Comentários em “Iridescente”: “Aquele que viu o abismo”

Camélia Bardon

Vou dar uma conferida no livro recomendado assim que possível ♥

O que eu amo nas HQs de Sandman é que a maioria das histórias não parecem pertencer a um contexto específico, é só uma sucessão de eventos que você fica observando e pensando sobre, então concordo com o que o Tom disse. O Morpheus pode não admitir, mas parte da arte do Sonhar são os indivíduos que as sonham, são as histórias que elas querem contar ou recontar para si mesmas num momento de reclusão. Nada mais justo do que se permitir ficar um pouco recluso para "digerir" a coisa toda.

Mais um capítulo excelente, meu bem!

Shalashaska
Shalashaska Autor

Yaay! Ele é meio cansativo, mas eu gostei muito!

To aqui arrebatada sobre como você conseguiu sintetizar com elegância meus pensamentos sobre Sandman. Menina, parei até um tempo pra poder recuperar o fôlego e responder. Embora não tenha muito o que responder, porque você já resumiu tudo. Eu aprecio esse formato ~episódico de Sandman (comentario aleatorio: talvez seja por isso que eu ame tanto a parte 4 de JoJo), e as coisas vão seguindo. Me soa até que, enquanto a narrativa não se volta totalmente para o Morpheus, ele se mantém a uma distância segura. Quando é sobre ele, as coisas se tornam mais tensas.

E o Sonhar como histórias que, nós, indivíduos mortais, queremos contar ou recontar em reclusão é uma definição fantástica. Acelerou o coração da psicanálise aqui KKKK E penso que os Sonhos são ainda um dos lugares com maior privacidade que podemos ter, ao mesmo tempo que a gente possa se sentir tão exposto e vulnerável.

Ai, aí. Tenho muitos sentimentos sobre sonhos. Obrigada por ler minhas abobrinhas aqui nos comentários também KKKKK obrigada obrigadaa