Livros e fanfics

Recomendado por Ero Hime

Ero Hime
Eu não sabia da existência dessa história até um dia em que me dei por vencida e entre no link dela, pois a Miah só falava dele no final dos capítulos de outra fic dela que eu acompanho. Então, quando entrei, vi toneladas de capítulos, e achei que jamais conseguiria acompanhar a fic corretamente. Comecei a lê-la compulsivamente, e depois de dias a finco lendo-a, consegui chegar ao último capítulo postado, que infelizmente é o penúltimo de uma fic extraordinária. A Miah tem muito talento para escrever, suas fics são fantásticas e eu me orgulho de estar lendo histórias tão boas! Vale a pena ler, conferir, e se apaixonar instantaneamente!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) AUTO / (2) ALTO

(1) Significa "próprio de si mesmo". -> Ex: tenho uma baixa autoestima.
(2) É o contrário de "baixo". -> Ex: o homem é alto.

Recomendado por Shalashaska

Shalashaska
Se a sinopse provocativa não te convenceu a ler essa drabble, com certeza o primeiro capítulo vai te fisgar. E depois disso, você ainda vai agradecer por ler esses 31 capítulos perfeitamente escritos — tanto é que nem parece que havia a limitação do desafio de drabbles, com 100 palavras por capítulo. Sobre o enredo, já dá para saber o que vai acontecer: a Joice irá morrer. Ainda assim, você se flagra antecipando ou desejando algo diferente para quem viveu tantas coisas em tão curta vida nos anos 90. Dor, doçura e até um pouco de acidez são perceptíveis na narração da Joice ~Cubas e fiquei muito feliz por conhecê-la!