máximo de palavras por capítulo para não lançar um "empolgou" e já colocar inúmeros fatos em um só de uma vez HAHAHAHA! Por isso coloco como meu limite mínimo 2.000 palavras e máximo 8.000)!
Eu gosto de romances quando eles estão inseridos em uma trama maior. Particularmente, não tenho paciência alguma para histórias que são só sobre um casal. Não me enche os olhos, longe disso! O propósito de Amor Fati é falar mais do que sobre um romance controverso, é para mostrar a realidade desse contexto em que a Cecília está inserida e sua jornada para o fim da adolescência e início da idade adulta. Sem amarras, sem censuras, com o máximo de realidade que eu puder dar a trama.
Muito obrigada também pelos elogios a qualidade de minha escrita! Fico muito gratificada por isso, porque sou bem criteriosa com meus textos ahahahaha!
Pode ter certeza que as críticas sociais são muito do cerne dessa história. Afinal, se eu pretendo retratar essa realidade que conheci de perto (não tenho 1/10 do dinheiro da Ciça, mas fui criada, circulei e circulo nesse mesmo meio elitista que ela), não podemos deixar de evidenciar todas as controvérsias, hipocrisias e idiossincrasias que se constroem no cenário urbano carioca.
O final era para deixar tenso mesmo! Como fã de carteirinha da série LOST, sei o quanto é importante terminar um capítulo com cliffhanger HAHAHAHAHA!
Beijos, muito obrigada por todos os elogios e pelos comentários!
Menta diva, comecei a ler A.F. agora e já estou amando.
Age gap ♥
Gosto como você coloca críticas sociais no conto, tornando-o tão real. Gosto mesmo disso!
Perdão pelo comentário minúsculo (é a segunda vez que o comentário buga e já não lembro de tudo que escrevi antes).
Mas saiba que amei, vou continuar a ler, e quando sair o livro vou comprar!!
Tô amando a Cecília!
Oiiiiiêêêê Mirahzinha sua linda! Que bom que está amando! Acho que vai gostar da história. Apesar de ser escrito em primeira pessoa, tento ao máximo ser bem crua nessa narrativa e mostrar as situações pelas quais passam os personagens o mais realistas possíveis, e isso inclui as descrições de suas emoções.
O propósito de Amor Fati é realmente parecer um retrato da realidade, então saber que estou passando essa visceralidade é ótimo! É realmente a minha meta com essa história hsushush!
Adoro age gap também, embora não seja o "centro" dessa história, é um elemento muito importante.
Não se preocupe, entendo isso do comentário não funcionar e a frustração que dá. Já agradeço por ter comentado, sua lienda! =D Vou escrever capítulo novo hoje, porque o último era para ter tido mais partes que eu não acrescentei para não ficar cansativo.
Acho que vai amar a Ciça ainda mais!
Beijos! Nos vemos nos próximos reviews (se quiser voltar a comentar, é claro)!