Comentários em “Meia Lua”: “Aqueles que permanecem”

Themis Magalhães

Olá =)

E, novamente, venho com mais elogios. Deve estar cansativo e repetitivo, mas minhas palavras são sinceras. A história está caminhando com os passos certos, em momentos certos. Cada acontecimento traz consigo a paciência que uma boa narrativa deve ter. Parabéns!

Estou com nojo do Toni, de verdade. Pelo que entendi, nessa fanfic ele já mostrava desvios de personalidade antes mesmo do apocalipse. Sob esse cenário, a "evolução" de tais características deve ser assustadora. Ainda sobre isso, por curiosidade, você chegou a montar um perfil psicológico para ele? Se sim, poderia me dizer qual é? É uma dúvida aleatória que tenho, mas qual seria a reação de um psicopata (todos os três graus) num mundo desses? Se fisicamente, como característica de reação do seu cérebro, eles não sentem medo, numa situação como essa...? Ou então o Toni seria um sociopata? Quem sabe nenhuma dessas opções, não sei. Enfim, adoraria saber o perfil dele.

Outra curiosidade: a partir de que momento deixaram de usar os apelidos? Cássio não é mais o Cascão, por exemplo. Fred não é mais o Franja. É por que em uma realidade como essa é preciso adotar uma maturidade condizente? Ou é para deixar de lado o passado, por ser doloroso demais?

Gostei da paciência lidando com os sentimentos da Marina. Parabéns!

Excelente capítulo. Vou correndo ler o próximo =)



O que mais gostei: Suas pesquisas para a composição da história
N

Themis, não será cansativo ou repetitivo ouvir elogios tão cedo (acho que nunca, na verdade: pode continuar) ou interagir com leitores que gostam tanto da minha história.

Toni tem características psicopatas, mas talvez não o suficiente pra um diagnóstico. Ele é um cara egoísta e cruel com gente fraca, que de repente pode fazer o que quiser, e tem muito ressentimento contra a turma.

Não sou especializada em doenças mentais, mas de forma geral, um psicopata teria menos dificuldades pra lidar com o caos. Então boa chance de sobreviver mais que a média, porém menos que pessoas com um bom grupo.

Cada um teve seus motivos pra abandonar os apelidos, mas o principal foi o Cássio. Ele ficou tão furioso e torcido pelo que teve que fazer, que não admitia que o chamassem de Cascão, e não usava nenhum outro apelido. Aos poucos, se acostumaram.

Eles têm afeto uns pelos outros, e é a gentileza que mantém algumas coisas inteiras no meio de tanta violência. Concordo com o Fred e o Mauro, Marina é muito forte, só precisava de tempo.