Comentários em “As Pérolas Intocáveis de Évora - Livro I”: “Capítulo 1 - O Golpe”

Diamond

Meu Cristo, quanta... informação. Vou pedindo desculpas desde já, mas confesso que me senti um tantinho perdida nesse Capítulo, pois foram tantos nomes, informações e cargos que não tenho certeza se capturei com propriedade a trama central que você tentou estabelecer aqui. Juro que não quero ser chata nos apontamentos, mas tudo me pareceu muito apressado, como se estivesse com pressa em pular essa parte, o que é uma pena.

Talvez tenha ficado com medo do Capítulo ficar longo demais e, por conta disso, vem o receio do texto parecer massante ou desinteressante. Particularmente eu sou uma pessoa muito prolixa, me alongo até demais na hora de escrever, mas por medo de deixar que algum detalhe importante passe despercebido ao leitor. No entanto, o mais comum é que esse medo de espantar leitores com textos longos. A mim, eles não incomodam nem um pouco.

O que quero dizer é que algumas histórias demandam um pouco mais narrativa, num ritmo lento mesmo, para situar o leitor de todos os pontos necessários. Não tenha medo de explorar isso, sinto que uma grande trama me aguarda e espero sinceramente conseguir capturar ela em toda sua essência :) Minha dica é: explore os personagens. Não falo de suas características físicas, mas seus anseios, medos, angústias, de modo que o leitor consiga visualizar como seu pensamento opera e assim seguir essa linha narrativa. Bom, é apenas uma dica, mas acho que pode te ajudar no desenvolvimento.

Vou reler esse capítulo novamente, para ter certeza de que compreendi tudo antes de partir para o próximo. Já estou imaginando a treta que essas terras vão causar entre as duas famílias. Beijos, nos vemos em breve!

Georgeane Braga

Olá, Diamond! Estava esperando por seu próximo comentário :D

Meu Deus... \0/ Bom, vamos lá!

Primeiramente, quero deixar bem claro que, de modo nenhum, fico chateada com os seus apontamentos, até porque não os considero ofensivos, como às vezes acontece com a gente. Isso faz toda a diferença, pois, um comentário tem o poder de motivar, ou não, o escritor iniciante.

Costumo dizer que existem três tipos de autores: 1) Os Eternos Aprendizes— aqueles que fazem das críticas construtivas o seu diário de bordo; 2) Os tanto-faz— que ignoram a importância do aperfeiçoamento; e 3) Os autossuficientes - que já se encontram num "patamar elevado" demais para aceitarem sugestões e dicas.

Bom, eu faço parte do primeiro grupo. Graças a Deus!

É de impressionar como um comentário bem analisado pode abrir os olhos do autor e causar mudanças em sua obra. É o que tem acontecido comigo, e olha que você fez apenas dois, hein kkk

Mas isso é fato. O olhar do "outro lado" faz com que os vícios e erros da escrita, apareçam. Esse romance é muito importante para mim, e por isso, pretendo revisá-lo e aperfeiçoá-lo quantas vezes for preciso e oferecer um trabalho de qualidade aos leitores - e claro, causar um mínimo de auto-satisfação.

Quanto à narrativa apressada, Diamond, digo que não foi por medo de capítulos longos ou de cansar os leitores, aliás, você verá que os próximos capítulos serão bem maiores e com divisão de cenas. Creio que essa forma de escrever se define mais por causa da inexperiência mesmo.

Suas dicas sobre os cuidados com a narrativa me levaram a reler o texto e buscar melhorias para ele. Muito obrigada mesmo!

Sobre a sugestão de explorar os personagens em relação aos seus sentimentos e personalidade, acredito que, no decorrer da história você perceberá essas características mais evidenciadas. Foi um aspecto em que me preocupei bastante pelo fato de a história ter muitos personagens, sobretudo, as protagonistas.

E por falar em muitos personagens, este é um ponto que considero "complicado" da trama, porque demanda mais detalhes, mais informação, mais cenários, mais tudo. Como eu disse antes, a história era uma fanfic e quis usar a maioria dos personagens de THG num universo alternativo (o de época, no caso) que eu ainda não tinha visto ou lido.

Contudo, eu gostei das engrenagens da história criada e resolvi mudar apenas elementos como: lugar, nomes e, contextos sócio-econômicos, culturais e político (apesar de não me aprofundar).

Não me arrependi. Porém, o trabalho é dobrado.

Pra finalizar(rs), gostaria muito que continuasse com suas observações (todas elas). Para mim são de suma importância. Por ser tratar de uma leitora exigente, espero, sinceramente, que não desista da história no meio do caminho.

Vamo que vamo!

Grata sempre!

Beijos e até breve *)

Georgeane Braga

Dudada

Agora que a coisa está avançando! Quero só ver no que vai dar todas essas tramas secretas. O pai das meninas é um sacana bem vilão de novela, adoro.



O que mais gostei: Opa agora a trama está a ficar maldosa, gostei!
O que acho que pode melhorar: Os termos "lady" e "lorde" não me parecem muito adequados ao contexto. Li outros livros que se passam em Portugal nessa época e costumam ser usados os títulos, como visconde, viscondessa, conde, condessa, Dom, Dona, senhor, senhora
Georgeane Braga

Oieee, de novo!

Menina de Deus, você não tem noção das tretas que vão rolar nessa história kkkk Mas é isso que dá gostar de drama, misturado com romance, misturado com tragédia, misturado com novela mexicana... (apesar de que não sou mais noveleira há anos).

Aaaah, tá vendo? Mais uma dica ótima para eu anotar no caderninho. Obrigada mesmo!

Eu li poucos livros portugueses. Apenas a coleção do Paulo Setúbal (que vou reler assim que sobrar um tempinho), Algum ou outro da Mary Del Priori (Ela é historiadora e escreve muito sobre Portugal) e tenho um que comprei recentemente que se chama: "O vento soprando nas gruas", da Lídia Jorge, também portuguesa. Preciso ler logo, só preciso do recesso escolar kkk

Te vejo em breve, neh?

****Beijocas ****