Oi, Rafael, tudo bem? Muitíssimo obrigada pelo comentário e fico feliz de saber que você 'tá gostando. Sinta-se livre pra comentar sempre que quiser com qualquer tipo de sugestão. Beijão! ♥
Oi, pessoinha! (ノ^∇^)/ Ah, mas acontece. As vezes ele fica de fora da história mesmo, hahah, ele não vive colado com a Makoto e de vez em quando ele sai pra se divertir por aí. Mas ele ainda vai ser muito presente daqui pra frente e eu espero que você continue gostando a acompanhando. ♡
Moça, mas que cena "aflita"... Deixou-me tensa desde o inicio, ou melhor, desde a parte que o Nakamura aparece até o fim, deveras tem muito talento. E você queria parar de escrever... '-'
Bem, como pediste, eu acho que a YnM não decaiu, digo, ela melhorou do primeiro capítulo para cá. A escrita começou a passar aquela sensação mais misteriosa a cada capítulo e além disso, o ar nipônico que eu tanto falo está cada vez mais presente, o modo em que você encaixa os termos em japonês continua perfeito e, deveras, parece que faz parte de nosso vocábulo, ou melhor, de nossa língua...
Os Yōkais que você apresentou são interessantíssimos e aparecem em momentos inesperados, porém, eles encaixam perfeitamente com todo a aura misteriosa que você cria, além deles serem fidelíssimos a mitologia japonesa (Creio que isso lhe rende bastante pesquisa, assim como o fato da Makoto ser uma médica)
Neste capítulo eu senti-me como a moça, passou-me certa preocupação enquanto eu lia e bem no fim instigou-me a curiosidade aquela pergunta do fim da Makoto para o Aomaru...
Eu no acho que esteja decaindo, continua no mesmo nvel :v&lgt;/p>
E a histria um amor, srio. E pra mim, um dos motivos de ser to boa justamente por no ter essa ao .q Tem essa pegada mais calma, e isso lindo. Eu, pessoalmente, to gostando bastante dos Youkais e esses "casos". Adoro coisas do tipo ♥&lgt;/p>
Respondendo a pergunta sobre uma forma humana do Aomaru, eu imagino ele com cabelos compridos, presos por uma fita na ponta e uma franjinha massa, em tons de ruivo e preto :v E os olhos felinos dourados, que uma coisa linda. E, claro, cauda e orelhas. Como no? hihi&lgt;/p>
Bom, eu tenho a mesma opinio do Takashi, de Natsume, sobre Youkais magoarem e trarem uns aos outros. Existem Youkais tanto bons quanto maus, da mesma forma que existem humanos.&lgt;/p>
Em uma mistura do sobrenatural com sentimentos humanos, tivemos uma leitura que evidenciou características ruins do homem reforçadas pelo misticismo. O Yokai deste capítulo serviu como pano de fundo para a maldade do homem para com o outro, o que casou muito bem, aliás.
O nervosismo com o atendimento do ferido também foi um ponto forte da narração. Makoto agiu bem como socorrista - a melhor palavra que pude encontrar para descrever - agindo precisamente e corretamente durante toda a situação.
A descoberta de todo o causo (algo como "acontecimento", uma expressão regionalista aqui do interior) foi simples e bem elaborada, com mais uma ajuda inteligente do Bakeneko. A conversação entre eles diante do visitante foi bem sútil e um pouco engraçada para mim.
Sobre o final deste capítulo: me deixou bem curioso com os sentimentos e relação dos Yokais, o que já havia sido trabalhado em um capítulo anterior onde Bakeneko dividiu as atenções com outro Yokai que também ajudou Makoto. O enigma deixado pelo gato encerrou perfeitamente.
As cenas, tanto de Outono quanto de CMS, passam em minha cabeça como animes bem desenhados e isso por si só já diferencia essas histórias das demais que pouco leio - pelo menos ao meu ver.
Bast... Você escreve tão bem! Fico tão maravilhado com a forma como as coisas acontecem com a Makoto. Poxa... Eu estou envolvido com a montanha.
Adorei o jeito que você usou para abordar as peculiaridades dos humanos ao longo desse capítulo. Me senti incluído.
Sério, o final também foi épico. A personalidade desse gato é muito agradável.
O que mais gostei: A mitificação de um fato tão corriqueiro.
n
neptune
Olá!
Como sempre, as descrições maravilhosas e fluindo com a maior naturalidade. E a história continua muito bem, não é monótona. A princípio pensei que todos os contos seriam praticamente iguais, com exceção dos seres sobrenaturais apresentados, mas como estou vendo todos são diferentes e acontecem de forma diferente também, incluindo a solução do problema. Apenas acho que você devia aprofundar mais as informações sobre os yokai's, por exemplo, eu tenho uma dúvida: todos os yokai's foram humanos um dia ou a maioria apenas existe? E esses que não são transformados deviam ter maior participação nos contos.
Imagino que pra essa fanfic foram feitas muitas pesquisas quanto a medicina e cultura japonesa.
Pensei que a Makoto já era uma profissional experiente que já havia visto de tudo, mas que pelo que vi, não. Ela deve ter acabado de se formar, não?
Já havia criado uma teoria de que o Nakamura era amante da mulher do agressor, justamente por conta de sua reação quando a Makoto apareceu em sua casa falando sobre o incidente. Pelo visto eu acertei!
Adorei a forma como um fato tão comum se envolveu com o sobrenatural. E a aura de mistério invadindo cada vez mais a história. Além desse ambiente japonês se tornando cada vez mais real!
Yooo, começei a ler sua história anteontem, então to gostando pakas =D
continua tá muito show
Oi, Rafael, tudo bem? Muitíssimo obrigada pelo comentário e fico feliz de saber que você 'tá gostando. Sinta-se livre pra comentar sempre que quiser com qualquer tipo de sugestão. Beijão! ♥
Oieeee... Eu acho que a você está indo muito bem sim...
Mas eu queria mais do Gatinho! HSUAHSAH Acho ele muito legal pra ficar longe dos cáp.. huhu
Você está indo mto bem sim... Tadinho desse triangulo, complicado HSAUHS
Oi, pessoinha! (ノ^∇^)/ Ah, mas acontece. As vezes ele fica de fora da história mesmo, hahah, ele não vive colado com a Makoto e de vez em quando ele sai pra se divertir por aí. Mas ele ainda vai ser muito presente daqui pra frente e eu espero que você continue gostando a acompanhando. ♡
Moça, mas que cena "aflita"... Deixou-me tensa desde o inicio, ou melhor, desde a parte que o Nakamura aparece até o fim, deveras tem muito talento. E você queria parar de escrever... '-'
Bem, como pediste, eu acho que a YnM não decaiu, digo, ela melhorou do primeiro capítulo para cá. A escrita começou a passar aquela sensação mais misteriosa a cada capítulo e além disso, o ar nipônico que eu tanto falo está cada vez mais presente, o modo em que você encaixa os termos em japonês continua perfeito e, deveras, parece que faz parte de nosso vocábulo, ou melhor, de nossa língua...
Os Yōkais que você apresentou são interessantíssimos e aparecem em momentos inesperados, porém, eles encaixam perfeitamente com todo a aura misteriosa que você cria, além deles serem fidelíssimos a mitologia japonesa (Creio que isso lhe rende bastante pesquisa, assim como o fato da Makoto ser uma médica)
Neste capítulo eu senti-me como a moça, passou-me certa preocupação enquanto eu lia e bem no fim instigou-me a curiosidade aquela pergunta do fim da Makoto para o Aomaru...
Continue assim... Ganbatte!
Bye...
Kisses :3
Eu no acho que esteja decaindo, continua no mesmo nvel :v&lgt;/p>
E a histria um amor, srio. E pra mim, um dos motivos de ser to boa justamente por no ter essa ao .q Tem essa pegada mais calma, e isso lindo. Eu, pessoalmente, to gostando bastante dos Youkais e esses "casos". Adoro coisas do tipo ♥&lgt;/p>
Respondendo a pergunta sobre uma forma humana do Aomaru, eu imagino ele com cabelos compridos, presos por uma fita na ponta e uma franjinha massa, em tons de ruivo e preto :v E os olhos felinos dourados, que uma coisa linda. E, claro, cauda e orelhas. Como no? hihi&lgt;/p>
Bom, eu tenho a mesma opinio do Takashi, de Natsume, sobre Youkais magoarem e trarem uns aos outros. Existem Youkais tanto bons quanto maus, da mesma forma que existem humanos.&lgt;/p>
A histria t tima, no geral, to adorando ♥&lgt;/p>
Até agora este foi meu capítulo favorito.
Em uma mistura do sobrenatural com sentimentos humanos, tivemos uma leitura que evidenciou características ruins do homem reforçadas pelo misticismo. O Yokai deste capítulo serviu como pano de fundo para a maldade do homem para com o outro, o que casou muito bem, aliás.
O nervosismo com o atendimento do ferido também foi um ponto forte da narração. Makoto agiu bem como socorrista - a melhor palavra que pude encontrar para descrever - agindo precisamente e corretamente durante toda a situação.
A descoberta de todo o causo (algo como "acontecimento", uma expressão regionalista aqui do interior) foi simples e bem elaborada, com mais uma ajuda inteligente do Bakeneko. A conversação entre eles diante do visitante foi bem sútil e um pouco engraçada para mim.
Sobre o final deste capítulo: me deixou bem curioso com os sentimentos e relação dos Yokais, o que já havia sido trabalhado em um capítulo anterior onde Bakeneko dividiu as atenções com outro Yokai que também ajudou Makoto. O enigma deixado pelo gato encerrou perfeitamente.
As cenas, tanto de Outono quanto de CMS, passam em minha cabeça como animes bem desenhados e isso por si só já diferencia essas histórias das demais que pouco leio - pelo menos ao meu ver.
Abraços e até o próximo cap!
Bast... Você escreve tão bem! Fico tão maravilhado com a forma como as coisas acontecem com a Makoto. Poxa... Eu estou envolvido com a montanha.
Adorei o jeito que você usou para abordar as peculiaridades dos humanos ao longo desse capítulo. Me senti incluído.
Sério, o final também foi épico. A personalidade desse gato é muito agradável.
O que mais gostei: A mitificação de um fato tão corriqueiro.
Olá!
Como sempre, as descrições maravilhosas e fluindo com a maior naturalidade. E a história continua muito bem, não é monótona. A princípio pensei que todos os contos seriam praticamente iguais, com exceção dos seres sobrenaturais apresentados, mas como estou vendo todos são diferentes e acontecem de forma diferente também, incluindo a solução do problema. Apenas acho que você devia aprofundar mais as informações sobre os yokai's, por exemplo, eu tenho uma dúvida: todos os yokai's foram humanos um dia ou a maioria apenas existe? E esses que não são transformados deviam ter maior participação nos contos.
Imagino que pra essa fanfic foram feitas muitas pesquisas quanto a medicina e cultura japonesa.
Pensei que a Makoto já era uma profissional experiente que já havia visto de tudo, mas que pelo que vi, não. Ela deve ter acabado de se formar, não?
Já havia criado uma teoria de que o Nakamura era amante da mulher do agressor, justamente por conta de sua reação quando a Makoto apareceu em sua casa falando sobre o incidente. Pelo visto eu acertei!
Adorei a forma como um fato tão comum se envolveu com o sobrenatural. E a aura de mistério invadindo cada vez mais a história. Além desse ambiente japonês se tornando cada vez mais real!
- neptune ♥
Foi um capítulo muito bom de se ler, tranquilo e com uma atmosfera que me fez até esquecer do calor de minha cidade kkkkkkk
A forma como descreve situações cotidianas que de repente terminam por se tornar sobrenaturais é muito bem bolada, continue com o bom trabalho!
O que mais gostei: O melhor capítulo até o momento!