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1 Prólogo
170 palavras
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2 I
793 palavras
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3 II
582 palavras
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4 III (fim do preview)
672 palavras
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5 IV
14 palavras
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6 V
14 palavras
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7 VI
14 palavras
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8 VII
14 palavras
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9 VIII
14 palavras
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10 IX
14 palavras
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11 X
14 palavras
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12 XI
14 palavras
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13 XII
14 palavras
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14 XIII
14 palavras
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15 XIV
14 palavras
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16 XV
14 palavras
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17 XVI
14 palavras
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18 XVII
14 palavras
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19 XVIII
14 palavras
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20 XIX
14 palavras
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21 XX
14 palavras
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22 XXI
14 palavras
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23 XXII
14 palavras
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24 XXIII
14 palavras
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25 XXIV
14 palavras
Sinopse
"Às vezes eu queria nunca ter conhecido Enzo."
Notas adicionais
Em virtude do silêncio, expressão que aqui significa "perturbador vazio de leitura que acometeu esta obra, e o consequente abandono por parte de seus leitores", Carlos Eduardo decidiu que fosse aberto um lugar onde os estudiosos do Caso Enzo pudessem receber, em primeira mão, sua história, agora registrada na Biblioteca Nacional e em versão PDF. Este lugar, este endereço, é a residência online do autor Daniel Batista, indivíduo de caráter duvidoso através do qual se manifestam os acontecimentos da história de Carlos, além de Carlos ele-mesmo.
Para receber a versão definitiva e revisada de "O LIMITE", o leitor atento que se interessar só precisa pedi-lo para o autor, que o fará provavelmente sem pestanejar - se não estiver chorando num dos cantos da sala diante da incabível verdade que se esconde nas próprias palavras. Se você procura por um trauma, por favor, faça-o por outros meios - esta história não lhe fará menos.
"Enzo decepava sonhos."
Para receber a versão definitiva e revisada de "O LIMITE", o leitor atento que se interessar só precisa pedi-lo para o autor, que o fará provavelmente sem pestanejar - se não estiver chorando num dos cantos da sala diante da incabível verdade que se esconde nas próprias palavras. Se você procura por um trauma, por favor, faça-o por outros meios - esta história não lhe fará menos.
"Enzo decepava sonhos."
Escrito por
Carlos Eduardo
Classificação Livre
Tags:
Suspense
Livro concluído
Publicado em 16 de dez. de 2012, 18:56
Atualizado em 4 de set. de 2013, 16:26
2511 palavras
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Solidão
Não sei exatamente o que me fez cair nessa história ou especificamente o que me deixa tão encantado com ela. Talvez seja todo o clima sombrio, misterioso e um pouco assustador que ronda as palavras encantadoras que o Carlos Eduardo usa para escrever. Talvez seja Enzo e suas expressões, frases e silêncios estranhos. Talvez seja o próprio Carlos Eduardo, narrador de O Limite, que me deixa boquiaberto com o que diz.
Eu realmente não faço ideia. Não tenho a mínima ideia do que me fez cair nessa história e nela ficar vidrado, mas não me prendo a motivos. Apenas quero continuar a leitura, e continuar, e continuar, assim como Enzo nunca para de desenhar, Carlos de observar e os outros de atuarem nesse espetáculo maravilhoso que é O LIMITE.
O autor, Carlos Eduardo, é realmente brilhante. Ele narra de uma forma delicada, cuidadosa até. Parece com medo, muitas vezes, de narrar o acontecido. Parece receoso. Eu quase chego a acreditar que a história realmente... Realmente se passou com ele. De verdade.
Fico com nós no estômago quando ele contracena com Enzo, o estranho e desenhista. Fico com nós na garganta, levemente assustado e impressionado, com o jeito bizarro de Enzo.
Nunca um personagem me deixou tão... Assim.
Eu recomendo O LIMITE por ser uma história brilhante em todos os sentidos. Eu a adoro e não consigo parar para deixar um review, justamente por estar ansioso demais para ler mais. Eu preciso ler mais.
Está aí. Leia O LIMITE.
"Às vezes, Enzo me assustava"
Eu realmente não faço ideia. Não tenho a mínima ideia do que me fez cair nessa história e nela ficar vidrado, mas não me prendo a motivos. Apenas quero continuar a leitura, e continuar, e continuar, assim como Enzo nunca para de desenhar, Carlos de observar e os outros de atuarem nesse espetáculo maravilhoso que é O LIMITE.
O autor, Carlos Eduardo, é realmente brilhante. Ele narra de uma forma delicada, cuidadosa até. Parece com medo, muitas vezes, de narrar o acontecido. Parece receoso. Eu quase chego a acreditar que a história realmente... Realmente se passou com ele. De verdade.
Fico com nós no estômago quando ele contracena com Enzo, o estranho e desenhista. Fico com nós na garganta, levemente assustado e impressionado, com o jeito bizarro de Enzo.
Nunca um personagem me deixou tão... Assim.
Eu recomendo O LIMITE por ser uma história brilhante em todos os sentidos. Eu a adoro e não consigo parar para deixar um review, justamente por estar ansioso demais para ler mais. Eu preciso ler mais.
Está aí. Leia O LIMITE.
"Às vezes, Enzo me assustava"
Claire LF
Comecei a ler esta história quando ela ainda se chamava 'Apara e Grafite', quando o autor ainda usava o nome de Daniel Batista e quando a Coréia do Norte ainda estava em paz com a Coréia do Sul e com o restante do mundo. Nessa época, eu achava a história promissora.
Hoje, dia 19 de Abril, a história se chama 'O Limite', o autor mudou seu nome para Carlos Eduardo e a Coréia do Norte quer explodir qualquer um que seja do outro lado da fronteira ou que fale inglês. Olho para trás e vejo que eu estava errada. A história não é promissora, é maravilhosamente um sucesso!
O autor (hoje Carlos Eduardo) escreve detalhando, sem exagerar, cada movimento e pensamento de seu protagonista; Carlos Eduardo. Ele escreve de uma forma tão linda, tão viciante. Eu fico presa à história e tento me desgrudar da tela, mas é em vão. 'O Limite' é uma história tão boa, que não consigo ficar sem ler um capitulo sequer.
Os personagens foram construídos tão bem que parece até que eles são verdadeiros. São tantos personagens interessantes e poucos, ao mesmo tempo. Eu li livros que precisam de um Apêndice, ao final, para mostrar todos os personagens que apareceram e para ajudar o autor a não se perder. Com certeza 'O Limite' não precisará, pois não tem tantos personagens assim, mas estes são, com certeza, verdadeiros. Não consigo ler sem acreditar que eles existiram de verdade.
É como se Enzo olhasse por trás da minha nuca enquanto eu leio os capitulos.
É como se Isabela estivesse lixando as unhas ao meu lado, aquele som irritante aos meus ouvidos.
É como se Ricardo jogasse futebol, na rua atrás do meu prédio, e gritasse sempre que fizesse uma droga de um gol.
Como se todos eles existissem mesmo.
E eu ainda fico arrepiada com a veracidade com a qual é contada essa história. Eu realmente paro de ler o capitulo e penso: "Santo Deus, será que isso realmente aconteceu ou...?". Fico em dúvida e passo a sentir um estranho calafrio ao pensar em Enzo, o estranho desenhista perturbado.
É como se tudo fosse real.
E é por isso que eu decidi recomendar essa história. Já estava com a ideia de fazer isso há muito tempo na cabeça, mas só o fiz agora. Talvez por esperar mais uns capitulos ou por temer que Enzo venha me ameaçar se eu não o fizer (rs). Sei apenas que preciso recomenda-la.
Vocês precisam saber essa história. Precisam conhecer Enzo. Mesmo que se arrependam profundamente depois.
Hoje, dia 19 de Abril, a história se chama 'O Limite', o autor mudou seu nome para Carlos Eduardo e a Coréia do Norte quer explodir qualquer um que seja do outro lado da fronteira ou que fale inglês. Olho para trás e vejo que eu estava errada. A história não é promissora, é maravilhosamente um sucesso!
O autor (hoje Carlos Eduardo) escreve detalhando, sem exagerar, cada movimento e pensamento de seu protagonista; Carlos Eduardo. Ele escreve de uma forma tão linda, tão viciante. Eu fico presa à história e tento me desgrudar da tela, mas é em vão. 'O Limite' é uma história tão boa, que não consigo ficar sem ler um capitulo sequer.
Os personagens foram construídos tão bem que parece até que eles são verdadeiros. São tantos personagens interessantes e poucos, ao mesmo tempo. Eu li livros que precisam de um Apêndice, ao final, para mostrar todos os personagens que apareceram e para ajudar o autor a não se perder. Com certeza 'O Limite' não precisará, pois não tem tantos personagens assim, mas estes são, com certeza, verdadeiros. Não consigo ler sem acreditar que eles existiram de verdade.
É como se Enzo olhasse por trás da minha nuca enquanto eu leio os capitulos.
É como se Isabela estivesse lixando as unhas ao meu lado, aquele som irritante aos meus ouvidos.
É como se Ricardo jogasse futebol, na rua atrás do meu prédio, e gritasse sempre que fizesse uma droga de um gol.
Como se todos eles existissem mesmo.
E eu ainda fico arrepiada com a veracidade com a qual é contada essa história. Eu realmente paro de ler o capitulo e penso: "Santo Deus, será que isso realmente aconteceu ou...?". Fico em dúvida e passo a sentir um estranho calafrio ao pensar em Enzo, o estranho desenhista perturbado.
É como se tudo fosse real.
E é por isso que eu decidi recomendar essa história. Já estava com a ideia de fazer isso há muito tempo na cabeça, mas só o fiz agora. Talvez por esperar mais uns capitulos ou por temer que Enzo venha me ameaçar se eu não o fizer (rs). Sei apenas que preciso recomenda-la.
Vocês precisam saber essa história. Precisam conhecer Enzo. Mesmo que se arrependam profundamente depois.
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Notas adicionais
Em virtude do silêncio, expressão que aqui significa "perturbador vazio de leitura que acometeu esta obra, e o consequente abandono por parte de seus leitores", Carlos Eduardo decidiu que fosse aberto um lugar onde os estudiosos do Caso Enzo pudessem receber, em primeira mão, sua história, agora registrada na Biblioteca Nacional e em versão PDF. Este lugar, este endereço, é a residência online do autor Daniel Batista, indivíduo de caráter duvidoso através do qual se manifestam os acontecimentos da história de Carlos, além de Carlos ele-mesmo.
Para receber a versão definitiva e revisada de "O LIMITE", o leitor atento que se interessar só precisa pedi-lo para o autor, que o fará provavelmente sem pestanejar - se não estiver chorando num dos cantos da sala diante da incabível verdade que se esconde nas próprias palavras. Se você procura por um trauma, por favor, faça-o por outros meios - esta história não lhe fará menos.
"Enzo decepava sonhos."
Para receber a versão definitiva e revisada de "O LIMITE", o leitor atento que se interessar só precisa pedi-lo para o autor, que o fará provavelmente sem pestanejar - se não estiver chorando num dos cantos da sala diante da incabível verdade que se esconde nas próprias palavras. Se você procura por um trauma, por favor, faça-o por outros meios - esta história não lhe fará menos.
"Enzo decepava sonhos."
Autor
Carlos Eduardo
Classificação Livre
Tags:
Suspense
Livro concluído
Publicado em 16 de dez. de 2012, 18:56
Atualizado em 4 de set. de 2013, 16:26
2511 palavras