Comentários em “Hunter's Instinct”: “Episódio 92 - Lebensmüde”

Artur

Olá, querida amiga Menta! Como andas nesse sábado ensolarado (ao menos por aqui está um dia tão bonito!)? Estava muito ansioso para continuar minha leitura em Hunters, então arranjei um tempo entre um afazer e outro para vir aqui desfrutar desse delicioso capítulo! Primeiramente, todos os capítulos que você redigiu são superiores à série, você conseguiu transformar personagens secundários em seu próprio espetáculo, desenvolvendo camadas que a série jamais ousou em pensar. Você é foda, mentinha!

Sobre o capítulo: Ah... existem tantas interpretações acerca desse capítulo, os Povs, o título, as falas de Peggy, tudo foi muito bem orquestrado. É impossível não comparar o título com o que tens enfrentado, mas isso não é algo para ser dito aqui nos comentários, você sabe que pode contar comigo. Vi muito de ti ao ler o capítulo, guria, mas sei que essa ponta de esperança e força ainda presente nos personagens esteja também presente em ti, em sua essência.

Vamos começar falando sobre Dwight. Eu gosto muito do que você tem feito com o plano de fundo do personagem, também curti bastante o trabalho cuidado que a série teve com ele na temporada passada, mas ainda espero algo a mais além de ser um simples espião. Não sei os outros leitores aqui de Hunters, mas eu AMO quando temos Povs diversificados, mas, que de alguma forma, interligam-se de diferentes pontos de vista. O Pov de Dwight foi triste, pesado e muito emocionante. A escrita estava impecável, e combinou bem com o ar melancólico que as cenas exigiam. Vê-lo sofrer pela perda de Sherry foi bem entristecedor, ele realmente a amava, mas foi covarde SIM e não soube ter noção do quão estúpido e prejudicial para própria Sherry foram os atos dele. Detalhe para a cena grotesca do corpo pútrido de Sherry, muito bem escrita e impactante! É uma pena que ela tenha morrido desse jeito, mas acho que abrirão muitas portas para o desenvolvimento de Dwight. Preciso falar também de Delilah; como essa menina cresceu! Não deixou se abater pela situação, permanecendo firme em suas ações e em seu plano. Gosto muito do que tem feito com ela e foi uma ótima alusão ao estado atual de Lilah com o filme Pocahontas! ALIÁS, foram citados inúmeros filmes que fizeram minha mãe chorar, hahaha! Claro que também entro nesse meio, não posso ler ''Sempre ao seu lado'' que começo a chorar, inclusive estou já chorando só de citá-lo aqui (brincadeira, mas sempre me arrepio só de lembrar).

E quem diria que veríamos um pouco mais da Callie. Realmente, ela é uma mulher jovem, passando por momentos bem difíceis. Foi bem interessante saber um pouco mais de seu passado e da construção de sua relação com Negan. Tudo foi tão repulsivo; as palavras cínicas dele, querendo transparecer afeto e compaixão com a já fragilizada Callie. Ela precisa de um apoio, de um ombro verdadeiramente amigo, mas, diante dos acontecimentos passados, é difícil obter ajuda das outras meninas. É uma pena. Quero muito ver como a história dessa menina será desenvolvida porque é uma conexão muito forme que nós leitores temos com esse lado abusivo e enganador de Negan. É sempre importante realçar o quão repulsivo esse cara é!

Por fim, mas não menos importante, temos Peggy! Caramba, como essa guria cresceu! Eu já disse isso umas mil vezes, mas acho hoje foi o ápice de tudo! As cenas dela tentando convencer Ezekiel, demonstrando todo seu lado argumentativo e persuasivo, lógico, foi incrível! A alusão com o teatro de Negan e do Rei foi fantástica! Muito bem proferida pela jovem mulher. É muito interessante fazer um parâmetro entre ela e Lilah; as duas evoluíram em níveis diferentes e hoje ocupam posições distintas, mas com as mesmas esperanças e os mesmos demônios. Claro que Peggy sofreu muito mais que Lilah, caso fossemos fazer uma comparação (não se isso é justo, todo mundo tem um grau de dor e sofrimento diferente..), mas nem por isso deixou se abater por isso, mesmo com todos os pensamentos depressivos que veio a ter. É muito bonito ver o lugar que as duas estão agora! Parabéns pelo excelente trabalho, Menta! Até o próximo. Beijos e se cuida!

Menta
Menta Autor

Oiiiêêê querido Artur, como você está nessa quarta chuvosa, ao menos por aqui? Espero que esteja tudo melhorando pra você. Como te falei, tenho tido dias muito atribulados por muita tensão emocional, as coisas não estão fáceis, mas tenho que pensar que o tempo é também meu aliado, conforme os dias passarem tudo vai se ajeitando e melhorando.

Muito obrigada por todos os elogios à construção dos meus personagens originais! Eu gosto muito de desenvolver personagens, tanto quanto de criar tramas para eles, acho que a gente pode ter muitas catarses por meio da ficção e ter bons personagens ajuda muito pra isso. Infelizmente, acho que o roteiro original de TWD peca muito nesse sentido, temos personagens que estão faltando um bom desenvolvimento tem algum tempo. Daryl, por exemplo, é um dos mais gritantes. É tipo um "OC" da série que tem TEMPO que não ganha algum desenvolvimento decente, só aparece em cenas de ação e pouquíssimos desenlaces emocionais. A própria Carol está sendo muito subaproveitada, e em minha humilde opinião ela é de longe a melhor desenvolvida pela série. Rick também... Enfim.

Eu sou nietzschiana, então eu acho que a máxima do amor fati, da afirmação da vida, é muito importante. Temos de extrair o melhor, mesmo na dor, mesmo na lebensmüde. Eu estou exausta emocionalmente, mas não deixo de criar planos e pensar no futuro, viver um dia de cada vez. A dor dos personagens não é muito parecida com a minha, cada um deles enfrenta algo diferente do que eu estou enfrentando, mas eu entendo o pesar, a mágoa e o desafio que eles estão passando.

Penso que Dwight é mesmo um personagem muito interessante, gostei muito do desenvolvimento dele durante a sétima temporada, em especial no episódio 3, que foi um dos melhores da temporada em minha opinião. Talvez o segundo melhor, perdendo apenas pro primeiro. Eu acho que ele é um personagem complexo, na minha visão, as pessoas não se resumem em fortes ou fracas, todos temos potencial de ser a melhor versão de nós mesmos, tudo isso depende do quanto estamos dispostos a trabalhar pra isso, das nossas escolhas. Ele é um caso assim. Está em busca de redenção depois de ter sido "fraco" por tanto tempo. Mas ele ainda nem sabe, no fundo, que esse é o motivo que o guia atualmente. Acho que na série veremos ele sendo desenvolvido ainda, esse episódio 8x05 (o único que realmente gostei bastante, da oitava temporada), deu a entender isso, com o destaque que deu a ele. Adorei esse episódio, aliás, esse destaque de Dwight, Eugene, Gabriel e Negan foi excelente! Ótimos diálogos, finalmente um episódio da oitava temporada que me deixou feliz de ver. Fora as tretas políticas, que eu adoro! A respeito da Delilah, eu queria desenvolver a personagem sem ter que criar um "paradigma" pra todo desenvolvimento, mantendo a personalidade dela, e humildemente creio que fiz isso bem. Lilah é uma personagem muito cheia de empatia, mas faltava nela autoconfiança e um pouco da "casca" pra sobreviver nessas dificuldades, ela ficou muito tempo na sombra do tio, e agora busca a própria independência. O próprio valor, como ela comenta sobre o filme Pocahontas. Eu coloquei referências de diversos filmes tristes de propósito mesmo, pra ficar "combinando" com a cena tristíssima do Dwi encontrando a ex dele.

O POV da Callie foi mesmo para trabalhar esse lado de relacionamento abusivo e como é difícil sair de uma relação tóxica assim. Negan salvou a Callie de sua antiga comunidade quando ela estava extremamente fragilizada, e dada sua idade muito jovem e criação que teve, de certa forma "mimada", sem muita noção das durezas da vida, ela não tem a sagacidade, esperteza ou malícia para evitar algumas armadilhas colocadas na frente dela. E, infelizmente, ela caiu logo nas mãos de um homem que é um exímio manipulador de pessoas. Para Negan, dobrar a Callie para seu próprio prazer, a objetificando e a transformando quase como em um animalzinho de estimação, sua "esposa" mais fiel, foi muito simples. É muito perverso da parte dele. Ele viu a fragilidade dela, e não hesitou em usar isso egoisticamente apenas a favor dele. Ao invés de ajudar a garota a ficar forte, apenas se alimentou dessa vulnerabilidade.

Gostei muito de como você colocou "é muito bonito o lugar que as duas estão agora". Concordo! Eu fico muito satisfeita de ver essas duas personagens crescendo e amadurecendo tanto, respeitando suas personalidades e suas experiências particulares. E também penso como você que é MUITO subjetivo isso de afirmar que "fulano sofreu mais que beltrano", porque tudo é uma forma como você lida com a dor que a vida traz pra você. Isso é algo totalmente pessoal, não dá pra comparar. Peggy é um dos meus maiores amores nessa fic, eu diria que sem dúvidas ela é uma das minhas favoritas, e uma das personagens que intelectualmente e mentalmente eu mais me identifico, embora a minha personalidade pareça mais com a da Delilah. Note que o gatilho foi a Carol, outra exímia personagem calculista e política, que fez a Peggy juntar 2 +2 e ir atrás do Ezekiel hahahah! Esse empurrãozinho foi fundamental. Também adorei esse POV da Peggy, e pretendo continuar explorando mais e mais esse lado dela.

Beijos! Muito obrigada por todos os elogios, pela companhia e por todo o afeto, Artur!

Thalita DixBarchester

Genteeeee como assim já tem cap novo?!

Foi uma bela surpresa, porque sei que está corrido pra você, então imaginei que o capitulo ficaria pra depois.

E o que dizer desse capitulo que foi perfeitamente resumido pelo titulo?? Eu não conhecia essa palavra, falando nisso, então obrigada. HI também é cultura meu povo.

Começamos pelo pov do D, que, você sabe, não é meu fav uahsauhsau, olha não sei se é porque eu já estou meio condicionada a pegar leve com ele, por conta do pé que anda o planejamento de Lifeline, mas aqui ele realmente ganhou minha simpatia.

Eu sofri com ele de verdade.

E falando em sofrer, acho que ninguém esperava essa bomba que foi a morte da Sherry, eu não esperava pelo menos, foi uma cena muito impactante e principalmente triste.

Você pavimentou bem o terreno contando a trajetória do casal antes, e mostrando que apesar de tudo o D amava a Sherry.

Eu ainda estou chateada enquanto escrevo.

A Lillah foi o equilíbrio perfeito entre a doçura e a força, muito orgulho de todo o desenvolvimento dela.

Callie foi outra que me partiu o coração, ela está se apegando a cada lembrança "boa" pra não encarar a realidade que já vem sendo esfregada na cara dela há um tempo. E o mais triste é que ela está sozinha, Negan a cercou em uma realidade que a mantém isolada das outras, é uma coisa horrível mesmo.

Já quero ela dando a volta por cima, porque não aguento esse sofrimento não uahsuashuhs

Vale ressaltar que sua representação de um relacionamento abusivo está espetacularmente real, chega a assustar. O que a maioria das pessoas não entende, e que você tem retratado muito bem com a Callie, é que um relacionamento desse pode ser sempre horrível pra quem vê de fora, mas pra quem está dentro são ciclos de momentos "bons" e ruins, então a pessoa se pega confusa, e fica achando desculpas pra justificar o comportamento do outro.

Minha raiva da Callie já passou também, ela é só uma menina ainda, já quero um pouco de felicidade na vida da bichinha.

E nossa Peggy filósofa divando como sempre, que lindo foi esse pov dela. Amei toda a simbologia do teatro que ela usou comparando os Salvadores, Negan e o Reino, fez todo sentido. A argumentação dela foi fantástica. Uma rainha convencendo seu rei.

Nunca canso de dizer que você acertou em cheio quando colocou ela nesse núcleo.

Aquele comecinho, com ela lembrando do Moritiz foi bem melancólico. Mas sempre me surpreendo com o tanto de força a Peggy ainda tem pra mostrar.

Na verdade todo o capitulo teve esse clima bem melancólico e intimista, e senti muito de você nele, mas do que normalmente, mas isso não bem ao caso aqui nos comentários, apenas pra salientar esse seu dom maravilhoso de transformar tudo em arte.

E por fim o melhor personagem do "episodio" (Não acredito que eu vou dizer isso...) foi o Dwight.

Pois é, olha só o que você me fez fazer, Menta (isso foi total Taylor Swift vibes sim uashaus)

Mas um capitulo fantástico, que super valeu a espera.

Pelo amor de Paul Rovia, alguém dá o roteiro de TWD pra essa moça, porque pelo menos ela não vai ferrar com a minha série.

Bjss e até.



O que mais gostei: Tudo, já passou da hora da AMC ver esse talento aqui.
O que acho que pode melhorar: Ah pára, alguém precisa avisar o Michael Frank que não precisa dessa sessão aqui em HI não.
Menta
Menta Autor

OIIIÊÊÊ LINDONA! Pois é, esse capítulo novo veio bem terapêutico pra mim. Talvez tenha mais outro depois da minha prova do mestrado, durante a semana que vem, dependendo de como a inspiração me visitar. Algumas coisas já estão meio decididas na minha cabeça, vai depender mesmo de como vou usar meu tempo livre e se vai dar para encaixar certos momentos no próximo "episódio".

Engraçado que você também escolheu usar uma palavra de origem germânica no seu excelente capítulo 8, e me fez pensar que um título interessante para esse capítulo seriam justamente essas palavras alemãs que resumem muitos sentimentos (ou um sentimento) específico, que são meio que intraduzíveis em uma palavra só pra gente ahusuhshu! Aliás, eu pretendo começar o curso de alemão em janeiro. Já tá na hora de eu aprender a língua dos meus filósofos favoritos, e da minha família paterna.

Fico MUITO honrada de saber que eu pude te despertar empatia no Dwight de algum jeito ahusuhshus lembro que você tinha muita raiva dele e não gostava do cara, eu já gostei dele não só pelas hqs mas porque achei que na série ele foi retratado de uma maneira muito mais dramática (no bom sentido), tanto que um dos meus episódios favoritos da sétima temporada foi o 7x03, em que ele é fantasticamente desenvolvido.

É aquilo que você tão bem descreveu em Lifeline, o amor só não resolve as coisas, infelizmente não existe essa magia de filme da Disney de que basta amar muito uma pessoa e as coisas se resolvem, não, o amor é um componente fundamental, mas ele sozinho é incapaz de resolver coisa alguma. Dwight é um bom exemplo disso, creio eu que ele jamais deixou de amar Sherry, só que o amor que ele sentia por ela não foi suficiente pra lhe dar forças pra enfrentar a tirania do Negan do jeito que seria melhor pra mulher dele. Ela, pelo contrário, por amor ao Dwight se submeteu a horrores, com muito mais coragem. Se sacrificou por ele e viu nisso seu amor minar, ao perceber que ele não estava fazendo o mesmo por ela, covardemente. Muito triste o fim da história dos dois, mas ao menos Sherry está livre de sofrimento.

A Lilah é muito doce, isso vem muito pela criação que recebeu de seu tio, que apesar de superprotetor e sufocante sempre foi MUITO amoroso com ela. E também a ensinou a superar a dor do abandono do pai biológico e da morte terrível da mãe dela valorizando o amor que tinha entre eles, a família que eles construíram. Por mais que Redmond tenha muitos defeitos, temos de admitir que Delilah é a pessoa maravilhosa que é em grande parte porque foi muito bem educada pelo tio. Também vem da personalidade dela, por ser uma pessoa que sofreu muito desde criança, sem pai desde sempre, e perdendo a mãe muito cedo, ela agarrou com todas as forças o que tinha de bom na vida dela (o tio) e aprendeu com a dor a valorizar o que vem de bom na vida. Agora ela está crescendo em termos de independência, as menções que ela fez a Pocahontas vem disso de se encontrar sozinha no mundo, por si mesma, encontrar seu próprio valor sem precisar que alguém lhe dê esse valor, lhe indique o caminho. Cabe a cada um de nós encontrar essa chave, quem queremos ser, e como diria o Rei Ezekiel em uma citação nietzschiana: nos tornar quem somos.

Você percebeu muito bem o que eu quis mostrar nesse POV da Callie específico: o Negan construiu um cerco tão bem feito ao redor da Calliope, que é quase impossível ela sair dele. Ele surgiu como um Salvador (naquele "episódio bônus" dedicado só a ela e um flashback dela), deu casa, comida, roupa lavada, etc, e uma nova perspectiva de vida a uma garota jovem, "mimada" (no sentido de que não ganhou casca, não enfrentou nada de muito duro na vida antes da doença dos mortos ambulantes), e extremamente fragilizada, que não tinha NADA, que estava perto de morrer de fome, que tinha um transtorno de estresse pós-traumático TÃO ruim que mal conseguia falar, que tinha acabado de perder o pai, e, obviamente, transferiu esse amparo paterno pro Negan, que tem essa figura de chefe, provedor e Salvador principal no Santuário... Em suma, ela era a vítima perfeita pra ele nesse sentido, ele mal precisou fazer esforço pra usar a garota ao seu belprazer e a transformar em um bichinho de estimação premiado, sua "esposa" mais leal. É triste demais, no fundo ele a enlouqueceu, sabe disso, e não sente a menor culpa. Ele viu o estado que ela se encontrava desde o começo, e ao invés de lhe dar força de verdade, ele só usou a fraqueza dela a favor dele, egoisticamente. Muito filho da P***.

Sim, a Calliope teve esse Negan construído num pedestal de ouro, ele alimentou isso nela até ela perder a noção da realidade, então é extremamente difícil que ela consiga se libertar desse ciclo autodestrutivo, na verdade. Muito triste, mas muito real. MUITOS casamentos, relacionamentos e etc são bem semelhantes.

Desde antes do Ezekiel aparecer na série eu sabia que a Peggy precisava ir parar no Reino, porque é MUITO ela. Eu gosto muito da Peggy, como te falei acho que em termos intelectuais e mentais ela é a personagem que eu mais me identifico, no geral eu penso muito parecido com ela. É interessante que em termos de personalidade ela é mais amargurada e entristecida do que a Delilah (embora as duas sejam órfãs e tenham enfrentado desafios dificílimos ao longo da via), mas no fundo ela é tão afirmativa quanto, só que do jeito dela. Ela não é uma pessoa negativa, só não é uma pessoa esfuziante como a Lilah. Eu acho que a melhor arte, aliás, é essa que expressa algo, que transforma uma energia em algo. No caso, o que eu passo agora é diferente do que os três personagens retratados em diferentes POVs passam, mas há algo de muito semelhante, que é esse exaurimento emocional e o pesar. Por isso dá pra mergulhar de cabeça nesse tipo de escrita e tornar tudo tão visceral e próximo.

HUAUHSHU eu colocaria a Peggy como a melhor do capítulo, mas que maravilha que você votou no D! Fico até metida com isso, vou colocar um gif exemplificativo de uma reação justa pra esse voto: https://talkingabouttesting.files.wordpress.com/2014/12/dancinha_da_vit_ria.gif, você seria o Chandler e eu a Mônica, nesse gif HUAUHSUHS!

Olha, eu amaria dividir o roteiro de TWD com você. Modéstia à parte, tenho certeza que a gente salvaria muito essa oitava temporada auhsuhshush!

Beijão!

marcelammota

Cheguei!! Demorei de propósito porque tava com saudade e quis ir saboreando aos poucos haha

Juro pra ti que eu parei pra pensar uma hora “ta mas quando foi a ultima vez que a Peggy apareceu na série mesmo?”, de tão incrível que tudo isso é, sério.

Cara deu pena do Dwight, acho que ele ainda vai levar uma surra, mas vai ver merece uma chance, e parece que temos alguém disposta a dar essa chance.

A Calliope dá muito dó :( saber que essa é a realidade de tanta gente, dá mais ainda... Mas essa storyline ta muito boa, to bem curiosa pra ver o desenrolar.

Eu lembro que eu não gostava muito da Peggy, mas agora acho ela bem incrível, com uma mente muito aberta e madura.

Peggy e Ezekiel, estou no aguardo de mais momentos dessa relação aí.

Aguardo o próximo ansiosamente ♥

PS: Força com tudo aí, garanto que todo mundo lendo entende que às vezes força a barra e tem que dar um tempo, estaremos te esperando sempre!

Menta
Menta Autor

Oiiêêê Marcelinha! Tudo bem? Espero que sim, e que esteja curtindo muuuuito Dublin! Eu imaginei que tivesse demorado de propósito, heheheheeh, mas não tem problema, eu mesma mal tenho tido tempo pro nyah ultimamente.

É f*** DEMAIS SABER QUE VOCÊ CHEGOU A PENSAR NA PEGGY COMO PERSONAGEM OFICIAL DA SÉRIE! Eu amo essa garota, então é maravilhoso ver ela ser uma personagem tão bem aceita e amada.

O Dwi é um personagem que eu gosto, sério mesmo, embora ele não seja muito querido pelo fandom em geral. Ele vai encontrar seu caminho aqui, a história dele ainda é longa.

A Calliope é uma retratação de relacionamento abusivo, de como é uma armadilha que a vítima é colocada depois de uma manipulação muito bem pensada. É algo muito sério e comum, infelizmente.

Eu sempre gostei da Peggy, mas eu imaginava que ela não fosse ser aceita de início, porque era uma personagem que eu criei pra crescer, não criei "crescida". Então é ótimo ver ela caindo no gosto de vocês. ♥

Teremos mais desenvolvimento entre o Rei e a filósofa, não se preocupe hehehehe!

Muito obrigada pelos votos, linda, as coisas por aqui não estão das mais fáceis, mas os caminhos encontram a gente enquanto estivermos dispostos a crescer e amadurecer. Como boa Nietzscheana, sei que isso é uma oportunidade para eu me tornar alguém melhor.

Beijão!

Arrriba

Boa tarde, gatona! ♡♡♡

Espero que esteja melhorando das fases ruins, sua linda. Aliás, desculpe mais uma vez pela demora, com a aproximação da minha apresentação eu realmente fiquei sem condições de me manter mais ativa no site, e confesso que fiquei um período em alfa um tempo depois, sem conseguir me focar muito nas coisas, hehehe.

Mas enfim já estou um pouco mais tranquila ^^

Gente, que triste esse pov do Dwight... Não importa quantas vezes sejamos transportados pra esse cenário de algum personagem vendo pela primeira vez uma pessoa querida transformada, é uma cena sempre impactante e dolorosa, que ninguém merece viver, mas que acaba sendo tão comum nessa nova realidade :/ Talvez seja muito otimismo ou ingenuidade de minha parte, mas acredito que as pessoas sempre tentam dar o melhor de si, e mesmo os mais crassos erros são tentativas falhas de acertos. Por isso esse sentimento de que o seu melhor não foi suficiente é tão paralisante e desgastante, e acho que o Dwight deve estar em pleno confronto com o ápice dessa sensação no momento. Mesmo o personagem tendo sido covarde e fraco (concordo, foi mesmo), penso que ele fez o melhor que estava ao alcance de seu entendimento naquela época, para a realidade de suas vivências. É por isso que as dificuldades no meio do caminho acabam sendo tão importantes na minha opinião. Elas fazem com que o seu melhor sempre se eleve um pouquinho mais, pela disposição a não cometer erros semelhantes. Fico feliz que a Lilah consiga se comover com o sofrimento dele, mesmo se tratando de um antigo rival. Essa guria vale ouro ^^

E nossa, toda vez que vemos a Callie por sua própria perspectiva, dá ainda mais pena do que normalmente. Não só pela situação do relacionamento abusivo em que ela foi inserida, mas por todo o contexto que a faz acreditar piamente que tudo aquilo de fato faz bem para si. A condição das outras esposas é triste da mesma forma, mas acalenta um pouco saber que elas têm noção de que não vivem um conto de fadas, muito pelo contrário. Espero que em algum momento a Callie consiga se desprender desses grilhões travestidos, e que aos poucos desconstrua a percepção de sua situação.

Quanto à Peggy, nem preciso repetir pela milésima vez o quanto essa garota me enche de orgulho, né? Hehehe! Sempre bom ver essa guria colocando algum juízo na cabeça do Ezequiel, alguém precisa mostrar a ele que sua cabeça não serve apenas para o cultivo de dreads charmosos, hehehehe xP E bom, ao que parece estamos cada vez mais perto dos tiro, porradaria e bomba ^^ Que venha logo a queda desse ditador! (P.S.: Desde a minha época de estágio curricular, não consigo mais imaginar Nietzsche como o filósofo bigodudo que ele era, mas como um spitz alemão filhotinho que cuidei de mesmo nome, hahahaha)

Beijos, Mentitazita linda! Nos vemos em breve, em SOTW ;*

Menta
Menta Autor

Alohaaa de novo, Arrribalinda! ♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡

Eu estou melhorando com o tempo, ele está sendo um bom aliado, fora o apoio dos meus amigos e familiares. Mas é muita coisa ao mesmo tempo, e são dores muito recentes, então naturalmente não estou 100% ainda, mas acredito que tudo se ajeita. Sou Nietzscheana hehehehehe, força nessa minha peruca ruiva nessa p**** toda! XD

Eu fico muito feliz de ver que você se deu super bem no seu TCC! Merecido, com certeza! É uma jovem mulher muito inteligente, bondosa, carinhosa, criativa, cheia de talentos! Fico grata de ver que foi reconhecidíssima pela banca!

Penso parecido com você no que se refere ao Dwi, imagino que ele tentou se convencer (na negação, claro), que tudo o que fez foi pelo bem da Sherry, então por mais que ele tenha sido muito covarde, não acho que foi um covarde egoísta. Ele só não era tão forte quanto sua ex. Ela se provou uma mulher muito mais corajosa e com uma visão mais acertada e ampla das coisas do que ele. Mais madura emocionalmente também. Sim, essa cena que ele viu e viveu repercutirá para sempre em sua memória... Pelo menos a partir de agora espere uma curva ascendente de crescimento desse personagem.

Delilah, ao contrário dele, já tem um emocional mais forte, por mais que tenha a ingenuidade da juventude. Ela é órfã, afinal, ela sabe o que é passar por carência afetiva, por desamparo, se sentir só e perdida. Por isso ela pôde ter empatia com o D, mesmo que ele tenha sido escroto e maltratado seu tio, inclusive, a pessoa que ela mais ama na vida. Dwight tem muito o que aprender com a Lilahlinha. Cunhei esse apelido agora, acho que vou adotar UAUHSHU!

O caso da Callie é muito difícil, porque ela foi manipulada pelo Negan em um momento em que tinha sido violentada mentalmente de uma maneira terrível. Se você pensar no primeiro flashback dela, a personagem não conseguia sequer falar de tantos traumas experimentados. Negan a "amparou" em um cenário terrível e a "salvou" de uma subvida e talvez de um suicídio próximo, já que ela não via mais sentido em viver. Quando o personagem a deu essa chance de recuperação, a cheerleader naturalmente se agarrou a ele com unhas e dentes. Infelizmente, tanto a fragilidade emocional e psicológica que ela vivia, quanto a manipulação inteligente e cruel dele, quanto a ingenuidade por ser uma garota muito nova e com poucas experiências sobre o egoísmo masculino e esse tipo de instrumentalização, tudo isso acabou culminando nesse relacionamento abusivo do qual vai ser quase impossível ela se desvincular.

Nietzsche como um spitz alemão filhote ficaria ainda mais interessante UHAHSUHS imagina o cachorrinho escrevendo aqueles livros geniais? Peggy é maravilhosa, não nego que ela é uma das minhas originais favoritas dessa fic e de outras fanfics também ^^ tenho muito orgulho do desenvolvimento e do crescimento dela.

Muito obrigada por todos os elogios, Arrribaquerida! E por todo o suporte que me dá desde muito tempo!

Muitos beijos!

Sami

Pois é né quem é vivo sempre aparece, acho que pedir desculpas pelo mega sumiço não é o bastante, na verdade eu nem lembrava mais de entrar aqui nesse site, mas agora eu tomei vergonha na cara e não vou mais deixar de entrar hehe. Nunca pense que irei abandonar suas histórias porque eu não vou fazer isso Menta, numa!

Então agora vamos falar sobre esse capítulo que AAAAAAAAAA não vou mentir, a morte da Shery e toda a parte do capítulo visto pelo ponto de vista do Dwight foi de doer bem na alma. Impossível não sentir aquela pequena pontadinha de dor no peito não só pela morte dela que, caramba foi de partir o pobre do coração, mas toda essa interação meio desconfiada entre ele a Lilah. Gostei bastante disso e digo de novo que essa menina ainda tem MUITO MAIS para mostrar. Acho que ela foi importante para ele nesse momento do processo de luto porque né, ela é toda menina inocente e cheia de alegria e aí me vem aquele abracinho entre ele AWIN GENTE QUE MOMENTO LINDINHO! Nem parece que ela tava cheia das ameaças pra cima dele antes.

O pov da Callie foi Uau! Gente, sempre que mostra um pouco mais dela e de toda essa devoção que ela tem pelo monstro do Negan eu fico mais assustada em como esse pentelho conseguiu fazer essa disgraça de lavagem cerebral nela. O cara chega todo manso, cheio dos amores, esse diabo é esperto e sabe muito bem como manipular uma pessoa, fez isso com muito sucesso com ela e olha só no que deu, a menina não vive sem ele. Aí credo, e pensar que isso de fato acontece na vida real é ainda mais assustador.

Enfim agora vamos dar espaço para falar dela, pois é minha gente, abram alas porque ela está chegando cheia do bom personagem original que é. PEGGY EU TE AMO E NÃO VOU ESCONDER MEU AMOR POR VOCÊ SUA DEUSA DONA DESSE UNIVERSO DE H. I.

Eu sempre disse que acreditava no potencial dela e essa guria não me decepciona mesmo, mostrou para o rei como é que se deve fazer as coisas e ainda fez ele aceitar partir pra guerra. CONTINUA DESSE JEITO SUA LINDA! Mas né, tem aquela também, se um monte de gente morrer nisso, o que vai mesmo acontecer, aposto que ela irá se sentir culpada, AINDA BEM QUE ELA TEM UM REIZÃO PARA DAR CONSOLO só não disse como seria...

Capitulo sensacional como sempre Menta, você sabe que arrasa muito né, nem preciso dizer isso, mas vou continuar falando só pra te encher de elogios. Beijos e até mais breve!

Menta
Menta Autor

OiiiêêÊê Samiiilinda, como você está? Espero que muito bem, fofinha, e que janeiro esteja lhe sendo um mês muito frutífero! Não precisa se preocupar em se desculpar, eu mesma dei uma afastada legal daqui do site, não estava com cabeça nenhuma para me dedicar aos meus hobbies nos últimos tempos, estou retomando as atividades que me dão alegria aos poucos.

Eu gostei bastante de escrever esse capítulo como um todo, porque ele foi bem expressivo de um momento de muita dor que eu vivia (não que eu tenha superado totalmente, eu estou nesse processo ainda, é algo gradual), então ter escrito esse capítulo voltado para o luto, principalmente, foi algo bem catártico, algo que me fez bem, terapêutico, até. Os dois Ds (Dwi e Delilah hahaa), são uma dupla que funciona bem juntos, pois são um diálogo de opostos em muitos sentidos. Um cara covarde x uma moça corajosa, um homem mais velho x uma garota mais jovem, experiência x ingenuidade, enfim, muitas diferenças. E eu acho que tanto ela está aprendendo com ele, como ele está aprendendo com ela. Tenho certeza de que ele não imaginava que receberia tamanha empatia e compreensão dela, não depois de toda a dor que ele também foi responsável por infligir nela.

Você definiu muito bem isso da Calliope, o que ela sente pelo Negan é algo muito além do amor, é algo doentio, ligado à projeções da cabeça dela que ele manipulou e alimentou. Muito triste e real tudo isso. Ela o venera, ela é devota a ele, é como se Negan fosse o combustível pra ela continuar a viver. Sem ele, ela perde a identidade que construiu depois de ter quase morrido, após a vida de merda que tinha na comunidade anterior.

Peggy eu te amo também! UAHHUSH eu não posso fingir que ela não é uma das minhas personagens originais favoritas de TODAS as fanfics que eu já criei. Eu amo o jeito dela de pensar, de agir, de sentir. Gosto muito dessa menina, ela só me enche de orgulho também ausuhshuss! Foi muito bom ver a caminhada dela, e saber que ela ainda vai deixar todos vocês boquiabertos e inflados de admiração!

Pode ter certeza de que a nossa jovem filósofa não vai parar de estudar, se dedicar e ajudar todo o pessoal do Reino (e das outras sociedades que encontrar). Essa garota tem muita trilha pra percorrer ainda, a jornada dela de auto-afirmação e de se encontrar como pessoa está só no começo.

Muito obrigada por me elogiar tanto, Samilita! Você é uma fofa, agradeço deveras por todo o carinho que me disponibiliza de peito aberto! Você é o máximo!

Beijocas!

Dreamer Girl

MENTA! Eu quero criar um acordo, sempre que postar e eu não comentar em até 2 dias depois do capítulo postado, tava mp pra cima de mim. Eu sou avoada e tô lendo tanta história ao mesmo tempo que meudels. Mas vamos ao capítulo.

Eu acho a Peggy uma personagem maravilhosa, exatamente por causa da evolução de uma garotinha assustada para uma mulher forte e madura (muito filosófica e dona da porra toda junto com a Carol). No começo eu não gostava dela, principalmente quando ela e a Mavie brigaram quando a Mavie descobriu sobre o Moritz e a Peggy, nessa época eu ODIEI a Sininho por que pra mim qualquer um que brigasse com a Mavie nem devia estar vivo (eu amo demais a Mavie e eu amo ainda mais a Felicity) mas agora eu vejo ela de uma outra forma.

Eu acho que o Dwight não é uma pessoa boazinha mas ele também não é mal. Eu Acho que ele é covarde apenas, de não ter lutado pela Sherry, de ter franquejado perante o Negan. Eu só tenho pena sabe?

E a Callie, eu entendo o quanto deve ser difícil se desapegar desse amor enquanto ele já criou raízes. Em quanto o Negan já se aprofundou tanto na mente dela, nas memórias. O tanto que ele usou e manipulou a Callie, deve ser difícil sair dessa bolha que o Negan pôs ela.

E eu vou te falar, tô decepcionadíssima com a oitava temporada, nem to vendo direito. Ainda mais depois da morte de um certo personagem (cof cof) cuja morte eu achei totalmente desnecessária. No mais eu estou achando bem fraquinha essa temporada, maaaaaas temos que ver para entender HI e demais histórias de TWD como a Lifeline da Dixon Girl (que eu acho que não esta atrasada mas eu também nem sei direito mais a história de tão perdida que eu to mas nas minhas leituras)

Beijão Menta!!!

Menta
Menta Autor


Oiiiêêê gatinha! Que bom te ver aqui de volta! Beleza, então está combinado UAHSUSH passado esse prazo, no terceiro dia eu te aviso de postagem nova, então! xP E relaxa, eu totalmente compreendo isso de se perder nas histórias ^^' é uma pena a gente ter tão pouco tempo para acompanhar tantos escritores bons!


Eu fico tão feliz e orgulhosa com essa evolução toda da Peggy! Ela e o Billy Ray foram personagens que desde o começo da fanfic eu já tinha elaborado para serem dois que iriam mudar muito conforme a história progredisse. Billy se redimiria, e Peggy amadureceria. Achei fofa sua proteção com a Mavie UHAUHSUHS ela é uma linda mesmo, mas eu acho que a Esquila nessa época foi meio intransigente, porque ela nem deixou a pobre da Peggy se explicar. O que também é compreensível, porque apesar de tudo a Peggy era uma adolescente, e não é algo fora do normal pensar que ela pudesse estar sendo manipulada pelo Moritz, e não vivendo uma relação saudável pra ela. Hoje em dia, apesar da pouca idade, tudo o que a Peggy viveu deu um crescimento para ela que já podemos considerá-la uma jovem mulher. A questão etária não faz mais diferença, porque ela enfrentou e superou diversos sofrimentos que a endureceram (no bom sentido) e lhe deram sabedoria.


Eu também só tenho pena do Dwight. Eu acho que ele foi covarde, muito covarde, mas não acho que ele tenha realmente agido de uma maneira perversa por sadismo ou algo do tipo. Foi porque cedeu e fraquejou. Infelizmente, isso é humano. Isso significa que a Sherry era mesmo muito mais forte e corajosa do que ele. Eu entendo totalmente a raiva dela.


A Callie faz parte desse grupo de pessoas que foi extremamente machucada por um amor tóxico. Negan surgiu para ela como se fosse um Salvador, mas na verdade ele só foi um outro tipo de malfeitor. Ele usou a fraqueza e a vulnerabilidade em que ela se encontrava na antiga comunidade para colocá-la debaixo dos cuidados dele, prometendo toda a felicidade e segurança do mundo, e ela se entregou. Basicamente, Negan conseguiu enlouquecê-la até torná-la um bichinho de estimação dele, e sabia bem o que estava fazendo, o que torna tudo ainda mais doentio.


A oitava temporada realmente foi muito ruim eu só gostei de dois episódios dessa primeira metade. Parece que mudaram de showrunner, vai ser uma mulher, espero que ela faça melhor do que o Scott Gimple e o grupo atual de roteiristas, porque tá triste. Sim, Lifeline é uma fic maravilhosa, sou louca por ela!


Beijão!