Comentários em “Iridescente”: “Luzes”

Camélia Bardon

O GRANDE SANDSBY KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AAAAAAAAAAAAAAA EU ADOREI!!!!

O Morpheus tá de Pepa Madrigal, e digo mais!

Eu acho mais difícil ter de lidar com a despedida de algo que vai se prolongando. Porque, quando tudo acaba de maneira repentina, você sabe que é uma coisa inevitável e não sobra lá muito tempo para prolongar o lamento. Agora, aquela coisa que é perdida de forma mastigada - na ausência de escrever de um jeito melhor - machuca demais, e a sensação de impotência é enorme... então entendo a chuvinha do Morpheus. Você não consegue evitar, só sentir... ou sufocar o sentimento, apesar de que não é a opção mais recomendada, mas enfim.

Um beijo e até o último ♥

Shalashaska
Shalashaska Autor

KKKKKKKK SANDSBY, ELE TOOOOOODO.

SIMM, acho que até foi isso que comecei a falar na resposta do comentário anterior. Quando é algo repentino ou até com um limite claro, você se prepara. Agora, algo prolongado só prolonga a dor também. No começo do ano, eu tive que lidar com uma situação assim, uma mistura de coisa repentina e mastigada. Um dos meus gatinhos ficou mal de repente, mas fazendo exames diagnosticou-se uma doença que estava se manifestando agora, embora fosse provável que estivesse encubada há tempos. Só que o tratamento só prolongava a piora do quadro dele. Eu me vi encurralada pela decisão de encerrar o sofrimento dele, mas uma das profissionais também havia me dado uma perspectiva de vida pra ele. Daí ele piorou de vez e eu fui a última pessoa a se despedir. Foi bem tenso, senti muita impotência e dúvida. Mas ele descansou, por fim.

Se eu mudasse o tempo com o humor, também traria uma chuvinha.

Um beijo enorme no seu coração de ouro e até o último!