Comentários em “Made of Stone”: “LVIII. De todos os reencontros do mundo - Pt. I”

Ana Bia
Não sei se posso dizer que tentei entender o Alex, mas sigo não apoiando ele. O Caleb passou dos limites? Sim. Mas ele tem suas razões? Sim, também. Depois de tanto guardar mágoa e raiva, chega uma hora que a gente transborda. E sempre que isso acontece, coisas ruins são ditas ou feitas. Fico com a impressão de que o Alex faz o que quer com as pessoas de acordo com as necessidades dele. Entendo que ele tem traumas, dores e sofrimentos pra tratar, mas ninguém tem que se moldar aos estados instáveis dele. Toda hora ele quer algo diferente, pq ele não sabe o que ele quer, e fica jogando o Caleb de ou lado pro outro conforme ele vai mudando de ideia e decidindo pelos dois o que tem que ser feito. Pelo menos é assim que ele tem se comportado desde que saiu da cidade. Ele quebrou todas as regras do acordo que ele mesmo criou, e trouxe mais caos na vida de alguém que estava aos poucos seguindo as orientações que ele mesmo deu. Foi só ele se sentir um pouco melhor com a própria vida que finalmente entendeu que o que ele fez foi errado. Aí depois de quase 2 anos ele decide voltar e pedir desculpas??? E quando volta se incomoda pq o menino está namorando??????? Olha, é impossível defender (não que eu tenha tentado). É muito injusto. Depois de ficar quase 2 anos na cidade natal dele, vivendo a vida do jeito dele e sem se interessar por nada do que o Caleb estava vivendo, ele deveria ter sido recebido com 10 pedras na mão. Tô achando que saiu barato até. Juro pra vc que comecei a digitar com a expectativa de ter menos ódio pelo Alex, mas é muito difícil. Sempre que eu paro para pensar naa nuances da coisa toda, eu acho ele o maior filho da puta que já pisou nessa terra (força de expressão). Bom que os dois chegaram num nível tão grande de rancor um pelo outro que vão precisar de bastante esforço pra conseguirem o perdão. Sou tão feliz lendo essa história... Bjos Josi, até a próxima (vou voltar pro meu trabalho. Deve ser por isso que eu nunca consigo me formar).