Então vamos ao ponto. Ao mesmo tempo em que gostei desse capítulo, também desgostei. Como eu disse ali em cima este capítulo foi extremamente corrido. Estranhei muita coisa nesse início todo, mas a principal foi a "apatia" do Kayan, não consegui sentir nada em relação ao guri. Se o Rantred me conquistou logo de cara, já faz três capítulos que tento ler e entender o Kayan. A maneira como ele contou a história dele e a maneira como ele fala da morte da mãe dele foram meio secas e superficiais... "uma doença", acho que faltou colocar um pouco de sentimentalismo por parte dele. Enfim, não consegui entender muito bem como funciona o protagonista ainda, sei que temos um pouco de altruísmo e benevolência, mas só. Gostei de conhecer a mais da história dele, mas acho que foi tudo muito súbito poderia ter sido mais dosado. Também achei meio forçado a maneira como ele vai para a Ordem e facilidade nisso, mas talvez tudo se mostre mais turvo no próximo capítulo, então não irei me precipitar aqui.
Um abraço.
Woof.
O que mais gostei: Como sempre, a maneira como você mostra o cenário demonstra o quando você pensou na criação desse Universo.
O que acho que pode melhorar: Wow... Muita coisa acontecendo de maneira muito brusca e jogada. Se a primeira parte foi super lenta, esta parte foi incrivelmente veloz... Also, na parte um Guin era Giun.
Entendi o que quis dizer com a parte dos sentimentos. O que acontece é que este é mais um dos meus pontos fracos, talvez o maior deles. Sempre tento melhorar neste quesito, mas algumas coisas são mais difíceis de se aprender do que outras.
Sobre a parte do corrido, devo admitir que poderia melhorar nisso. Na verdade, acredito que já tenha melhorado e escrito os capítulos posteriores mais detalhados e mais cadenciados.
Ficou boa essa conclusão do encontro de Kayan com o Spaak. Parece um típico primeiro capítulo de anime antes do protagonista chegar em alguma instituição que o fará se enturmar com outros personagens.
Então, aquele mago patife era fake, como realmente previ. Mas talvez ele volte em algum capítulo mais à frente, para se vingar do Kayan e do Spaak, que acabaram com seu plano.
Eu não sou nem um pouco tradicionalista, e concordo com esse ponto de vista dos magos a respeito da relação com uma mulher. Na história, é interessante a ponto deles se diferenciarem do pensamento conservador que provavelmente é adotado por quase todos no reino ou no mundo.
Apenas senti que o capítulo correu demais durante a conversa entre o Kayan e o Spaak; achei que haveria algum tipo de despedida entre o garoto e os conhecidos na cidade ou que parte daquela conversa entre eles ocorreria enquanto se dirigiam à Ordem.
De qualquer forma, estou ansioso para conhecer os demais Magos e Aprendizes e ver aquele clima meio estudantil mesclado a missões. (a não ser que você tenha mudado isso nessa versão).
Abraços e até a próxima.
Apontamentos
"Allen Kurbs, finalmente [lhe] encontramos". Como "encontrar" pede objeto direto, o correto seria o pronome "te".
Ainda percebo alguns erros de pontuação (e de digitação) aqui e ali, mas nada que uma boa revisão não dê jeito.
Eu até cogitei a hipótese de transformar esta história no formato light novel, mas acho que ela é meio complexa demais para este formato.
O Allen era fake, sim, e tudo já foi esclarecido, mas este pequeno arco ainda não se encerrou, pois ainda falta uma conversa com Sakuro que você verá no próximo capítulo.
Entendi o que você disse sobre ficar meio corrido, algo para mudar no futuro, mas só se um dia eu decidisse publicar em um ebook, o que não acho realmente acontecerá.
Esta parte estudantil pretendo fazer um pouco mais longa e detalhada. Estava tudo meio corrido na versão anterior. As missões teremos algumas mudanças também, mas elas ainda existirão, você verá.
Procurarei revisar melhor os capítulos, mas devo confessar que não tenho muita paciência para revisar ortografia e as vezes erros passam batidos.
Fico feliz que esteja gostando da história. Seus reviews são muito importantes, principalmente pelo longo tempo que nos conhecemos e comentamos as obras um do outro e também porque tenho poucos leitores no momento.
Então o Kayan teve um pai fodão, se o potencial mágico tiver no sangue...
Eu já havia lido esse capítulo tem um bom tempo, até pensei ter comentado nele na época. Como fazia tempo, preferi reler desde o prólogo para entender melhor a história, o que valeu a pena. Agora, vamos aos apontamentos:
Como outra pessoa comentou, fez um pouco de falta uma despedida do protagonista com as pessoas da cidade. Bem ou mal ele passou a vida ali, mesmo que não quisesse se alongar com esses detalhes, ao menos uma menção de poucas linhas ao ato deixaria essa transição de cenários melhor, principalmente com o ferreiro.
Outro ponto que percebi relendo os capítulos anteriores é que na conversa do Kayan com o mago farsante, a saída deles da taverna para em seguida voltar a ela ficou muito redundante. Seria melhor fazer tudo lá dentro ou então fazer a segunda parte da conversa em outro local.
Que surpresa, três capítulos lidos e comentados de uma vez =D
Essa parte da despedida realmente ficou faltando, mas quando revisei o capítulo acabei não percebendo.
E esse segundo ponto que você comentou, eu reli e realmente ficou meio que vai e vem sem necessidade. Mas são esses erros que faz com que aprendamos o que não fazer e melhorar, não?
Nunca tive Hogwarts em mente, imaginava mais os castelos do Senhor dos Anéis mesmo. Mas o ideal é que cada um imagine da maneira que sua imaginação fluir. O básico você pegou: ele é descomunalmente grande e imponente.
Muito bom. Tem algumas palavras estranhas, mas mesmo assim ficara bom.
Mago de nascença? Mas... magos são pessoas que optam por seguir o caminho da magia se tornando estudiosos e bla bla bla. São feiticeiro que ja nascem aptos para magia devido a sua herança sanguínea podendo vir de algum outro feiticeiro, criatura magica, divindade ou demo... deu pra entender.
Hoow tudo usa magia? Imagina a quantidade de energia gasta para fazer a manutenção e recarga de tudo isso? Ou é aquela historia de que um objeto magico tem energia infinita e nunca fica sem magia? Ou ele se auto-recarrega com mana da natureza? Muitas perguntas.
Em Wesmeroth, magia é uma aptidão que vem desde o nascimento, é uma herança genética que vem mais forte de magos mais fortes e pode até mesmo pular gerações. Apesar disso, como qualquer habilidade, pode ser desenvolvida então um mago de herança mais fraca pode tornar-se muito poderoso. Você entenderá melhor conforme for lendo.
Nunca pensei em termos técnicos para objetos mágicos, mas coisas simples como iluminárias mágicas retiram energia do próprio ambiente. E encantamentos como paredes fortificadas se mantém por si só. É magia afinal de contas XD
A pessoa aqui estava esperando acabar o Camp NaNoWrimo pra poder voltar a ler, por isso que sumi HAHAHAH Basicamente, estou naquela época da vida que ou a gente lê ou escreve, e a vida é feita de escolhas HAHA Mas voltei, é o que importa.
Lembro do sobrenome Atreius da primeira versão, mas acho que o nome do protagonista foi uma das alterações, não? Só não consigo lembrar como era o nome na primeira escrita.
E Drugstrein me parece um lugar fantástico mesmo HAHAHA E no sentido de muito bom, não de “fantasia” HAHAHA Adoraria conhecer mais sobre.
Sei bem o que é isso, das escolhas, mas não se preocupe em demorar porque também não tenho muito tempo e só atualizo a cada mês então um dia poderá alcançar os atuais.
Você esta corretíssima, pois o nome Kayan é novo, anteriormente era Kamui, pouco criativo, não? Alguns outros também foram alterados.
Eu não descrevo muito, pois tento manter um ritmo meio que de light novel, mas para o castelo tive que dar aquela atenção especial, né. Fico feliz que tenha gostado.
Se esta amando os personagens agora, imagina quando eles começarem a fazer as coisas pra valer, ou as coisas começarem a acontecer com eles -insira risada maligna-.
Primeiro, devo me desculpar com os irmãos Paxter e Guin que nem mencionei, tadinhos kkk, não sei se vão aparecer mais, mas eles parecem boas pessoas, não fizeram meu coração balançar, mas parecem caras legais, além disso deram uma surra no Allen Kurbs kkk
Agora vamos ao longa conversa entre Spaak e Kayan, adoro esse momento de descoberta do Kayan, muito triste que ele não soubesse do passado do pai dele e tals e que tenha demorado tanto a saber, triste pela mamis dele também, ainda tenho muita curiosidade sobre como exatamente o pai dele morreu e como foi a treta maligna que teve isso como consequência. Gostei do fato de você ter detalhado mais o passado da mãe dele, na verdade por detalhar mais as coisas no geral. Gostei muito das descrições do castelo, deu para imaginar bem como ele é e não achei cansativo. Saudades do castelo também ♥
Sakuro, que saudades *-*, não era meu crush, mas pode vir a ser kkkkkkkkkkkkk, mas acho que sempre o vi como alguém fodão e isso não mudou, emocionei com ele confundindo o Kayan *-*
Parabéns pelas descrições maravilhosas e pelos personagens, bjs
Paxter e Giun, nem ligue para eles, são figurantes.
A mãe do Kayan foi uma das coisas que mudei nesta versão. Antes ela era uma maga também, mas resolvi dar aquela alterada básica nessa parte. Na verdade estava até pensando em mudar esse clichê de herói órfão, mas ai ia ter que mudar muita coisa e resolvi manter.
Sakuro é f***** mesmo, e muito importante para a história em si. E o castelo, bem procurei detalhar ele bem pros leitores conseguirem imaginar como ele é grande e bonitão.
Então vamos ao ponto. Ao mesmo tempo em que gostei desse capítulo, também desgostei. Como eu disse ali em cima este capítulo foi extremamente corrido. Estranhei muita coisa nesse início todo, mas a principal foi a "apatia" do Kayan, não consegui sentir nada em relação ao guri. Se o Rantred me conquistou logo de cara, já faz três capítulos que tento ler e entender o Kayan. A maneira como ele contou a história dele e a maneira como ele fala da morte da mãe dele foram meio secas e superficiais... "uma doença", acho que faltou colocar um pouco de sentimentalismo por parte dele. Enfim, não consegui entender muito bem como funciona o protagonista ainda, sei que temos um pouco de altruísmo e benevolência, mas só. Gostei de conhecer a mais da história dele, mas acho que foi tudo muito súbito poderia ter sido mais dosado. Também achei meio forçado a maneira como ele vai para a Ordem e facilidade nisso, mas talvez tudo se mostre mais turvo no próximo capítulo, então não irei me precipitar aqui.
Um abraço.
Woof.
O que mais gostei: Como sempre, a maneira como você mostra o cenário demonstra o quando você pensou na criação desse Universo.
O que acho que pode melhorar: Wow... Muita coisa acontecendo de maneira muito brusca e jogada. Se a primeira parte foi super lenta, esta parte foi incrivelmente veloz... Also, na parte um Guin era Giun.
Entendi o que quis dizer com a parte dos sentimentos. O que acontece é que este é mais um dos meus pontos fracos, talvez o maior deles. Sempre tento melhorar neste quesito, mas algumas coisas são mais difíceis de se aprender do que outras.
Sobre a parte do corrido, devo admitir que poderia melhorar nisso. Na verdade, acredito que já tenha melhorado e escrito os capítulos posteriores mais detalhados e mais cadenciados.
Vamos para o próximo o/
Ansioso para os próximos capítulos
O que mais gostei:
Tudo, narrativa incrvel
O que acho que pode melhorar:
Nada
Olá Fox,
fico feliz em saber que esta acompanhando a história. Tenho muita coisa para desenvolver nela e espero continuar agradando.
Pretendo, também, torná-la quinzenal, então até o fim do mês acho que teremos mais um capítulo.
Ficou boa essa conclusão do encontro de Kayan com o Spaak. Parece um típico primeiro capítulo de anime antes do protagonista chegar em alguma instituição que o fará se enturmar com outros personagens.
Então, aquele mago patife era fake, como realmente previ. Mas talvez ele volte em algum capítulo mais à frente, para se vingar do Kayan e do Spaak, que acabaram com seu plano.
Eu não sou nem um pouco tradicionalista, e concordo com esse ponto de vista dos magos a respeito da relação com uma mulher. Na história, é interessante a ponto deles se diferenciarem do pensamento conservador que provavelmente é adotado por quase todos no reino ou no mundo.
Apenas senti que o capítulo correu demais durante a conversa entre o Kayan e o Spaak; achei que haveria algum tipo de despedida entre o garoto e os conhecidos na cidade ou que parte daquela conversa entre eles ocorreria enquanto se dirigiam à Ordem.
De qualquer forma, estou ansioso para conhecer os demais Magos e Aprendizes e ver aquele clima meio estudantil mesclado a missões. (a não ser que você tenha mudado isso nessa versão).
Abraços e até a próxima.
Apontamentos
"Allen Kurbs, finalmente [lhe] encontramos". Como "encontrar" pede objeto direto, o correto seria o pronome "te".
Ainda percebo alguns erros de pontuação (e de digitação) aqui e ali, mas nada que uma boa revisão não dê jeito.
Eu até cogitei a hipótese de transformar esta história no formato light novel, mas acho que ela é meio complexa demais para este formato.
O Allen era fake, sim, e tudo já foi esclarecido, mas este pequeno arco ainda não se encerrou, pois ainda falta uma conversa com Sakuro que você verá no próximo capítulo.
Entendi o que você disse sobre ficar meio corrido, algo para mudar no futuro, mas só se um dia eu decidisse publicar em um ebook, o que não acho realmente acontecerá.
Esta parte estudantil pretendo fazer um pouco mais longa e detalhada. Estava tudo meio corrido na versão anterior. As missões teremos algumas mudanças também, mas elas ainda existirão, você verá.
Procurarei revisar melhor os capítulos, mas devo confessar que não tenho muita paciência para revisar ortografia e as vezes erros passam batidos.
Fico feliz que esteja gostando da história. Seus reviews são muito importantes, principalmente pelo longo tempo que nos conhecemos e comentamos as obras um do outro e também porque tenho poucos leitores no momento.
Até o próximo.
Então o Kayan teve um pai fodão, se o potencial mágico tiver no sangue...
Eu já havia lido esse capítulo tem um bom tempo, até pensei ter comentado nele na época. Como fazia tempo, preferi reler desde o prólogo para entender melhor a história, o que valeu a pena. Agora, vamos aos apontamentos:
Como outra pessoa comentou, fez um pouco de falta uma despedida do protagonista com as pessoas da cidade. Bem ou mal ele passou a vida ali, mesmo que não quisesse se alongar com esses detalhes, ao menos uma menção de poucas linhas ao ato deixaria essa transição de cenários melhor, principalmente com o ferreiro.
Outro ponto que percebi relendo os capítulos anteriores é que na conversa do Kayan com o mago farsante, a saída deles da taverna para em seguida voltar a ela ficou muito redundante. Seria melhor fazer tudo lá dentro ou então fazer a segunda parte da conversa em outro local.
Até.
Que surpresa, três capítulos lidos e comentados de uma vez =D
Essa parte da despedida realmente ficou faltando, mas quando revisei o capítulo acabei não percebendo.
E esse segundo ponto que você comentou, eu reli e realmente ficou meio que vai e vem sem necessidade. Mas são esses erros que faz com que aprendamos o que não fazer e melhorar, não?
Enfim, respondendo ao próximo.
A descrição do castelo ficou ótima!!! Me lembrou um pouco Hogwarts hahahah, só que mais descomunal e imponente!
Nunca tive Hogwarts em mente, imaginava mais os castelos do Senhor dos Anéis mesmo. Mas o ideal é que cada um imagine da maneira que sua imaginação fluir. O básico você pegou: ele é descomunalmente grande e imponente.
Muito bom. Tem algumas palavras estranhas, mas mesmo assim ficara bom.
Mago de nascença? Mas... magos são pessoas que optam por seguir o caminho da magia se tornando estudiosos e bla bla bla. São feiticeiro que ja nascem aptos para magia devido a sua herança sanguínea podendo vir de algum outro feiticeiro, criatura magica, divindade ou demo... deu pra entender.
Hoow tudo usa magia? Imagina a quantidade de energia gasta para fazer a manutenção e recarga de tudo isso? Ou é aquela historia de que um objeto magico tem energia infinita e nunca fica sem magia? Ou ele se auto-recarrega com mana da natureza? Muitas perguntas.
Em Wesmeroth, magia é uma aptidão que vem desde o nascimento, é uma herança genética que vem mais forte de magos mais fortes e pode até mesmo pular gerações. Apesar disso, como qualquer habilidade, pode ser desenvolvida então um mago de herança mais fraca pode tornar-se muito poderoso. Você entenderá melhor conforme for lendo.
Nunca pensei em termos técnicos para objetos mágicos, mas coisas simples como iluminárias mágicas retiram energia do próprio ambiente. E encantamentos como paredes fortificadas se mantém por si só. É magia afinal de contas XD
A pessoa aqui estava esperando acabar o Camp NaNoWrimo pra poder voltar a ler, por isso que sumi HAHAHAH Basicamente, estou naquela época da vida que ou a gente lê ou escreve, e a vida é feita de escolhas HAHA Mas voltei, é o que importa.
Lembro do sobrenome Atreius da primeira versão, mas acho que o nome do protagonista foi uma das alterações, não? Só não consigo lembrar como era o nome na primeira escrita.
E Drugstrein me parece um lugar fantástico mesmo HAHAHA E no sentido de muito bom, não de “fantasia” HAHAHA Adoraria conhecer mais sobre.
Até o próximo ^^
Sei bem o que é isso, das escolhas, mas não se preocupe em demorar porque também não tenho muito tempo e só atualizo a cada mês então um dia poderá alcançar os atuais.
Você esta corretíssima, pois o nome Kayan é novo, anteriormente era Kamui, pouco criativo, não? Alguns outros também foram alterados.
Eu não descrevo muito, pois tento manter um ritmo meio que de light novel, mas para o castelo tive que dar aquela atenção especial, né. Fico feliz que tenha gostado.
O que mais gostei: Amei.a descrição do castelo de Drugstein e estou amando ainda mais os personagens
Se esta amando os personagens agora, imagina quando eles começarem a fazer as coisas pra valer, ou as coisas começarem a acontecer com eles -insira risada maligna-.
Primeiro, devo me desculpar com os irmãos Paxter e Guin que nem mencionei, tadinhos kkk, não sei se vão aparecer mais, mas eles parecem boas pessoas, não fizeram meu coração balançar, mas parecem caras legais, além disso deram uma surra no Allen Kurbs kkk
Agora vamos ao longa conversa entre Spaak e Kayan, adoro esse momento de descoberta do Kayan, muito triste que ele não soubesse do passado do pai dele e tals e que tenha demorado tanto a saber, triste pela mamis dele também, ainda tenho muita curiosidade sobre como exatamente o pai dele morreu e como foi a treta maligna que teve isso como consequência. Gostei do fato de você ter detalhado mais o passado da mãe dele, na verdade por detalhar mais as coisas no geral. Gostei muito das descrições do castelo, deu para imaginar bem como ele é e não achei cansativo. Saudades do castelo também ♥
Sakuro, que saudades *-*, não era meu crush, mas pode vir a ser kkkkkkkkkkkkk, mas acho que sempre o vi como alguém fodão e isso não mudou, emocionei com ele confundindo o Kayan *-*
Parabéns pelas descrições maravilhosas e pelos personagens, bjs
O que mais gostei: Os diálogos dos meus crushs
Paxter e Giun, nem ligue para eles, são figurantes.
A mãe do Kayan foi uma das coisas que mudei nesta versão. Antes ela era uma maga também, mas resolvi dar aquela alterada básica nessa parte. Na verdade estava até pensando em mudar esse clichê de herói órfão, mas ai ia ter que mudar muita coisa e resolvi manter.
Sakuro é f***** mesmo, e muito importante para a história em si. E o castelo, bem procurei detalhar ele bem pros leitores conseguirem imaginar como ele é grande e bonitão.