Você se lembra de uma moça medrosa que se interessou pela sua história? Pois é, sou eu!! -q
*
Depois de um tempinho eu, finalmente, vim ler. E, nossa, fiquei impressionadíssima com suas descrições e progressão textual. Cada parágrafo foi se costurando com o outro de uma forma tão deliciosa. Achei estupendo! Isso torna o texto tão engajado e fluído, a palavras correm com sutileza e total entendimento. Não poderia pedir algo melhor. s2
*
Achei muito complicada a condição da Ana, já me deixa feliz ver que ela não tem nenhum quadro traumático(ainda) e consegue seguir a vida com os livros, não poderia imaginar como é, mas pelas descrições da para ver como é triste viver desse jeito, com tantas pessoas tóxicas e num lugar onde você não se adapta.
Gostei da personalidade osada dela. Se eu tivesse a audácia de responder a minha mãe como ela, se é loko, eu ia levar. Algo que me incomodou bastante é a mãe da Ana, que se sujeita à uma vida de submissão apenas para conseguir sustento. E eu concordo com a Ana. Você pode ser melhor que seu marido e conseguir se sustentar, basta fazer um pouquinho de esforço. Sobre o padrasto da Ana... não tenho nem palavras, só xingamentos. -q
*
Eu já comecei a martelar na minha cabeça o suposto criminoso. Cada um parece ter um motivo, menos a mãe de Ana — e a própria Ana, afinal, ela tá em outro lugar na hora —, a menos que tenha algum segredo por trás... *suspense*
Ah, eu não consigo teorizar ou supor isso, porque eu sempre penso que vai ser uma pessoa totalmente nada a ver, quando, na verdade, é quem eu suspeitava. A questão é: eu sempre digo "Nossa, vai ser esse cara desconhecido aqui... mas se eu focar nele, pode ser uma distração... então na verdade é essa mulher aqui". E por aí vai... Atrevo-me a dizer que nessas teorias minha frase final é daquele cara lá, um tal de Cosmo: "Ou será que não?" *ba dum tss*
*
Pequeno detalhe de uma pessoa assustada: Quando resolvo ler, ainda leio à noite. A parte que a luz apaga eu já fiquei com, desculpa a palavra, o cu na mão. Eu odeio quando acontece apagão, fico tão agoniada. Jeez...
E para piorar, a Ana descobre que o fio foi cortado, oh boy... aí o avô grita... Deus do céu. Talvez esteja sendo dramática/medrosa, mas enfim. Vida que segue. xD
Por hoje é só se eu quiser dormir. hsuahsuahsu A propósito, final excelente, puxa a curiosidade dos leitores muito bem. ^^
*
Te vejo no próximo capítulo! ;* (Oh yeah, irei continuar nessa jornada)
ps: Espero que não se importe com comentários longos, eu simplesmente não consigo evitar. :')
Com carinho,
Foxy.
O que mais gostei: Suas descrições, moço~!
O que acho que pode melhorar: Não encontrei erros, olha só que legal! hsuahsuahs
Oi! Boa noite, nossa dei pulos aqui ao perceber esse comentário grande, eu amo comentários grandes! Lembro sim de ti, lá no grupo. Fiquei muito feliz que você arrumou um tempinho para ler :). Sobre a falta de erros ortográficos é graças a minha beta linda (Mya), porque eu sou meio relapso quanto isso haha.
A coitada da Ana sofre muito mesmo afinal ela mora com pessoas que não gosta, vive em um lugar que não se encaixa, e a escola não ajuda também. A única fuga dela é os livro. A mãe da Ana, é bem passiva mesmo, chega a irritar né? É A Ana, teve coragem de responder, devia estar saturada já com a situação.
Sobre quem seria o assassino... Não posso falar né? haha, Se não perde a graça, BUT, acho que todos vão se surpreender.
Em todos os fins de capítulos eu tento deixar uma pontinha que faça com que o leitor fique curioso... Fiquei feliz que consegui aqui!
Amei o comentário. Muito obrigado, espero te ver mais vezes aqui, grande abraço! ♥
P
Paulo Henrique
Olá Jw,
Estou surtando aqui com esse primeiro capítulo. Meu deus, eu preciso da continuação. Por favor, poste logo.
Olá, Paulo. Você por aqui! Lembro que comentou ''Menino Raposa''. Fico feliz em te ter aqui, e muito mais feliz que você gostou do primeiro capítulo. Semana que vem já posto a parte II. Obrigado beijos ♥
Primeiro, me assustei bastante com o quanto me identifiquei com a menina Ana, HAUAHAUAH. Na idade dela, fui morar no interior e estava bem, beeem parecida com ela. Detestava a cidade, detestava todo mundo e só queria voltar pra minha casinha antiga. O interior é terrivelmente chato quando não se tem a possibilidade de internet e se precisa acordar as 5 da manhã pra andar uma hora e pegar a van da escola, porque ela não chega até sua casa. D:
Mas, ao contrário de Ana, minha família é um amorzinho e o interior não é tão ruim assim. Ela sim, já dá pra imaginar que as coisas vão ficar bem feias, ou a menina vai cair em depressão tão fácil quanto a mãe, se é que isso já não aconteceu. Pobre Ana! ;u; Se eu não suspeitasse dela ali na coisinha de introdução, já tinha entrado na história pra levar la embora comigo.
Ah, essa mãe dela também. Concordo com ela, depender de homem não pode, arranjar um emprego seria mesmo uma boa. Só o jeito que ele respondeu a filha dá pra ver como ele é um cara terrível pra se casar.
Bom, eu adorei bastante a fic! Sua escrita é bem interessante e tem aquele pegada de mistério. As peripécias da Ana e o que aconteceu com o avô dela... Quero saber de tudo. D:
Estarei acompanhando pra te cobrar a postar -q Brincadeira.
Olá! Primeiramente, queria agradecer por esse comentário grande! Amo quando os leitores deixam comentários assim, adoro lê-los! Você e a Ana, tem uma história um pouquinho parecida né? Isso é bom pq faz tu te identificar com a personagem! Ana tem um relação bem complicada com a família, na verdade com todos em sua volta. A menina aos poucos vai tendo o emocional desgastado... Posso te garantir que as coisas irão ficar tensas!
Muito obrigado pelo comentário, em breve sairá a parte II. Beijos ♥
Hey!
Você se lembra de uma moça medrosa que se interessou pela sua história? Pois é, sou eu!! -q
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Depois de um tempinho eu, finalmente, vim ler. E, nossa, fiquei impressionadíssima com suas descrições e progressão textual. Cada parágrafo foi se costurando com o outro de uma forma tão deliciosa. Achei estupendo! Isso torna o texto tão engajado e fluído, a palavras correm com sutileza e total entendimento. Não poderia pedir algo melhor. s2
*
Achei muito complicada a condição da Ana, já me deixa feliz ver que ela não tem nenhum quadro traumático(ainda) e consegue seguir a vida com os livros, não poderia imaginar como é, mas pelas descrições da para ver como é triste viver desse jeito, com tantas pessoas tóxicas e num lugar onde você não se adapta.
Gostei da personalidade osada dela. Se eu tivesse a audácia de responder a minha mãe como ela, se é loko, eu ia levar. Algo que me incomodou bastante é a mãe da Ana, que se sujeita à uma vida de submissão apenas para conseguir sustento. E eu concordo com a Ana. Você pode ser melhor que seu marido e conseguir se sustentar, basta fazer um pouquinho de esforço. Sobre o padrasto da Ana... não tenho nem palavras, só xingamentos. -q
*
Eu já comecei a martelar na minha cabeça o suposto criminoso. Cada um parece ter um motivo, menos a mãe de Ana — e a própria Ana, afinal, ela tá em outro lugar na hora —, a menos que tenha algum segredo por trás... *suspense*
Ah, eu não consigo teorizar ou supor isso, porque eu sempre penso que vai ser uma pessoa totalmente nada a ver, quando, na verdade, é quem eu suspeitava. A questão é: eu sempre digo "Nossa, vai ser esse cara desconhecido aqui... mas se eu focar nele, pode ser uma distração... então na verdade é essa mulher aqui". E por aí vai... Atrevo-me a dizer que nessas teorias minha frase final é daquele cara lá, um tal de Cosmo: "Ou será que não?" *ba dum tss*
*
Pequeno detalhe de uma pessoa assustada: Quando resolvo ler, ainda leio à noite. A parte que a luz apaga eu já fiquei com, desculpa a palavra, o cu na mão. Eu odeio quando acontece apagão, fico tão agoniada. Jeez...
E para piorar, a Ana descobre que o fio foi cortado, oh boy... aí o avô grita... Deus do céu. Talvez esteja sendo dramática/medrosa, mas enfim. Vida que segue. xD
Por hoje é só se eu quiser dormir. hsuahsuahsu A propósito, final excelente, puxa a curiosidade dos leitores muito bem. ^^
*
Te vejo no próximo capítulo! ;* (Oh yeah, irei continuar nessa jornada)
ps: Espero que não se importe com comentários longos, eu simplesmente não consigo evitar. :')
Com carinho,
Foxy.
O que mais gostei: Suas descrições, moço~!
O que acho que pode melhorar: Não encontrei erros, olha só que legal! hsuahsuahs
Oi! Boa noite, nossa dei pulos aqui ao perceber esse comentário grande, eu amo comentários grandes! Lembro sim de ti, lá no grupo. Fiquei muito feliz que você arrumou um tempinho para ler :). Sobre a falta de erros ortográficos é graças a minha beta linda (Mya), porque eu sou meio relapso quanto isso haha.
A coitada da Ana sofre muito mesmo afinal ela mora com pessoas que não gosta, vive em um lugar que não se encaixa, e a escola não ajuda também. A única fuga dela é os livro. A mãe da Ana, é bem passiva mesmo, chega a irritar né? É A Ana, teve coragem de responder, devia estar saturada já com a situação.
Sobre quem seria o assassino... Não posso falar né? haha, Se não perde a graça, BUT, acho que todos vão se surpreender.
Em todos os fins de capítulos eu tento deixar uma pontinha que faça com que o leitor fique curioso... Fiquei feliz que consegui aqui!
Amei o comentário. Muito obrigado, espero te ver mais vezes aqui, grande abraço! ♥
Olá Jw,
Estou surtando aqui com esse primeiro capítulo. Meu deus, eu preciso da continuação. Por favor, poste logo.
Paulo Henrique
Olá, Paulo. Você por aqui! Lembro que comentou ''Menino Raposa''. Fico feliz em te ter aqui, e muito mais feliz que você gostou do primeiro capítulo. Semana que vem já posto a parte II. Obrigado beijos ♥
Eita!
EITA!
...
EITA DE NOVO!
Primeiro, me assustei bastante com o quanto me identifiquei com a menina Ana, HAUAHAUAH. Na idade dela, fui morar no interior e estava bem, beeem parecida com ela. Detestava a cidade, detestava todo mundo e só queria voltar pra minha casinha antiga. O interior é terrivelmente chato quando não se tem a possibilidade de internet e se precisa acordar as 5 da manhã pra andar uma hora e pegar a van da escola, porque ela não chega até sua casa. D:
Mas, ao contrário de Ana, minha família é um amorzinho e o interior não é tão ruim assim. Ela sim, já dá pra imaginar que as coisas vão ficar bem feias, ou a menina vai cair em depressão tão fácil quanto a mãe, se é que isso já não aconteceu. Pobre Ana! ;u; Se eu não suspeitasse dela ali na coisinha de introdução, já tinha entrado na história pra levar la embora comigo.
Ah, essa mãe dela também. Concordo com ela, depender de homem não pode, arranjar um emprego seria mesmo uma boa. Só o jeito que ele respondeu a filha dá pra ver como ele é um cara terrível pra se casar.
Bom, eu adorei bastante a fic! Sua escrita é bem interessante e tem aquele pegada de mistério. As peripécias da Ana e o que aconteceu com o avô dela... Quero saber de tudo. D:
Estarei acompanhando pra te cobrar a postar -q Brincadeira.
Até a próxima. ♥
Olá! Primeiramente, queria agradecer por esse comentário grande! Amo quando os leitores deixam comentários assim, adoro lê-los! Você e a Ana, tem uma história um pouquinho parecida né? Isso é bom pq faz tu te identificar com a personagem! Ana tem um relação bem complicada com a família, na verdade com todos em sua volta. A menina aos poucos vai tendo o emocional desgastado... Posso te garantir que as coisas irão ficar tensas!
Muito obrigado pelo comentário, em breve sairá a parte II. Beijos ♥