Comentários em “Um Conto No Inverno”: “Jon”

MrsKnowles

Por favor, não jogue seu trabalho no lixo, não faça mais isso, por medo do capítulo ser muito longo. Eu li tudo e nem senti as maia de 6 mil palavras. Pode continuar escrevendo sem restrições.
Você escreve muito bem, sua narrativa é otima em trazer os detalhes de cada cena, são eles que fazem a história ficar melhor.
Tadinho do menino João, você não o poupou, viu?! Eu achei isso incrível, pois se aproximou bastante do Tio George rs
Agora vai ser interesante ver a recuparação do jon e quais medidas serão tomadas contra os Meistres. E também, a gravidez da Dany.
Bjs❤

Lyllian Clarie

É que as vezes eu acho que vai ficar cansativo pra vocês. Ai eu tento deixar ele menor. (É uma coisa de escritora insegura, eu acho.) Mas vou tentar seguir seu conselho. (E obrigada por gostar do que eu escrevo. ^^)

Eu até polpei muita coisa que ia acontecer com ele. Tirei uma cena que trágicas coisas aconteciam, mas ele sofreu coisa pior do que apareceu, hehe.

Vai ser interessante escrever como ele vai se recuperar. E sobre os Meistres...
Bem, não sei exatamente ainda como vai ser. Eu não gosto de planejar muito, porque se eu planejar, perco a vontade de escrever. -.-
Mas a gravidez da Dany vai ser "explorada" no próximo capítulo. Então...

Muito obrigada pelo review e até! ^^

G

Ah, o capítulo foi ótimo. Perfeito como sempre. A descrição do cativeiro foi incrivelmente detalhada e, apesar desse safadinho estar escondendo alguma coisa, nos dá uma boa ideia da tortura que ele passou. Fiquei feliz de a Arya estar em Porto Real, vai ser tão melhor pra ele com ela lá. E a cena do Jon com a Dany? Completamente maravilhosa. Eu não sei em que ponto eles se tornaram tão doces um com o outro mas eu completamente amo a relação deles. Enfim, foi ótimo. Vou aguardar ansiosamente o próximo.
P. S.: não consegui encontrar um erro significativo no capítulo mas ainda posso votar na cena extra, não posso? Vou votar de qualquer jeito. Um dos meus shipps favoritos, apesar de nunca, nunca ter tido qualque indício na série, e nunca haverá pois isso é loucura da minha cabeça, é Robb e a Myrcella. Não faço a mína ideia do porquê, talvez porque eu sinte que a personagem dela infelizmente não foi tão explorada e eu ame o Robb com toda a minha vida. Eu costumava shippar o Bran e a Meera, até perceber que tudo o que eles passaram juntos torna-os mais próximos que qualquer laço romântico. Eles são ótimos.

Lyllian Clarie

Nyah! Você gostou? Ai que bom, me deixa tão feliz. ^^

Eu to inspirada em Outlander (leia e assista, muito bom) e a autora é bem detalhista com locais e essas coisinhas (até mais que tio Martin). E toda vez que leio uma coisa a minha escrita fica influenciada. Mas se melhorou, então eu to feliz. :)

E é bem isso que você falou. O danado ta escondendo coisas. E isso é preocupante. (Não sei nem porque eu coloquei isso... Aff, só pra me lascar, deve ter sido). Mas mesmo isso é só um pouquinho, mas bem pouquinho mesmo, do que ele passou. (Vocês vão saber mais daqui pra frente)

Sim, sim, Jon é sempre melhor com a Arya por perto. ^^ E eu também adorei aquele momento fofura deles! (E não faço ideia de como chegaram a isso. Talvez a distância tenha ajudado, quem sabe.)

Muito obrigada pelo review e até!!

P. S.: (Robb e Myrcella?! Jura?! Tudo bem, tudo bem.)

Arya reclamou e esperneou por todo caminho até o quarto. Quando sua mãe pedira a ele para levá-la para cama, Robb suspirara com pesar, imaginando que a irmã não ficaria nada feliz com a ideia de ter que ir dormir mais cedo por apenas uma artimanha com Sansa. Se a decisão coubesse a ele, Robb teria disfarçado o riso e fingido que não tinha visto. Mas Lady Catelyn era rigorosa nesses assuntos e ele ficara com o sacrifício de ter que sair de sua roda de risos para carregar a menor para o quarto.

— Mas nem sujou tanto. - Ela andava de braços cruzados e testa enrugada, fazendo o irmão mais velho rir consigo mesmo. - Foi apenas arenque, e todo mundo sabe que isso sai da roupa se você esfregar um pouquinho.

Robb abriu a porta do quarto dela e segurou a menina por debaixo dos ombros, erguendo-a em um arco até jogá-la em sua cama macia. Arya embolou-se nas peles e levantou a cabeça em meio a risadas, apenas para o irmão derrubá-la novamente em um ataque aos pontos sensíveis. Ela ria e tentava empurrá-lo, inutilmente. O Stark afastou-se sorrindo, deixando a menina arfante e com um sorriso largo de orelha a orelha depois das cócegas. Os cabelos completamente fora do lugar deixando-a engraçada fizeram Robb rir novamente.

— Boa noite, pestinha. - Ele disse e fechou a porta antes que a irmã protestasse, pedindo para que ele ficasse. Ele queria voltar para a comemoração, afinal.

Com passos cadenciados e firmes ele fez seu caminho de volta ao Grande Salão. Mergulhado em pensamentos que rondavam a beleza de certas damas não tão nobres para seu nascimento. Haviam as outras, é claro, aquelas que sua mãe aprovaria um envolvimento mais sério, mas as mais bonitas eram as proibidas, Robb sorriu maliciosamente ao lembrar de uma mais atrevida que as outras.

A imagem de uma garota, uma princesa, com cabelos claros como ouro ao sol apareceu em sua mente sem permissão. Seus olhos verdes como um pinheiro no Verão e as bochechas tingindo-se de vermelho todas as vezes que ele olhava para ela. Provavelmente sua mãe aceitaria uma união com Myrcella Baratheon, já que Sansa deveria ser desposada por Joffrey, o estranho - ao seus olhos - príncipe herdeiro. Mas Robb não gostaria de se envolver com uma garota mimada de Porto Real, acostumada às regalias da corte e esperando que todos beijassem o caminho à seus pés apenas por seu nome do meio ser Lannister. Não, Robb Stark não devia ter nenhum interesse na princesinha que aparecera numa manhã cinzenta. Mesmo que ele achasse alguma coisa curiosa em seu sorriso tímido.

Apertou as luvas de couro nas mãos, enrijecendo os dedos para que o tecido se ajustasse e vendo as costuras mostrarem-se quando puxou. Sem olhar para onde ia ele continuou andando até que sentisse um corpo trombando ao seu. Mais por instinto do que por qualquer coisa, ele estendeu os braços e impediu que a outra pessoa caísse no chão. Um gemido baixo e feminino ecoou no corredor vazio e mal iluminado, mas mesmo com a pouca luz ele reconheceu o tom daqueles olhos quando ela olhou para ele.

— Princesa? – Ele chamou a menina que parecia ter entrado em transe, encarando-o com um fascínio desconhecido e infantil. – Princesa. – Ela piscou quando ele apertou levemente seus braços finos e imediatamente suas faces atingiram um tom rubro que o fez rir. Ela empurrou seu peito, completamente embaraçada. Mas por acaso do destino, um vento frio vindo de deuses brincalhões fez seus cabelos voarem ao redor deles, como fios de ouro, unindo-os como cordas invisíveis.

Robb não deixou que ela se afastasse, mantendo aquele corpo frágil e coberto de casimira junto a si. Ela olhou-o confusa, as íris escuras na penumbra brilhando com esperança. Em um ato que ele se perguntaria porque pelo resto de sua vida, o garoto abaixou a cabeça algumas frações de polegada e beijou-a. Sentiu algo explodir em seu peito, com um calor aconchegante e insuportável de certa forma, moldando os lábios doces e inexperientes da menina aos seus e, delicadamente, deslizou a língua pelas boca delicada. Explorando-a em uma dança sem ritmo, ele provou do néctar deliciosamente proibido que era a princesa. Afundou a mão em seus cabelos macios como plumas e puxou-a mais para perto. Ao sentir seu membro pressionar-se contra as saias adoravelmente firmes algo estalou em sua mente e ele interrompeu bruscamente aquilo. O que pensa que fez, idiota? Sua consciência gritou ao ver os lábios cheios e vermelhos de Myrcella, arfante e com os olhos turvos.

— Eu... – Ele começou sem saber para onde ia. Empurrou-a para seguros pés de distância, seu próprio rosto esquentando com a imprudência que tinha feito. Oh deuses, eu não devia ter bebido tanto. A menina, ele iria se lembrar disso mais tarde, não parecia envergonhada, olhava-o com curiosidade e desejo. Robb balançou a cabeça. – Desculpe-me. Eu... Sinto muito. – E afastou-se dela para sua própria segurança, seguindo para o salão, imaginando que teria que beber ainda mais e rezar aos deuses para que ela mantivesse aquilo em segredo, ou ele... Estremeceu sem frio, teria que casar com uma princesa Lannister.

(Não ficou lá essas coisas e ficou terrivelmente grande para uma cena. Espero que tenha gostado - eu adorei - e até!)

M
Maria_Misty

YO! o/

Review especial! -.-'' porque dessa vez você pode reclamar pessoalmente e pela internet... mas, enfim, encontrei erros >.> não que você não saiba, mas só 'tô colocando aqui. Primeiro, o mais recente: na fala de Dany, no penúltimo parágrafo, posou por pousou. Lá em cima, no sétimo parágrafo, gostas por gotas. E teve outro, mas 'tô com preguiça de procurar (eu te falei, porém duvido que você lembre também).

Agora, sobre uma cena especifica... 'tá mesmo inspirada por Outlander, né? Pra fazer uma coisa dessas, ainda bem que não foi como na outra série (*balançando a cabeça* pobre Jamie *aceitem isso como spoiler*). Sabia que tu ia tortura Jon loucamente, mas pensei que ia ser... mais. Sei lá, tu sempre 'tá inspirada para machucar os personagens masculinos, pensei que Jon ia sair mais... eu sei, o menino 'tá todo machucado, sofrendo de dores absurdas... mas, mesmo assim, achei que iria ser pior.

Sobre Dany, ela descobriu realmente que 'tá grávida? Quando ela vai contar isso para Jon? IIIIIIH! Quero ver a reação dele! BEBÊ! QUERO MUITOS BEBÊS!

Estarei esperando ansiosamente o próximo capítulo.

Bjs :* e até a próxima...

Lyllian Clarie

Sim, até em voz alta eu vou responder. Wow. (Eu sei que eu preciso lavar a louça, fique na sua.)

Sobre os erros, muito obrigada (sinta a falsidade), já ajeitei (você ajeitou pra mim. Que fofa). (E NEM COLOCOU CENA, HEHE)

Sim, Outlander está guiando minha escrita. Mas você não sabe o que ele passou de verdade. Eu coloquei apenas uma amostra pequetucha e insignificante.

Não, sobre a Dany, ela ainda não sabe com certeza. Mas vai descobrir logo. (e vai contar a ele no próximo... Bem... Não vou dizer como ele irá reagir, ao menos não aqui). Bebês... Ai senhor...

Muito obrigada pelo review e até!!

Jaddy Oliveira

Maravilhoso! Você escreve muito bem mesmo. Adorei o capítulo. E amei ele ser grande. Parabéns mais uma vez.



O que mais gostei: MUITO MESMO!!!!!!! ADOREI O CAPÍTULO!!!!!
O que acho que pode melhorar: Nada. Está ótimo.
Lyllian Clarie

Wheeeeee
Ai que leitora linda.

Saber que você gostou ao ponto de se expressar aqui me deixa tão, mas tão feliz! ^^

Muito obrigada por todos os elogios e pelo review adorável! :)
Até!

R

Antes de tudo, nunca mais resolva tirar uma cena porque acha que ficou muito grande, eu já disse que é um absurdo, principalmente essa cena que foi uma novela para encaixar no lugar certo e aí tu tira no último minuto.
Segundo, eu sabia que essa coisa de Outlander agora ia dar em merda, Jon sofreu mais do que o planejado e eu sei muito bem o motivo, quero só ver a lista no próximo capítulo.
Eu vou ser uma boa pessoa hoje e fazer você escrever com seu outro bebê com quem você quiser, o erro é aquele do era lá no começo.
Depois das notícias maravilindas dessa semana eu espero que o próximo capítulo não demore, no momento a coisa tá andando, rezemos para não estancar.
Beijos de Tia.
Até o próximo.

Lyllian Clarie


Agenda
web
mais
Principal
review

Maria Eugênia Castelo
para mim
Há 9 horasDetalhes
Nheeee

Eu sei, foi errado fazer isso. (E aquela cena com Fantasma vai ficar só pra gente mesmo, hehe) Prometo nunca mais pensar numa coisa como essa.

Veja, Outlander é maravilhoso. O problema é que a autora é um pouquinho parecida comigo, adora maltratar personagens masculinos principais. ^^

"O erro é o lá do começo." Kkkkkkk adorei.

(Não me fale das notícias da temporada 7, ainda estou digerindo tudo. - E adorando!) Mas veja, o capítulo é meio complicado... Na verdade, todos, depois do casamento deles, estão sendo complicados. Aff

Muito obrigada pelo review e até!

P. S.: (Presumindo que o meu bebê de quem tu ta falando é Robb (aquela coisa linda e fofa), eu vou escrever com meus dois bebês!^^)

...

Robb sorria ao descer as escadas tranquilamente, deslizando os dedos pela madeira lisa do corrimão gasto. Estava satisfeito pela experiência que tivera com Ghaty, uma mulher cheia e quente na medida certa, e achava que nada poderia estragar seu bom humor. Seria bom depois de sair do bordel voltar direto para Winterfell, seu pai permitira aos garotos aquela escapadela com um conveniente compromisso que duraria a noite inteira, assim sua mãe não saberia explicitamente o que estava acontecendo.

Encontrou Theon Greyjoy sentado em uma cadeira frouxa que esforçava-se para suportar o peso do garoto das ilhas de ferro e sua acompanhante mal coberta, que confortavelmente acomodava-se sobre sua perna. Ela acariciava os cachos sem cor do garoto, rindo de todas as suas piadas embriagadas. Mas quando viu Robb passar dos últimos degraus para o chão de tábuas rangentes, a garota empertigou-se e lançou-lhe um olhar lascivo. Alguma coisa em seus cabelos ruivos, rosto bem formado e corpo já apreciável, atraía a atenção de todas elas, não importando se era uma casa de prazeres ou um jantar nobre. Robb apreciava aquilo até certo ponto, quando alguns olhares masculinos desejavam sua atenção ele engolia em seco e lutava para não se retirar imediatamente.

O Greyjoy, nadando em vinho barato, sorriu para ele, erguendo um copo com entusiasmo suficiente para derramar o conteúdo escuro. - Como foi? Ahh, eu posso ver pela sua cara. - E riu como se fosse o bobo mais engraçado dos Reinos. A garota tentou se esquivar do vinho, mas sem sucesso. Theon apontou com o copo quase vazio para a porta de saída. - Senhor Snow parece que não teve uma... - Franziu a testa como se houvesse gastado seu estoque de palavras inteligíveis. - Bem, ele está lá fora.

Robb enrugou a testa, encaminhando-se para procurar o irmão. Jon podia não atrair tanta atenção feminina, mas isso, ele suspeitava, era mais por seu temperamento silencioso e sempre parecendo mal-humorado, não por sua aparência. Se ele não passasse tanto tempo se lembrando que era um bastardo indigno até do ar que respirava, poderia ter quantas quisesse, todas ansionsas para ter um minuto de seus olhos sobre elas.

Jon Snow assemelhava-se a uma aparição quando Robb o encontrou. Empoleirado sobre uma mureta de pedras assimétricas, ele observava pesarosamente a neve recém caída. Com flocos esparsos grudados em seus fios soltos e a lua banhando-o, deixando seu rosto anguloso fantasmagórico. Ele retirara uma das luvas e, com a mão nua, esmigalhava distraído pedras pequenas e soltas.

— Vamos ter trabalho para colocar Theon em cima de Sorridente. - Robb apoiou-se com uma mão e subiu para se sentar ao lado do irmão. - Está bêbado como um gambá. O pior vai ser ele conseguir se segurar no cavalo.

A sombra de um sorriso pairou nos lábios do garoto e uma luz travessa, exatamente igual à que iluminava os olhos de Arya com frequência, brilhou em suas íris. - Podemos amarrá-lo à cela.

O Stark sorriu, compreendendo. - E cavalos dormem no estábulo. Seria uma experiência muito construtiva para o jovem Greyjoy acordar em meio à éguas. - Os dois riram imaginando a artimanha. Mas logo o som alegre morreu nos lábios do Snow, como se ele não se permitisse rir. Robb o cutucou com a ponta da bota. - O que houve?

Como ele esperava, Jon nada disse. Fingiu que não havia escutado nada e voltou a seu laborisoso passatempo. O garoto ruivo cutucou mais forte. - Vamos, eu tenho a noite inteira para lhe atazanar a paciência. Mas posso ir embora bem rápido se me disser o que aconteceu.

— Você não vai se contentar em ouvir. - Ele sorriu sem mágoa. Robb ergueu os ombros displicentemente. Jon atirou uma pedra pontiaguda ao chão. Ela cravou-se à neve como um ponto em tecido. - Eu estava com Ross, você sabe. - Ele referia-se a mulher que subira as escadas do bordel com ele, e o irmão apenas assentiu em silêncio. - Ela me fez sentar e tirou as roupas. Ela é muito bonita, se quer saber. - Robb realmente queria, e provavelmente arrancaria mais detalhes quando fosse apropriado, mas descartou a informação com um aceno impaciente. - Bem... Eu simplesmente fiquei para lá, encarando-a. Sentindo vontade de tomá-la em meus braços fodê-la na cama, mas... Não pude fazer. - Ele procurou mais uma pobre pedra e começou a trucidá-la sem piedade entre os dedos. - Eu queria, estava tão duro quanto uma rocha, mas não pude. Só conseguia pensar em... E se eu colocasse um filho dentro dela? Mais um bastardo Snow? Não é uma boa vida para uma criança.

Robb sentiu vontade de agarrar aquela pedra que ele girava entre as mãos e arremeçá-la contra sua cabeça. Talvez assim aqueles pensamentos depreciativos fossem exterminados. Ele compreendia, de um jeito muito vago, ele compreendia. Podia ver o modo com que sua mãe olhava e tratava o irmão, por mais que ele e Arya fossem extremamente parecidos. Ódio e desprezo era o que faíscava daquele olhar, e doí-lhe o peito não poder fazer nada para ajudar. O Stark empurrou o ombro do outro, antes de saltar para o chão, afundando algumas polegadas na maciez do branca.

— Venha, vamos voltar para Winterfell. Eu vou apagar essa expressão da sua cara espancando-lhe como uma boneca. - Ele ouviu e viu o Snow sorrir, sentindo-se muito melhor. Aquilo era o mínimo que podia fazer, proporcionar aqueles raros risos ao irmão – mesmo que lhe custasse sua noite de diversão –, então continuaria fazendo.

Quando eles já estavam montados, Jon falou. - E quanto ao Theon?

— Acho que ele não vai sentir nossa falta. Podemos deixá-lo sob os cuidados de Sorridente. Aposto que o cavalo tem mais juízo. - Eles riram mais uma vez antes de esporear os próprios animais, fazendo a neve voar em nuvens agitadas pelo repentino movimento. E Robb pensou que sua noite seria muito melhor com ele, o irmão Jon Snow, do que com qualquer mulher deste mundo.

(Ta-Dã!)

Dressa Black

Antes de mais nada desculpe por sumir e que essas semanas foram corridas pra mim na universidade, fim de período sempre me deixa Doida, adorei o capítulo anterior da Arya e bom saber como as coisas estavam sendo pra ela tbm no seu relacionamento e a preocupação com o Jon, agora esse capítulo aqui foi muito perfeito nossa tadinho do Jon passou por uns mais bocados,li tao rápido que nem parecia tão grande,na verdade pra mim quanto maior melhor rsrs quando a escrita é boa não importa o tamanho, o reencontro dos dois foi lindo, Jon querendo rir da Danny numa hora dessas só mostra como eles fazem bem um para outro... E esse bebê hem ansiosa para saber a reação do Jon com a notícia que tem mais uma cabeça de dragão a caminho. Aí aí ansiosa. Acho que o motivo poderia ter sido trabalhado um pouquinho mais( ou só falei isso para ganhar uma cena, nunca iremos saber Haha) queria uma cena de quando a Danny começou a ver o Jon com olhos de eu quero esse homem pra mim rsrs já que comigo foi no episódio um da primeira temporada rsrs e isso gostei muito mesmo do capítulo e ansiosa pelo próximo bjs

Lyllian Clarie

Olá!! Eu entendo, fiore, também tenho esses tipos de semanas, hehe. Mas o que importa, e que me deixa exultante, é ver você por aqui novamente! Obrigada.

O capítulo da Arya foi bem sem querer mesmo, mas eu gostei de como saiu. (E é claro que nossa lobinha iria ficar preocupada com o irmão, hehe)

Fico feliz que tenha gostado! Se eu pensava que escrever com ele era mais fácil... Compensou na dificuldade que eu tive de colocar tudo o que queria. E sobre o tamanho, saber que gostam é emocionante. Ai eu não preciso me preocupar. :)

O reencontro dos dois... Eu também adorei, só achei difícil de fazer, mas adorei. (Acho que a relação deles ainda não tá no ponto para coisas fofíssimas, entende? E por conta de nosso Jon-Jon, talvez nunca esteja...) E sim! Eles fazem muito bem um para o outro, são dois docinhos de coco.

A reação dele ao bebê... Bem, bem, bem. Ele não vai ficar feliz assim logo de cara, mas depois esse pokemon evolui.

Motivo de que? Da Dany gostar/sentir-se atraída por ele? Foi o que eu entendi... Se não era isso, perdoe-me. E como um pedido de meus tamagoshis é uma ordem... Até lá embaixo!

Muito obrigada pelo review e até!

P. S.: (Eu demorei a responder esse review porque tava pensando em como seria, e também escolhendo a música ideal. Fiquei com Ho Hey de The Lumineers mesmo...)

...

A chuva havia posto tudo por água abaixo. Bem literalmente, já que a Muralha era tão alto quanto uma montanha, mesmo que não passasse de uma gelo sólido. A ideia havia sido dela, e por isso, sua mente mandava pontadas de culpa todas as vezes que ela pensava no ocorrido.

A gigantesca ceifadeira que encravava-se na parede que mantinha-os seguro dos perigos das Terras de Sempre Inverno estava danificada. Desde o último confronto entre a Patrulha e o povo livre. Uma de suas lâminas não ficara-se direito no gelo e isso, o intendente concordara com ela nesse ponto, podia dificultar o lançamento dela, caso precisassem. Era nesse ponto que Jon Snow a confrontara. Caso para ele era uma palavra muito duvidosa, já que ele acreditava que quando fossem combater os outros, a ceifadeira seria completamente inútil. Também dizia que mandar homens para desprender a lâmina presa era arriscado o suficiente para não ser feito, mas Dany não o ouvira, e ordenara que um grupo de cinco homens agarrassem-se a Muralha e fizessem o trabalho. Apenas os imaculados haviam se oferecido para o trabalho e ela os enviara imediatamente. O teimoso Rei no Norte não aceitara que tal imprudência ocorresse sem sua vigilia e insistiu em subir com os eles.

Com um aperto no estômago ela agora se lembrava do ocorrido. A tempestade, que pairava sob suas cabeças à dias, resolvera desabar naquela hora, e não apenas neve caiu, mas uma chuva sem proporções também veio. A água parecia ter sido quente o suficiente para fazer a Muralha ficar escorregadia, e os homens, presos como moscas em uma teia, haviam balançado-se aos caprichos dos ventos estrondosos. Jon Snow segurara-os pelo que pareceu horas, no topo da montanha de gelo ele tentara manter a corda imóvel até que os pobres infelizes pudessem subir de volta. Um deles, o último, não conseguira ser rápido o suficiente e desabara para a morte.

O Snow ficara furioso com ela, e agora, sua parte racional mostrava que ele tivera razão. Furioso e com as mãos e o ombro esquerdo - o que apoiara a corda - em carne viva. Ela sentira-se culpada e agora, havia forçado a si mesma a ir tentar alguma reconciliação. Não era bom que os dois líderes ficassem em pé de guerra.

Os guardas não fizeram objeção à sua presença, e ela entrou no quarto do homem. Engoliu em seco e parou observando a cena do interior. Jon Snow sentava-se em um banco, fazendo caretas ao receber os cuidados da irmã. A menina Arya aplicava uma pasta esverdeada sobre o ombro ferido e conversava com ele em voz baixa, parecendo reclamar sobre a heroica estupidez. Mas não havia sido aquilo que a paralisara. Já tinha visto incontáveis homens com o torso nu, ou completamente sem roupas, as cidades de Essos exibiam seus exemplares masculinos com orgulho e sem vergonha, mas ao ver o nortenho apenas com uma calça escura fez seu coração palpitar. Aquele homem, apenas sobre a luz de velas escuras parecia mais bonito do que qualquer um que ela já vira.

Que tolice, sua parte racional tentou pensar. Você já viu inúmeros homens mais bonitos que ele. Mas seu coração e mente turva diziam o contrário. Os ossos de seus ombros era longos e graciosos, e os músculos, que fluíam suavemente das curvas do peito até os ombros para as ligeiras concavidades da barriga formavam o conjunto mais perfeito que ela já vira. Como uma canção alinhada aos acordes. Os cabelos escuros e cheios, cacheavam-se em uma moldura selvagem ao rosto desenhadamente anguloso, e suas íris do inverno brilhavam com uma desconhecia alegria ao olhar para irmã. Ela desceu os olhos, acompanhando a ligeira linha de pelos que perdia-se no cós da roupa, e suspirou, atraindo dois pares de olhos iguais.

A rainha viu, com certo divertimento, as orelhas do homem ganharem um tom avermelhado. Mas seu rosto estava sério para ela. Pigarreou sem saber o que dizer e despediu-se. Saindo com o rosto afogueado e a imagem do homem fixa em sua mente. Seria bom voltar outra hora para que eles conversassem. De preferência quando ele recoloca-se aqueles amontoados de peles grossas sobre o corpo, para que ela conseguisse se concentrar em coisas mais sérias.

(Eu não sei se ficou bom mas... Aí está!)

Dre THG

Amei esse capítulo, amei entender como tudo aconteceu com Jon durante esse período, esse homem não dá sorte mesmo sempre tem alguém para trair o coitado o sina, gente nunca suspeite juro, é agora to com sede de justiça eles precisam pagar pelo que fizeram com o Jon, o coitado deixou o norte em ótimas mãos e também merece ser feliz, então esperando para Danny castigar cada um deles aquela mulher e ótima nisso, o reencontro deles foi emocionalmente sério foi lindo adorei, ela toda preocupada e chateada e ele querendo rir foi fofo de mais apesar da situação é claro , o tamanho não me incomodou gosto tanto da fic que quanto mais leio mais quero, Doida pra ver o Bebê se revelar acho que isso vai ajudar o Jon depois desse trauma que ele passou,eles merecem um pouco de felicidade depois disso tudo, não consegui achar defeito nenhum para mim a fic ta perfeita como vem dizendo desde sempre vc escreve muito bem e a melhor fic com eles dois como casal que eu já li!!



O que mais gostei: Do começo ao fim
O que acho que pode melhorar: Nadinha
Lyllian Clarie

Ohh, que bom que você gostou. Eu estava ansiosa pra postar esse. E o próximo... Na verdade eu sempre fico ansiosa pra postar meus capítulos, então...

Sim, eles merecem um pouquinho de paz, não é? Eu prometo que daqui pra frente será só flores. Com alguns espinhinhos, mas só flores. :) Sobre o castigo, Jon vai interferir nisso. Tenho certeza que Dany gostaria de entregá-lo ao Drogon e ver como ele fica depois de uma hora com o dragão.

E o reencontro... Eu quase não soube como fazê-lo, porque eles estão num ponto que se gostam mas ainda não chegaram lá, entendeu? Ao menos é o que eu acho para o Jon. Ele não a ama ainda, e isso é frustrante, mas ainda não senti que ele a ama.

Que bom que gostou do tamanho, eu vou tentar manter a média de 3.000 palavras, mas que bom saber que você gosta deles grandes.

Ai, sobre o bebê... Bem, ele não vai ficar exatamente feliz, no começo. Ai, ai, acho que sempre falo demais.

Muito obrigada! Pena que você não pediu nenhuma cena... Mas tudo bem. Saber disso fiore é o que me faz continuar! Sem vocês eu teria empacado há muito tempo.

Mais uma vez muito obrigada pelo review e até!

Aloenne

Olá!

Como doeu ler esse capítulo contendo alguns dos horrores que Jon passou enquanto estava preso. E o pobrezinho sofreu muito!

Acho que o que ele esta escondendo é que por alguns segundos chegou a pensar em abdicar da Rainha e do trono. Isso ele nunca irá confessar para Dany.

A ligação de Jon com Fantasma é mágica. Pena que isso não foi explorado na série.

Jon sofreu a dor da traição mais uma vez.

Árya pode respirar aliviada agora, seu irmão está de volta. Espero que ele tenha realmente razão, e que sua mente esteja sã, apesar dos pesares.

Esperei que ele demonstrasse mais sentimentos pela Daenerys, confesso.

Ótimo capítulo. Parabéns!

Lyllian Clarie

Olá!

Ai, doeu em mim também, escrevê-lo, quero dizer. Sofreu, esse menino sofreu. E como sofre, parece que é uma maldição.

Ta escondendo sim, uma habilidade superior e estúpida desse menino é esconder coisas, nunca da bom. Tsc tsc (mas não tenho certeza se era isso que ele tava escondendo. Era? Ai, não lembro hahah)

Fantasma e Jon é maravilhoso! Eu amo essa conexão, acho tão importante! Espero que seja mais explorado nos livros... Se aquele senhor se dignar a terminar e publicá-los.

Ahh, Jon e sentimentos eu lembro. Era uma questão tão, mas tão complicada de escrever. Porque se eu passasse do ponto que a personalidade dele tava naquele momento, simplesmente parecia errado demais. Era um inferno! Mas ele evolui, eventualmente.

Muito obrigada e até!!