Primeiro de tudo: ME DESCULPA, MARI! Enrolei muito pra comentar o último capítulo, toda hora eu arrumava uma coisa que me impedia de comentar e no fim acabei por não deixar nada lá e você já postou o novo ç.ç O importante é que eu estava lá, só houve uma pequena falha na comunicação e.e
Agora vamos aos comentários do capítulo:
Duas palavras para esse final: EITA PORRA.
Tipo, meu deus! Como assim, Xesus? Qual é a função da Makoto nisso tudo? Ela tem que dar paz aos espíritos ancestrais malvadões?
Só sei que o cachorro da criança foi sacanagem. Mate até as crianças, mas deixe os cachorros em paz u.u
Ugh, meus comentários partir de agora serão uma merda pq eu tenho muita matéria pra estudar, mas saiba que eu vou continuar sempre tentando dar o ar de minha graça nessa lindeza ♥
Lembra da Rebeca do grupo do Nyah, que disse que já tinha espiado sua história? Então, eu a apresento aqui haha (não costumo me referir em terceira pessoa, esse foi um caso especial).
Bem, esses foram seis capitulos de muitas revelações. Vamos devagar. Primeiro o Aomaru. Eu não sei porque, mas acho que gosto mais dele (personalidade) do que da própria protagonista hehe. Enquanto leio fico torcendo para que ela dê um abraço no Aomaro, e imagino (ás vezes até mesmo sinto em meu próprio corpo) a textura do pelo dele, e a cabeça felpuda descansando no colo dela *-* me dá vontade de escrever uma breve cena carinhosa entre eles *-* Eu sei que ele não é de estimação, e justamente por isso penso que seria justo um abraço se os dois parassem de fingir que não pensam um no outro como amigos. Mas, no final, eu gosto dessa relação deles. Todo capítulo você traz um novo "caso" para ser solucionado, e eu me sinto em uma daquelas séries, como Scooby-Doo ou até mesmo CSI heuheuehueheu Porém estou cada vez mais interessada no passado dela, principalmente em seu pai. Sei que existe uma ligação nisso tudo, porém não gosto muito de especular o futuro da fics que leio :v Mas devo dizer que fiquei muito curiosa, principalmente depois de ler esse capítulo.
Antes de ir embora devo dizer que amo o jeito que escreve, já me adaptei a ele haha o jeito como passa o tempo e descreve o clima são importantes para que eu me envolva na história, e você faz isso muito bem ^^ Aliás, eu AMO como termina os capitulos! Eu tenho até um ranking na minha cabeça :v Em primeiro lugar, até agora (e acho que será difícil de desbancá-lo), está o capítulo 2.
"- Eu ainda quero o meu chapéu.
- Certo.
- E o meu livro.
- Certo."
AMEI DEMAIS, SOCORRO! ♥ Tudo bem que foi um final sem nada espetacular para a maioria das pessoas. Mas depois, você, minha cara escritora, irá se dar conta de que meu gosto não se assemelha com o da maioria. Eu simplesmente achei digno de capa no New York Times! Foi tão lindo, que fiquei com um sorriso no rosto até o capitulo seguinte *-* (olha o nível de doideira da pessoa).
Enfim, estou surtada, querendo mais, curiosíssima e mais do que apaixonada pela amizade entre a protagonista e Aomaru. (Detalhe, eu não lembro de cor o nome da personagem principal, mas não esqueço nunca o nome do meu peludinho lindo *o* - ah se ele me ouve chamando ele assim haha)
~essa história está ficando cada vez mais loka hehehehe~
Oieee, olha eu aqui \o Meu, claro que eu vim aqui pra dizer o quanto eu adorei esse capítulo, assim como adorei todos os outros. Fiquei muito triste pelo Shiro-kun (;---;), mas a história do Jubokko foi sensacional! Acho que esse e o capítulo anterior foram os melhores até agora!
Fico um pouco triste em saber que a fic já está na metade. Por mim, ela teria uns vinte capítulos pra cima hahahaha! Sério, sua escrita é impecável, você usa palavras incríveis e que deixam a história com um clima muito gostoso de se ler. Cada linha que eu leio eu fico "meu deus, como essa palavra apareceu na cabela dela???" kkkkk, eu fico realmente impressionada com a sua habilidade de escrever algo tão maravilhoso. Admito que nunca me prendi tanto a uma fic, quanto estou me prendendo a esta.
Bom, vou ficando por aqui. Estou no aguardo pelo próximo capítulo \o
Beijosss
P
Peixe
Não sei por que eu não comecei a ler isso antes. Faz um tempo que eu vi essa fic, mas só agora quis ler.
Nunca fui muito ligado na mitologia japonesa, mas pelo pouco que conheço acho que devia ser mais valorizada, e você mostrou uma parte muito interessante dela.
Tenho que admitir que li com um site de yokais aqui do lado, não me julgue.
Esse foi um tanto mais agitado, não é mesmo? E está tão bom quanto qualquer um dos outros.
Gostei da forma como está guiando a estória, está ficando cada vez mais místico, sério, uma Jubokko foi uma boa ideia. Agora, e esse Aomaru resgatando a moça, foi simplesmente fantástico, eu sinceramente gostei bastante desta cena.
Como sempre o seu vocabulário amplo juntamente a sua escrita fantástica transmitiram mais uma vez essa essência mística para Shiroyama.
Atrasei-me um tanto mas apareci, me perdoe por isso.
Conheci um Yokai (não sei por aquele acento!) novo e vi mais histórias do passado da montanha, o que podia ser melhor para um dia de férias, do que ler esse conto?
Gostei mesmo da forma como o gatinho tá sempre ali para ajudá-la, mesmo não jurando lealdade e nem nada assim... Essas amizades são as melhores.
Os contos da montanha tem uma forma gostosa de nos fazer ficar assim, feliz por tê-lo lido e feliz por captar mensagens distintas a cada passagem. Estou curioso para ver o que o papai da Makoto aprontou e porque a mamãe dela dava conselhos tão singulares.
Beijos e até a próxima.
n
neptune
Ahoy!
Bom, pensei que o termo shisha não ia ser explicado, já que no capítulo em que ele aparece, não está no glossário sua explicação.
Não acho que a Suzu fale como uma criança. Suas palavras me parecem muito maduras. Isso foi proposital ou um deslize?
Nesse capítulo a Makoto diz que não descobriu o paradeiro de seu chapéu, perdido no prólogo (que eu me lembre). Mas já no primeiro capítulo ela descobre que o bakeneko que pegou, e ainda, no final deste, ele promete devolvê-lo junto com o livro que também foi roubado.
A primeira coisa que pensei quando a Makoto disse que elas encontrariam o cão foi: "Sim, encontrão... mas morto". Já havia encontrado uma coisas sobre essa árvore yokai. Apesar de ter ficado na esperança de acharem um jeito de salvar o cão, eu sabia da possibilidade de ele estar morto, mas não achei que você seria tão cruel com a pobre Suzu (;-;).
Essa história fugiu um pouco do que eu esperava, contando com as experiências dos capítulos anteriores. Ao meu ver, teve mais ação, de certa forma. E esse mistério no final que dá vontade de descobrir logo que q tá con te seno.
Queria saber se você dá seu toque pessoal às histórias, tipo... a árvore "seduzir" sua presa, colocá-la em um casulo, como se estivesse cheia e estocando a comida. Procurando sobre, eu não encontrei nada do tipo.
Primeiro de tudo: ME DESCULPA, MARI! Enrolei muito pra comentar o último capítulo, toda hora eu arrumava uma coisa que me impedia de comentar e no fim acabei por não deixar nada lá e você já postou o novo ç.ç O importante é que eu estava lá, só houve uma pequena falha na comunicação e.e
Agora vamos aos comentários do capítulo:
Duas palavras para esse final: EITA PORRA.
Tipo, meu deus! Como assim, Xesus? Qual é a função da Makoto nisso tudo? Ela tem que dar paz aos espíritos ancestrais malvadões?
Só sei que o cachorro da criança foi sacanagem. Mate até as crianças, mas deixe os cachorros em paz u.u
Ugh, meus comentários partir de agora serão uma merda pq eu tenho muita matéria pra estudar, mas saiba que eu vou continuar sempre tentando dar o ar de minha graça nessa lindeza ♥
Beijos ♥
Hey, love.
Lembra da Rebeca do grupo do Nyah, que disse que já tinha espiado sua história? Então, eu a apresento aqui haha (não costumo me referir em terceira pessoa, esse foi um caso especial).
Bem, esses foram seis capitulos de muitas revelações. Vamos devagar. Primeiro o Aomaru. Eu não sei porque, mas acho que gosto mais dele (personalidade) do que da própria protagonista hehe. Enquanto leio fico torcendo para que ela dê um abraço no Aomaro, e imagino (ás vezes até mesmo sinto em meu próprio corpo) a textura do pelo dele, e a cabeça felpuda descansando no colo dela *-* me dá vontade de escrever uma breve cena carinhosa entre eles *-* Eu sei que ele não é de estimação, e justamente por isso penso que seria justo um abraço se os dois parassem de fingir que não pensam um no outro como amigos. Mas, no final, eu gosto dessa relação deles.
Todo capítulo você traz um novo "caso" para ser solucionado, e eu me sinto em uma daquelas séries, como Scooby-Doo ou até mesmo CSI heuheuehueheu Porém estou cada vez mais interessada no passado dela, principalmente em seu pai. Sei que existe uma ligação nisso tudo, porém não gosto muito de especular o futuro da fics que leio :v Mas devo dizer que fiquei muito curiosa, principalmente depois de ler esse capítulo.
Antes de ir embora devo dizer que amo o jeito que escreve, já me adaptei a ele haha o jeito como passa o tempo e descreve o clima são importantes para que eu me envolva na história, e você faz isso muito bem ^^ Aliás, eu AMO como termina os capitulos! Eu tenho até um ranking na minha cabeça :v Em primeiro lugar, até agora (e acho que será difícil de desbancá-lo), está o capítulo 2.
"- Eu ainda quero o meu chapéu.
- Certo.
- E o meu livro.
- Certo."
AMEI DEMAIS, SOCORRO! ♥ Tudo bem que foi um final sem nada espetacular para a maioria das pessoas. Mas depois, você, minha cara escritora, irá se dar conta de que meu gosto não se assemelha com o da maioria. Eu simplesmente achei digno de capa no New York Times! Foi tão lindo, que fiquei com um sorriso no rosto até o capitulo seguinte *-* (olha o nível de doideira da pessoa).
Enfim, estou surtada, querendo mais, curiosíssima e mais do que apaixonada pela amizade entre a protagonista e Aomaru. (Detalhe, eu não lembro de cor o nome da personagem principal, mas não esqueço nunca o nome do meu peludinho lindo *o* - ah se ele me ouve chamando ele assim haha)
Beijos da Bekah ♥
~essa história está ficando cada vez mais loka hehehehe~
Oieee, olha eu aqui \o Meu, claro que eu vim aqui pra dizer o quanto eu adorei esse capítulo, assim como adorei todos os outros. Fiquei muito triste pelo Shiro-kun (;---;), mas a história do Jubokko foi sensacional! Acho que esse e o capítulo anterior foram os melhores até agora!
Fico um pouco triste em saber que a fic já está na metade. Por mim, ela teria uns vinte capítulos pra cima hahahaha! Sério, sua escrita é impecável, você usa palavras incríveis e que deixam a história com um clima muito gostoso de se ler. Cada linha que eu leio eu fico "meu deus, como essa palavra apareceu na cabela dela???" kkkkk, eu fico realmente impressionada com a sua habilidade de escrever algo tão maravilhoso. Admito que nunca me prendi tanto a uma fic, quanto estou me prendendo a esta.
Bom, vou ficando por aqui. Estou no aguardo pelo próximo capítulo \o
Beijosss
Não sei por que eu não comecei a ler isso antes. Faz um tempo que eu vi essa fic, mas só agora quis ler.
Nunca fui muito ligado na mitologia japonesa, mas pelo pouco que conheço acho que devia ser mais valorizada, e você mostrou uma parte muito interessante dela.
Tenho que admitir que li com um site de yokais aqui do lado, não me julgue.
Esse foi um tanto mais agitado, não é mesmo? E está tão bom quanto qualquer um dos outros.
Gostei da forma como está guiando a estória, está ficando cada vez mais místico, sério, uma Jubokko foi uma boa ideia. Agora, e esse Aomaru resgatando a moça, foi simplesmente fantástico, eu sinceramente gostei bastante desta cena.
Como sempre o seu vocabulário amplo juntamente a sua escrita fantástica transmitiram mais uma vez essa essência mística para Shiroyama.
Atrasei-me um tanto mas apareci, me perdoe por isso.
Espero ansiosamente pelo próximo capítulo.
Até Logo. ^^
Bye... :3
Conheci um Yokai (não sei por aquele acento!) novo e vi mais histórias do passado da montanha, o que podia ser melhor para um dia de férias, do que ler esse conto?
Gostei mesmo da forma como o gatinho tá sempre ali para ajudá-la, mesmo não jurando lealdade e nem nada assim... Essas amizades são as melhores.
Os contos da montanha tem uma forma gostosa de nos fazer ficar assim, feliz por tê-lo lido e feliz por captar mensagens distintas a cada passagem. Estou curioso para ver o que o papai da Makoto aprontou e porque a mamãe dela dava conselhos tão singulares.
Beijos e até a próxima.
Ahoy!
Bom, pensei que o termo shisha não ia ser explicado, já que no capítulo em que ele aparece, não está no glossário sua explicação.
Não acho que a Suzu fale como uma criança. Suas palavras me parecem muito maduras. Isso foi proposital ou um deslize?
Nesse capítulo a Makoto diz que não descobriu o paradeiro de seu chapéu, perdido no prólogo (que eu me lembre). Mas já no primeiro capítulo ela descobre que o bakeneko que pegou, e ainda, no final deste, ele promete devolvê-lo junto com o livro que também foi roubado.
A primeira coisa que pensei quando a Makoto disse que elas encontrariam o cão foi: "Sim, encontrão... mas morto". Já havia encontrado uma coisas sobre essa árvore yokai. Apesar de ter ficado na esperança de acharem um jeito de salvar o cão, eu sabia da possibilidade de ele estar morto, mas não achei que você seria tão cruel com a pobre Suzu (;-;).
Essa história fugiu um pouco do que eu esperava, contando com as experiências dos capítulos anteriores. Ao meu ver, teve mais ação, de certa forma. E esse mistério no final que dá vontade de descobrir logo que q tá con te seno.
Queria saber se você dá seu toque pessoal às histórias, tipo... a árvore "seduzir" sua presa, colocá-la em um casulo, como se estivesse cheia e estocando a comida. Procurando sobre, eu não encontrei nada do tipo.
- neptune ♥