Oi oi Nat, eu chegay uma vez mais. E este capítulo é simplesmente sublime.
Eu dividi em pontos, pra ficar mais fácil expressar o que eu quero dizer:
1. Ele é profundo, especialmente porque destaca a relação entre vida e morte de forma que o amor ainda está ali, mas precisa ser transformado e ressignificado.
2. Daniel é uma pessoa maravilhosa, especialmente porque você apresenta facetas dele que a gente entende que ele é um ser humano, que erra e que acerta, mas que também toca vidas. Este capítulo é, também, um extensão dele.
3. Nim é uma personagem extremamente complexa e a visão de mundo dela é muito agradável de acompanhar.
4. A tradução do amar em diferentes possibilidades, exatamente porque mortos e vivos são diferentes e com a visão dela, explorando esse pensamento e a forma como ela se sente, faz com que esse capítulo seja muito mais profundo do que parece.
Eu achei este capítulo muito bom, Nat. A história como um todo tá ótima. Está sendo muito prazeroso te acompanhar nessa caminhada.
Um beso enorme, eu te vejo por aí.
O que mais gostei: A tradução do amor em um sentido mais amplo.
O que acho que pode melhorar: "companheiro de sela" seria "cela", se você se refere a presos.
Em primeiro lugar, obrigada pela correção. Por vezes, o corretor acaba trocando alguma palavra e ajuda muito quando você me mostra onde isso aconteceu.
Quando olho para o Daniel, sinto que ele é uma pessoa pela qual eu poderia me apaixonar. Ele não é perfeito, mas tem um excelente bom humor e uma boa capacidade de aprendizado que vai ficando visível aos pouquinhos, a medida que a história progride. O fato dele se isolar e ter medo é uma contraposição perfeita ao fato de que a Nim também está isolada, mas não por escolha própria. Os defeitos dele são coisas que só existem numa pessoa viva e isso é importante quando se está escrevendo uma contraparte que é uma pessoa morta. Pensei em muitas formas de mostrar como eles iam se apaixonando dentro dessa dinâmica e na minha cabeça não fazia sentido ser algo pautado em uma só coisa. O amor deles é um conjunto de amores menores, que cresce nas (im)possibilidades do dia a dia.
É um personagem pelo qual nutro muito carinho e deixa meu coração quentinho saber que para você também foi possível amá-lo!
Adorei o detalhe da cueca do homem aranha hahaha.
~dancinha
Oi oi Nat, eu chegay uma vez mais. E este capítulo é simplesmente sublime.
Eu dividi em pontos, pra ficar mais fácil expressar o que eu quero dizer:
1. Ele é profundo, especialmente porque destaca a relação entre vida e morte de forma que o amor ainda está ali, mas precisa ser transformado e ressignificado.
2. Daniel é uma pessoa maravilhosa, especialmente porque você apresenta facetas dele que a gente entende que ele é um ser humano, que erra e que acerta, mas que também toca vidas. Este capítulo é, também, um extensão dele.
3. Nim é uma personagem extremamente complexa e a visão de mundo dela é muito agradável de acompanhar.
4. A tradução do amar em diferentes possibilidades, exatamente porque mortos e vivos são diferentes e com a visão dela, explorando esse pensamento e a forma como ela se sente, faz com que esse capítulo seja muito mais profundo do que parece.
Eu achei este capítulo muito bom, Nat. A história como um todo tá ótima. Está sendo muito prazeroso te acompanhar nessa caminhada.
Um beso enorme, eu te vejo por aí.
O que mais gostei: A tradução do amor em um sentido mais amplo.
O que acho que pode melhorar: "companheiro de sela" seria "cela", se você se refere a presos.
Olá!
Em primeiro lugar, obrigada pela correção. Por vezes, o corretor acaba trocando alguma palavra e ajuda muito quando você me mostra onde isso aconteceu.
Quando olho para o Daniel, sinto que ele é uma pessoa pela qual eu poderia me apaixonar. Ele não é perfeito, mas tem um excelente bom humor e uma boa capacidade de aprendizado que vai ficando visível aos pouquinhos, a medida que a história progride. O fato dele se isolar e ter medo é uma contraposição perfeita ao fato de que a Nim também está isolada, mas não por escolha própria. Os defeitos dele são coisas que só existem numa pessoa viva e isso é importante quando se está escrevendo uma contraparte que é uma pessoa morta. Pensei em muitas formas de mostrar como eles iam se apaixonando dentro dessa dinâmica e na minha cabeça não fazia sentido ser algo pautado em uma só coisa. O amor deles é um conjunto de amores menores, que cresce nas (im)possibilidades do dia a dia.
É um personagem pelo qual nutro muito carinho e deixa meu coração quentinho saber que para você também foi possível amá-lo!
Beijinhos! ♥