A história parece ser interessante. Eu já imaginava que Jace não estivesse sozinho, mas nunca cheguei a pensar que ele vinha acompanhado de pessoas de má índole. Dele, em meu ponto de vista, se emana uma perceptível inocência quase gritante. Pelo o que supus eles deviam ser seus familiares; Ao menos Vex o era, algo como um irmão, creio eu. De qualquer forma me surpreendi com a atitude de Jenny em não mata-lo, ela parece o tipo que não se deixa correr riscos e não podemos ignorar que ele tentou atirar em si. Me pergunto se Jenny hesitou por que via que o garoto só estava assustado, e talvez sequer tinha consciência do que aconteceria com ela caso não tivesse feito o que fez ou se ela realmente não tinha planos por trás deste súbito ato de misericórdia.
Primeiramente eu agradeço por dar uma chance à minha história, já que disse que ela parece ser interessante.
Eu sinto que consegui passar o que que pretendia com Jace se isso é o que você interpretou dele; apesar do mundo que ele vive, ele ainda é apenas um garoto, e talvez sua inocência tenha sido intocada até agora pois o "mal" se encontrava com as próprias pessoas com quem ele vivia - o que não necessariamente significa que aquele mal era direcionado à ele.
Eu falaria mais sobre o resto do seu comentário, mas eu sinto que tudo isso será mais esclarecido nos capítulos a seguir, e eu não quero estragar pra ninguém.
Espero que continue acompanhando,
Abraços.
I
Indra
Simplesmente viciante como.Vc descreve as cenas e os personagens se desenrolam de maneira magnífica na.mente de quem lê gostei muito.e estarei acompanho de perto suas publicações
Muito obrigado, e eu fico feliz que gosto das descrições, e principalmente, do desenvolvimento dos personagens. Eu já tenho bastante experiência em descrever cenas de ação, mas quando isso se volta para o formato de um livro, eu fico temeroso de que talvez elas não se encaixem, ou que o desenvolvimento de personagens, como você mesmo citou, não ficassem a par do resto; mas você aliviou meus medos.
A história parece ser interessante. Eu já imaginava que Jace não estivesse sozinho, mas nunca cheguei a pensar que ele vinha acompanhado de pessoas de má índole. Dele, em meu ponto de vista, se emana uma perceptível inocência quase gritante. Pelo o que supus eles deviam ser seus familiares; Ao menos Vex o era, algo como um irmão, creio eu. De qualquer forma me surpreendi com a atitude de Jenny em não mata-lo, ela parece o tipo que não se deixa correr riscos e não podemos ignorar que ele tentou atirar em si. Me pergunto se Jenny hesitou por que via que o garoto só estava assustado, e talvez sequer tinha consciência do que aconteceria com ela caso não tivesse feito o que fez ou se ela realmente não tinha planos por trás deste súbito ato de misericórdia.
Olá Bruna,
Primeiramente eu agradeço por dar uma chance à minha história, já que disse que ela parece ser interessante.
Eu sinto que consegui passar o que que pretendia com Jace se isso é o que você interpretou dele; apesar do mundo que ele vive, ele ainda é apenas um garoto, e talvez sua inocência tenha sido intocada até agora pois o "mal" se encontrava com as próprias pessoas com quem ele vivia - o que não necessariamente significa que aquele mal era direcionado à ele.
Eu falaria mais sobre o resto do seu comentário, mas eu sinto que tudo isso será mais esclarecido nos capítulos a seguir, e eu não quero estragar pra ninguém.
Espero que continue acompanhando,
Abraços.
O que mais gostei: a descrição da cena de ação
Olá Lord Juno,
Muito obrigado, e eu fico feliz que gosto das descrições, e principalmente, do desenvolvimento dos personagens. Eu já tenho bastante experiência em descrever cenas de ação, mas quando isso se volta para o formato de um livro, eu fico temeroso de que talvez elas não se encaixem, ou que o desenvolvimento de personagens, como você mesmo citou, não ficassem a par do resto; mas você aliviou meus medos.
Espero que continue acompanhando,
Até a próxima. Abraços.
um excelente neo-western
o capitulo de hoje me remeteu ao episodio de Futurama onde o Fry decide ir pra mais 1 000 anos no futuro (ano 4 000)
gostei da dinâmica do texto