Os capítulos fluiram de uma forma tão gostosa, que nem havia me dado conta de que chegara ao último sem comentar um nada.
Sua escrita é maravilhosa, o retrato da realidade, a veracidade nos traços, os detalhes que nos aproximam tanto de uma vida que, ao menos para mim, é um habitual que fica ao longe.
Todos temos ciência de que existem incontáveis pessoas submetidas a esse sistema que infiltra na cabeça dos seres a descrença no futuro, que puxa para a malícia e a marginalidade, que fomenta a desestrutura familiar e a busca por recursos nas "coisas erradas"; todos conhecemos pessoas em situações semelhantes, temos um amigo, um primo, uma tia ou o que seja levando vida de favela, mas ao mesmo tempo, ainda conseguimos nos manter à margem de tudo isso, quer dizer, uma parcela de nós consegue e se adapta a sua bolha de ignorância e, até mesmo, uma bolha que abarca certa inocência. Nesses capítulos, tão breves e tão profundos, houve uma quebra nessa bolha, ela foi estourada e não importou muito que vida nos foi natural desde o dia de nosso nascimento, aqui estivemos na pele dos personagens, vivemos o que eles vivem e nos emocionamos com suas formas de ser. Não existia espaço para margens, apenas um mergulho no que é o outro e também, no que nós somos. Pois é impossível ler e não se identificar com os desejos e/ou jeitos de cada um que foi descrito.
Foi uma leitura repleta de intensidade, mas também leve, embora o assunto, se permitir uma verdadeira reflexão, não o seja.
Gostaria que tivesse mais, porém também vejo que você terminou esse escrito no ponto certo, num estado que permite esperança em dias melhores.
Acho que só posso lhe agradecer por ter compartilhado cada palavra aqui contida.
Tess. Muito, muito obrigada por esse comentário maravilhoso! Cada comentário que eu recebo, cada visualização, cada conselho me faz ver que, de alguma forma, alimentar o meu sonho tem valido a pena, que pode trazer frutos.
E esta história é exatamente um grito de reafirmação. Afinal, se eu escrevo, eu posso gritar sobre amor, dor, mazelas sociais e um tanto de coisas. É quase como um dever. E o seu comentário só ressalta o quanto vale a pena estar aqui.
Aliás, gostei de todas as citações que você colocou ao longo da história, parabéns u.u
E admito que esperava que esse epílogo fosse sobre os personagens, mas também gostei dele assim, deixa um final aberto e nos deixa imaginar o final u.u Já imagino eles todos se dando bem na vida, claro :v
Também gostei da ideia da história, é desse capítulo em especial, de desconstruir a visao simplificada que a maioria das pessoas costumam ter sobre as favelas :D
Os capítulos fluiram de uma forma tão gostosa, que nem havia me dado conta de que chegara ao último sem comentar um nada.
Sua escrita é maravilhosa, o retrato da realidade, a veracidade nos traços, os detalhes que nos aproximam tanto de uma vida que, ao menos para mim, é um habitual que fica ao longe.
Todos temos ciência de que existem incontáveis pessoas submetidas a esse sistema que infiltra na cabeça dos seres a descrença no futuro, que puxa para a malícia e a marginalidade, que fomenta a desestrutura familiar e a busca por recursos nas "coisas erradas"; todos conhecemos pessoas em situações semelhantes, temos um amigo, um primo, uma tia ou o que seja levando vida de favela, mas ao mesmo tempo, ainda conseguimos nos manter à margem de tudo isso, quer dizer, uma parcela de nós consegue e se adapta a sua bolha de ignorância e, até mesmo, uma bolha que abarca certa inocência. Nesses capítulos, tão breves e tão profundos, houve uma quebra nessa bolha, ela foi estourada e não importou muito que vida nos foi natural desde o dia de nosso nascimento, aqui estivemos na pele dos personagens, vivemos o que eles vivem e nos emocionamos com suas formas de ser. Não existia espaço para margens, apenas um mergulho no que é o outro e também, no que nós somos. Pois é impossível ler e não se identificar com os desejos e/ou jeitos de cada um que foi descrito.
Foi uma leitura repleta de intensidade, mas também leve, embora o assunto, se permitir uma verdadeira reflexão, não o seja.
Gostaria que tivesse mais, porém também vejo que você terminou esse escrito no ponto certo, num estado que permite esperança em dias melhores.
Acho que só posso lhe agradecer por ter compartilhado cada palavra aqui contida.
Até qualquer dia!!!
Tess. Muito, muito obrigada por esse comentário maravilhoso! Cada comentário que eu recebo, cada visualização, cada conselho me faz ver que, de alguma forma, alimentar o meu sonho tem valido a pena, que pode trazer frutos.
E esta história é exatamente um grito de reafirmação. Afinal, se eu escrevo, eu posso gritar sobre amor, dor, mazelas sociais e um tanto de coisas. É quase como um dever. E o seu comentário só ressalta o quanto vale a pena estar aqui.
Espero que volte mais vezes.
E, novamente, obrigada.
♥
AAAAAAAA ESSA FRASE DO FINAL ADOREI AAAAAAA
Aliás, gostei de todas as citações que você colocou ao longo da história, parabéns u.u
E admito que esperava que esse epílogo fosse sobre os personagens, mas também gostei dele assim, deixa um final aberto e nos deixa imaginar o final u.u Já imagino eles todos se dando bem na vida, claro :v
Também gostei da ideia da história, é desse capítulo em especial, de desconstruir a visao simplificada que a maioria das pessoas costumam ter sobre as favelas :D
ADOREI U.U
Nos vemos por ai :D