Eu prometi que viria comentar a sua história assim que terminasse de ler e eu... o fiz. Eu não consigo entender, realmente, o que te fez excluir essa história pois ela não é uma coisa que você vai encontrar no Nyah! Fanfiction com uma facilidade, nem em outros sites de postagens de fanfics, na verdade. Você criou uma personagem explicitamente velha, está no seu fim de vida - literalmente e não é atoa que você combinou isso a construção da narrativa e o diálogo final com a morte, de forma não clara, conversando com ela nos seus últimos momentos, o que eu acho que combinou e deu um toque de profundidade bem cativante a personagem "morte", a figura que você tem no final conversando com a velha.
É um fato, quando pensamos na entidade "morte" e não no simples ato e acontecimento de "morrer", nós imediatamente co-relacionamos ela a aquela figura sombria de capuz, caveira e foice cujo irá ceifar as almas daqueles que ela está atrás e seus momentos de morte chegaram... quando na verdade podemos estar tendo uma mentalidade fútil em cima disso, a morte ela não precisa estar ligada necessariamente a uma vilã - uma antagonista, ela pode ser a entidade que irá trazer um fim a sua vida, talvez uma entidade presa a um destino eterno de sempre buscar as almas daqueles que o destino lhe diz estar na hora de morrerem para que o ciclo de vida e do mundo continue a seguir. (Minha interpretação, pelo menos.)
Eu gostei de como você conduziu a narrativa pelos olhos de uma personagem velha, como eu disse, é uma ideia que você não vai encontrar facilmente em sites de fanfics - para mim, foi original pois eu nunca havia lido uma história assim. E como você consegue fazer muito bem, a história não é preenchida de detalhes para que fiquemos imaginando a textura de uma xícara, a textura do sofá, a textura da mesa... não, você focou nos sentimentos e pensamentos da personagem quanto a sua vida, os seus momentos finais, as dificuldades, como os tempos mudam quando se está nessa situação. E isso, é muito elogiável.
O grande ponto doce da história, o ponto chamativo dele, é justamente o final. Você colocando e criando uma imagem completamente diferente do estereótipo da figura/entidade "morte", ao lado da protagonista e elas debatendo exatamente isso, o conceito e o dever dessa figura, assim como o que ela sente e como é estar nesse papel. A interação delas é uma coisa mágica nessa história, da um significado e também personalidade para ambos os "personagens".
Parabéns, Jen. Mais uma história com selo de qualidade "Jeniffer", eu gostei bastante, não entendo porquê você excluiu se é uma história tão boa, minuciosa no que ela quer passar... ela funciona! Funcionou comigo, foi muito bom essa experiência - foi uma coisa nova para mim, como eu falei.
Parabéns, de novo, e continue a fazer histórias tão boas assim. Você é incrível.
Fuui! #PartiuAmelia
O que mais gostei: O diálogo não expositivo no final.
O que acho que pode melhorar: Absolutamente nada, ela é perfeita.
Olá, menino Weslley! Tudo bem? ~eu demoro pra responder comentários, eu sei~
A ideia surgiu depois que eu juntei três ideias, apesar de eu não lembrar quais eram... sei que uma delas foi o trecho que deixei ali no final. Mas a morte, devo confessar, ficou muito “A menina que roubava livros”, o que me desagradou no final.
Não vejo a morte como a vilã da história, definitivamente. Nunca vi, aliás. Essa parte foi muito legal de desenvolver justamente por isso. A visão que eu tenho da morte sempre foi muito bondosa.
Eu gostei de explorar essa personagem. Nunca tinha escrito nada pela perspectiva de alguém velho, e foi divertido e assustador imaginar tudo isso e me colocar no lugar dela para escrever. Essa falta de descrição sobre o ambiente se deve de 1) eu não gostar de fazer isso e 2) não saber fazer isso. Sei falar de sentimentos, não de texturas. Hahaha
Então... eu exclui justamente por conta do final. Essa conversa com a morte deveria ser a parte mais interessante e eu, com certeza, queria ter trabalhado ela melhor. Talvez eu reescreva quando tiver tempo, quem sabe.
Obrigada por ler e recomendar, menino Weslley o⁄
A
Akhanta
Lindo conto ♡ estou encantada! Obrigada por postar. Fiquei tão entretida, que achei que estava lendo um livro físico e não pelo celular. Bjs no coração.
O que me trouxe aqui foi a sinopse, porque está (ou estava, ainda não decidi) nos meus planos escrever uma história com essa premissa, baseada na música Nature Boy. Então eu quis muito ver o que você tinha feito e devo dizer, já de cara, que achei perfeito.
Achei absolutamente maravilhosa a maneira como você explorou os sentidos e toda a dimensão física da personagem, a decadência do corpo percebida e assumida sem meias palavras por uma mente afiada. Amei que você não tivesse romantizado a velhice, mas que ao mesmo tempo me enchesse de vontade de defender a personagem para si mesma e mostrar o quanto ela ainda era tão interessante com suas percepções quase cínicas.
E a conversa com a Morte foi... sutil, acho. É um bom termo. Fez com que eu sentisse a paz e a acolhida que ela sentiu também. Gostei especialmente (talvez seja grande parte desse efeito) da parte em que a Morte discute o sabor do chá e conta o fim do livro. Isso tudo com a mesma naturalidade com que questiona a visão aterrorizada que se tem dela.
Parabéns, de verdade. Chá para dois foi genial e conseguiu ser tão contundente quanto delicada, o que é um feito e tanto.
Oi, Jen!
Eu prometi que viria comentar a sua história assim que terminasse de ler e eu... o fiz. Eu não consigo entender, realmente, o que te fez excluir essa história pois ela não é uma coisa que você vai encontrar no Nyah! Fanfiction com uma facilidade, nem em outros sites de postagens de fanfics, na verdade. Você criou uma personagem explicitamente velha, está no seu fim de vida - literalmente e não é atoa que você combinou isso a construção da narrativa e o diálogo final com a morte, de forma não clara, conversando com ela nos seus últimos momentos, o que eu acho que combinou e deu um toque de profundidade bem cativante a personagem "morte", a figura que você tem no final conversando com a velha.
É um fato, quando pensamos na entidade "morte" e não no simples ato e acontecimento de "morrer", nós imediatamente co-relacionamos ela a aquela figura sombria de capuz, caveira e foice cujo irá ceifar as almas daqueles que ela está atrás e seus momentos de morte chegaram... quando na verdade podemos estar tendo uma mentalidade fútil em cima disso, a morte ela não precisa estar ligada necessariamente a uma vilã - uma antagonista, ela pode ser a entidade que irá trazer um fim a sua vida, talvez uma entidade presa a um destino eterno de sempre buscar as almas daqueles que o destino lhe diz estar na hora de morrerem para que o ciclo de vida e do mundo continue a seguir. (Minha interpretação, pelo menos.)
Eu gostei de como você conduziu a narrativa pelos olhos de uma personagem velha, como eu disse, é uma ideia que você não vai encontrar facilmente em sites de fanfics - para mim, foi original pois eu nunca havia lido uma história assim. E como você consegue fazer muito bem, a história não é preenchida de detalhes para que fiquemos imaginando a textura de uma xícara, a textura do sofá, a textura da mesa... não, você focou nos sentimentos e pensamentos da personagem quanto a sua vida, os seus momentos finais, as dificuldades, como os tempos mudam quando se está nessa situação. E isso, é muito elogiável.
O grande ponto doce da história, o ponto chamativo dele, é justamente o final. Você colocando e criando uma imagem completamente diferente do estereótipo da figura/entidade "morte", ao lado da protagonista e elas debatendo exatamente isso, o conceito e o dever dessa figura, assim como o que ela sente e como é estar nesse papel. A interação delas é uma coisa mágica nessa história, da um significado e também personalidade para ambos os "personagens".
Parabéns, Jen.
Mais uma história com selo de qualidade "Jeniffer", eu gostei bastante, não entendo porquê você excluiu se é uma história tão boa, minuciosa no que ela quer passar... ela funciona! Funcionou comigo, foi muito bom essa experiência - foi uma coisa nova para mim, como eu falei.
Parabéns, de novo, e continue a fazer histórias tão boas assim.
Você é incrível.
Fuui! #PartiuAmelia
O que mais gostei: O diálogo não expositivo no final.
O que acho que pode melhorar: Absolutamente nada, ela é perfeita.
Olá, menino Weslley! Tudo bem? ~eu demoro pra responder comentários, eu sei~
A ideia surgiu depois que eu juntei três ideias, apesar de eu não lembrar quais eram... sei que uma delas foi o trecho que deixei ali no final. Mas a morte, devo confessar, ficou muito “A menina que roubava livros”, o que me desagradou no final.
Não vejo a morte como a vilã da história, definitivamente. Nunca vi, aliás. Essa parte foi muito legal de desenvolver justamente por isso. A visão que eu tenho da morte sempre foi muito bondosa.
Eu gostei de explorar essa personagem. Nunca tinha escrito nada pela perspectiva de alguém velho, e foi divertido e assustador imaginar tudo isso e me colocar no lugar dela para escrever. Essa falta de descrição sobre o ambiente se deve de 1) eu não gostar de fazer isso e 2) não saber fazer isso. Sei falar de sentimentos, não de texturas. Hahaha
Então... eu exclui justamente por conta do final. Essa conversa com a morte deveria ser a parte mais interessante e eu, com certeza, queria ter trabalhado ela melhor. Talvez eu reescreva quando tiver tempo, quem sabe.
Obrigada por ler e recomendar, menino Weslley o⁄
Lindo conto ♡ estou encantada! Obrigada por postar. Fiquei tão entretida, que achei que estava lendo um livro físico e não pelo celular. Bjs no coração.
Oi, moça!
Fico feliz que tenha gostado deste conto. Eu mesma não gosto muito dele...
Sou muito grata pelos seus elogios! Obrigada pelos comentários ♥ ♥
Oi.
O que me trouxe aqui foi a sinopse, porque está (ou estava, ainda não decidi) nos meus planos escrever uma história com essa premissa, baseada na música Nature Boy. Então eu quis muito ver o que você tinha feito e devo dizer, já de cara, que achei perfeito.
Achei absolutamente maravilhosa a maneira como você explorou os sentidos e toda a dimensão física da personagem, a decadência do corpo percebida e assumida sem meias palavras por uma mente afiada. Amei que você não tivesse romantizado a velhice, mas que ao mesmo tempo me enchesse de vontade de defender a personagem para si mesma e mostrar o quanto ela ainda era tão interessante com suas percepções quase cínicas.
E a conversa com a Morte foi... sutil, acho. É um bom termo. Fez com que eu sentisse a paz e a acolhida que ela sentiu também. Gostei especialmente (talvez seja grande parte desse efeito) da parte em que a Morte discute o sabor do chá e conta o fim do livro. Isso tudo com a mesma naturalidade com que questiona a visão aterrorizada que se tem dela.
Parabéns, de verdade. Chá para dois foi genial e conseguiu ser tão contundente quanto delicada, o que é um feito e tanto.