Muito sensível esse capítulo. Duas vezes mais que os outros, eu diria... Por conta de duas histórias serem contadas simultaneamente. E, olha, muito bem contadas!
Eu só choro porque super queria uma fanfic sobre Henrique e Caio, e né, eu sei que isso é pedir demais. (mas não custa jogar a ideia no ar, vai que né....) hahahah
Acho que poucas vezes vi uma abordagem curta, boa e acima de tudo completamente real sobre um relacionamento de uma mãe não tão mente aberta (embora, aparentemente esforçada) com um filho gay. É preciso talento pra fazer tão bem em tão poucas palavras.
Também fiquei na vontade de Henrique e Caio! Quem sabe, depois de terminar essa, não vem alguma coisa? Obrigado pela review. E que bom que gostou. As grandes mídias tem muito poder, pro bem e pro mal. Eu, por exemplo, falei sobre transexualidade em casa pela primeira vez com a Ivana de a Força do Querer, e foi muito bom, eles entenderam. Enfim. Basta que se tenha respeito e sensibilidade na abordagem. Abraço, Felipe!
Gostei demais rsrsrs... E espero que na janta corra tudo bem ;)
De coração, espero que em muitas outras casas o desenrolar da história seja igual a esse.
Parabéns!!
Muito obrigado! :)
Muito sensível esse capítulo. Duas vezes mais que os outros, eu diria... Por conta de duas histórias serem contadas simultaneamente. E, olha, muito bem contadas!
Eu só choro porque super queria uma fanfic sobre Henrique e Caio, e né, eu sei que isso é pedir demais. (mas não custa jogar a ideia no ar, vai que né....) hahahah
Acho que poucas vezes vi uma abordagem curta, boa e acima de tudo completamente real sobre um relacionamento de uma mãe não tão mente aberta (embora, aparentemente esforçada) com um filho gay. É preciso talento pra fazer tão bem em tão poucas palavras.
Você é ótimo, Dê! :)
Também fiquei na vontade de Henrique e Caio! Quem sabe, depois de terminar essa, não vem alguma coisa? Obrigado pela review. E que bom que gostou. As grandes mídias tem muito poder, pro bem e pro mal. Eu, por exemplo, falei sobre transexualidade em casa pela primeira vez com a Ivana de a Força do Querer, e foi muito bom, eles entenderam. Enfim. Basta que se tenha respeito e sensibilidade na abordagem. Abraço, Felipe!