Eu tava bem - ou quase - por ler o meu primeiro poema aqui, mas...
"...Teu sangue imundo lentamente escorrem entre meus dedos,
Enquanto a tua vida foge de seus olhos, agora opacos."
Depois daqui comecei a sorrir involuntariamente - acho que foi porque eu imaginei uma cena bem dark...
Aí eu chego nessa parte:
"...A insaciável criatura, o anjo negro.
Meus labios curvam-se num sorriso,..."
E me pergunto: Por que diabos eu estava sorrindo (já sabendo a resposta...)? Começo achar que é a p*rra de uma coincidência - mesmo sem acreditar nesse troço.
Depois, um pouco mais embaixo, vejo:
"...Ó pobre criatura diurna.
A noite não lhe pertence, tão pouco su’alma."
Aí eu entendo. Não sou o "anjo negro" - o.O'' - , mas sim a " pobre criatura diurna", por mais que eu saiba que gosto mais de dormir de dia e ficar acordada à noite - mas isso revela que minha simpatia por morcegos é bem grande, e pelos meus anos infantis querendo ser uma vampira parente do Conde Drácula... ¬¬' Não é?
Não sou acostumada a ler poesias aqui no Nyah!, mas o nome, a imagem usada como capa e a sinopse - curta, mas penetrante - me chamaram a atenção e resolvi lê-lo. Acho que é uma poesia bonita - pode me chamar de louca, pois eu sei que sou e assumo - e bem virada para o lado calmo e "obscuro" das... coisas. Dita de modo suave e com palavras escolhidas, pareceu-me transmitir a leveza da morte e o peso disso ao mesmo tempo, como se revelasse o bom e o ruim.
Isso resume-se a: Gostei do seu poema - também fazia, mas não tenho capacidade para criar algo assim, então resolvi deixar isso quieto. Ele faz bem e mal, acalma e atormenta... Como meu primo diria, " Só os fortes vão entender.."
Lindo! Obscuro e sexy! amei, quem sabe um dia não pego emprestado, com sua permissão, é claro!
Eu tava bem - ou quase - por ler o meu primeiro poema aqui, mas...
"...Teu sangue imundo lentamente escorrem entre meus dedos,
Enquanto a tua vida foge de seus olhos, agora opacos."
Depois daqui comecei a sorrir involuntariamente - acho que foi porque eu imaginei uma cena bem dark...
Aí eu chego nessa parte:
"...A insaciável criatura, o anjo negro.
Meus labios curvam-se num sorriso,..."
E me pergunto: Por que diabos eu estava sorrindo (já sabendo a resposta...)? Começo achar que é a p*rra de uma coincidência - mesmo sem acreditar nesse troço.
Depois, um pouco mais embaixo, vejo:
"...Ó pobre criatura diurna.
A noite não lhe pertence, tão pouco su’alma."
Aí eu entendo. Não sou o "anjo negro" - o.O'' - , mas sim a " pobre criatura diurna", por mais que eu saiba que gosto mais de dormir de dia e ficar acordada à noite - mas isso revela que minha simpatia por morcegos é bem grande, e pelos meus anos infantis querendo ser uma vampira parente do Conde Drácula... ¬¬' Não é?
Não sou acostumada a ler poesias aqui no Nyah!, mas o nome, a imagem usada como capa e a sinopse - curta, mas penetrante - me chamaram a atenção e resolvi lê-lo. Acho que é uma poesia bonita - pode me chamar de louca, pois eu sei que sou e assumo - e bem virada para o lado calmo e "obscuro" das... coisas. Dita de modo suave e com palavras escolhidas, pareceu-me transmitir a leveza da morte e o peso disso ao mesmo tempo, como se revelasse o bom e o ruim.
Isso resume-se a: Gostei do seu poema - também fazia, mas não tenho capacidade para criar algo assim, então resolvi deixar isso quieto. Ele faz bem e mal, acalma e atormenta... Como meu primo diria, " Só os fortes vão entender.."
isso pertence ao terror adorei achei muito boa