Comentários em “Hunter's Instinct”: “Episódio 60 - Ain't No Grave”

Arrriba

E aí, Mentinha, minha flor de açafrão, como você está nessa quase tarde de sábado? Eu, depois de ler essa primeira parte da season finale, estou com o coração na mão, confesso, hehe! G-suis, que história maravilhosa!

Esse trio é mesmo muito foda, e esse capítulo foi um tributo muito devido a esses três personagens que, em momentos diversos da vida, chegaram a ser muito subestimados e até considerados fracos, provando aqui aquilo que todos já podiam ver nessa altura do campeonato; que na verdade se tratam de alguns dos sobreviventes mais fortes em meio a toda essa merda apocalíptica ♥ E, talvez, por muitas vezes duvidarem da própria capacidade, sejam ainda mais fortes do que aparentam.

A Becky brilhou nesse capítulo, menina! Apesar dos pesares, achei que ela conseguiu lidar muito melhor com o espancamento do Billy do que aquilo que eu imaginei. Foi foda ver a manifestação da esquizofrenia nesse momento tão tenso, e mais foda ainda o fato de, mais pra frente, ela usar a sua doença a seu favor pra conseguir dar continuidade ao plano. PQP! Essa guria merecia um Oscar, hahaha! A forma como ela testou o envenenamento da água também foi genial, eu só imagino a cara do Carl tentando entender todas as reviravoltas que aconteciam bem diante de si a tempo recorde xP

Agora o POV do Billy acabou comigo, mulher, de verdade... Não só pela condição em que estava o Caipbatsy, mas pelo próprio Tucky também :'( Sei que os dois estão na merda, principalmente o Tucker, e que provavelmente muitas mortes me aguardam no próximo episódio, mas espero que esses dois ainda consigam prolongar um pouco mais a vida, sou apegada demais a esses sacanas x) E deixar o exército da Hashimoto em maus lençóis realmente não seria pra qualquer um, esses três estão de parabéns ♥ Só fico imaginando o desespero que a Becky está sentindo com essa declaração seguida de desmaio (espero mesmo que seja só um desmaio, hahaha)

Infelizmente não vou poder ler o próximo agora, mas ainda hoje apareço por lá. Com o brioco na mão por essas vidas que tanto prezo, mas apareço xD

Beijos, gatona! ;*

Você é foda!

Menta
Menta Autor

Oiêêê minha bela Arrribitinhazinha, minha flor de cedro lilás hahahaha, como você está? Desta vez pesquisei algumas flores japonesas para te nomear com toda a candura que você merece, heehehe! Desculpa pela demora de alguns dias para responder os seus reviews, mas é que eu tive um final de semana atarefado para c*****, com grupo de estudo e um bando de coisa para correr atrás para o mestrado que pretendo passar ^^' foi mal aí, minha gata!

Eu fico muito feliz de saber o quanto a Becky te surpreendeu nesse capítulo! Eu gosto de escrever e desenvolver personagens humanos, porque personagens rasos não são nada cativantes. Tenho para mim que quanto mais próximo da realidade for o conjunto de um personagem: seu emocional, psicológico, passado, etc, mais ele será envolvente e mais contribuirá para a história. Afinal, precisamos conseguir nos projetar nas situações dos personagens para criarmos empatia com eles. E conhecê-los a fundo, saber que pessoas são, ajuda e muito nisso.

Outra coisa que eu adorei fazer com Tucker, Becky e Billy foi que eu sou uma ferrenha defensora de que o que as pessoas de raciocínio mais superficial (desculpa a arrogância a princípio, vou esclarecer o que quero dizer logo), está errado. As pessoas que sofrem, erram, choram, MAS PERSISTEM é que são, sim, as pessoas fortes. Quem não demonstra nada e parece oco por dentro é que, em verdade, está perto de quebrar (se é que já não quebrou). Como diria Fernando Pessoa, ninguém se livra de uma agonia sem sentí-la intensamente. E ser capaz de resistir e perdurar a ela, superá-la, é uma prova de força incontestável. E todos os três são dotados deste vigor, desta verdadeira "vontade de potência" Nietzschiana hahahahahaha!

Outra proposta minha com a Becky foi a de desmistificar doenças mentais, sem romantizá-las. A esquizofrenia e outros transtornos psicóticos sem dúvidas são assustadores para quem tem de lidar com eles, especialmente o paciente, eu diria, porque são raros os casos da pessoa que fica "fora do ar" sempre. Essa ideia de que o esquizofrênico é um sujeito amarrado no manicômio achando que é Napoleão é não só ultrapassada como bastante preconceituosa. A maioria dos portadores desta psicose responde bem a medicamentos e a tratamentos, e pode viver uma vida normal com a doença controlada, e alguns inclusive conseguem revertê-la, até. A Rebecca não teve essa sorte de "se curar", a esquizofrenia será uma companheira por toda a vida dela, mas a enfermidade dela não define quem ela é. Ela é muito capaz de domá-la, compreendê-la e até aceitá-la. Prova disso foi o que fez nesse capítulo.

Beijão, minha linda!

Katerina

PORRA FINALMENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

Menta
Menta Autor

Hahahahahha finalmente pro eu te amo ou finalmente pra uma curva de melhora pro grupo do Rick? Lê o 61 que você vai ficar em êxtase hahahahhahah!

Beijooooo!