História de ideia magnífica. Você soube expressar sua imaginação - e é fácil o leitor imaginar o que se passa. Ótimo conto de ficção científica - apenas ficção científica. (Dica: Não coloque tantos gêneros, apenas porque a história apresenta os mesmos. Foque-se no gênero principal. Sendo este ficção científica. Você disse amizade, comédia e drama - não há isso de forma relevante. Recomendo que você deixe apenas ficção científica, porque este gênero você fez bem. Se eu fosse ver essa história pelos outros gêneros que você citou, eu diria que ela ficou ruim. Atenção a isso. A história ficou boa. Parabéns!
Agora vamos ao que você pode melhorar. A história carece de descrição de fatos, objetos e experimentos, pelo simples fato de seu desconhecimento de palavras. A sua ignorância afetou a história. As partes que não são de seu imaginário, sua originalidade, estão muito clichês. As coisas relacionadas ao hospital, por exemplo. Além de outros coisas que poderiam deixar a leitura bem mais legal - se você conhecesse mais.
E fique atento a uma coisa: a história fica mudando de ritmo; os personagens parecem mudar de personalidade. Você acrescentou um diálogo com o leitor que esse tipo de narrativa não permite - foi só uma parte, quando você diz "Máquina de Imersão Total".
Mas o resumo da obra: parabéns!
O final é maluco. Você tentou passar um pai muito preocupado com o filho, um pai que ama o filho, mas que é meio "desleixado", digamos assim - mas não conseguiu.
Que final doido. Eu estava pensando que depois daquela parte onde o amigo dele não pode sair para brincar porque está calor e ele vai procurar um jogo na própria casa e ao utilizar a MIT não consegue reproduzir nada - eu pensei que tudo após essa parte fosse sonho; seria um final maneiro.
Muito obrigado por seu comentário! Irei aceitar sua sugestão é alterar os géneros é futuramente tentarei evitar os erros que você citou. Quando ao Carlos, eu diria que ele é um hipócrita, mesmo querendo que seu filho descanse ele também quer saber o quanto mais ele pode evoluir. Ele tenta balancear suas ambições mas como o Douglas acaba por esconder o que está realmente sentindo, isso não dá muito certo. Sobre o final, eu pensei um pouco sobre isso mas no final decide que seria melhor um final trágico, já temos muitos finais felizes nos contos de fadas.
História de ideia magnífica. Você soube expressar sua imaginação - e é fácil o leitor imaginar o que se passa. Ótimo conto de ficção científica - apenas ficção científica. (Dica: Não coloque tantos gêneros, apenas porque a história apresenta os mesmos. Foque-se no gênero principal. Sendo este ficção científica. Você disse amizade, comédia e drama - não há isso de forma relevante. Recomendo que você deixe apenas ficção científica, porque este gênero você fez bem. Se eu fosse ver essa história pelos outros gêneros que você citou, eu diria que ela ficou ruim. Atenção a isso. A história ficou boa. Parabéns!
Agora vamos ao que você pode melhorar. A história carece de descrição de fatos, objetos e experimentos, pelo simples fato de seu desconhecimento de palavras. A sua ignorância afetou a história. As partes que não são de seu imaginário, sua originalidade, estão muito clichês. As coisas relacionadas ao hospital, por exemplo. Além de outros coisas que poderiam deixar a leitura bem mais legal - se você conhecesse mais.
E fique atento a uma coisa: a história fica mudando de ritmo; os personagens parecem mudar de personalidade. Você acrescentou um diálogo com o leitor que esse tipo de narrativa não permite - foi só uma parte, quando você diz "Máquina de Imersão Total".
Mas o resumo da obra: parabéns!
O final é maluco. Você tentou passar um pai muito preocupado com o filho, um pai que ama o filho, mas que é meio "desleixado", digamos assim - mas não conseguiu.
Que final doido. Eu estava pensando que depois daquela parte onde o amigo dele não pode sair para brincar porque está calor e ele vai procurar um jogo na própria casa e ao utilizar a MIT não consegue reproduzir nada - eu pensei que tudo após essa parte fosse sonho; seria um final maneiro.
Mas esse pai suicida aí....
Mas sério, ótima história.
Muito obrigado por seu comentário! Irei aceitar sua sugestão é alterar os géneros é futuramente tentarei evitar os erros que você citou. Quando ao Carlos, eu diria que ele é um hipócrita, mesmo querendo que seu filho descanse ele também quer saber o quanto mais ele pode evoluir. Ele tenta balancear suas ambições mas como o Douglas acaba por esconder o que está realmente sentindo, isso não dá muito certo. Sobre o final, eu pensei um pouco sobre isso mas no final decide que seria melhor um final trágico, já temos muitos finais felizes nos contos de fadas.