A narração da sua história é muito boa, muito boa mesmo. Não sei se o que me prende mais na narração é esse estilo flashback ou o jeito meio poético dela (tipo "gritava para o vazio e o nada me respondia". Acho que li esse parágrafo umas três vezes, ele foi muito bom). Os devaneios do Reed adulto na prisão também são muito interessantes, tudo é muito interessante. Deve ser cedo para falar, mas estou amando a sua história, desde o jeito como você escreve até o enredo em si.
Agora acho que já tenho assunto suficiente para começar a falar da história (os primeiros capítulos foram curtos e bem introdutórios, então eu não tinha muito o que falar, comentei só para marcar presença). Eu não sei se confio no Tony. Eu sei que o Reed falou super bem dele, mas sempre que o cara que estava por cima de todo mundo (no caso, o Reed) acaba preso eu desconfio meio inconscientemente dos amigos dele, sempre acho que foi uma traição.
Nossa, esse comentário realmente me tocou! Uma coisa que eu temia era tornar a narrativa "exageradamente poética", mas também não queria que ficasse presa no "concreto" e no real. Fico muito feliz que a minha forma de escrever tenha te agradado tanto, ou melhor, a forma que Reed escreve :P
Desconfiar dos amigos? Bem, é uma aposta válida. Só te derruba quem está em cima contigo, certo? Ou será que não? Você descobrirá hahaha
Mais uma vez, MUITO obrigado pelas suas palavras! Fico extremamente feliz em receber comentários assim ♥
Que passado triste o do Reed, pais ausentes são complicados, principalmente na vida de uma criança. O Liam parece ser um bom rapaz, mas sinto que ele irá morrer.
Mano do céu, as divagações do Reed sobre os atos dele dão um ar tão culto pra essa história que tô quase indo ali vestir um terno, SOCORRO DELS Mas confesso: tô curtindo. :D
Mas vem cá, seria esse Preston um descendente esquecido do xerife Arnold?? Bebedeira e ignorância comendo solta na intertextualidade, oi?? JOGUEI A IDÉIA NO AR E SAÍ CORRENDO, TCHAU
Mas gente, e esse irmão que brotou do nada aí?? Pelo filho do Reed ter recebido o mesmo nome que ele, já previ que vai acontecer uma merda, mas uma MERDA mesmo, com Caps Lock e tudo. :(
Eu AMEI escrever as divagações do Reed. É um negócio meio espiritual, porque não sou eu que penso assim, mas ele. Então é como se outra pessoa escrevesse, só que através de mim. QUE LOUCURA. De toda forma, eu e esse espírito ficamos felizes por você estar gostando :D
"Mas vem cá, seria esse Preston um descendente esquecido do xerife Arnold?? " Olha, vai que são? Fica a teoria no ar HAHAHAHA.
Bota caps lock mesmo, pois merece. Meio previsível, sim, mas sempre triste :'( prepara o lenço. Até logo!
A narração da sua história é muito boa, muito boa mesmo. Não sei se o que me prende mais na narração é esse estilo flashback ou o jeito meio poético dela (tipo "gritava para o vazio e o nada me respondia". Acho que li esse parágrafo umas três vezes, ele foi muito bom). Os devaneios do Reed adulto na prisão também são muito interessantes, tudo é muito interessante. Deve ser cedo para falar, mas estou amando a sua história, desde o jeito como você escreve até o enredo em si.
Agora acho que já tenho assunto suficiente para começar a falar da história (os primeiros capítulos foram curtos e bem introdutórios, então eu não tinha muito o que falar, comentei só para marcar presença). Eu não sei se confio no Tony. Eu sei que o Reed falou super bem dele, mas sempre que o cara que estava por cima de todo mundo (no caso, o Reed) acaba preso eu desconfio meio inconscientemente dos amigos dele, sempre acho que foi uma traição.
Beijos, até o próximo capítulo :*
Nossa, esse comentário realmente me tocou! Uma coisa que eu temia era tornar a narrativa "exageradamente poética", mas também não queria que ficasse presa no "concreto" e no real. Fico muito feliz que a minha forma de escrever tenha te agradado tanto, ou melhor, a forma que Reed escreve :P
Desconfiar dos amigos? Bem, é uma aposta válida. Só te derruba quem está em cima contigo, certo? Ou será que não? Você descobrirá hahaha
Mais uma vez, MUITO obrigado pelas suas palavras! Fico extremamente feliz em receber comentários assim ♥
Até o próximo capítulo! Beijos :D
Que passado triste o do Reed, pais ausentes são complicados, principalmente na vida de uma criança. O Liam parece ser um bom rapaz, mas sinto que ele irá morrer.
Sem dúvidas não é fácil :/
Pobre Liam...
Mano do céu, as divagações do Reed sobre os atos dele dão um ar tão culto pra essa história que tô quase indo ali vestir um terno, SOCORRO DELS Mas confesso: tô curtindo. :D
Mas vem cá, seria esse Preston um descendente esquecido do xerife Arnold?? Bebedeira e ignorância comendo solta na intertextualidade, oi?? JOGUEI A IDÉIA NO AR E SAÍ CORRENDO, TCHAU
Mas gente, e esse irmão que brotou do nada aí?? Pelo filho do Reed ter recebido o mesmo nome que ele, já previ que vai acontecer uma merda, mas uma MERDA mesmo, com Caps Lock e tudo. :(
Eu AMEI escrever as divagações do Reed. É um negócio meio espiritual, porque não sou eu que penso assim, mas ele. Então é como se outra pessoa escrevesse, só que através de mim. QUE LOUCURA. De toda forma, eu e esse espírito ficamos felizes por você estar gostando :D
"Mas vem cá, seria esse Preston um descendente esquecido do xerife Arnold?? " Olha, vai que são? Fica a teoria no ar HAHAHAHA.
Bota caps lock mesmo, pois merece. Meio previsível, sim, mas sempre triste :'(
prepara o lenço. Até logo!