Livros e fanfics
Recomendado por Herobrive
Herobrive
O que falar dessa fanfic? Se você não leu, leia! Além de aprender várias coisas, e conseguir se sentir no lugar da protagonista, tudo é incrivelmente detalhado, inteligente e sem perder o foco! Os comentários que a Sami faz ao decorrer da história, são super interessantes! Ela meio que em lembra a Alice Liddell de Alice no País das Maravilhas (claro que a história é totalmente diferente) mas se eu aceitasse a tão discutida hipótese de que Lewis Carroll era um pedófilo (apesar de nunca ter tocado nas garotas, só se apaixonar) eu diria que elas têm muitas coisas em comum! A história em si é triste, tocante e emocionante. E além de tudo tem um lado incrivelmente bonito (sim, tem). Fala sobre diversos assuntos que me interessam como: ser ignorada pelos pais, bullying na escola, pedofilia, sequestro de menores, indícios de psicopatia (Lyon, eu consegui ver isso nele), disformia corporal, mutilação, estupro e muitas mais coisas. Não é que eu acho isso legal, não pelo contrário! Acho isso absurdamente horrível! Mas me interesso pela mente de pessoas que conseguiram passar por isso, ou que ainda passam. Enfim, essa é uma das melhores fics que eu já li e se você ainda não leu, recomendo que leia agora!
"SOU CONTRA A DESCRIMINAÇÃO!"
Oopss, acho que você pisou na bola dessa vez. DESCRIMINAR é inocentar alguém. DISCRIMINAR
é distinguir, separar. Por isso, somos contra a discriminação!
(1) APTO / (2) APITO
(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!
Recomendado por Ethereal Serenade
Ethereal Serenade
Sempre acreditei que boas histórias merecem ser reconhecidas por todos, e recomendar parece ser uma das melhores maneiras de convidar novos leitores a conhecerem obras de alguém que acreditamos ter enorme potencial. E eis que venho aqui recomendar esta fabulosa história.
Há um certo preconceito com histórias curtas — afinal, nós, leitores, sempre vemos poucas palavras como um sinônimo de baixa qualidade, pelo menos em uma parcela significativa dos casos. O que eu digo é que aqui temos um caso que foge totalmente a regra.
Dernière Danse é um exemplo de que bons autores se provam verdadeiros artistas natos quando necessitam de pouquíssimas palavras para transmitir uma boa história. Aliás, creio que classificar esta oneshot como boa é um eufemismo dos imensos, então vamos reformular isso: Dernière Danse é uma história magnifica, e com um número abaixo das quinhentas palavras nos conta um dos mais romantizados encontros personificados de maneira absolutamente linda. Se uma linguagem rica de poesia e lirismo for de seu agrado, a dica está mais do que dada; garanto que não irá se arrepender de maneira alguma.
Não há mais nada em que eu possa me ater sobre o quão magnifica esta história é, portanto fico por aqui. Espero que minha recomendação mobilize mais e mais pessoas à leitura desta pequena — porém, incrível história. —. Pois, como disse antes, boas histórias merecem todo o reconhecimento do mundo. Cá estou fazendo meu papel como leitora, contribuindo para que isso aconteça para uma autora que se mostrou dona de um talento simplesmente sensacional, digna de reconhecimento e dos mais variados méritos!