Recomendado por Menta

Menta
Talvez seja um pouco cedo para escrever essa recomendação, mas uma fanfic com o selo de qualidade de uma escritora fenomenal como a Arrriba merece todos os elogios e mais um pouco. Para começar, preciso falar das habilidades maravilhosas de escrita desta autora. Sério, se você não conhece os escritos da Arrriba, pare tudo o que está fazendo e leia as fics dela. De qualquer categoria. Ela simplesmente desenvolve tramas excelentes, criativas, divertidas e emocionantes. Fora a capacidade para a escrita em si, com técnica primorosa, vocabulário rebuscado e simultaneamente natural, muitíssimo cativante em qualquer leitura de seus escritos. Em "O Preço da Magia" temos toda a habilidade de Arrriba ainda mais amadurecida, mais encantadora e simplesmente somos levados pelo fascínio de conhecer uma de suas obras criativas mais charmosas: uma mistura de homenagens a Disney e suas adaptações do mito de Hércules e da história "O Corcunda de Notre-Dame", romance de Victor Hugo, junto a todo o tipo de cenário, personagens e criações mirabolantes da mente fabulosa desta autora única. A fic pode estar no começo, mas tenho certeza de que não me arrependerei desta indicação mais do que merecida. Arrriba é uma das minhas escritoras favoritas do nyah, e não é de hoje. Leiam, e se fascinem junto comigo por tanto talento!
(1) PROEMINENTE / (2) PREEMINENTE

(1) É algo saliente no aspecto físico. -> Ex: a sua boca proeminente hipnotizava-me, prendendo-me ali.
(2) É algo distinto, superior ou nobre. -> Ex: suas maneiras preeminentes eram comparáveis às do Papa.

(1) TODO / (2) TODO O

(1) "Todo" ou "toda" (sem artigo) significa “qualquer”. -> Ex:“Todo país deve preservar a natureza”. (= qualquer país, todos os países)
(2) "Todo o" ou "toda a" (com artigo) significa “inteiro”. -> Ex: “Neste domingo, haverá vacinação em todo o país”. (= no país inteiro)

Recomendado por aloritsor

aloritsor
Há algum tempo, eu prometi para mim mesma que só recomendaria Saudade quando ela chegasse ao último capítulo. Não por acreditar que a história perderia seu rumo, ou coisa do tipo. Não, de forma alguma. Confiei cegamente em sua capacidade de me roubar um suspiro ou dois com cada frase, do começo ao fim. A grande questão é que eu, ingenuamente, imaginei que somente quando lesse a última linha dessa história, as palavras certas iriam me ganhar. Hoje, Saudade chegou ao seu último capítulo e o que eu descobri foi a inexistência da exatidão. Não existem palavras certas para falar sobre Saudade. Saudade é o arrepio que se espalha pelo corpo. Saudade é o cheiro que deixa marca e traz lembranças gostosas de um tempo que ficou. Saudade é um abraço quente em meio a um dia frio. Saudade é o cinza que pinta o céu. Saudade é a plenitude dos segundos corridos demais. Saudade é o conforto que mora nas gotas de chuva que batem no chão e entoam sua própria melodia. Saudade é o olhar que nos marca. Saudade é a densidade do que é simples. Saudade é o cotidiano escondido dentro de nós. Saudade é a felicidade guardada no peito. Saudade são as lágrimas que marcam o rosto e contornam um sorriso. Saudade é o descompasso do coração. Saudade é um café preto, um cappuccino e um macchiato. Saudade é poesia em prosa. Saudade são os sentimentos não ditos. Saudade é sentir, saudade. Saudade está escrito, mas jamais foi sobre palavras. Um léxico inteiro não seria capaz de traduzir a intensidade que mora em cada linha. Ainda agora, elas me falta e está tudo bem não saber o que dizer. Fiquemos com o sentir.