“Estava de volta. Não poderia passar sem debochar.” Eu ia criticar mas me identifico
“— Você ‘tá doente?” hauhaushsushs
“(A p*roca do) — Seu professor está subindo.” Minha humilde contribuição pra deixar essa passagem ainda melhor.
“— Ciça, ele fez ou não fez?”
“— Oi?”
Jorja está desmaiada.
“Me ensinou muita coisa” Socorro~
“Achei que já tínhamos passado da fase da falsidade” Toma, vagabundo
Gente, alguém precisa dar uma confortada nessa menina! Cadê você, Bentinho? :) /brinks Não vai na minha, se fosse por mim todas as histórias do mundo seriam pwp.
Adorei o cap, principalmente a parte final, e acho que trouxe detalhes super enriquecedores pra história (que ta cada vez melhor, not surprised).
E, Bento, a vida é muito curta pra gente fingir que não quer fazer mais uns seczo selvagem. Reflita.
Esse gif UAHHUSUHSH Gigi maravilhosa ♥ essa sou eu vendo você digitando o review: https://media.giphy.com/media/PvJLhzs6KYYq4/giphy.gif
O mais engraçado é que se for pra ver com quem a Ciça mais se parece, seria com o tio mesmo. O senso de humor ácido é igual aushusuh eles se merecem!
Imagina, cê tem um tio fdp que nem esse e o cara vem cheio de dengo. Sai pra lá, oferenda.
A p*roca do véio já não desce mais, depois dos últimos acontecimentos é um viagra for life UHAHUSHUS!
EU NÃO PUDE ME CONTROLAAAAAR hahahahah eu tive que dar essa zoada. Imagina a cara dos dois depois desse "fez ou não fez" UAUHSUHS!
Ensinou muita coisa mesmo. Inclusive como estragar uma excelente noite de p0tariax gostosas com uma mensagem escrota no dia seguinte. p****, Bento, esperávamos mais de você.
Ciça foi até boazinha. O véi tava merecendo umas patadas ainda piores, mas amor de pica quando bate fica, né.
AHUHSHUSH eu não vou fingir que eu não amo a parte erótica de Amor Fati, mas meu projeto com ela vai além das putaria (embora eu as atóóóre). Mas não se preocupe, que não vai faltar material pras nymph como nós se esbaldarem.
Muito obrigada, Gigizinha deliciosa. Saber que você curte minha humilde historieta ambiciosa é algo que me recompensa pacaramba. Eu espero mesmo que esse enredo dê certo a ponto de ir parar nas prateleiras de livrarias.
É muito curta mesmo. Mas pode deixar que os plot twists não acabaram... Heheheh!
Ciça, coitadinha! Meu coração está doendo por você! Quão solitária deve ter sido a sua vida...
Como você realmente disse, estou passando por uma montanha russa de emoções com essa história! Mas não vou mentir, adoro. Haha
"Ninguém aqui, nem na vida real, é mocinho nem vilão." Adorei essa frase nas notas iniciais! E eu super concordo com a afirmação. Eu adoro quando as histórias demonstram esses lados dos personagens, porque isso torna a história mais real. E eu pude ver isso no Fred. Apesar de todos os seus lados ruins, essa declaração ébria sobre o arrependimento dele por não ser uma figura familiar adequada para a Ciça, mostrou um lado desconhecido do personagem. E nós seres humanos somos assim mesmo, um misto de qualidades e defeitos.
Oiiêêê Tassizinha! Como você está? Espero que muito bem. Amei ter aparecido tão rápido nos dois capítulos. Hoje mesmo monto o capítulo 11, espero postá-lo até amanhã.
Cecília é uma órfã, isso já significa que a menina vai guardar traumas de abandono. Considerando que Fred também não era o tutor ideal (mas o único que ela dispunha), a coisa foi difícil pros dois. Ele não está apto pra ser uma figura paterna pra ninguém, ela precisava de alguém que lhe desse suporte... Podemos dizer que, sim, Ciça e Flavia tiveram uma infância bem melancólica.
O Fred é um homem que foi forçado a amadurecer antes da hora. A irmã dele morreu quando ele mal tinha começado a vida profissional. Se eu me visse hoje, com 25 anos, na mesma situação dele, provavelmente iria pirar, só que de outro jeito. Fred era o caçula, o cara que ninguém esperava nada da família, e subitamente virou o único de quem as coisas dependiam. Gustavo (pai da Ciça) morreu de overdose, sua morte foi um escândalo midiático porque junto ao vício das drogas, prostitutas e demais hábitos ilícitos, foram denunciados diversos esquemas de corrupção do escritório. Fred teve de cuidar de uma irmã arrasada, ajudá-la com as filhas e recuperar a boa imagem do legado da família (a firma de advocacia). E depois a irmã ainda desenvolve um câncer agressivo e morre, deprimida e doente em fase terminal. Sobra pra ele, também, cuidar de duas meninas de 5 e 2 anos. É muito pra qualquer um administrar, sozinho. Ainda mais alguém como ele, um cara que até então levou uma vida imatura, na flauta.
Fantástico. Cada sentimento expresso é tão tangível que chega a doer, principalmente neste capítulo, tão rico em informações valiosas e amarguradas. A questão de Bento enxergar a antiga Bia em Cecília já tinha sido mostrada. Mas neste capítulo, o universo de coisas que esse fato desencadeou foi muito mais explicado, adquirindo proporções de sentido imensas. "Bento poderia ter sido o padrasto de Cecília". Minha cabeça embola ao imaginar um mundo paralelo onde isso acontecesse, e não a realidade vivida na história.
A cada que leio, amo mais esta história. Cada personagem é admirado por mim por causa de cada uma de suas qualidades insólitas e defeitos gritantes. A família de Cecília sempre vai me surpreendendo cada vez mais. A começar pelo tio Fred que, poxa, mostrou sua faceta preocupada e carinhosa, como eu nunca o imaginara. Um amor rude e descuidado fez-se notar no agir de Fred nestes trechos.
E o que falar de Bento.... Filho da mãe que eu amo. É tão compreensível como ele se sente arrependido, ao mesmo tempo que torço para que esse sentimento fuja logo dele. Realmente imagino-o desfrutando e satisfazendo uma Cecília que anseia por ele. Mas esses são meus devaneios pessoais.
Adoro a maneira como eles conversam. Seus diálogos em todos os momentos são demasiado bem feitos e intelectuais. Seja na hora do ensino, o momento sensual, ou na discussão, sinto prazer em ler como conversam. Se expressão de uma maneira sempre imprevisível e superior a tudo que eu espero. As minhas expectativas são superadas a mil cada vez que eles se aproximam.
A narrativa de Cecília é outro ponto cativante. Ela é tão ciente das coisas ao seu redor e consegue controlar-se até seus sentimentos vazaram de maneira incontrolável. Foi tão humano quando, se submetendo às dores do abandono de seus pais, sucumbiu ao choro. Foi tocante, uma tristeza que contagia.
Algo que admiro muito no agir de Ciça é sua coragem como mulher. Ontem mesmo, assisti a um filme sobre a vida de Abelardo e Heloísa, chamado "Stearling Heaven". Tanto o filme como a história são lindos, complicados, e ainda assim carregam a imagem do amor verdadeiro. Mas quantos amores existem a base da dependência emocional, como enxerguei na musa Heloísa, que sem querer perdia grande capacidade intelectual ao agarrar-se ao seu amado totalizando-se? Isso não acontece com a Cecília de Amor Fati. Obrigatoriamente, Ciça inspira respeito, pelo fato de estar na condição de jovem, adolescente, mas tão madura e dona de si. O modo como agiu com Bento foi impressionante, talvez porque todas nós gostaríamos de ter esse poder. Também sinto espelhar-me nela, quando seus sentinentos lhe fogem e a esmagam, como a todas nós, e isso a torna ainda mais interessante. Mas seu poder dominante é apenas seu.
Para não me delongar mais (o que já fiz, mas ainda tenho muito a falar desta fanfic maravilhosa) parabenizo a autora. Você me disse que escreveria no tempo certo para dar o melhor de si e de sua inspiração para esta história. Alcançou e extravasou essa meta.
Aguardo pelos próximos capítulos de uma leitura que vai além de qualquer outra.
Oiiiêêê minha querida Writer! Como está você? Espero que muito bem. Esse capítulo serviu mesmo para trabalhar um pouco mais da dinâmica familiar da Ciça, sua orfandade, as limitações do Fred e também o lado do Bento nessa história. Dava para deduzir que Bento poderia ter sido o padrasto de Ciça se a mãe não tivesse morrido e o namoro tivesse ido pra frente, virado casamento, quem sabe? Então é realmente muito estranho pensar nesse "e se" que nunca foi, mas poderia muito bem ter sido.
Esse amor rude do Fred não só se delineou por esse capítulo, como também é demonstrado pela memória que Ciça tem de quando ele intercedeu por sua irmã mais velha, quando esta sofreu a tentativa de estupro de parte de Diogo. Essa memória é contada no sexto capítulo, se eu não me engano. Frederico é um homem cheio de defeitos, imaturo em muitos sentidos, sem dúvidas emocionalmente limitado, mas ele tem o coração no lugar. Ninguém pode dizer que ele não ama suas sobrinhas, mas o amor, por si só, nunca é suficiente...
Eu também anseio por esse tipo de cuidado e carinho da parte dele em relação a nossa Cicinha, hehehe! E ela também, pode ter certeza. Há uma questão Edipiana bem simbólica aí nessa relação, de parte de Cecília, e de parte de Bento temos uma obsessão amorosa jamais resolvida nem trabalhada... Sem dúvidas o relacionamento dele ainda dará muito o que falar. Também amo o Bento, ele sem dúvidas é um homem que poderíamos considerar dissimulado, até bastante egoísta em alguns pontos, mas também tem seus encantos.
Fico muito feliz de saber que gosta dos meus diálogos, também. Considero que esta ferramenta é fundamental para passar a fluidez do texto e a imersão dos leitores e das leitoras, isso porque é preciso que as conversas pareçam reais, naturais, para que a gente enxergue os personagens com verossimilhança. Esse elogio é muito lisonjeiro, assim como todos os outros que me faz continuamente! ♥
Cecília é uma garota que nunca teve a sorte de desfrutar de uma visão de mundo cor de rosa que é fundamental durante a infância. Sem a segurança de um modelo materno ou paterno, ela cresceu desamparada, e isso a faz ser uma menina muito fechada, reservada e duvidosa do lado bom do mundo e das pessoas. Ela é muito fatalista e pessimista, então para ela é mais fácil ver o lado sujo das coisas do que a pureza possível.
Essa coragem de Cecília também advém um pouco de sua orfandade. Mesmo que tenha tido muitos recursos financeiros, e tenha sido educada nos melhores colégios, tendo babás vinte e quatro horas, empregada doméstica e todos os mimos que o dinheiro pode comprar na sociedade brasileira, ela nunca teve um amparo materno ou paterno. Tio Fred conseguia no máximo ser um tio carinhoso, mas não sabe se colocar no papel de pai, inclusive tem medo disso, não se julga capaz, merecedor nem preparado para isso. Então, como sempre se viu "sozinha" no mundo, ela aprendeu a sobreviver na solidão. Ciça é muito reclusa, muito fechada em seus próprios pensamentos, e, em alguns pontos, muito individualista. Ela não sabe pensar em equipe, porque ela não sabe o que é viver em um "time". Sua generosidade foi construída pelo seu bom convívio com a irmã e pelas suas amizades, se não fosse isso, ouso dizer que ela beiraria uma espécie de "autismo social".
'Pera ai que eu não 'tô bem... Preciso respirar...
Mulher que capítulo é esse? Socorro! Produção pode uma coisa dessa? Alguém chama o "Samuca" 'pra mim!
Uma coisa é certeza: nunca jamais tem como se arrepender de ler um capítulo novo desta história e nunca tem "capítulo morno" todos os capítulos são surpreendentes de uma altura e tanto, mas tenho que admitir que me vejo confusa por demais, pois o capítulo 8 tinha tornado meu xodó, porém veio o 9 o qual eu me identifiquei com uma certa situação e ele estava no meu auge só que agora veio o 10 me desmoronando toda. (Meus olhos encheram-se de lágrimas).
Vamos comentar sobre isso por partes... Primeiro... Ciça ter que carregar esse segredo com ela somente com ela deve estar sendo muito tenso... Ela tem o melhor amigo ali, mas não pode conversar por medo de julgamentos e muito mais e eu me identifico muito com ela em relação a isso... Você ter vivido (ou 'tá vivendo tal situação) e não poder compartilha-la com ninguém porque a situação é muito delicada envolve fatores digamos graves onde você pode ser julgada e não compreendida, então quando Daniel fez a brincadeira dela estar na "seca" e ela ter que engolir tudo é chato, dá 'pra notar que ela gostaria de falar, mas não pode.
Depois vem a parte do tio Fred demonstrando carinho por ela, do jeito dele, mas foi uma amostra de afeto. Achei fofo ele beijando a testa dela e puxando assunto querendo saber como ela estava. É incrível como algumas pessoas na sua vida que não parecem dar importância demonstram o contrário quando nos encontramos em situações embaraçosas. Ciça está em uma situação delicada e de tantos dias e momentos o tio quer conversar com ela justo dois dias depois de um grande ocorrido na vida.
O dialogo de Ciça e Bento minha nossa, doeu minha alma! Mais uma vez eu me identifiquei e semelhanças de Bento com a pessoa que eu conheço só aumentam e esse sentimento de Ciça de se sentir usada me doi tanto, eu sei como é (quero abraçar a Ciça) me tocou bastante. Bento tentando se explicar... Eu até compreendo ele, mas sei lá eu fico muito mal pela Ciça.
Por último, Ciça em seu quarto ouvindo a conversa do tio com o professor... Tio Fred falando dela e de toda a família... E por fim ela mexendo nos pertences da mãe, a tristeza e a raiva misturadas ali por sentir falta de uma mãe, por se sentir usada e o pior está se sentindo usada pelo ex namorado da mãe, como lhe dar com isso?
Quem diria que um beijo fosse trazer vários problemas, porque o beijo na cozinha foi a chave de abertura de tudo...
Tenho 29 anos, mas me identifico muito com essa Ciça adolescente (na questão familiar não, tenho problemas na minha família, mas nada tão assim e graças a Deus tenho minha mãe aqui), mas em outros aspectos eu me vejo bastante nela...
Como sempre mais um capítulo lacrador! Escrita maravilhosa, tudo perfeito como sempre! Já disse quando virar livro eu vou comprar e recomendar de tão maravilhosa que é!
Menta eu não sei mais o que dizer sobre essa obra prima, essa maravilha que é tua história!
Vou para o próximo capítulo... Beijos!
O que mais gostei: Tudo, como sempre!
O que acho que pode melhorar: Absolutamente nada!
Oiiiêêê Mariazinha querida! Desculpa pela demora em responder os reviews, mas espero que compreenda que por vezes tenho de me ausentar do site. Antes tarde do que jamais, estou aqui para cumprir meus compromissos e deixar todos os comentários respondidos em dia, direitinho! ^___^
É muito bom saber que minha humilde historieta é capaz de te envolver tanto assim. Sabe, eu mesma me emociono com Amor Fati, tenho um carinho por todos os personagens, seus defeitos e qualidades, suas histórias de vida, suas personalidades, suas jornadas, tudo o que os fazem ser quem eles são... Então é muito bom saber que consegui transferir esse afeto para outra pessoa, é algo que dinheiro nenhum paga, como autora você deve entender isso perfeitamente. Ainda mais vendo que estou cativando uma leitora tão sensível quanto você, isso é sem dúvidas de uma exultante alegria, é maravilhoso!
Eu fico curiosa para conhecer seu histórico, mas super entendo se você não se sentir à vontade para me contar. Mas sim, isso está pesando muito para a personagem que tanto prezamos. A garota é muito nova, e por mais que ela tenha uma maturidade maior do que a média em decorrência de sua orfandade e dos desafios que a fizeram endurecer para a vida, isso também é uma fraqueza dela, porque a faz ser uma garota MUITO solitária e muito carente. Eu diria que Ciça é mais uma "fatalista" do que uma realista, ela tem uma perspectiva muito pessimista das coisas, sua tendência é desconfiar ao invés de confiar, e tem uma vivência de "ausência", de "falta", contínua. O que significa que ela não teria o auto-controle suficiente para lidar com uma relação tão intensa e Edipiana como a que tem com o Bento de uma forma saudável, como vamos vendo ao longo desses capítulos.
Fred é um homem limitado, ele é um cara que foi forçado a amadurecer do nada, e ao mesmo tempo que teve uma criação privilegiada e sempre foi injustiçado pela família, no sentido de ser considerado o "filho-problema". Bia era a angelical, a moça de família, a que casou cedo com um grande partido, a bela, a encantadora, Fred era a ovelha negra que só queria saber de ser fanfarrão, fugir das responsabilidades, então ninguém o levava a sério e ele se acostumou com isso, fez disso seu "escudo" para não se sentir inferiorizado. O problema é que tudo caiu em cima dele, a criação das sobrinhas, tirar o escritório da lama, lidar com a doença da irmã... E ele fez o melhor que pôde. O problema é que esse melhor que pôde nunca foi suficiente. Ele não teve força o suficiente pra se tornar um pai.
Bento, por sua vez, está se sentindo monstruoso por ter cedido à sua própria fragilidade, o desejo que tem por Ciça. Ele se acha em um papel privilegiado nessa relação (o que de fato é verdade), e se sentiu um egoísta nojento por ter realmente feito sexo com a menina, dando vazão ao seu lado puramente animal. O porém é que ele também não suportou lidar com o desgosto que decidir se afastar trouxe a isso. Já é tarde demais para se arrepender de seus atos, mesmo. O que está feito, foi feito.
Ciça está realmente em uma posição mais do que difícil, é uma complicação atrás da outra, não faltam revezes e poréns nessa relação que ela tem e quer manter com Bento, e também em sua própria estrutura familiar. Ela é, em suma, uma menina muito sozinha e abandonada...
O beijo na cozinha foi mesmo a abertura de tudo, você é muito sagaz sempre, Maria!
Eu te entendo, eu consigo me identificar com a Ciça em alguns pontos, minha estrutura familiar é diferente da dela mas é também bem complicada, e eu entendo a maneira fatalista e solitária dela de pensar, embora não seja órfã. Eu sei como é se sentir tão abandonada, por outras razões.
Eu agradeço muito por todo o seu amor pelo meu projeto de livro! Sabe que vai ganhar uma edição mais do que especial quando essa história enfim for editada em formato literário, né?
Gostei muito desse capítulo e fica difícil escolher o meu favorito dessa original! Uma pena que nada disso tenha sido feliz para a Ciça. Foi pesado...
Imagino que ela deve pensar que Bento não a vê como a Ciça e sim como a Bia. Realmente, a mãe dela é uma ausência que a assombra e isso dói muito. Por mais que ele tenha tentado se afastar, ela está certa em questionar que ele só teve uma postura mais decidida depois de justamente pega-la na cama.
Sei que ninguém está totalmente certo e ali não existem demônios, só pessoas... Mas to do lado da Ciça, pro que der e vier.
Oiiêêê Laurenlinda! Como está você? Espero que muito bem.
Esse capítulo também foi muito apreciado por mim hehehehe, embora eu ache que seja parcial para julgar. Mas gostei de ter podido desenvolver mais a estrutura familiar da Ciça, o Fred, o Bento...
A Cecília sofre de ficar na sombra da mãe, tanto por achar que Bento só se atrai por ela por isso (embora isso seja basicamente o motor principal, não é o único fator), e também por pensar que ela entristece o tio, e que ele a trata dessa maneira distante, muitas vezes, por conta disso.
Estamos do lado da Cicinha. Acho que você vai gostar muito do capítulo 11 que eu já postei, aliás.
Bom saber que consegui passar todo o ar adolescente necessário para que a história seja cativante e verossímil. É fundamental que a gente veja esses personagens como adolescentes reais, caso contrário a história perderia boa parte da estrutura mais realista que eu tento passar.
Tenho um asco das coisas que o tio dela fala que você não tem noção!! Mas enfim, realidade do Brasil é isso, conheço vários bem assim.
Essa história entre a mãe da Ciça e do Bento ainda vai render, estou certa? Fico nervosa só de pensar nas possibilidades. Deve ser muito bizarro pra Ciça imaginar que o Bento amava sua mãe e agora mostra interesse nela. Me faz questionar a personalidade do Bento também...
Oiiiêê de novo, Lenita! O tio Fred é bem preconceituoso, e infelizmente isso é muito comum mesmo na nossa sociedade, em qualquer classe financeira.
Vai render sim, afinal de contas, essa projeção é algo que todo mundo que conheceu a Beatriz faz na Cecília, porque ela é realmente a cara da mãe.
Ciça se sente bem triste com isso, como ela mesma narrou no capítulo. Ela fica pensando que Bento não a acharia atraente se não fosse por isso, que o tio não consegue lidar bem com ela porque ver a imagem da mãe dela nela o faz ficar triste, etc. Todos os personagens aqui são o mais real que eu consigo exprimir, no sentido de que seus defeitos são visíveis e suas qualidades também. Bia foi o amor da vida do Bento, desde que eles eram adolescentes e ele era apaixonadíssimo por ela, aquela paixão de garoto. Depois disso a vida os separou, cada um foi pra uma faculdade, mas depois de se formar na sua segunda faculdade (direito), ele recebeu o convite de seu veterano (namorado e futuro marido da mãe da Ciça), para entrar na firma dele. Ele começou a trabalhar com o Gustavo (pai da Ciça), e isso o fez conviver de novo com a Beatriz, agora já mãe, uma mulher, e isso despertou de novo os sentimentos dele, de outra maneira. Tudo pra depois ter a morte do Gustavo, o escândalo das fraudes no escritório, a depressão da Bia, o posterior câncer da Bia, quando enfim ela começou a ver o Bento com outros olhos, eles namoraram, mas ela já estava "datada de morte". É uma história muito forte pra uma pessoa simplesmente superar, os ecos dela vão acompanhá-lo pelo resto da vida. É claro que a Ciça não tem "nada a ver com isso", no sentido de que nada disso é culpa dela, e o ideal nessa história seria Bento conseguir separar a imagem da mãe na filha, não encará-la como uma "segunda chance do destino" ou uma projeção, e racionalmente ele não encara, ele inclusive admira a Ciça por outras razões, por ver nela uma jovem obstinada, inteligente, mais madura do que a mãe nessa idade, que sempre foi muito mais protegida pela vida. O problema é que, sim, sem dúvidas grande parte do desejo dele por ela vem dessa projeção, de ver na garota a memória viva da jovem que um dia ele foi caidinho de paixão. Eu não acho que isso diminui os erros dele, mas os torna compreensíveis, ou melhor dizendo, os torna erros humanos, e não faz dele um ser humano execrável ou odioso por isso. Acabei escrevendo uma resposta enorme HUAHUSHUS
Tudo bem contigo, minha frô mais linda desse mar de brachiaria? Gente, que saudade que eu tava de ler algo seu! Serião, peço mil e uma desculpas por ter me ausentado por tanto tempo das suas histórias (e do Nyah em geral), nenhuma justificativa é boa o bastante pra esse abandono ridículo de minha parte! Foi uma época bem complicada em que juntou tudo; quebrei o dedo, paguei de escrava nos estágios e realmente dei umas surtadas absurdas com o TCC (pra você ter ideia de como eu tava fora de mim, consegui a proeza de confundir a data da entrega final, e entreguei uma semana antes do prazo o_O Precisei até buscar o cretino de volta pra fazer os últimos ajustes - ou seja, sofri em dobro com o prazo de duas entregas ¬¬'). Mas enfim, a maré agora está melhorando pro meu lado, e eu fico feliz pra porra de poder voltar a acompanhar seus escritos tão fodásticos, como só você manja fazer ♥
Olha, eu confesso que eu ri com essa primeira interação entre Ciça e Fred. Só conseguia imaginar a menina toda bolada (ao estilo Nazaré Tedesco fazendo continha) com o tio esbanjando esse afeto atípico! Até eu, que já estou acostumada com suas criações sempre profundas do elenco de suas histórias, fiquei bem intrigada com Fredão nessa parte, hesuheusehuesh. Gostei muito dessa nova faceta que explorou no personagem, mostra mais uma vez que você não está aqui pra amadorismos. Fred tem sim um lado escroto bem forte, mas a humanidade também está lá, perdida em algum canto e pronta pra aflorar durante os porres de saquê (aliás, lendo essa parte bateu uma vontade louca de tomar umas caipirinhas de saquê xP)
E eu não poderia ficar mais satisfeita depois do pequeno barraco Bençástico pós p0tarias-seguidas-de-chute-na-bunda! Feliz da vida aqui que a Ciça teve chance de se expressar, por mais que eu também consiga me compadecer da situação difícil que o Bento se encontra (claro, considerando que ele não seja um mero babaca aproveitador. Mas pelos capítulos até agora, duvido que seja esse o caso, a menos que você me venha com uma baita reviravolta mais pra frente, heheh)
E sim, quero mesmo entrar aí e sufocar a Ciça num abraço bem apertado, mesmo sabendo o quanto ela detestaria isso e provavelmente usaria suas chuteiras pra me dar uma bicuda bem ali, na rachadura entre os glúteos =P
Mais um capítulo sensacional neste seu livro tão completo, sua linda! ♥ ♥ ♥ Espero ainda vê-lo impresso, de verdade! Compraria com o maior prazer!
E de novo, me desculpe por só aparecer agora, realmente não foi por mal, e eu espero nunca mais repetir essa heresia -.-'
P.S.: Daniel sendo palhaço na aula é a coisa mais fofa da vida ^^
Beijos enormes procê, gatona! Senti pa caraio falta de tudo isso! ;*
Arrribitinha lindonaaaa! =D Como você está, minha gostosa? Querida, não vou mentir pra você não. Digamos que eu já estive melhor ^^' mas são assuntos sensíveis, coisas de cunho pessoal e familiar, estou vivendo umas reviravoltas dramáticas na minha vida, digamos assim... Mas eu tenho muitas personagens originais fortes e empoderadas pra me basear e seguir vivendo um dia de cada vez. xP
Fico feliz de saber que a sua maré de sorte está ficando melhor! Estou precisando dessas boas energias também auhshushus, manda um pouquinho pra cá se der pra dar umas sobrinhas! E sei como é essa maluquice de TCC, eu mesma dei uma surtada na minha monografia, é foda, uma pressão do c******. Mas pelo menos você já passou pelo pior! Agora é só trabalhar, hehehehee! Espero mesmo que você tire um tempinho nesse final de ano pra descansar bastante, porque imagino seu nível de cansaço. E sobre isso de demorar e não ter justificativa, que isso, mulher, todos nós temos nossas razões pra nos afastarmos dos nossos hobbies quando a vida exige demais da gente. Acontece. Eu mesma fiquei bem afastada do nyah por uns meses por conta disso.
O Fred é um ser humano (ohhh, não diga xD HUAUHSHU), então por isso eu queria mostrar as boas facetas que ele também tem. Ele é um cara muito limitado, que em muitos aspectos ficou embotado, o emocional dele é bem, digamos, mal resolvido. Tanto no luto da irmã, quanto na incapacidade de assumir algumas responsabilidades afetivas. E isso inclui ser um tio/pai pra Ciça e pra Flávia. Mas ele nota isso e lamenta (não que justifique, né, mas ao menos o cara não se acha o f*****, como bota a banca xP).
A respeito do Bento, ele não é um babaca aproveitador, te adianto essa, mas ele também tem suas falhas. Ele foi muito irresponsável ao ceder aos seus impulsos, e está se sentindo um monstro por isso, porque ele sabe bem da fragilidade da Cecília nessa relação, ainda mais considerando todo o desamparo que ela sente por ser uma menina tão largada na vida, em termos afetuosos. Ela não é carente de grana, mas é muito carente de amor. Então considerando que já seria problemática a relação pelo age gap, fica ainda mais sinistro contando com o fato de que ele faz uma projeção do amor de adolescência dele na menina, e que ela muito provavelmente projeta nele uma figura de guardião, consolo e segurança que nunca teve. Ele sabe que ela é o "elo mais frágil", e se sente um babaca aproveitador, embora não o seja de fato, porque se o fosse não estaria tendo essa crise de consciência. Mas que errou, errou, e a Ciça tinha todo o direito de dar essas porradas verbais hehehehe!
Sim, eu fiquei com muita dózinha dela também. Imagina o quão abandonada e diminuída ela não ficou se sentindo... :( E provavelmente se a gente a abraçasse ela daria uns pontapés nas nossas bundas mesmo hehehehe! xD
DanDan é uma graça de garoto mesmo aushsuhs não tem como não admirar a alegria de viver dele.
Beijão, sua linda! Também estava cheia de saudades!
Que capítulo foi esse hein? Coração na mão pela Ciça... Não bastando os traumas da vida merda até agora, com a falta de uma estrutura familiar, a morte súbita do pai e em seguida da mãe... E pra completar uma rejeição tão crua do Bento... Convenhamos que se apaixonar pelo "quase" padastro, com a sombra da mãe num relacionamento não tem como ser simples... É... Não tá fácil hein?
Gostei de ver uma a versão do Tio Fred também... Convenhamos que as coisas também não foram nada fáceis para ele né? Lidar com a depressão da irmã, sua doença, sua morte e, então, suas filhas.... Isso tudo jovem... Acho que ficaria bem perdida estando na situação dele.
https://abrilcapricho.files.wordpress.com/2017/06/gif.gif?w=640&h=360
Cheguei.
“Estava de volta. Não poderia passar sem debochar.” Eu ia criticar mas me identifico
“— Você ‘tá doente?” hauhaushsushs
“(A p*roca do) — Seu professor está subindo.” Minha humilde contribuição pra deixar essa passagem ainda melhor.
“— Ciça, ele fez ou não fez?”
“— Oi?”
Jorja está desmaiada.
“Me ensinou muita coisa” Socorro~
“Achei que já tínhamos passado da fase da falsidade” Toma, vagabundo
Gente, alguém precisa dar uma confortada nessa menina! Cadê você, Bentinho? :) /brinks Não vai na minha, se fosse por mim todas as histórias do mundo seriam pwp.
Adorei o cap, principalmente a parte final, e acho que trouxe detalhes super enriquecedores pra história (que ta cada vez melhor, not surprised).
E, Bento, a vida é muito curta pra gente fingir que não quer fazer mais uns seczo selvagem. Reflita.
♥ ♥ ♥
ALOHAAA DE NOVO, GOSTOSA!
Esse gif UAHHUSUHSH Gigi maravilhosa ♥ essa sou eu vendo você digitando o review: https://media.giphy.com/media/PvJLhzs6KYYq4/giphy.gif
O mais engraçado é que se for pra ver com quem a Ciça mais se parece, seria com o tio mesmo. O senso de humor ácido é igual aushusuh eles se merecem!
Imagina, cê tem um tio fdp que nem esse e o cara vem cheio de dengo. Sai pra lá, oferenda.
A p*roca do véio já não desce mais, depois dos últimos acontecimentos é um viagra for life UHAHUSHUS!
EU NÃO PUDE ME CONTROLAAAAAR hahahahah eu tive que dar essa zoada. Imagina a cara dos dois depois desse "fez ou não fez" UAUHSUHS!
Ensinou muita coisa mesmo. Inclusive como estragar uma excelente noite de p0tariax gostosas com uma mensagem escrota no dia seguinte. p****, Bento, esperávamos mais de você.
Ciça foi até boazinha. O véi tava merecendo umas patadas ainda piores, mas amor de pica quando bate fica, né.
AHUHSHUSH eu não vou fingir que eu não amo a parte erótica de Amor Fati, mas meu projeto com ela vai além das putaria (embora eu as atóóóre). Mas não se preocupe, que não vai faltar material pras nymph como nós se esbaldarem.
Muito obrigada, Gigizinha deliciosa. Saber que você curte minha humilde historieta ambiciosa é algo que me recompensa pacaramba. Eu espero mesmo que esse enredo dê certo a ponto de ir parar nas prateleiras de livrarias.
É muito curta mesmo. Mas pode deixar que os plot twists não acabaram... Heheheh!
Beijão!
Ciça, coitadinha! Meu coração está doendo por você! Quão solitária deve ter sido a sua vida...
Como você realmente disse, estou passando por uma montanha russa de emoções com essa história! Mas não vou mentir, adoro. Haha
"Ninguém aqui, nem na vida real, é mocinho nem vilão." Adorei essa frase nas notas iniciais! E eu super concordo com a afirmação. Eu adoro quando as histórias demonstram esses lados dos personagens, porque isso torna a história mais real. E eu pude ver isso no Fred. Apesar de todos os seus lados ruins, essa declaração ébria sobre o arrependimento dele por não ser uma figura familiar adequada para a Ciça, mostrou um lado desconhecido do personagem. E nós seres humanos somos assim mesmo, um misto de qualidades e defeitos.
Oiiêêê Tassizinha! Como você está? Espero que muito bem. Amei ter aparecido tão rápido nos dois capítulos. Hoje mesmo monto o capítulo 11, espero postá-lo até amanhã.
Cecília é uma órfã, isso já significa que a menina vai guardar traumas de abandono. Considerando que Fred também não era o tutor ideal (mas o único que ela dispunha), a coisa foi difícil pros dois. Ele não está apto pra ser uma figura paterna pra ninguém, ela precisava de alguém que lhe desse suporte... Podemos dizer que, sim, Ciça e Flavia tiveram uma infância bem melancólica.
O Fred é um homem que foi forçado a amadurecer antes da hora. A irmã dele morreu quando ele mal tinha começado a vida profissional. Se eu me visse hoje, com 25 anos, na mesma situação dele, provavelmente iria pirar, só que de outro jeito. Fred era o caçula, o cara que ninguém esperava nada da família, e subitamente virou o único de quem as coisas dependiam. Gustavo (pai da Ciça) morreu de overdose, sua morte foi um escândalo midiático porque junto ao vício das drogas, prostitutas e demais hábitos ilícitos, foram denunciados diversos esquemas de corrupção do escritório. Fred teve de cuidar de uma irmã arrasada, ajudá-la com as filhas e recuperar a boa imagem do legado da família (a firma de advocacia). E depois a irmã ainda desenvolve um câncer agressivo e morre, deprimida e doente em fase terminal. Sobra pra ele, também, cuidar de duas meninas de 5 e 2 anos. É muito pra qualquer um administrar, sozinho. Ainda mais alguém como ele, um cara que até então levou uma vida imatura, na flauta.
Beijão!
Fantástico. Cada sentimento expresso é tão tangível que chega a doer, principalmente neste capítulo, tão rico em informações valiosas e amarguradas. A questão de Bento enxergar a antiga Bia em Cecília já tinha sido mostrada. Mas neste capítulo, o universo de coisas que esse fato desencadeou foi muito mais explicado, adquirindo proporções de sentido imensas. "Bento poderia ter sido o padrasto de Cecília". Minha cabeça embola ao imaginar um mundo paralelo onde isso acontecesse, e não a realidade vivida na história.
A cada que leio, amo mais esta história. Cada personagem é admirado por mim por causa de cada uma de suas qualidades insólitas e defeitos gritantes. A família de Cecília sempre vai me surpreendendo cada vez mais. A começar pelo tio Fred que, poxa, mostrou sua faceta preocupada e carinhosa, como eu nunca o imaginara. Um amor rude e descuidado fez-se notar no agir de Fred nestes trechos.
E o que falar de Bento.... Filho da mãe que eu amo. É tão compreensível como ele se sente arrependido, ao mesmo tempo que torço para que esse sentimento fuja logo dele. Realmente imagino-o desfrutando e satisfazendo uma Cecília que anseia por ele. Mas esses são meus devaneios pessoais.
Adoro a maneira como eles conversam. Seus diálogos em todos os momentos são demasiado bem feitos e intelectuais. Seja na hora do ensino, o momento sensual, ou na discussão, sinto prazer em ler como conversam. Se expressão de uma maneira sempre imprevisível e superior a tudo que eu espero. As minhas expectativas são superadas a mil cada vez que eles se aproximam.
A narrativa de Cecília é outro ponto cativante. Ela é tão ciente das coisas ao seu redor e consegue controlar-se até seus sentimentos vazaram de maneira incontrolável. Foi tão humano quando, se submetendo às dores do abandono de seus pais, sucumbiu ao choro. Foi tocante, uma tristeza que contagia.
Algo que admiro muito no agir de Ciça é sua coragem como mulher. Ontem mesmo, assisti a um filme sobre a vida de Abelardo e Heloísa, chamado "Stearling Heaven". Tanto o filme como a história são lindos, complicados, e ainda assim carregam a imagem do amor verdadeiro. Mas quantos amores existem a base da dependência emocional, como enxerguei na musa Heloísa, que sem querer perdia grande capacidade intelectual ao agarrar-se ao seu amado totalizando-se? Isso não acontece com a Cecília de Amor Fati. Obrigatoriamente, Ciça inspira respeito, pelo fato de estar na condição de jovem, adolescente, mas tão madura e dona de si. O modo como agiu com Bento foi impressionante, talvez porque todas nós gostaríamos de ter esse poder. Também sinto espelhar-me nela, quando seus sentinentos lhe fogem e a esmagam, como a todas nós, e isso a torna ainda mais interessante. Mas seu poder dominante é apenas seu.
Para não me delongar mais (o que já fiz, mas ainda tenho muito a falar desta fanfic maravilhosa) parabenizo a autora. Você me disse que escreveria no tempo certo para dar o melhor de si e de sua inspiração para esta história. Alcançou e extravasou essa meta.
Aguardo pelos próximos capítulos de uma leitura que vai além de qualquer outra.
Oiiiêêê minha querida Writer! Como está você? Espero que muito bem. Esse capítulo serviu mesmo para trabalhar um pouco mais da dinâmica familiar da Ciça, sua orfandade, as limitações do Fred e também o lado do Bento nessa história. Dava para deduzir que Bento poderia ter sido o padrasto de Ciça se a mãe não tivesse morrido e o namoro tivesse ido pra frente, virado casamento, quem sabe? Então é realmente muito estranho pensar nesse "e se" que nunca foi, mas poderia muito bem ter sido.
Esse amor rude do Fred não só se delineou por esse capítulo, como também é demonstrado pela memória que Ciça tem de quando ele intercedeu por sua irmã mais velha, quando esta sofreu a tentativa de estupro de parte de Diogo. Essa memória é contada no sexto capítulo, se eu não me engano. Frederico é um homem cheio de defeitos, imaturo em muitos sentidos, sem dúvidas emocionalmente limitado, mas ele tem o coração no lugar. Ninguém pode dizer que ele não ama suas sobrinhas, mas o amor, por si só, nunca é suficiente...
Eu também anseio por esse tipo de cuidado e carinho da parte dele em relação a nossa Cicinha, hehehe! E ela também, pode ter certeza. Há uma questão Edipiana bem simbólica aí nessa relação, de parte de Cecília, e de parte de Bento temos uma obsessão amorosa jamais resolvida nem trabalhada... Sem dúvidas o relacionamento dele ainda dará muito o que falar. Também amo o Bento, ele sem dúvidas é um homem que poderíamos considerar dissimulado, até bastante egoísta em alguns pontos, mas também tem seus encantos.
Fico muito feliz de saber que gosta dos meus diálogos, também. Considero que esta ferramenta é fundamental para passar a fluidez do texto e a imersão dos leitores e das leitoras, isso porque é preciso que as conversas pareçam reais, naturais, para que a gente enxergue os personagens com verossimilhança. Esse elogio é muito lisonjeiro, assim como todos os outros que me faz continuamente! ♥
Cecília é uma garota que nunca teve a sorte de desfrutar de uma visão de mundo cor de rosa que é fundamental durante a infância. Sem a segurança de um modelo materno ou paterno, ela cresceu desamparada, e isso a faz ser uma menina muito fechada, reservada e duvidosa do lado bom do mundo e das pessoas. Ela é muito fatalista e pessimista, então para ela é mais fácil ver o lado sujo das coisas do que a pureza possível.
Essa coragem de Cecília também advém um pouco de sua orfandade. Mesmo que tenha tido muitos recursos financeiros, e tenha sido educada nos melhores colégios, tendo babás vinte e quatro horas, empregada doméstica e todos os mimos que o dinheiro pode comprar na sociedade brasileira, ela nunca teve um amparo materno ou paterno. Tio Fred conseguia no máximo ser um tio carinhoso, mas não sabe se colocar no papel de pai, inclusive tem medo disso, não se julga capaz, merecedor nem preparado para isso. Então, como sempre se viu "sozinha" no mundo, ela aprendeu a sobreviver na solidão. Ciça é muito reclusa, muito fechada em seus próprios pensamentos, e, em alguns pontos, muito individualista. Ela não sabe pensar em equipe, porque ela não sabe o que é viver em um "time". Sua generosidade foi construída pelo seu bom convívio com a irmã e pelas suas amizades, se não fosse isso, ouso dizer que ela beiraria uma espécie de "autismo social".
Muito obrigada por todos os elogios!
Beijão!
'Pera ai que eu não 'tô bem... Preciso respirar...
Mulher que capítulo é esse? Socorro! Produção pode uma coisa dessa? Alguém chama o "Samuca" 'pra mim!
Uma coisa é certeza: nunca jamais tem como se arrepender de ler um capítulo novo desta história e nunca tem "capítulo morno" todos os capítulos são surpreendentes de uma altura e tanto, mas tenho que admitir que me vejo confusa por demais, pois o capítulo 8 tinha tornado meu xodó, porém veio o 9 o qual eu me identifiquei com uma certa situação e ele estava no meu auge só que agora veio o 10 me desmoronando toda. (Meus olhos encheram-se de lágrimas).
Vamos comentar sobre isso por partes... Primeiro... Ciça ter que carregar esse segredo com ela somente com ela deve estar sendo muito tenso... Ela tem o melhor amigo ali, mas não pode conversar por medo de julgamentos e muito mais e eu me identifico muito com ela em relação a isso... Você ter vivido (ou 'tá vivendo tal situação) e não poder compartilha-la com ninguém porque a situação é muito delicada envolve fatores digamos graves onde você pode ser julgada e não compreendida, então quando Daniel fez a brincadeira dela estar na "seca" e ela ter que engolir tudo é chato, dá 'pra notar que ela gostaria de falar, mas não pode.
Depois vem a parte do tio Fred demonstrando carinho por ela, do jeito dele, mas foi uma amostra de afeto. Achei fofo ele beijando a testa dela e puxando assunto querendo saber como ela estava. É incrível como algumas pessoas na sua vida que não parecem dar importância demonstram o contrário quando nos encontramos em situações embaraçosas. Ciça está em uma situação delicada e de tantos dias e momentos o tio quer conversar com ela justo dois dias depois de um grande ocorrido na vida.
O dialogo de Ciça e Bento minha nossa, doeu minha alma! Mais uma vez eu me identifiquei e semelhanças de Bento com a pessoa que eu conheço só aumentam e esse sentimento de Ciça de se sentir usada me doi tanto, eu sei como é (quero abraçar a Ciça) me tocou bastante. Bento tentando se explicar... Eu até compreendo ele, mas sei lá eu fico muito mal pela Ciça.
Por último, Ciça em seu quarto ouvindo a conversa do tio com o professor... Tio Fred falando dela e de toda a família... E por fim ela mexendo nos pertences da mãe, a tristeza e a raiva misturadas ali por sentir falta de uma mãe, por se sentir usada e o pior está se sentindo usada pelo ex namorado da mãe, como lhe dar com isso?
Quem diria que um beijo fosse trazer vários problemas, porque o beijo na cozinha foi a chave de abertura de tudo...
Tenho 29 anos, mas me identifico muito com essa Ciça adolescente (na questão familiar não, tenho problemas na minha família, mas nada tão assim e graças a Deus tenho minha mãe aqui), mas em outros aspectos eu me vejo bastante nela...
Como sempre mais um capítulo lacrador! Escrita maravilhosa, tudo perfeito como sempre! Já disse quando virar livro eu vou comprar e recomendar de tão maravilhosa que é!
Menta eu não sei mais o que dizer sobre essa obra prima, essa maravilha que é tua história!
Vou para o próximo capítulo... Beijos!
O que mais gostei: Tudo, como sempre!
O que acho que pode melhorar: Absolutamente nada!
Oiiiêêê Mariazinha querida! Desculpa pela demora em responder os reviews, mas espero que compreenda que por vezes tenho de me ausentar do site. Antes tarde do que jamais, estou aqui para cumprir meus compromissos e deixar todos os comentários respondidos em dia, direitinho! ^___^
É muito bom saber que minha humilde historieta é capaz de te envolver tanto assim. Sabe, eu mesma me emociono com Amor Fati, tenho um carinho por todos os personagens, seus defeitos e qualidades, suas histórias de vida, suas personalidades, suas jornadas, tudo o que os fazem ser quem eles são... Então é muito bom saber que consegui transferir esse afeto para outra pessoa, é algo que dinheiro nenhum paga, como autora você deve entender isso perfeitamente. Ainda mais vendo que estou cativando uma leitora tão sensível quanto você, isso é sem dúvidas de uma exultante alegria, é maravilhoso!
Eu fico curiosa para conhecer seu histórico, mas super entendo se você não se sentir à vontade para me contar. Mas sim, isso está pesando muito para a personagem que tanto prezamos. A garota é muito nova, e por mais que ela tenha uma maturidade maior do que a média em decorrência de sua orfandade e dos desafios que a fizeram endurecer para a vida, isso também é uma fraqueza dela, porque a faz ser uma garota MUITO solitária e muito carente. Eu diria que Ciça é mais uma "fatalista" do que uma realista, ela tem uma perspectiva muito pessimista das coisas, sua tendência é desconfiar ao invés de confiar, e tem uma vivência de "ausência", de "falta", contínua. O que significa que ela não teria o auto-controle suficiente para lidar com uma relação tão intensa e Edipiana como a que tem com o Bento de uma forma saudável, como vamos vendo ao longo desses capítulos.
Fred é um homem limitado, ele é um cara que foi forçado a amadurecer do nada, e ao mesmo tempo que teve uma criação privilegiada e sempre foi injustiçado pela família, no sentido de ser considerado o "filho-problema". Bia era a angelical, a moça de família, a que casou cedo com um grande partido, a bela, a encantadora, Fred era a ovelha negra que só queria saber de ser fanfarrão, fugir das responsabilidades, então ninguém o levava a sério e ele se acostumou com isso, fez disso seu "escudo" para não se sentir inferiorizado. O problema é que tudo caiu em cima dele, a criação das sobrinhas, tirar o escritório da lama, lidar com a doença da irmã... E ele fez o melhor que pôde. O problema é que esse melhor que pôde nunca foi suficiente. Ele não teve força o suficiente pra se tornar um pai.
Bento, por sua vez, está se sentindo monstruoso por ter cedido à sua própria fragilidade, o desejo que tem por Ciça. Ele se acha em um papel privilegiado nessa relação (o que de fato é verdade), e se sentiu um egoísta nojento por ter realmente feito sexo com a menina, dando vazão ao seu lado puramente animal. O porém é que ele também não suportou lidar com o desgosto que decidir se afastar trouxe a isso. Já é tarde demais para se arrepender de seus atos, mesmo. O que está feito, foi feito.
Ciça está realmente em uma posição mais do que difícil, é uma complicação atrás da outra, não faltam revezes e poréns nessa relação que ela tem e quer manter com Bento, e também em sua própria estrutura familiar. Ela é, em suma, uma menina muito sozinha e abandonada...
O beijo na cozinha foi mesmo a abertura de tudo, você é muito sagaz sempre, Maria!
Eu te entendo, eu consigo me identificar com a Ciça em alguns pontos, minha estrutura familiar é diferente da dela mas é também bem complicada, e eu entendo a maneira fatalista e solitária dela de pensar, embora não seja órfã. Eu sei como é se sentir tão abandonada, por outras razões.
Eu agradeço muito por todo o seu amor pelo meu projeto de livro! Sabe que vai ganhar uma edição mais do que especial quando essa história enfim for editada em formato literário, né?
Beijão!
Oie!
Gostei muito desse capítulo e fica difícil escolher o meu favorito dessa original! Uma pena que nada disso tenha sido feliz para a Ciça. Foi pesado...
Imagino que ela deve pensar que Bento não a vê como a Ciça e sim como a Bia. Realmente, a mãe dela é uma ausência que a assombra e isso dói muito. Por mais que ele tenha tentado se afastar, ela está certa em questionar que ele só teve uma postura mais decidida depois de justamente pega-la na cama.
Sei que ninguém está totalmente certo e ali não existem demônios, só pessoas... Mas to do lado da Ciça, pro que der e vier.
Oiiêêê Laurenlinda! Como está você? Espero que muito bem.
Esse capítulo também foi muito apreciado por mim hehehehe, embora eu ache que seja parcial para julgar. Mas gostei de ter podido desenvolver mais a estrutura familiar da Ciça, o Fred, o Bento...
A Cecília sofre de ficar na sombra da mãe, tanto por achar que Bento só se atrai por ela por isso (embora isso seja basicamente o motor principal, não é o único fator), e também por pensar que ela entristece o tio, e que ele a trata dessa maneira distante, muitas vezes, por conta disso.
Estamos do lado da Cicinha. Acho que você vai gostar muito do capítulo 11 que eu já postei, aliás.
Beijão!
Gostei muito!
bons dialogos.
e verossímel.
me senti nos meus 17 anos. uma delícia. sinto saudade dessa época.
te amo.
Oiê, meu lindão!
Te amo também.
Bom saber que consegui passar todo o ar adolescente necessário para que a história seja cativante e verossímil. É fundamental que a gente veja esses personagens como adolescentes reais, caso contrário a história perderia boa parte da estrutura mais realista que eu tento passar.
Beijão!
Tenho um asco das coisas que o tio dela fala que você não tem noção!! Mas enfim, realidade do Brasil é isso, conheço vários bem assim.
Essa história entre a mãe da Ciça e do Bento ainda vai render, estou certa? Fico nervosa só de pensar nas possibilidades. Deve ser muito bizarro pra Ciça imaginar que o Bento amava sua mãe e agora mostra interesse nela. Me faz questionar a personalidade do Bento também...
Bjs
Oiiiêê de novo, Lenita! O tio Fred é bem preconceituoso, e infelizmente isso é muito comum mesmo na nossa sociedade, em qualquer classe financeira.
Vai render sim, afinal de contas, essa projeção é algo que todo mundo que conheceu a Beatriz faz na Cecília, porque ela é realmente a cara da mãe.
Ciça se sente bem triste com isso, como ela mesma narrou no capítulo. Ela fica pensando que Bento não a acharia atraente se não fosse por isso, que o tio não consegue lidar bem com ela porque ver a imagem da mãe dela nela o faz ficar triste, etc. Todos os personagens aqui são o mais real que eu consigo exprimir, no sentido de que seus defeitos são visíveis e suas qualidades também. Bia foi o amor da vida do Bento, desde que eles eram adolescentes e ele era apaixonadíssimo por ela, aquela paixão de garoto. Depois disso a vida os separou, cada um foi pra uma faculdade, mas depois de se formar na sua segunda faculdade (direito), ele recebeu o convite de seu veterano (namorado e futuro marido da mãe da Ciça), para entrar na firma dele. Ele começou a trabalhar com o Gustavo (pai da Ciça), e isso o fez conviver de novo com a Beatriz, agora já mãe, uma mulher, e isso despertou de novo os sentimentos dele, de outra maneira. Tudo pra depois ter a morte do Gustavo, o escândalo das fraudes no escritório, a depressão da Bia, o posterior câncer da Bia, quando enfim ela começou a ver o Bento com outros olhos, eles namoraram, mas ela já estava "datada de morte". É uma história muito forte pra uma pessoa simplesmente superar, os ecos dela vão acompanhá-lo pelo resto da vida. É claro que a Ciça não tem "nada a ver com isso", no sentido de que nada disso é culpa dela, e o ideal nessa história seria Bento conseguir separar a imagem da mãe na filha, não encará-la como uma "segunda chance do destino" ou uma projeção, e racionalmente ele não encara, ele inclusive admira a Ciça por outras razões, por ver nela uma jovem obstinada, inteligente, mais madura do que a mãe nessa idade, que sempre foi muito mais protegida pela vida. O problema é que, sim, sem dúvidas grande parte do desejo dele por ela vem dessa projeção, de ver na garota a memória viva da jovem que um dia ele foi caidinho de paixão. Eu não acho que isso diminui os erros dele, mas os torna compreensíveis, ou melhor dizendo, os torna erros humanos, e não faz dele um ser humano execrável ou odioso por isso. Acabei escrevendo uma resposta enorme HUAHUSHUS
Beijos!
Mentinhaaa! ♥
Tudo bem contigo, minha frô mais linda desse mar de brachiaria? Gente, que saudade que eu tava de ler algo seu! Serião, peço mil e uma desculpas por ter me ausentado por tanto tempo das suas histórias (e do Nyah em geral), nenhuma justificativa é boa o bastante pra esse abandono ridículo de minha parte! Foi uma época bem complicada em que juntou tudo; quebrei o dedo, paguei de escrava nos estágios e realmente dei umas surtadas absurdas com o TCC (pra você ter ideia de como eu tava fora de mim, consegui a proeza de confundir a data da entrega final, e entreguei uma semana antes do prazo o_O Precisei até buscar o cretino de volta pra fazer os últimos ajustes - ou seja, sofri em dobro com o prazo de duas entregas ¬¬'). Mas enfim, a maré agora está melhorando pro meu lado, e eu fico feliz pra porra de poder voltar a acompanhar seus escritos tão fodásticos, como só você manja fazer ♥
Olha, eu confesso que eu ri com essa primeira interação entre Ciça e Fred. Só conseguia imaginar a menina toda bolada (ao estilo Nazaré Tedesco fazendo continha) com o tio esbanjando esse afeto atípico! Até eu, que já estou acostumada com suas criações sempre profundas do elenco de suas histórias, fiquei bem intrigada com Fredão nessa parte, hesuheusehuesh. Gostei muito dessa nova faceta que explorou no personagem, mostra mais uma vez que você não está aqui pra amadorismos. Fred tem sim um lado escroto bem forte, mas a humanidade também está lá, perdida em algum canto e pronta pra aflorar durante os porres de saquê (aliás, lendo essa parte bateu uma vontade louca de tomar umas caipirinhas de saquê xP)
E eu não poderia ficar mais satisfeita depois do pequeno barraco Bençástico pós p0tarias-seguidas-de-chute-na-bunda! Feliz da vida aqui que a Ciça teve chance de se expressar, por mais que eu também consiga me compadecer da situação difícil que o Bento se encontra (claro, considerando que ele não seja um mero babaca aproveitador. Mas pelos capítulos até agora, duvido que seja esse o caso, a menos que você me venha com uma baita reviravolta mais pra frente, heheh)
E sim, quero mesmo entrar aí e sufocar a Ciça num abraço bem apertado, mesmo sabendo o quanto ela detestaria isso e provavelmente usaria suas chuteiras pra me dar uma bicuda bem ali, na rachadura entre os glúteos =P
Mais um capítulo sensacional neste seu livro tão completo, sua linda! ♥ ♥ ♥ Espero ainda vê-lo impresso, de verdade! Compraria com o maior prazer!
E de novo, me desculpe por só aparecer agora, realmente não foi por mal, e eu espero nunca mais repetir essa heresia -.-'
P.S.: Daniel sendo palhaço na aula é a coisa mais fofa da vida ^^
Beijos enormes procê, gatona! Senti pa caraio falta de tudo isso! ;*
Arrribitinha lindonaaaa! =D Como você está, minha gostosa? Querida, não vou mentir pra você não. Digamos que eu já estive melhor ^^' mas são assuntos sensíveis, coisas de cunho pessoal e familiar, estou vivendo umas reviravoltas dramáticas na minha vida, digamos assim... Mas eu tenho muitas personagens originais fortes e empoderadas pra me basear e seguir vivendo um dia de cada vez. xP
Fico feliz de saber que a sua maré de sorte está ficando melhor! Estou precisando dessas boas energias também auhshushus, manda um pouquinho pra cá se der pra dar umas sobrinhas! E sei como é essa maluquice de TCC, eu mesma dei uma surtada na minha monografia, é foda, uma pressão do c******. Mas pelo menos você já passou pelo pior! Agora é só trabalhar, hehehehee! Espero mesmo que você tire um tempinho nesse final de ano pra descansar bastante, porque imagino seu nível de cansaço. E sobre isso de demorar e não ter justificativa, que isso, mulher, todos nós temos nossas razões pra nos afastarmos dos nossos hobbies quando a vida exige demais da gente. Acontece. Eu mesma fiquei bem afastada do nyah por uns meses por conta disso.
O Fred é um ser humano (ohhh, não diga xD HUAUHSHU), então por isso eu queria mostrar as boas facetas que ele também tem. Ele é um cara muito limitado, que em muitos aspectos ficou embotado, o emocional dele é bem, digamos, mal resolvido. Tanto no luto da irmã, quanto na incapacidade de assumir algumas responsabilidades afetivas. E isso inclui ser um tio/pai pra Ciça e pra Flávia. Mas ele nota isso e lamenta (não que justifique, né, mas ao menos o cara não se acha o f*****, como bota a banca xP).
A respeito do Bento, ele não é um babaca aproveitador, te adianto essa, mas ele também tem suas falhas. Ele foi muito irresponsável ao ceder aos seus impulsos, e está se sentindo um monstro por isso, porque ele sabe bem da fragilidade da Cecília nessa relação, ainda mais considerando todo o desamparo que ela sente por ser uma menina tão largada na vida, em termos afetuosos. Ela não é carente de grana, mas é muito carente de amor. Então considerando que já seria problemática a relação pelo age gap, fica ainda mais sinistro contando com o fato de que ele faz uma projeção do amor de adolescência dele na menina, e que ela muito provavelmente projeta nele uma figura de guardião, consolo e segurança que nunca teve. Ele sabe que ela é o "elo mais frágil", e se sente um babaca aproveitador, embora não o seja de fato, porque se o fosse não estaria tendo essa crise de consciência. Mas que errou, errou, e a Ciça tinha todo o direito de dar essas porradas verbais hehehehe!
Sim, eu fiquei com muita dózinha dela também. Imagina o quão abandonada e diminuída ela não ficou se sentindo... :( E provavelmente se a gente a abraçasse ela daria uns pontapés nas nossas bundas mesmo hehehehe! xD
DanDan é uma graça de garoto mesmo aushsuhs não tem como não admirar a alegria de viver dele.
Beijão, sua linda! Também estava cheia de saudades!
Olááá minhaaaaa querida ♥
Que capítulo foi esse hein? Coração na mão pela Ciça... Não bastando os traumas da vida merda até agora, com a falta de uma estrutura familiar, a morte súbita do pai e em seguida da mãe... E pra completar uma rejeição tão crua do Bento... Convenhamos que se apaixonar pelo "quase" padastro, com a sombra da mãe num relacionamento não tem como ser simples... É... Não tá fácil hein?
Gostei de ver uma a versão do Tio Fred também... Convenhamos que as coisas também não foram nada fáceis para ele né? Lidar com a depressão da irmã, sua doença, sua morte e, então, suas filhas.... Isso tudo jovem... Acho que ficaria bem perdida estando na situação dele.
To ansiosa pra ver o Bento tomar uma atitude...
Beijoooooo