Antes de mais nada, queria me desculpar pela demora para comentar. Eu acompanho poucas histórias aqui no site, pelo menos por enquanto, e como o seu prazo era mais ou menos de 15 em 15 dias, diminuí a minha frequência aqui – afinal, entrar e não ver uma atualização da Vigilantes me incomodou bastante nos dias posteriores à minha ficha, confesso. Mesmo que eu soubesse e aceitasse totalmente o fato de que você tem planos para postar. Acho que é inevitável ficarmos ansiosos por algo, mesmo sabendo que essa coisa vai demorar. Não demorou tanto quanto eu esperava! Então, em vez de ansiosa, estou é bem feliz.
Tudo bem, vamos ler o capítulo.
Como esperado, temos a Jessica, a famosa, a famigerada Jessica. A Pace que, por ainda não ter sido apresentada, me deixou bastante curiosa – e, é claro, por ser filha de Hope, aumente a minha curiosidade em milhões de vezes. Não sei se é pelo fato de ela treinar jiu-jitsu ou por alguma outra característica sua que tenha sido apresentada e eu não possa nomear ainda apenas por não saber analisar direito as pessoas, mas ela passou-me a impressão de ser uma garota forte. Forte como uma líder, se me permite dizer. Levando em conta a sua história e suas influências atuais, é claro, Jessica precisa ser forte, e tem toda a questão de ser algo natural a ela (o que só considerei lendo outros comentários), mas ainda… Existe algo que me deixa um pouco inquieta. Eu REALMENTE não consigo explicar o que é, mas acho que não é algo tão centrado na disciplina que ela desenvolveu, e sim nessa força que, aliada à relação com Hope até agora, fez com que ela conseguisse suportar seu passado e sua habilidade. Dá para entender…? Hm… Acho que quero dizer que Jessica não me parece uma pessoa analítica, e sim alguém com uma carga emocional que de certa maneira a fortificou a ponto de ela conseguir ser assim. Ainda que talvez ela seja obrigada (não intencionalmente, mas ainda assim) a ter a responsabilidade de ficar lado a lado com uma pessoa tão importante como o pai. Naturalmente ela herdará a posição de Hope – ou, pelo menos, será a mais próxima do comando depois dele –, mas é de fato uma ocupação tão pesada. Jessica parece ter desenvolvido disciplina e força por causa da pressão de estar junto a um Vigilante tão importante. Isso me preocupa um pouco.
E ainda sobre a primeira parte, devo dizer que a estrela de Hope brilhou para mim. Ele demonstrou ser bastante diferente do Revolucionário do primeiro capítulo, já que para mim a benevolência pareceu ser infiltrada em sua personalidade desde que era pequeno. Vindo de um lugar tão pouco representado, Onyango é um personagem cujo prazer em acompanhar surge ainda mais ao sabermos de sua história. É como… um super herói de valores virtuosos, que se justifica como sendo assim desde sempre – e é exatamente isso que gostamos nele. Além das origens de Hope, ah… Como é bonita a relação que ele tem com a filha. Essa confiança e esse afeto são admiráveis. Os dois parecem ser uma dupla cujos laços são extremamente concretos, então ler como essa relação vai ser demonstrada no decorrer da história também vai ser algo que eu esperarei ansiosamente para acompanhar.
E, nossa. Já começamos com a Irene…! Assim eu fico lisonjeada. KKK. Okay, vamos lá. Logo de início, essa encomenda. Hm… Certo, ela é bastante estranha. É compreensível essas justificativas de fórmulas novas e tudo mais, porém assim como a senhorita Bae, eu provavelmente faria mais movida pelo dinheiro do que pela minha lógica em não me envolver com coisas estranhas. As pessoas precisam viver, né. Enquanto leio, estou percebendo a maneira com que você descreve as coisas. O dia, o céu, as cores… É quase poético para mim. Preciso te dizer que está sendo muito agradável ler isso tudo, parece que uma obra de arte está sendo pintada diante de meus olhos. É algo animador, esplendoroso. Sua escrita é rica demais… Deixa eu imprimir essa parte e colar na minha porta. Se eu lê-la todos os dias, certamente eu verei as coisas de uma maneira mais artística também. Talvez você tenha feito isso apenas por ser a Irene, ou por ser o seu jeito mesmo… Não importando o caso, me agradou, e muito. A ponto de eu ler a comparação entre Irene e uma estrela, e sorrir. Estou encantada, senhor autor. De verdade. ♥. – AH, UAU. Nossa. Espera. Nossa. Choqueee. De fato, tinha algo errado, mas já partindo pra essa agressividade? Pegou-me de surpresa, totalmente, nossa, eu estou até rindo de nervoso. KKKKKK. Calma. Certo, terminei. Vamos aos comentários sobre essa parte (tirando o fato de eu ter achado sua escrita para essa parte a mais agradável de todas). Ver a Irene assim, viva, fora de uma ficha de fato é algo que eu estava esperando ansiosamente para que acontecesse. E devo dizer que não estou nem um pouco decepcionada com o que li. Procurei detalhar ao máximo aquela colcha de retalhos que eu finalmente havia conseguido arrumar, e logo quando li todas as vezes em que você elogiou a senhorita Bae e o quão complexa ela é, não pude evitar de sentir que faria um trabalho muito bom. Resolvi confiar ao máximo e, ainda que era possível que eu acabasse com certo desprazer, esse nem de longe foi o caso. Você conseguiu entendê-la, hm? Foi o que consegui sentir. Acho que os outros leitores, se lessem a ficha, diriam a mesma coisa. E fico muito, muito feliz com isso! De verdade! Ver o seu trabalho com ela foi muito gratificante para mim. Você acertou em cheio, senhor autor. Cheers!~
Sem enrolar, porque o comentário logo vai chegar em 1000 palavras (alguém tem que me parar, será que eu sei o qUE SÃO LIMITES?), vou ler a última parte. Já preciso dizer que ver uma verdadeira adulta que, assim como o Revolucionário e Hope, foi atingida pelo raio, é bem interessante. Tenho um pouco de medo de fazer personagens que passam de certa idade por causa da história e da maturidade que exige – algo que eu não tenho e provavelmente vou adquirir só por ser obrigada –, mas ler sobre eles me agrada bastante, até. O diferente muitas vezes é bem mais atraente, não é? Ava possui algo bem complexo para controlar: essa sua vontade de expor seus sentimentos, expor a verdade, quando ela tem uma família que sofrerá as consequências disso. Se ela cometer um deslize sequer, essa censura corrompida pode acabar com tudo que todos eles construíram… Novamente isso requer a maturidade que eu comentei. A responsabilidade de alguém que já sabe claramente que o mundo nunca vai funcionar como desejamos, de maneira justa e correta. Acho que só nos resta procurar refúgio na música, mesmo. Ironicamente, essa Faith parece dar a ela a fé necessária em momento assim. Isso é louvável. E, oh, uma explosão? Talvez… Irene? É a única coisa que vem à minha mente. Mas, claro, pode ser a brecha para outro personagem (o que novamente traria a mim aquela ansiedade de esperar 15 dias). Interessante. Ah, eu comentei sobre a força da Jessica antes, mas parece que Eva é a nossa personagem feminina forte. Literalmente. KKKK. Eu simpatizei com ela, parece uma mulher louvável. Do tipo que todos gostam e apreciam. Como a maioria dos comentários disse, Ava é a mulher do momento, seu futuro é algo que me interessará muito. Especialmente pelo fato de ela ter acabado de ver alguém como o Revolucionário, né? Em seu lugar, eu realmente ficaria petrificada. Logo ele, alguém tão influente para ela… E, se ela se se juntar a ele, isso já diz muito mais sobre si mesma. Por causa do jeito radical que ele tem, e tudo mais. Ava, Ava… Você com certeza é incrível.
Ler esse capítulo foi a melhor parte do meu dia. Como eu comentei, estou apaixonada pela sua escrita, e espero que para você tenha sido tão prazeroso escrever quanto foi para nós, leitores, ler suas palavras. Estou esperando ansiosamente (mesmo) pelo próximo capítulo!
Okay, uau. Eu realmente adorei cada parte do capítulo, desde a escrita até a forma como os novos personagens foram sendo apresentados. Mesmo sendo participações não tão compridas ou com muita profundida, eu gostei de ter ficado curiosa quanto ao passado de cada um. Primeiramente, vamos à Bae:
O trecho onde é mencionado o passado dela, que ela já viveu tantas coisas e tal, fez com que uma luzinha se acendesse na minha cabeça. Qual exatamente a história dessa garota? Ela tem vinte e três anos, é musicista, mas...Não sei, estou com um pé atrás.
Se eu fiquei em dúvida entre gostar ou não da Bae, achei a Ava simplesmente maravilhosa. Sério, eu admiro muito essa mulher só pelo fato de ela ter se envolvido em um mundo tão perigoso, estando tão próxima aos Vigilantes. Principalmente do Revolucionário, não é mesmo? Esse aí me dá calafrios, mas acredito que seja no bom sentido hehe. Também gostei do fato de ela ter uma família, porque isso significa que ela tem muito à perder caso as coisas deem errado. O mesmo se repete com o Charles, afinal, apesar da Jessica ser tão bem treinada, ainda é alguém muito importante para ele. Vamos ver se o Revolucionário mantém a promessa de ficar longe da filha do Hope.
No mais, gostei da menção da Julia também. Não vai ser uma tarefa fácil se aproximar dela, apesar de ser alguém bem, hm...expansiva, digamos assim, é muito difícil que realmente deixe alguém se aproximar.
Bastante feliz pelo seu comentário, estava ansioso hehe.
Como eu gosto de comentários detalhistas hehe, adoro responder cada detalhe, então vamos lá:
Acho que teremos sempre três divisões por capítulo, tendo em vista que cada uma receberá a visão de um personagem diferente. Essa história não será focada apenas nos personagens que me enviaram (óbvio que eles terão muita importância, e serão sim "protagonistas"), quero fazer algo mais rico do que isso. Hope, Revolucionário e Jessica Pace terão seus POVs solo, mas além deles, pretendo trabalhar a questão política também, e inclusive logo logo vocês conhecerão um pouco mais sobre a prefeita de Starlight Town. Eu tentei aprofundar o que era possível em cada subdivisão do capítulo, mas tomei cuidado para não entregar todos os pontos. Quero que conheçam os personagens aos poucos, e isso inclui também os seus poderes. Não sei se tem alguma teoria sobre o que Bae consegue fazer hehe. E o fato de você ter ficado duvidosa quanto ao passado dela mostra que consegui o que queria hehe. Vou soltando essas informações aos poucos, e assim vocês vão entendendo e se afeiçoando a eles.
A Ava é realmente uma personagem adorável. Gosto muito da força interna que ela tem, que vem muito do passado. Ela tinha um trabalho de risco, e talvez seja a pessoa que melhor conhece os vigilantes. Gostei também pelo fato dela ter uma família, o que acaba causando muitas implicações na própria história e tomada de decisões dela. O Revolucionário realmente assusta um pouco hehe. E ele também não é nada sutil, simplesmente jogou um carro pra cima da Ava só pra chamar a atenção dela hehe. Acho que no capítulo já ficou clara a diferença entre ele e o Hope hehe.
Charles também tem muito a perder, como você bem disse. Após dez anos juntos ele e Jessica tem uma relação verdadeiramente de pai e filha, até mesmo pelo fato de ela ter poucas lembranças dos pais biológicos, que morreram quando ela era muito novinha. E agora ela já tem a sua primeira missão, justamente ganhar a confiança de Martín, o que sei que não será nada fácil hehe.
Novamente agradeço por todos os elogios, me esforcei bastante nesse capítulo para que pudessem entender como pretendo colocar os seus personagens na história. Me esforcei ao máximo para tentar passar a ideia que tiveram quando os criaram. E assim seguirei.
Mais uma vez eu me vi extremamente imersa durante o capítulo! Eu estou apaixonada por sua escrita! Desde o modo como você descreveu o ambiente físico e mental dos personagens, até as cenas muito bem escritas de ação!
Eu me senti encantada ao perceber que, de acordo com a psique do personagem, sua própria escrita se moldou de maneiras diferentes, causando um incrível estado de imersão em que eu pude me conectar sem maiores obstáculos com os futuros vigilantes!
Adorei Jessica Pace e seu modo centrado, analítico e quase perfeccionista! Assim como também amei a relação fraterna com Charles! Jessica me pareceu alguém muito badass, mas com um coração puro e ainda carregando sua inocência, já que ela própria ainda é uma adolescente!
Irene Bae me passou a imagem de ser alguém extremamente analítica e centrada, além de que eu adorei o contraste feito entre essa personalidade "fria" e o modo como Irene se centra tanto em sua intuição! É algo que não se espera de alguém tão fechada, como ela passou a imagem de ser.
Além disso, estou curiosa e preocupada com a situação dela. Por que atacá-la? E quem a salvou? Charles? O Revolucionário? Ou alguém que ainda iremos conhecer?
Aah, Ava! Eu tenho que dizer que adorei como ela se passou por alguém tão mundana, com preocupações realísticas, mas angustiantes diante de um governo tão corrupto, para a porra de uma versão da Jessica Jones ou de qualquer outro super-herói/heroína, que tenha extrema força!
E é claro que o Revolucionário testaria e se apresentaria a Ada de um modo tão...peculiar, se não violento!
Estou ansiosa pelos próximos capítulos! E já estou perto de finalizar minha ficha, infelizmente a faculdade está cobrando demais de mim esses dias, mas obrigada por guardar uma ficha para mim! :)
Fiquei durante a semana aguardando ansiosamente sua ficha, cheguei até a pensar que havia desistido hehe. Olha, entendo muito bem essa questão da faculdade. Estou na reta final da minha e tem sido cada vez mais puxado, por isso mesmo tirei o pouco de tempo que tive nessa manhã para responder aos comentários. Portanto, fique tranquila, sua vaga está guardada, mande a ficha quando quiser, não tem problema.
Olha, esse foi um ótimo detalhe destacado por você, a questão da psique dos personagens. Eu faço os POVs pelo ponto de vista dos personagens, então a narração (por mais que seja em terceira pessoa), acaba tomando a visão de mundo daquele que recebe destaque. Claro que é um desafio colocar no papel personas que não foram criadas por você, mas como todos foram muito detalhistas nas fichas, isso facilitou um pouco a questão da verossimilhança. A minha intenção é justamente que vocês se conectem com os personagens, conhecendo suas vidas e conceitos, e tirando conclusões a partir disso. Tentarei sempre ser profundo nas descrições emocionais e psicológicas, pois acho isso muito mais importante do que a questão física, quando se trata de concepção. Não quero ser raso e que um fique igual ao outro, entende?
Que bom que gostou da Jessica. Muitos estavam curiosos para que eu a mostrasse no capítulo, por isso escolhi abrir esse segundo capítulo trazendo logo os dois, pai e filha, e explorando essa relação que eles tem. Jessica é forte, mas ainda mantém sua inocência, afinal de contas, ainda está crescendo como pessoa e aprendendo mais sobre a vida. E a partir de agora ela começará a agir, já que acabou de receber sua primeira missão. O próximo capítulo irá trabalhar essa primeira aproximação dela com a Julia Martín. Será bem interessante.
A Irene é realmente bastante analítica e centrada. Ela tem um história complexa e visceral, o que construiu toda a personalidade que ela tem hoje. Méritos totais para a Ophelia, que a criou. Mas você ainda conhecerá muito mais detalhes dela, incluindo os poderes, que ainda não foram mostrados. Quanto as suas perguntas, só posso adiantar que as pessoas que invadiram a sala, matando os dois que a prendiam na cadeira, estavam vestidos com roupas iguais a do Revolucionário, então a partir daí você já pode tirar suas conclusões hehe. Mais detalhes serão mostrados nos próximos capítulos.
A Ava também merece palmas, e MimiMie também, já que a criou maravilhosamente bem. Também acho que o mais legal dela é essa questão mundana, principalmente no que tange a família e as questões do seu trabalho, que está diretamente ligado não só aos vigilantes, mas como também ao governo opressor, que vem dificultando cada vez mais o trabalho da imprensa. Ela tem muito a perder, e isso irá influenciar na sua tomada de decisão. Mas ao mesmo tempo ela possui toda essa força hehe, que pode ser de grande valia tanto para o Hope quanto para o Revolucionário. E como o segundo não é nem um pouco discreto, já chegou jogando um carro pra cima dela e testando os seus poderes hehehe. Vamos ver o que ocorrerá. Será que ela irá com ele?
Muito obrigado por todos os elogios, adorei o seu comentário! E não se preocupe, sua vaga está guardada.
Começando pela parte técnica mesmo, eu gostei muito do formato dos pontos de vista e realmente acho que funciona que cada personagem tenha seu momento bem claro e imerso em seu próprio universo, digamos assim. Realmente, talvez a visão tipicamente eurocêntrica não tenha me permitido visualizar Charles Pace como negro, porém - agora com uma descrição bem feita - não consigo imaginá-lo de outra forma! A relação fraternal entre ele e Jessica foi muito bonita de ler, nota-se que existe muito amor, cuidado e companheirismo ali. Eu preciso admitir que geralmente tenho um fraco para vilões, mas o Hope me atrai bastante hahahah
Como foi dito em outros comentários, Bae é misteriosa. Não consigo enxergar plenamente qual é o real posicionamento dela, mas eu jamais pensaria nela como alguém tão extrema quanto o Revolucionário, mas posso estar enganada. Sobre os poderes, não sei. Eu tenho algumas suspeitas e tendo a pensar mais em poderes furtivos e sutis. Eu percebi e adorei o fato de termos pessoas de diferentes ascedencias!
A maioria aqui gostou da Ava e eu só posso dizer que concordo, porém, me mantenho cautelosa. Na realidade, eu prefiro me manter cautelosa com qualquer um que o Revolucionário resolva ir atrás, porque se esse maluco acha que é uma boa ideia ir atrás dessas pessoas, então é porque elas devem ser meio maluquinhas também hahahah. Aliás, eu preciso ressaltar que achei simplesmente hilário o contraste entre Hope e ele. Charles se manteve calmo, tentou averiguar a informação e pediu para a própria filha ir se aproximando aos poucos da garota mexicana, Julia, enquanto o Revolucionário chegou atirando e jogando carros em cima das mulheres. Eu ri demais!
Ansiosa para o próximo capítulo e por enquanto estou gostando dessa dinâmica dos Vigilantes estarem recrutando seus respectivos pupilos. Embora eu ache que nenhum deles vá atrás da Charlie (mais provável que ela mova o céu e o inferno para achá-los hahaha), me agradou a ideia de estarem se formando duas equipes que serão praticamente rivais. Como eu disse, tenho um fraco por vilões ou, nesse caso, anti herói, então o Revolucionário é um homão que me conquistou demais, to be honest.
Estarei aguardando ansiosamente para próximo capítulo e para a apresentação dos novos personagens.
Já começo pedindo desculpas pela demora em responder. Nesse meio tempo descobri que sofro de uma doença um tanto complicada e incurável, e passei a fazer o tratamento com inúmeros comprimidos por dia. Havia prometido postar a cada quinze dias, mas dessa vez vai atrasar um pouquinho. Prometo dar o máximo para postar até segunda feira.
Agora vamos ao comentário de fato...
Sim, sim, foi meio que uma quebra de paradigmas termos o Hope como um cara negro e estrangeiro. Eu acredito que a maioria das pessoas achavam que ele era branco, e desconstruir conceitos é algo que gosto de fazer, assim como críticas sociais, então você vai encontrar muito disso por aqui. A questão dele com a Jessica foi no ponto certo. O tempo em que ela é criada por ele, faz dele sim um pai pra ela; e que queria mostrar todo o companheirismo e amor que existe entre ambos.
Bae é uma personagem incrível, você ainda a verá fazendo coisas extraordinárias hehe. O capítulo tinha mesmo a intenção de plantar a dúvida sobre que lado cada personagem irá ocupar, e isso também se encaixa como um recurso para preder suas atenções hehe.
A Ava seria a arma mais potente para qualquer uma das equipes, afinal de contas, com sua super força, ela conseguiria facilmente tirar a prefeita do poder com um único soco hehehe. Eu gostei muito de escrever esse contraste também. Onyango muito mais centrado e calculista enquanto que o revolucionário dá um "oi" na Ava, jogando um furgão em cima dela kk.
Sua Charlie é única e já tem um lugar especial dentro da história, não preocupe quanto a isso. Mas eles estarem sendo recrutados, não significa que tomarão partido, e isso ficará mais entendido a partir do próximo capítulo.
Beijos, desculpe de verdade pela demora, eu não abandonei a fic, não se preocupe. Estou em tratamento me esforçando muito para conseguir seguir escrevendo.
E ai Bom, quero começar dizendo que eu li esse capitulo umas 3 vezes de tão bom que é haha gostei da sua escrita e do jeito que apresenta os personagens, prece tudo muito real, saca? Sobre Hope e Jessica, gostei muito do afeto entre os dois ♥ achei muito lindo esse amor de " pai e filha " mesmo eles não tendo laços de sangue. Espero grandes coisas dessa menina Na verdade eu quero lar sobre Hope e o Revolucionario Eles parecem ser pólos opostos, totalmente opostos. Hope aparenta er um homem todo bondoso, com um coração enorme que esta sempre disposto a ajudar quem precise, o típico herói que aparece por aí Já o Revolucionário é implacável, é o dead pool da fanfic hahaha gosto dele, fico pensando na possibilidade dos dois trabalhando juntos. será que da? hahaha é complicado dizer quem estaa certo ou errado, eu realmente não quero tomar partido ainda por que é uma decisão complicada que mais pra rente vou acabar mudando, tenho quaase certeza. Bom... não tenho muito a falar, então é isso ♥
Cara, a sua escrita é ótima. A principio eu pensava que seria uma escrita com um detalhismo exagerado, algo que eu particularmente até gosto, mas acabou que tudo se encachou tão bem que parecia estar na medida certa, parabéns por esse nível de escrita (sinto até dó de você por ter que ler meus comentários baseados em comentários desconexos a alguma parte do capítulo. Somente dessa vez teremos algo "mais elabora" porque já terminei de ler o capítulo).
Como não teremos um comentário habitual meu vamos ao que eu achei dos personagens-foco desse capítulo:
Começando com a protagonista do "lado da luz", Jessica, ela me pareceu a personagem que vai passar por grandes períodos de provação exatamente por ser aquele que chega mais próxima de ser o legado de Hope, mas foi só isso que consegui pensar dela.
Já Irene, ela eu tenho expectativas altas. Uma personagem com uma complexidade racional desviada por um senso de experimentar para saber, e eu adorei isso nela, por um momento eu pensei que ela seria a personagem perfeita que sabe de tudo e nunca perder ou se mete em problemas (sou fã número um dela agora, nem que para isso eu tenha que lutar com a autora dela para isso.).
Por último, mas não menos importante, temos Ava uma personagem com uma idade avançada, algo bem incomum, que possui uma família e consequentemente um motivo dupla para lutar e não lutar; ela pode por tudo a perder simplesmente por querer o melhor para sua família. Eu vou amar ver as batalhas internas dela nos momentos de crise.
Bom, quanto a ficha, eu sinceramente não sei se irei mandar. Mesmo que eu seja bastante confiante com a minha capacidade de criar personagens a ficha me deixou imaginando se eu tenho bagagem para responder algumas questões de uma maneira "certa". Caso eu decida fazer a ficha e não tiver nenhuma crise de perfeccionismo com um detalhe besta até amanhã eu já devo ter entregue algo à ti.
Ola, acho que cheguei atrasado na festinha. Mas foi culpa sua por ser maravilhoso de postar cedo, achei que ia demorar uns 15 dias e fiquei um tempo sem olhar o Nyah, resultando no atrasado aqui, mas ta tudo bem, ta tudo ótimo, ta tudo lindo, principalmente com essa delicia de capitulo, então sem mais delongas, lá vamos nós.
Começamos o capítulo conhecendo a Jessica Pace, ela me parece que é uma pessoa bem disciplinada e ao dizer que ela segue a mesma rotina há treze anos, embora ela aparentemente tenha aceitado, ainda sinto que ela possa se sentir meio presa a isso, presa também ao fato dela um dia ter que carregar o legado do pai e ajudá-lo em sua missão, que ao mesmo tempo que parece ser uma recompensa/um objetivo alcançado, pode ser uma responsabilidade com um grande peso em seus ombros, pelo menos eu me sentiria assim. E nesse capítulo também temos a primeira descrição física do Charles, que foge bastante do comum do gênero, embora tenha ganhado bastante espaço no meio com Luke Cage, por exemplo, eu fiquei um pouco bugado, pois eu tinha ficado tão imerso no primeiro capítulo/prologo que achava que já tinha lido uma descrição física do Hope, mas fui reler e realmente só nos é descrito os uniformes de ambos os vigilantes (e um pouco da estrutura física do Revolucionário).
Agora vamos a parte em que eu acho que dá nome ao capítulo, eu não sei muito de música, mas mesmo assim sinto que tem algo nesse título que não sei dizer o que é, talvez seja referente à composição que Bae criou para a encomenda, ou pode ser só uma menção a música por ela ser musicista, mas seila. Falando nela, eu sinto que tem algo suspeito ao seu redor (Além da furada em que ela se meteu), ela parece ter um apego, acho que na verdade seria uma dificuldade de se livrar, ao seu passado que para nós nos é misterios, algumas coisas como ela ser o grande destaque da turma, mas meio que se esconder, não se encaixam de uma maneira que se torna suspeito. Talvez uma culpa relacionada a sua habilidade, que pôde tê-la dado uma vantagem nesse meio? Isso me faz pensar em dela ter algum poder relacionado a vibrações. Mas como ela disse, ela podia sair daquele lugar de maneira imperceptível ”mas não o podia fazer naquelas condições”, o que meio que joga minha teoria por água abaixo e faz eu pensar que ela consegue ficar invisível, pois mesmo invisível ela não conseguiria se desamarrar das cordas. Por fim, um último comentário sobre a parte da Irene, que me veio em mente no fim com o resgate dos “Revoluciominions” é que mesmo tendo um primeiro contato tanto com o Revolucionário ou o Hope, não significa que eles se juntarão com o primeiro que os abordar, pois algo me diz que Bae pode ficar bem desconfiada de seus “salvadores”. ( Ainda mais que parte das escolhas dos personagens são feitas por nós, leitores)
A Ava me parece ser uma mulher bem autoconfiante e de presença forte, o que combina e talvez seja um traço da sua personalidade que foi criado inconscientemente diante sua aparente indestrutibilidade. Algo que podemos ver bem discretamente no início de sua parte no fato de mesmo sendo bastante perigoso na cidade depois das 8h e por suas proprias palavras “sabia dessa realidade detalhadamente”, ela sai para correr a noite no parque sem muita preocupação. Nessa parte também temos um pequeno destaque a música, que novamente nos leva ao título, que talvez seja apenas uma menção a música em geral mesmo. Música interrompida por uma possível ligação da história de Ava com a de Bae. Como não estamos no mundo real e sim em um ambiente “controlado”, 95% de chance do andar explodido ser onde a musicista estava. E essa aparição do Revolucionário no final, parece que ele planejou tudo cronometrado pra tudo se encaixar nas horas certas, ou eu to muito hypado nele, é possível.
Há antes de acabar, uma perguntinha que me veio em mente agora, como eu deveria lhe chamar? Filho de Kivi msm? Ou Kivison como vi nos comentários (Sim, acho que todo leitor sofre do mal de ler todos os comentários)? Ou tu tem um nome msm?
Você deve estar se perguntando, “O que cargas d’água você está fazendo aqui, comentando de novo o segundo capítulo de Vigilantes?”. Explicarei: Por motivos de falta do que fazer da vida (mentira haha, a razão é muito menos blasé, e, naturalmente, se tratando da minha pessoa, bem mais imprevisível e maluca), eu resolvi excluir minha conta no Nyah! — acentuando, assim, o sucesso que é meu convívio em meios sociais hahaha. (Pasme). Com a mesma precisão e rapidez que eliminei (sem dó) a dada conta, criei outra novíssima em folha.
Ocorre que meus outros dois comentários ficaram vinculados à antiga conta. Então, se não for pedir demais, você poderia excluí-los, por favor? Como estou acompanhando sua maravilhosa ficção, decidi repostar o comentário (agora nessa conta), mediante os praticíssimos Ctrl+C, Ctrl+V— uma vez, que o tenho salvo em doc. Dito isso, saiba que não precisa se dar ao trabalho em responder-me novamente (se assim decidir), uma vez que, já o fez antes, tão gentilmente como sempre. Como mencionei há pouco, desejo apenas deixar exposto aqui minhas observações, como havia feito anteriormente.
Então, aí vou eu (de novo hehehe).
Vamos às maravilhas deste capítulo, Filho de Kivi da Silva!
Jessica Pace. O fato de a garota carregar essa carga dramática, originária lááá do passado da adolescente — o lance com os pais, tudo aquilo —, cara, vou te falar que torna a personagem tão interessante, sabe? O processo de evolução. Não só por se tratar de uma pessoa muito jovem, mas, o peso da responsabilidade de ser a herdeira de Hope. Ele deixa claro, ainda, que a estava preparando para uma futura, ou quem sabe até, abrupta e repentina sucessão. Aliado a isso, há o fato de que ele sabia que os vigilantes voltariam, e o melhor de tudo, ela estaria na linha de frente ao lado do pai (tipo, “O QUÊ?” — cabeças explodindo. Meu pai é o Senhor Esperança, primeiro Vigilante motherfucker, e vamos matar bandidos ao melhor estilo blé-blé-blé? Adoraria substituir o “blé-blé-blé” deste raciocínio por uma analogia foda, mas, ao que parece os fusíveis cerebrais estão temporariamente desconectados).
Bem, é provável que a maioria, senão todos os personagens que já foram e serão, futuramente, apresentados aqui, tenham lá suas histórias de vida com dias difíceis — sobretudo, se tratando de uma cidade que está há anos declinando para a loucura marinada em merda/caos. Dessa forma, multiplica-se carga dramática, por consequência processos evolutivos de personagens. ♥ (Fato indiscutivelmente constatado).
Agora, (OMFG ♥) Oyango. Genteeee!! Charles Pace, até então, parceiro de cozinha de Brian C. e Aaron P. no Novo México haha, elevado majestosamente a Uganda forever! — Entendedores entenderão hahaha. (Um dos poucos Marvelzerianos que eu tenho interesse). Uma interessante e inesperada surpresa. Digno de congratulações por desmantelar a imagem do típico herói estereotipado americanizado.
Quanto a relação “Pai e filha”, estou tão apaixonada! Uma alma que completa a outra. Novamente, congratulações, dessa vez pela sensibilidade abalizada. E se não bastasse, ainda há este contexto incomum que você tão brilhantemente apresentou — a dada adoção da garota branca por um homem negro (e solteiro) —, o qual, aliás, já é naturalmente propenso a atrair olhares.
Devo confessar, que estou realmente louca para vê-los juntos em ação.
Agora, maninho (adoro esse trato. Um salve para o mano Mutano!), o que foi aquilo no POV da Irene Bae? — aliás, que personagem interessante, não é? Eu pisquei, e a loura do banheiro arrebentou a face da garota, pisquei de novo (não é um tique), e a maluca estava no chão; rindo para o teto, com dois buracos na cara hahahaha. E então (haja ♥, com a licença do jargão), me deparo com os pupilos do Motherfucker-Revolutionary-Homão-Da-Porra, escritório adentro. Uuuhhhh. Sim, porque imagino que ele mesmo não estava ali, certo?
Cara, que POV sensacional!
Irene está sendo recrutada por ele? É claro que foi atingida pelo raio (ZEUS! — desculpe, hoje estou muito sem graça), sendo assim, qual o poder da garota? Pensei em algo relacionado a eletricidade ou, quem sabe, teleporte. Enfim, notei que ela tentou se concentrar enquanto estava presa, pouco antes, dos Revolutinary Kid’s entrarem em ação (Pé na porta, chumbo na cara!! hahahahaha — desculpe, tentarei focar melhor daqui pra frente), com isso, imagino que aquele foi o momento em que tentava usar sua habilidade para escapar.
Uma observação: Sei que somos nós — reles criaturas fãs de ficções escritas — que criamos os personagens. Contudo, cabe a você, meu caro, Filho de Kivi, esmiuçar e expor detalhes, para que os outros que não fazem ideia do que o coleguinha criou, compreenda “o que é, quem é, e como é” aquela figura.
O trabalho está mais do que satisfatório, meu querido. ♥
Agora, vamos lá. Que comece a piração: Ai, meu FUCKING GOD! Ava “Lannister” Hudson ♥ logo de cara, face to face, com o Revolutionary!!!
Meu querido, muito obrigada por destrinchar de forma tão magnífica e habilidosa, minha Ava Hudson. Você a descreveu num cenário tão dela, tão a ver com tudo que envolve a atmosfera pessoal que eu imaginei para essa personagem (a qual, lamentei por não ter deixado tão intrínseca na ficha. Então, vem você e — pasmem — unifica e padroniza as cinzas que eu havia deixado de lado. Que divino!).
Bem, quanto a “delicadeza” do encontro com nosso amigo (aliás, quanto a isso, estamos HOPE 0 x 2 REVOLUCIONÁRIO — uma vez que, Charles ainda não contatou pessoalmente Julia Martín), preciso confessar que tive taquicardia com o susto haha. Todavia, o choque foi suprimido pela situação em que Ava se encontrou a seguir. Toda a cena ficou mais rica, devido a forma inesperada com a qual foi apresentada seu desfecho.
POV maravilhoso! ♥
Falando nisso, o prédio que teve o andar detonado, foi o mesmo da confusão com a garota Bae? Dobrarei as doses do ansiolítico a espera do novo capítulo, maninho.
Parabéns por esse capítulo incrível! Não brincou em serviço.
Olá, querida MimiMie, que bom revê-la por aqui. Você me assustou um pouco ao sumir repentinamente, achei que havia sido abandonado pela criadora de uma das melhores personagens da p**** toda hehe. Como assim a "genitora" da Ava Hudson simplesmente sumiu do nyah? Pode isso, Arnaldo? Pode não hehe. Mas que bom que está de volta, ainda mais se dando ao trabalho de comentar novamente. Espero que siga acompanhando e comentando a história.
P.S.: Não sabia que meu pai na literatura, o magnânimo senhor Aleksis Kivi havia se envolvido com uma Silva para que eu ganhasse essa curiosa nova alcunha hehehehe.
Sem mais delongas, vamos à resposta desse incrível comentário:
Hei! Olá, senhorita, como estás? Ok, deixa eu respirar um pouco antes de responder a esse maravilhoso comentário hehe. Tentarei responder a cada detalhe, então vamos lá: Primeiro tenho que dizer que gosto de trabalhar personagens jovens, mas gosto sempre de personagens jovens fortes, que conseguem amadurecer no decorrer da trama. As pessoas evoluem, aprendem (ou não) com seus erros, e se modificam de alguma forma, seja para o bem ou para o mal (ou até mesmo para algum tom de cinza entre esses dois), e quero usar Jessica (e os demais personagens jovens, para sintetizar isso). Charles Pace e o Revolucionário mudaram suas vidas por completo quando decidiram se tornar vigilantes, e isso também ocorrerá com os seus pupilos. Mas voltando a Jessica, queria mostrar a relação que ela tem com Charles, e a visão de mundo dos dois, vivendo sob regras que buscam protegê-los acima de qualquer coisa. Pace (o Pace pai hehe) sabe a celeuma que ocorreria caso descobrissem que ele é o Hope, e por isso vem preparando Jessica para a ação durante todos esses anos. Ah, e de fato, todo mundo perdeu alguma coisa por conta do caos que a cidade se tornou nas últimas décadas, então espere amargura de alguns e vingança de outros hehe. Todo mundo ali tem alguma motivação que o fará agir. Até agora você foi a única a destacar esse ponto da origem do Charles. Não sei se algum dos leitores o imaginou negro, então talvez isso já tenha sido uma surpresa. Amplie-se isso pelo fato de ele não ser um nativo americano, e sim de Uganda. Tudo isso entra no campo das questões sociais que pretendo trabalhar dentro da história. Acredito que essas poucas informações já tenham construído um background mais rico para um personagem que deve ter passado por poucas e boas durante todo o seu crescimento, mas que ainda assim, quando teve a chance, decidiu lutar por aquilo que acredita ser um bem maior. E que bom que gostou da interação dos dois hehe. Confesso que gosto de escrever sobre a Jessica, achei uma concepção legal de personagem, e queria mostrar essa relação amistosa dela com o pai. Fico feliz por ter conseguido passar isso hehe. Ah, e gostei do "Uganda pra sempre!" hehehehe. Não foi minha intenção, mas ficou bem maneiro hehe. Olha, eu temia que o POV da Bae ficasse muito corrido, mas pelo visto você curtiu hehe. A personagem da Ophelia é realmente muito complexa (e isso é um baita elogio, pois adoro personagens complexos). Ela foi bastante detalhista na concepção da ficha, o que me trouxe segurança para trabalhar todas as nuances da personagem, e olha, gostei bastante. Tentei detalhar a questão da personalidade e da sua riqueza, mas sem entregar muito sobre a personagem em si. Afinal de contas, quero que conheçam aos poucos, pois tentarei surpreendê-los em muitos momentos. Se te causei muitas dúvidas então a missão fui cumprida com sucesso hehehe. Tivemos nossa primeira cena de ação, com duas mortes e a invasão de vários "revolucionários". Todas essas questões serão respondidas, mas o que posso adiantar é que o próprio Revolucionário não estava entre eles, e o que ocorreu no prédio e no parque (no POV da Ava), foi num período de tempo curto entre um e outro. E os poderes dela serão explicados mais a frente, só quis dar um gostinho agora hehe. Ainda bem que gostou da Ava. Sempre bate aquele medinho de não agradar o criador(a) da personagem, já que uma coisa é a minha concepção, e outra totalmente diferente é a concepção de quem o criou. Confesso que fico aliviado em saber que gostou tanto assim hehe. Na verdade eu tenho que te dizer que gostei muito da Ava, um verdadeiro mulherão da p****! Já tô vendo que teremos muitas personagens femininas fortes por aqui, o que é maravilhoso, justamente o que queria trabalhar nessa história. Tentei passar os tons da personalidade dela que você muito bem criou, mas, novamente, sem entregar todos os detalhes. Gostei muito do background que você fez, pois deixou ela muito mais complexa e propensa a tomar decisões muito complicadas. E sim, já vimos muito bem a diferença de ação entre Hope e Revolucionário. Ser discreto parece não ser uma qualidade do grandão hehe. E sem precisar de muita explicação, já mostrei a mega força que ela tem (tanto interna quanto externa hehehe). Acho que mesmo sem entrar em muitos detalhes a galera conseguiu captar os poderes da super Ava. O próximo capítulo ainda não tem uma data certa, mas não tardará. Darei notícias sobre as novidades da história por MP, irei mantê-los informados. Agora muito, muito obrigado mesmo por todos os elogios. Adorei o seu comentário mega detalhista, me deixou realmente muito feliz. Que bom que está gostando da história. Já falamos por MP e já irei desenvolver a decisão que tomou. Espero que siga acompanhando e comentando. Abraços!
Novamente, obrigado por se dar ao trabalho de comentar outra vez o capítulo. Estou bastante animado com o andamento da fic e assim que tiver tempo posto logo o terceiro capítulo. São comentários como esse que acabam me incentivando a seguir escrevendo ante todas as dificuldades do "mundo real", bem mais sombrio e cheio de desalentos do que essas páginas. Mas, sigamos.
Antes de mais nada, queria me desculpar pela demora para comentar. Eu acompanho poucas histórias aqui no site, pelo menos por enquanto, e como o seu prazo era mais ou menos de 15 em 15 dias, diminuí a minha frequência aqui – afinal, entrar e não ver uma atualização da Vigilantes me incomodou bastante nos dias posteriores à minha ficha, confesso. Mesmo que eu soubesse e aceitasse totalmente o fato de que você tem planos para postar. Acho que é inevitável ficarmos ansiosos por algo, mesmo sabendo que essa coisa vai demorar. Não demorou tanto quanto eu esperava! Então, em vez de ansiosa, estou é bem feliz.
Tudo bem, vamos ler o capítulo.
Como esperado, temos a Jessica, a famosa, a famigerada Jessica. A Pace que, por ainda não ter sido apresentada, me deixou bastante curiosa – e, é claro, por ser filha de Hope, aumente a minha curiosidade em milhões de vezes. Não sei se é pelo fato de ela treinar jiu-jitsu ou por alguma outra característica sua que tenha sido apresentada e eu não possa nomear ainda apenas por não saber analisar direito as pessoas, mas ela passou-me a impressão de ser uma garota forte. Forte como uma líder, se me permite dizer. Levando em conta a sua história e suas influências atuais, é claro, Jessica precisa ser forte, e tem toda a questão de ser algo natural a ela (o que só considerei lendo outros comentários), mas ainda… Existe algo que me deixa um pouco inquieta. Eu REALMENTE não consigo explicar o que é, mas acho que não é algo tão centrado na disciplina que ela desenvolveu, e sim nessa força que, aliada à relação com Hope até agora, fez com que ela conseguisse suportar seu passado e sua habilidade. Dá para entender…? Hm… Acho que quero dizer que Jessica não me parece uma pessoa analítica, e sim alguém com uma carga emocional que de certa maneira a fortificou a ponto de ela conseguir ser assim. Ainda que talvez ela seja obrigada (não intencionalmente, mas ainda assim) a ter a responsabilidade de ficar lado a lado com uma pessoa tão importante como o pai. Naturalmente ela herdará a posição de Hope – ou, pelo menos, será a mais próxima do comando depois dele –, mas é de fato uma ocupação tão pesada. Jessica parece ter desenvolvido disciplina e força por causa da pressão de estar junto a um Vigilante tão importante. Isso me preocupa um pouco.
E ainda sobre a primeira parte, devo dizer que a estrela de Hope brilhou para mim. Ele demonstrou ser bastante diferente do Revolucionário do primeiro capítulo, já que para mim a benevolência pareceu ser infiltrada em sua personalidade desde que era pequeno. Vindo de um lugar tão pouco representado, Onyango é um personagem cujo prazer em acompanhar surge ainda mais ao sabermos de sua história. É como… um super herói de valores virtuosos, que se justifica como sendo assim desde sempre – e é exatamente isso que gostamos nele. Além das origens de Hope, ah… Como é bonita a relação que ele tem com a filha. Essa confiança e esse afeto são admiráveis. Os dois parecem ser uma dupla cujos laços são extremamente concretos, então ler como essa relação vai ser demonstrada no decorrer da história também vai ser algo que eu esperarei ansiosamente para acompanhar.
E, nossa. Já começamos com a Irene…! Assim eu fico lisonjeada. KKK. Okay, vamos lá. Logo de início, essa encomenda. Hm… Certo, ela é bastante estranha. É compreensível essas justificativas de fórmulas novas e tudo mais, porém assim como a senhorita Bae, eu provavelmente faria mais movida pelo dinheiro do que pela minha lógica em não me envolver com coisas estranhas. As pessoas precisam viver, né. Enquanto leio, estou percebendo a maneira com que você descreve as coisas. O dia, o céu, as cores… É quase poético para mim. Preciso te dizer que está sendo muito agradável ler isso tudo, parece que uma obra de arte está sendo pintada diante de meus olhos. É algo animador, esplendoroso. Sua escrita é rica demais… Deixa eu imprimir essa parte e colar na minha porta. Se eu lê-la todos os dias, certamente eu verei as coisas de uma maneira mais artística também. Talvez você tenha feito isso apenas por ser a Irene, ou por ser o seu jeito mesmo… Não importando o caso, me agradou, e muito. A ponto de eu ler a comparação entre Irene e uma estrela, e sorrir. Estou encantada, senhor autor. De verdade. ♥. – AH, UAU. Nossa. Espera. Nossa. Choqueee. De fato, tinha algo errado, mas já partindo pra essa agressividade? Pegou-me de surpresa, totalmente, nossa, eu estou até rindo de nervoso. KKKKKK. Calma. Certo, terminei. Vamos aos comentários sobre essa parte (tirando o fato de eu ter achado sua escrita para essa parte a mais agradável de todas). Ver a Irene assim, viva, fora de uma ficha de fato é algo que eu estava esperando ansiosamente para que acontecesse. E devo dizer que não estou nem um pouco decepcionada com o que li. Procurei detalhar ao máximo aquela colcha de retalhos que eu finalmente havia conseguido arrumar, e logo quando li todas as vezes em que você elogiou a senhorita Bae e o quão complexa ela é, não pude evitar de sentir que faria um trabalho muito bom. Resolvi confiar ao máximo e, ainda que era possível que eu acabasse com certo desprazer, esse nem de longe foi o caso. Você conseguiu entendê-la, hm? Foi o que consegui sentir. Acho que os outros leitores, se lessem a ficha, diriam a mesma coisa. E fico muito, muito feliz com isso! De verdade! Ver o seu trabalho com ela foi muito gratificante para mim. Você acertou em cheio, senhor autor. Cheers!~
Sem enrolar, porque o comentário logo vai chegar em 1000 palavras (alguém tem que me parar, será que eu sei o qUE SÃO LIMITES?), vou ler a última parte. Já preciso dizer que ver uma verdadeira adulta que, assim como o Revolucionário e Hope, foi atingida pelo raio, é bem interessante. Tenho um pouco de medo de fazer personagens que passam de certa idade por causa da história e da maturidade que exige – algo que eu não tenho e provavelmente vou adquirir só por ser obrigada –, mas ler sobre eles me agrada bastante, até. O diferente muitas vezes é bem mais atraente, não é? Ava possui algo bem complexo para controlar: essa sua vontade de expor seus sentimentos, expor a verdade, quando ela tem uma família que sofrerá as consequências disso. Se ela cometer um deslize sequer, essa censura corrompida pode acabar com tudo que todos eles construíram… Novamente isso requer a maturidade que eu comentei. A responsabilidade de alguém que já sabe claramente que o mundo nunca vai funcionar como desejamos, de maneira justa e correta. Acho que só nos resta procurar refúgio na música, mesmo. Ironicamente, essa Faith parece dar a ela a fé necessária em momento assim. Isso é louvável. E, oh, uma explosão? Talvez… Irene? É a única coisa que vem à minha mente. Mas, claro, pode ser a brecha para outro personagem (o que novamente traria a mim aquela ansiedade de esperar 15 dias). Interessante. Ah, eu comentei sobre a força da Jessica antes, mas parece que Eva é a nossa personagem feminina forte. Literalmente. KKKK. Eu simpatizei com ela, parece uma mulher louvável. Do tipo que todos gostam e apreciam. Como a maioria dos comentários disse, Ava é a mulher do momento, seu futuro é algo que me interessará muito. Especialmente pelo fato de ela ter acabado de ver alguém como o Revolucionário, né? Em seu lugar, eu realmente ficaria petrificada. Logo ele, alguém tão influente para ela… E, se ela se se juntar a ele, isso já diz muito mais sobre si mesma. Por causa do jeito radical que ele tem, e tudo mais. Ava, Ava… Você com certeza é incrível.
Ler esse capítulo foi a melhor parte do meu dia. Como eu comentei, estou apaixonada pela sua escrita, e espero que para você tenha sido tão prazeroso escrever quanto foi para nós, leitores, ler suas palavras. Estou esperando ansiosamente (mesmo) pelo próximo capítulo!
Ophelia.
Okay, uau. Eu realmente adorei cada parte do capítulo, desde a escrita até a forma como os novos personagens foram sendo apresentados. Mesmo sendo participações não tão compridas ou com muita profundida, eu gostei de ter ficado curiosa quanto ao passado de cada um. Primeiramente, vamos à Bae:
O trecho onde é mencionado o passado dela, que ela já viveu tantas coisas e tal, fez com que uma luzinha se acendesse na minha cabeça. Qual exatamente a história dessa garota? Ela tem vinte e três anos, é musicista, mas...Não sei, estou com um pé atrás.
Se eu fiquei em dúvida entre gostar ou não da Bae, achei a Ava simplesmente maravilhosa. Sério, eu admiro muito essa mulher só pelo fato de ela ter se envolvido em um mundo tão perigoso, estando tão próxima aos Vigilantes. Principalmente do Revolucionário, não é mesmo? Esse aí me dá calafrios, mas acredito que seja no bom sentido hehe. Também gostei do fato de ela ter uma família, porque isso significa que ela tem muito à perder caso as coisas deem errado. O mesmo se repete com o Charles, afinal, apesar da Jessica ser tão bem treinada, ainda é alguém muito importante para ele. Vamos ver se o Revolucionário mantém a promessa de ficar longe da filha do Hope.
No mais, gostei da menção da Julia também. Não vai ser uma tarefa fácil se aproximar dela, apesar de ser alguém bem, hm...expansiva, digamos assim, é muito difícil que realmente deixe alguém se aproximar.
Ansiosa demais para o próximo!
Hei!
Bastante feliz pelo seu comentário, estava ansioso hehe.
Como eu gosto de comentários detalhistas hehe, adoro responder cada detalhe, então vamos lá:
Acho que teremos sempre três divisões por capítulo, tendo em vista que cada uma receberá a visão de um personagem diferente. Essa história não será focada apenas nos personagens que me enviaram (óbvio que eles terão muita importância, e serão sim "protagonistas"), quero fazer algo mais rico do que isso. Hope, Revolucionário e Jessica Pace terão seus POVs solo, mas além deles, pretendo trabalhar a questão política também, e inclusive logo logo vocês conhecerão um pouco mais sobre a prefeita de Starlight Town. Eu tentei aprofundar o que era possível em cada subdivisão do capítulo, mas tomei cuidado para não entregar todos os pontos. Quero que conheçam os personagens aos poucos, e isso inclui também os seus poderes. Não sei se tem alguma teoria sobre o que Bae consegue fazer hehe. E o fato de você ter ficado duvidosa quanto ao passado dela mostra que consegui o que queria hehe. Vou soltando essas informações aos poucos, e assim vocês vão entendendo e se afeiçoando a eles.
A Ava é realmente uma personagem adorável. Gosto muito da força interna que ela tem, que vem muito do passado. Ela tinha um trabalho de risco, e talvez seja a pessoa que melhor conhece os vigilantes. Gostei também pelo fato dela ter uma família, o que acaba causando muitas implicações na própria história e tomada de decisões dela. O Revolucionário realmente assusta um pouco hehe. E ele também não é nada sutil, simplesmente jogou um carro pra cima da Ava só pra chamar a atenção dela hehe. Acho que no capítulo já ficou clara a diferença entre ele e o Hope hehe.
Charles também tem muito a perder, como você bem disse. Após dez anos juntos ele e Jessica tem uma relação verdadeiramente de pai e filha, até mesmo pelo fato de ela ter poucas lembranças dos pais biológicos, que morreram quando ela era muito novinha. E agora ela já tem a sua primeira missão, justamente ganhar a confiança de Martín, o que sei que não será nada fácil hehe.
Novamente agradeço por todos os elogios, me esforcei bastante nesse capítulo para que pudessem entender como pretendo colocar os seus personagens na história. Me esforcei ao máximo para tentar passar a ideia que tiveram quando os criaram. E assim seguirei.
Espero que siga acompanhando e comentando.
Até o próximo capítulo!
Abraços!
Mais uma vez eu me vi extremamente imersa durante o capítulo! Eu estou apaixonada por sua escrita! Desde o modo como você descreveu o ambiente físico e mental dos personagens, até as cenas muito bem escritas de ação!
Eu me senti encantada ao perceber que, de acordo com a psique do personagem, sua própria escrita se moldou de maneiras diferentes, causando um incrível estado de imersão em que eu pude me conectar sem maiores obstáculos com os futuros vigilantes!
Adorei Jessica Pace e seu modo centrado, analítico e quase perfeccionista! Assim como também amei a relação fraterna com Charles! Jessica me pareceu alguém muito badass, mas com um coração puro e ainda carregando sua inocência, já que ela própria ainda é uma adolescente!
Irene Bae me passou a imagem de ser alguém extremamente analítica e centrada, além de que eu adorei o contraste feito entre essa personalidade "fria" e o modo como Irene se centra tanto em sua intuição! É algo que não se espera de alguém tão fechada, como ela passou a imagem de ser.
Além disso, estou curiosa e preocupada com a situação dela. Por que atacá-la? E quem a salvou? Charles? O Revolucionário? Ou alguém que ainda iremos conhecer?
Aah, Ava! Eu tenho que dizer que adorei como ela se passou por alguém tão mundana, com preocupações realísticas, mas angustiantes diante de um governo tão corrupto, para a porra de uma versão da Jessica Jones ou de qualquer outro super-herói/heroína, que tenha extrema força!
E é claro que o Revolucionário testaria e se apresentaria a Ada de um modo tão...peculiar, se não violento!
Estou ansiosa pelos próximos capítulos! E já estou perto de finalizar minha ficha, infelizmente a faculdade está cobrando demais de mim esses dias, mas obrigada por guardar uma ficha para mim! :)
xoxo, wolfnir.
Hei! Olá!
Fiquei durante a semana aguardando ansiosamente sua ficha, cheguei até a pensar que havia desistido hehe. Olha, entendo muito bem essa questão da faculdade. Estou na reta final da minha e tem sido cada vez mais puxado, por isso mesmo tirei o pouco de tempo que tive nessa manhã para responder aos comentários. Portanto, fique tranquila, sua vaga está guardada, mande a ficha quando quiser, não tem problema.
Olha, esse foi um ótimo detalhe destacado por você, a questão da psique dos personagens. Eu faço os POVs pelo ponto de vista dos personagens, então a narração (por mais que seja em terceira pessoa), acaba tomando a visão de mundo daquele que recebe destaque. Claro que é um desafio colocar no papel personas que não foram criadas por você, mas como todos foram muito detalhistas nas fichas, isso facilitou um pouco a questão da verossimilhança. A minha intenção é justamente que vocês se conectem com os personagens, conhecendo suas vidas e conceitos, e tirando conclusões a partir disso. Tentarei sempre ser profundo nas descrições emocionais e psicológicas, pois acho isso muito mais importante do que a questão física, quando se trata de concepção. Não quero ser raso e que um fique igual ao outro, entende?
Que bom que gostou da Jessica. Muitos estavam curiosos para que eu a mostrasse no capítulo, por isso escolhi abrir esse segundo capítulo trazendo logo os dois, pai e filha, e explorando essa relação que eles tem. Jessica é forte, mas ainda mantém sua inocência, afinal de contas, ainda está crescendo como pessoa e aprendendo mais sobre a vida. E a partir de agora ela começará a agir, já que acabou de receber sua primeira missão. O próximo capítulo irá trabalhar essa primeira aproximação dela com a Julia Martín. Será bem interessante.
A Irene é realmente bastante analítica e centrada. Ela tem um história complexa e visceral, o que construiu toda a personalidade que ela tem hoje. Méritos totais para a Ophelia, que a criou. Mas você ainda conhecerá muito mais detalhes dela, incluindo os poderes, que ainda não foram mostrados. Quanto as suas perguntas, só posso adiantar que as pessoas que invadiram a sala, matando os dois que a prendiam na cadeira, estavam vestidos com roupas iguais a do Revolucionário, então a partir daí você já pode tirar suas conclusões hehe. Mais detalhes serão mostrados nos próximos capítulos.
A Ava também merece palmas, e MimiMie também, já que a criou maravilhosamente bem. Também acho que o mais legal dela é essa questão mundana, principalmente no que tange a família e as questões do seu trabalho, que está diretamente ligado não só aos vigilantes, mas como também ao governo opressor, que vem dificultando cada vez mais o trabalho da imprensa. Ela tem muito a perder, e isso irá influenciar na sua tomada de decisão. Mas ao mesmo tempo ela possui toda essa força hehe, que pode ser de grande valia tanto para o Hope quanto para o Revolucionário. E como o segundo não é nem um pouco discreto, já chegou jogando um carro pra cima dela e testando os seus poderes hehehe. Vamos ver o que ocorrerá. Será que ela irá com ele?
Muito obrigado por todos os elogios, adorei o seu comentário! E não se preocupe, sua vaga está guardada.
Nos vemos no próximo capítulo!
Abraços!
Olá!
Começando pela parte técnica mesmo, eu gostei muito do formato dos pontos de vista e realmente acho que funciona que cada personagem tenha seu momento bem claro e imerso em seu próprio universo, digamos assim. Realmente, talvez a visão tipicamente eurocêntrica não tenha me permitido visualizar Charles Pace como negro, porém - agora com uma descrição bem feita - não consigo imaginá-lo de outra forma! A relação fraternal entre ele e Jessica foi muito bonita de ler, nota-se que existe muito amor, cuidado e companheirismo ali. Eu preciso admitir que geralmente tenho um fraco para vilões, mas o Hope me atrai bastante hahahah
Como foi dito em outros comentários, Bae é misteriosa. Não consigo enxergar plenamente qual é o real posicionamento dela, mas eu jamais pensaria nela como alguém tão extrema quanto o Revolucionário, mas posso estar enganada. Sobre os poderes, não sei. Eu tenho algumas suspeitas e tendo a pensar mais em poderes furtivos e sutis. Eu percebi e adorei o fato de termos pessoas de diferentes ascedencias!
A maioria aqui gostou da Ava e eu só posso dizer que concordo, porém, me mantenho cautelosa. Na realidade, eu prefiro me manter cautelosa com qualquer um que o Revolucionário resolva ir atrás, porque se esse maluco acha que é uma boa ideia ir atrás dessas pessoas, então é porque elas devem ser meio maluquinhas também hahahah. Aliás, eu preciso ressaltar que achei simplesmente hilário o contraste entre Hope e ele. Charles se manteve calmo, tentou averiguar a informação e pediu para a própria filha ir se aproximando aos poucos da garota mexicana, Julia, enquanto o Revolucionário chegou atirando e jogando carros em cima das mulheres. Eu ri demais!
Ansiosa para o próximo capítulo e por enquanto estou gostando dessa dinâmica dos Vigilantes estarem recrutando seus respectivos pupilos. Embora eu ache que nenhum deles vá atrás da Charlie (mais provável que ela mova o céu e o inferno para achá-los hahaha), me agradou a ideia de estarem se formando duas equipes que serão praticamente rivais. Como eu disse, tenho um fraco por vilões ou, nesse caso, anti herói, então o Revolucionário é um homão que me conquistou demais, to be honest.
Estarei aguardando ansiosamente para próximo capítulo e para a apresentação dos novos personagens.
Beijos!
Já começo pedindo desculpas pela demora em responder. Nesse meio tempo descobri que sofro de uma doença um tanto complicada e incurável, e passei a fazer o tratamento com inúmeros comprimidos por dia. Havia prometido postar a cada quinze dias, mas dessa vez vai atrasar um pouquinho. Prometo dar o máximo para postar até segunda feira.
Agora vamos ao comentário de fato...
Sim, sim, foi meio que uma quebra de paradigmas termos o Hope como um cara negro e estrangeiro. Eu acredito que a maioria das pessoas achavam que ele era branco, e desconstruir conceitos é algo que gosto de fazer, assim como críticas sociais, então você vai encontrar muito disso por aqui. A questão dele com a Jessica foi no ponto certo. O tempo em que ela é criada por ele, faz dele sim um pai pra ela; e que queria mostrar todo o companheirismo e amor que existe entre ambos.
Bae é uma personagem incrível, você ainda a verá fazendo coisas extraordinárias hehe. O capítulo tinha mesmo a intenção de plantar a dúvida sobre que lado cada personagem irá ocupar, e isso também se encaixa como um recurso para preder suas atenções hehe.
A Ava seria a arma mais potente para qualquer uma das equipes, afinal de contas, com sua super força, ela conseguiria facilmente tirar a prefeita do poder com um único soco hehehe. Eu gostei muito de escrever esse contraste também. Onyango muito mais centrado e calculista enquanto que o revolucionário dá um "oi" na Ava, jogando um furgão em cima dela kk.
Sua Charlie é única e já tem um lugar especial dentro da história, não preocupe quanto a isso. Mas eles estarem sendo recrutados, não significa que tomarão partido, e isso ficará mais entendido a partir do próximo capítulo.
Beijos, desculpe de verdade pela demora, eu não abandonei a fic, não se preocupe. Estou em tratamento me esforçando muito para conseguir seguir escrevendo.
Um dia de cada vez. Nos vemos o próximo capítulo!
E ai
Bom, quero começar dizendo que eu li esse capitulo umas 3 vezes de tão bom que é haha gostei da sua escrita e do jeito que apresenta os personagens, prece tudo muito real, saca?
Sobre Hope e Jessica, gostei muito do afeto entre os dois ♥ achei muito lindo esse amor de " pai e filha " mesmo eles não tendo laços de sangue. Espero grandes coisas dessa menina
Na verdade eu quero lar sobre Hope e o Revolucionario
Eles parecem ser pólos opostos, totalmente opostos. Hope aparenta er um homem todo bondoso, com um coração enorme que esta sempre disposto a ajudar quem precise, o típico herói que aparece por aí
Já o Revolucionário é implacável, é o dead pool da fanfic hahaha gosto dele, fico pensando na possibilidade dos dois trabalhando juntos. será que da? hahaha
é complicado dizer quem estaa certo ou errado, eu realmente não quero tomar partido ainda por que é uma decisão complicada que mais pra rente vou acabar mudando, tenho quaase certeza. Bom... não tenho muito a falar, então é isso ♥
Cara, a sua escrita é ótima. A principio eu pensava que seria uma escrita com um detalhismo exagerado, algo que eu particularmente até gosto, mas acabou que tudo se encachou tão bem que parecia estar na medida certa, parabéns por esse nível de escrita (sinto até dó de você por ter que ler meus comentários baseados em comentários desconexos a alguma parte do capítulo. Somente dessa vez teremos algo "mais elabora" porque já terminei de ler o capítulo).
Como não teremos um comentário habitual meu vamos ao que eu achei dos personagens-foco desse capítulo:
Começando com a protagonista do "lado da luz", Jessica, ela me pareceu a personagem que vai passar por grandes períodos de provação exatamente por ser aquele que chega mais próxima de ser o legado de Hope, mas foi só isso que consegui pensar dela.
Já Irene, ela eu tenho expectativas altas. Uma personagem com uma complexidade racional desviada por um senso de experimentar para saber, e eu adorei isso nela, por um momento eu pensei que ela seria a personagem perfeita que sabe de tudo e nunca perder ou se mete em problemas (sou fã número um dela agora, nem que para isso eu tenha que lutar com a autora dela para isso.).
Por último, mas não menos importante, temos Ava uma personagem com uma idade avançada, algo bem incomum, que possui uma família e consequentemente um motivo dupla para lutar e não lutar; ela pode por tudo a perder simplesmente por querer o melhor para sua família. Eu vou amar ver as batalhas internas dela nos momentos de crise.
Bom, quanto a ficha, eu sinceramente não sei se irei mandar. Mesmo que eu seja bastante confiante com a minha capacidade de criar personagens a ficha me deixou imaginando se eu tenho bagagem para responder algumas questões de uma maneira "certa". Caso eu decida fazer a ficha e não tiver nenhuma crise de perfeccionismo com um detalhe besta até amanhã eu já devo ter entregue algo à ti.
Até o próximo capítulo..:)
Ola, acho que cheguei atrasado na festinha. Mas foi culpa sua por ser maravilhoso de postar cedo, achei que ia demorar uns 15 dias e fiquei um tempo sem olhar o Nyah, resultando no atrasado aqui, mas ta tudo bem, ta tudo ótimo, ta tudo lindo, principalmente com essa delicia de capitulo, então sem mais delongas, lá vamos nós.
Começamos o capítulo conhecendo a Jessica Pace, ela me parece que é uma pessoa bem disciplinada e ao dizer que ela segue a mesma rotina há treze anos, embora ela aparentemente tenha aceitado, ainda sinto que ela possa se sentir meio presa a isso, presa também ao fato dela um dia ter que carregar o legado do pai e ajudá-lo em sua missão, que ao mesmo tempo que parece ser uma recompensa/um objetivo alcançado, pode ser uma responsabilidade com um grande peso em seus ombros, pelo menos eu me sentiria assim. E nesse capítulo também temos a primeira descrição física do Charles, que foge bastante do comum do gênero, embora tenha ganhado bastante espaço no meio com Luke Cage, por exemplo, eu fiquei um pouco bugado, pois eu tinha ficado tão imerso no primeiro capítulo/prologo que achava que já tinha lido uma descrição física do Hope, mas fui reler e realmente só nos é descrito os uniformes de ambos os vigilantes (e um pouco da estrutura física do Revolucionário).
Agora vamos a parte em que eu acho que dá nome ao capítulo, eu não sei muito de música, mas mesmo assim sinto que tem algo nesse título que não sei dizer o que é, talvez seja referente à composição que Bae criou para a encomenda, ou pode ser só uma menção a música por ela ser musicista, mas seila. Falando nela, eu sinto que tem algo suspeito ao seu redor (Além da furada em que ela se meteu), ela parece ter um apego, acho que na verdade seria uma dificuldade de se livrar, ao seu passado que para nós nos é misterios, algumas coisas como ela ser o grande destaque da turma, mas meio que se esconder, não se encaixam de uma maneira que se torna suspeito. Talvez uma culpa relacionada a sua habilidade, que pôde tê-la dado uma vantagem nesse meio? Isso me faz pensar em dela ter algum poder relacionado a vibrações. Mas como ela disse, ela podia sair daquele lugar de maneira imperceptível ”mas não o podia fazer naquelas condições”, o que meio que joga minha teoria por água abaixo e faz eu pensar que ela consegue ficar invisível, pois mesmo invisível ela não conseguiria se desamarrar das cordas. Por fim, um último comentário sobre a parte da Irene, que me veio em mente no fim com o resgate dos “Revoluciominions” é que mesmo tendo um primeiro contato tanto com o Revolucionário ou o Hope, não significa que eles se juntarão com o primeiro que os abordar, pois algo me diz que Bae pode ficar bem desconfiada de seus “salvadores”. ( Ainda mais que parte das escolhas dos personagens são feitas por nós, leitores)
A Ava me parece ser uma mulher bem autoconfiante e de presença forte, o que combina e talvez seja um traço da sua personalidade que foi criado inconscientemente diante sua aparente indestrutibilidade. Algo que podemos ver bem discretamente no início de sua parte no fato de mesmo sendo bastante perigoso na cidade depois das 8h e por suas proprias palavras “sabia dessa realidade detalhadamente”, ela sai para correr a noite no parque sem muita preocupação. Nessa parte também temos um pequeno destaque a música, que novamente nos leva ao título, que talvez seja apenas uma menção a música em geral mesmo. Música interrompida por uma possível ligação da história de Ava com a de Bae. Como não estamos no mundo real e sim em um ambiente “controlado”, 95% de chance do andar explodido ser onde a musicista estava. E essa aparição do Revolucionário no final, parece que ele planejou tudo cronometrado pra tudo se encaixar nas horas certas, ou eu to muito hypado nele, é possível.
Há antes de acabar, uma perguntinha que me veio em mente agora, como eu deveria lhe chamar? Filho de Kivi msm? Ou Kivison como vi nos comentários (Sim, acho que todo leitor sofre do mal de ler todos os comentários)? Ou tu tem um nome msm?
Atenciosamente.
P. Wolf
Olá, meu caro Kivison!
Você deve estar se perguntando, “O que cargas d’água você está fazendo aqui, comentando de novo o segundo capítulo de Vigilantes?”. Explicarei: Por motivos de falta do que fazer da vida (mentira haha, a razão é muito menos blasé, e, naturalmente, se tratando da minha pessoa, bem mais imprevisível e maluca), eu resolvi excluir minha conta no Nyah! — acentuando, assim, o sucesso que é meu convívio em meios sociais hahaha. (Pasme). Com a mesma precisão e rapidez que eliminei (sem dó) a dada conta, criei outra novíssima em folha.
Ocorre que meus outros dois comentários ficaram vinculados à antiga conta. Então, se não for pedir demais, você poderia excluí-los, por favor? Como estou acompanhando sua maravilhosa ficção, decidi repostar o comentário (agora nessa conta), mediante os praticíssimos Ctrl+C, Ctrl+V— uma vez, que o tenho salvo em doc. Dito isso, saiba que não precisa se dar ao trabalho em responder-me novamente (se assim decidir), uma vez que, já o fez antes, tão gentilmente como sempre. Como mencionei há pouco, desejo apenas deixar exposto aqui minhas observações, como havia feito anteriormente.
Então, aí vou eu (de novo hehehe).
Vamos às maravilhas deste capítulo, Filho de Kivi da Silva!
Jessica Pace. O fato de a garota carregar essa carga dramática, originária lááá do passado da adolescente — o lance com os pais, tudo aquilo —, cara, vou te falar que torna a personagem tão interessante, sabe? O processo de evolução. Não só por se tratar de uma pessoa muito jovem, mas, o peso da responsabilidade de ser a herdeira de Hope. Ele deixa claro, ainda, que a estava preparando para uma futura, ou quem sabe até, abrupta e repentina sucessão. Aliado a isso, há o fato de que ele sabia que os vigilantes voltariam, e o melhor de tudo, ela estaria na linha de frente ao lado do pai (tipo, “O QUÊ?” — cabeças explodindo. Meu pai é o Senhor Esperança, primeiro Vigilante motherfucker, e vamos matar bandidos ao melhor estilo blé-blé-blé? Adoraria substituir o “blé-blé-blé” deste raciocínio por uma analogia foda, mas, ao que parece os fusíveis cerebrais estão temporariamente desconectados).
Bem, é provável que a maioria, senão todos os personagens que já foram e serão, futuramente, apresentados aqui, tenham lá suas histórias de vida com dias difíceis — sobretudo, se tratando de uma cidade que está há anos declinando para a loucura marinada em merda/caos. Dessa forma, multiplica-se carga dramática, por consequência processos evolutivos de personagens. ♥ (Fato indiscutivelmente constatado).
Agora, (OMFG ♥) Oyango. Genteeee!! Charles Pace, até então, parceiro de cozinha de Brian C. e Aaron P. no Novo México haha, elevado majestosamente a Uganda forever! — Entendedores entenderão hahaha. (Um dos poucos Marvelzerianos que eu tenho interesse). Uma interessante e inesperada surpresa. Digno de congratulações por desmantelar a imagem do típico herói estereotipado americanizado.
Quanto a relação “Pai e filha”, estou tão apaixonada! Uma alma que completa a outra. Novamente, congratulações, dessa vez pela sensibilidade abalizada. E se não bastasse, ainda há este contexto incomum que você tão brilhantemente apresentou — a dada adoção da garota branca por um homem negro (e solteiro) —, o qual, aliás, já é naturalmente propenso a atrair olhares.
Devo confessar, que estou realmente louca para vê-los juntos em ação.
Agora, maninho (adoro esse trato. Um salve para o mano Mutano!), o que foi aquilo no POV da Irene Bae? — aliás, que personagem interessante, não é? Eu pisquei, e a loura do banheiro arrebentou a face da garota, pisquei de novo (não é um tique), e a maluca estava no chão; rindo para o teto, com dois buracos na cara hahahaha. E então (haja ♥, com a licença do jargão), me deparo com os pupilos do Motherfucker-Revolutionary-Homão-Da-Porra, escritório adentro. Uuuhhhh. Sim, porque imagino que ele mesmo não estava ali, certo?
Cara, que POV sensacional!
Irene está sendo recrutada por ele? É claro que foi atingida pelo raio (ZEUS! — desculpe, hoje estou muito sem graça), sendo assim, qual o poder da garota? Pensei em algo relacionado a eletricidade ou, quem sabe, teleporte. Enfim, notei que ela tentou se concentrar enquanto estava presa, pouco antes, dos Revolutinary Kid’s entrarem em ação (Pé na porta, chumbo na cara!! hahahahaha — desculpe, tentarei focar melhor daqui pra frente), com isso, imagino que aquele foi o momento em que tentava usar sua habilidade para escapar.
Uma observação: Sei que somos nós — reles criaturas fãs de ficções escritas — que criamos os personagens. Contudo, cabe a você, meu caro, Filho de Kivi, esmiuçar e expor detalhes, para que os outros que não fazem ideia do que o coleguinha criou, compreenda “o que é, quem é, e como é” aquela figura.
O trabalho está mais do que satisfatório, meu querido. ♥
Agora, vamos lá. Que comece a piração: Ai, meu FUCKING GOD! Ava “Lannister” Hudson ♥ logo de cara, face to face, com o Revolutionary!!!
Meu querido, muito obrigada por destrinchar de forma tão magnífica e habilidosa, minha Ava Hudson. Você a descreveu num cenário tão dela, tão a ver com tudo que envolve a atmosfera pessoal que eu imaginei para essa personagem (a qual, lamentei por não ter deixado tão intrínseca na ficha. Então, vem você e — pasmem — unifica e padroniza as cinzas que eu havia deixado de lado. Que divino!).
Bem, quanto a “delicadeza” do encontro com nosso amigo (aliás, quanto a isso, estamos HOPE 0 x 2 REVOLUCIONÁRIO — uma vez que, Charles ainda não contatou pessoalmente Julia Martín), preciso confessar que tive taquicardia com o susto haha. Todavia, o choque foi suprimido pela situação em que Ava se encontrou a seguir. Toda a cena ficou mais rica, devido a forma inesperada com a qual foi apresentada seu desfecho.
POV maravilhoso! ♥
Falando nisso, o prédio que teve o andar detonado, foi o mesmo da confusão com a garota Bae? Dobrarei as doses do ansiolítico a espera do novo capítulo, maninho.
Parabéns por esse capítulo incrível! Não brincou em serviço.
Minha decisão quanto a Ava, já o enviei por MP.
Até o próximo encontro, Filho de Kivi da Silva.
Abraços e beijokas! ♥
Hei!
Olá, querida MimiMie, que bom revê-la por aqui. Você me assustou um pouco ao sumir repentinamente, achei que havia sido abandonado pela criadora de uma das melhores personagens da p**** toda hehe. Como assim a "genitora" da Ava Hudson simplesmente sumiu do nyah? Pode isso, Arnaldo? Pode não hehe. Mas que bom que está de volta, ainda mais se dando ao trabalho de comentar novamente. Espero que siga acompanhando e comentando a história.
P.S.: Não sabia que meu pai na literatura, o magnânimo senhor Aleksis Kivi havia se envolvido com uma Silva para que eu ganhasse essa curiosa nova alcunha hehehehe.
Sem mais delongas, vamos à resposta desse incrível comentário:
Hei!
Olá, senhorita, como estás?
Ok, deixa eu respirar um pouco antes de responder a esse maravilhoso comentário hehe. Tentarei responder a cada detalhe, então vamos lá:
Primeiro tenho que dizer que gosto de trabalhar personagens jovens, mas gosto sempre de personagens jovens fortes, que conseguem amadurecer no decorrer da trama. As pessoas evoluem, aprendem (ou não) com seus erros, e se modificam de alguma forma, seja para o bem ou para o mal (ou até mesmo para algum tom de cinza entre esses dois), e quero usar Jessica (e os demais personagens jovens, para sintetizar isso). Charles Pace e o Revolucionário mudaram suas vidas por completo quando decidiram se tornar vigilantes, e isso também ocorrerá com os seus pupilos. Mas voltando a Jessica, queria mostrar a relação que ela tem com Charles, e a visão de mundo dos dois, vivendo sob regras que buscam protegê-los acima de qualquer coisa. Pace (o Pace pai hehe) sabe a celeuma que ocorreria caso descobrissem que ele é o Hope, e por isso vem preparando Jessica para a ação durante todos esses anos. Ah, e de fato, todo mundo perdeu alguma coisa por conta do caos que a cidade se tornou nas últimas décadas, então espere amargura de alguns e vingança de outros hehe. Todo mundo ali tem alguma motivação que o fará agir.
Até agora você foi a única a destacar esse ponto da origem do Charles. Não sei se algum dos leitores o imaginou negro, então talvez isso já tenha sido uma surpresa. Amplie-se isso pelo fato de ele não ser um nativo americano, e sim de Uganda. Tudo isso entra no campo das questões sociais que pretendo trabalhar dentro da história. Acredito que essas poucas informações já tenham construído um background mais rico para um personagem que deve ter passado por poucas e boas durante todo o seu crescimento, mas que ainda assim, quando teve a chance, decidiu lutar por aquilo que acredita ser um bem maior. E que bom que gostou da interação dos dois hehe. Confesso que gosto de escrever sobre a Jessica, achei uma concepção legal de personagem, e queria mostrar essa relação amistosa dela com o pai. Fico feliz por ter conseguido passar isso hehe. Ah, e gostei do "Uganda pra sempre!" hehehehe. Não foi minha intenção, mas ficou bem maneiro hehe.
Olha, eu temia que o POV da Bae ficasse muito corrido, mas pelo visto você curtiu hehe. A personagem da Ophelia é realmente muito complexa (e isso é um baita elogio, pois adoro personagens complexos). Ela foi bastante detalhista na concepção da ficha, o que me trouxe segurança para trabalhar todas as nuances da personagem, e olha, gostei bastante. Tentei detalhar a questão da personalidade e da sua riqueza, mas sem entregar muito sobre a personagem em si. Afinal de contas, quero que conheçam aos poucos, pois tentarei surpreendê-los em muitos momentos. Se te causei muitas dúvidas então a missão fui cumprida com sucesso hehehe. Tivemos nossa primeira cena de ação, com duas mortes e a invasão de vários "revolucionários". Todas essas questões serão respondidas, mas o que posso adiantar é que o próprio Revolucionário não estava entre eles, e o que ocorreu no prédio e no parque (no POV da Ava), foi num período de tempo curto entre um e outro. E os poderes dela serão explicados mais a frente, só quis dar um gostinho agora hehe.
Ainda bem que gostou da Ava. Sempre bate aquele medinho de não agradar o criador(a) da personagem, já que uma coisa é a minha concepção, e outra totalmente diferente é a concepção de quem o criou. Confesso que fico aliviado em saber que gostou tanto assim hehe. Na verdade eu tenho que te dizer que gostei muito da Ava, um verdadeiro mulherão da p****! Já tô vendo que teremos muitas personagens femininas fortes por aqui, o que é maravilhoso, justamente o que queria trabalhar nessa história. Tentei passar os tons da personalidade dela que você muito bem criou, mas, novamente, sem entregar todos os detalhes. Gostei muito do background que você fez, pois deixou ela muito mais complexa e propensa a tomar decisões muito complicadas. E sim, já vimos muito bem a diferença de ação entre Hope e Revolucionário. Ser discreto parece não ser uma qualidade do grandão hehe. E sem precisar de muita explicação, já mostrei a mega força que ela tem (tanto interna quanto externa hehehe). Acho que mesmo sem entrar em muitos detalhes a galera conseguiu captar os poderes da super Ava.
O próximo capítulo ainda não tem uma data certa, mas não tardará. Darei notícias sobre as novidades da história por MP, irei mantê-los informados. Agora muito, muito obrigado mesmo por todos os elogios. Adorei o seu comentário mega detalhista, me deixou realmente muito feliz. Que bom que está gostando da história. Já falamos por MP e já irei desenvolver a decisão que tomou.
Espero que siga acompanhando e comentando.
Abraços!
Novamente, obrigado por se dar ao trabalho de comentar outra vez o capítulo. Estou bastante animado com o andamento da fic e assim que tiver tempo posto logo o terceiro capítulo. São comentários como esse que acabam me incentivando a seguir escrevendo ante todas as dificuldades do "mundo real", bem mais sombrio e cheio de desalentos do que essas páginas. Mas, sigamos.
Muito obrigado.
Abraços!