Eu demorei, eu sei, mas você vai precisar xingar meu orientador.
~dancinha
oi oi oi Ninguém, que capítulo ABSURDO de bom.
Calma, eu vou elaborar. Foi simplesmente uma montanha-russa de emoções, indo e vindo em diferentes sentidos, onde cada vez eu achava "não, a Cosete tá certa" ou "para Cosete, não pira". Eu pirei, eu piraria se as coisas começassem a acontecer desse jeito, sem que eu tivesse controle e interligadas a coisas, eu diria, sobrenaturais.
Adentramos, Ninguém, ao campo do Sobrenatural?
Eu não sei, mas eu achei demais esse capítulo.
Pra começar, ele é muito profundo, tem uma narrativa muito profunda, tem um peso que torna a tua prosa muito mais opressiva. E isso não é num mau sentido, você vai construindo essa sensação de sufocamento que faz a gente acompanhar a Cosete prendendo a respiração.
Acho sim que Cosete tem uma régua moral muito forte, nem tudo é sempre preto no branco, mas eu entendo ela. E não discordo de muitas coisas.
Gosto muito de como você tem construído essa relação entre ela, Íkaros e Violeta, porque é um triangulo diferente, é um triangulo meio assustador e amedrontador que a gente fica se perguntando um pouco o que está acontecendo aqui.
E esse final? DE ARREPIAR, MEUA MIGO. Tu ta de brincadeira? O jeito como você escreveu esse final, quer dizer que Violeta é real? Ou ela possuiu alguém? Violeta seria um espírito? meu deus, eu tenho tantas perguntas, Ninguém, parece que a cada capítulo que você responde uma dúvida, você planta outras 9. Assim eu não vou conseguir sobreviver hahaha.
O único ponto que eu sugeriria mudança, num sentido de facilitar a compreensão de POV é justamente a alternância de cenas, no meio, quando saí da Cosete e vai praquela parte duvidosa e misteriosa e depois tu volta pra Cosete. Fica um pouco confuso e eu acho que dar um destaque ou, quem sabe, jogar isso pro fim do capítulo, seria bom. Eu sei, eu sei, o final é superimpactante, mas eu acho que alguma coisa nesse sentido possa facilitar a compreensão de alternância.
No mais, aguardarei o próximo capítulo ansiosamente e tentarei voltar mais rápido. Eu quero muito saber o que vai acontecer hahaha.
Um beso, eu te vejo por aí.
O que mais gostei: Reviravoltas.
O que acho que pode melhorar: Um detalhe.
Segundo: agradeço ainda mais a sugestão. Os livros do Harlan Coben que eu leio tem essa pegada que me deixam grudado na página, mas que também me causam confusão de vez em quando e quando tento usar no meu texto devo deixar pior do que o tradutor do português para suas obras. Acho melhor mudar.
Refiz o capítulo tentando consertar esse tipo de narrativa, espero ter conseguido.
Violeta é real ou Íkaros é realmente alguém sórdido? O que aconteceu com Cosete foi sobrenatural ou só azar? Talvez o psicológico agindo? Quando trazemos seres sobrenaturais para nossa realidade a loucura entra em guerra com a sanidade. No mundo da estória, é isso que queria replicar.
Mas daqui para frente vou afunilando para o final e ser mais direto.
Eu demorei, eu sei, mas você vai precisar xingar meu orientador.
~dancinha
oi oi oi Ninguém, que capítulo ABSURDO de bom.
Calma, eu vou elaborar. Foi simplesmente uma montanha-russa de emoções, indo e vindo em diferentes sentidos, onde cada vez eu achava "não, a Cosete tá certa" ou "para Cosete, não pira". Eu pirei, eu piraria se as coisas começassem a acontecer desse jeito, sem que eu tivesse controle e interligadas a coisas, eu diria, sobrenaturais.
Adentramos, Ninguém, ao campo do Sobrenatural?
Eu não sei, mas eu achei demais esse capítulo.
Pra começar, ele é muito profundo, tem uma narrativa muito profunda, tem um peso que torna a tua prosa muito mais opressiva. E isso não é num mau sentido, você vai construindo essa sensação de sufocamento que faz a gente acompanhar a Cosete prendendo a respiração.
Acho sim que Cosete tem uma régua moral muito forte, nem tudo é sempre preto no branco, mas eu entendo ela. E não discordo de muitas coisas.
Gosto muito de como você tem construído essa relação entre ela, Íkaros e Violeta, porque é um triangulo diferente, é um triangulo meio assustador e amedrontador que a gente fica se perguntando um pouco o que está acontecendo aqui.
E esse final? DE ARREPIAR, MEUA MIGO. Tu ta de brincadeira? O jeito como você escreveu esse final, quer dizer que Violeta é real? Ou ela possuiu alguém? Violeta seria um espírito? meu deus, eu tenho tantas perguntas, Ninguém, parece que a cada capítulo que você responde uma dúvida, você planta outras 9. Assim eu não vou conseguir sobreviver hahaha.
O único ponto que eu sugeriria mudança, num sentido de facilitar a compreensão de POV é justamente a alternância de cenas, no meio, quando saí da Cosete e vai praquela parte duvidosa e misteriosa e depois tu volta pra Cosete. Fica um pouco confuso e eu acho que dar um destaque ou, quem sabe, jogar isso pro fim do capítulo, seria bom. Eu sei, eu sei, o final é superimpactante, mas eu acho que alguma coisa nesse sentido possa facilitar a compreensão de alternância.
No mais, aguardarei o próximo capítulo ansiosamente e tentarei voltar mais rápido. Eu quero muito saber o que vai acontecer hahaha.
Um beso, eu te vejo por aí.
O que mais gostei: Reviravoltas.
O que acho que pode melhorar: Um detalhe.
Oi!
Primeiro: agradeço o comentário.
Segundo: agradeço ainda mais a sugestão. Os livros do Harlan Coben que eu leio tem essa pegada que me deixam grudado na página, mas que também me causam confusão de vez em quando e quando tento usar no meu texto devo deixar pior do que o tradutor do português para suas obras. Acho melhor mudar.
Refiz o capítulo tentando consertar esse tipo de narrativa, espero ter conseguido.
Violeta é real ou Íkaros é realmente alguém sórdido? O que aconteceu com Cosete foi sobrenatural ou só azar? Talvez o psicológico agindo? Quando trazemos seres sobrenaturais para nossa realidade a loucura entra em guerra com a sanidade. No mundo da estória, é isso que queria replicar.
Mas daqui para frente vou afunilando para o final e ser mais direto.
Agradeço por estar acompanhando.
Até o próximo!