Oi, cenoura. Aqui é seu amiguinho Wawa. Gostei bastante da sua estorinha. Sempre tenho uma queda por contos escritos em forma de carta, sei lá, parece que elas dão mais emoção. Tu escreve bem para caramba viu. Adorei esse amor pouco convencional. Mas o que mais me chamou atenção foi você retratar o sol como um ser mortal, o que ele realmente é no final das contas, apesar da maioria das pessoas não se lembrarem disso. Nunca tinha ouvido falar de um deus dos planetas :D
É uma mitologia própria que eu fiz quando eu estava bem brisada em astronomia. Eu também gosto de histórias contadas em formato de cartas, é como se passasse algo como uma emoção a mais, porque é como se uma pessoa real estivesse despejando seus sentimentos ali, não somente um narrador tentando copiar os sentimentos de alguém e descrevê-los.
Sim, eu sempre vejo o Sol como um ser mortal, porque, no fim, todas as estrelas são meras mortais, por mais que elas vivam milhões de anos. Eu sempre quis encarar deuses como mortais, por isso eu criei essa mitologia e, depois, esta pequena carta, porque sinceramente eu sempre imaginei o quanto deveria ser doloroso para os deuses ver as pessoas que ele amou morrerem, mas a maioria simplesmente deixa isto de lado, como se deuses fossem seres "inabaláveis"— o que não são, obviamente.
Obrigada pelo review, porque, sinceramente, eu sempre achei que esta história não faria muito sucesso pelo simples fato de ser somente uma carta, algo sem muitos detalhes, somente as emoções de alguém, vazio de fatos. E, no fim, até que isto foi bom, porque eu notei que é mais fácil para mim simplesmente não fazer fatos— antigamente, eu tinha um enorme problema para fazer acontecimentos, minhas histórias passavam capítulos e capítulos sem absolutamente nada acontecer dentro da história, somente explicando-a, e isso era algo que fazia as minhas histórias serem excessivamente lentas. Hoje em dia eu consigo fazer acontecimentos, mas eu sempre preciso manejar o que vai acontecer no capítulo e até determinar um máximo e um mínimo de palavras que aquilo pode ocupar, aí o capítulo fica pronto em anotações antes de palavras.
E, já que você se preocupou em ler uma história minha, eu lerei as suas.
Oi, cenoura. Aqui é seu amiguinho Wawa. Gostei bastante da sua estorinha. Sempre tenho uma queda por contos escritos em forma de carta, sei lá, parece que elas dão mais emoção. Tu escreve bem para caramba viu. Adorei esse amor pouco convencional. Mas o que mais me chamou atenção foi você retratar o sol como um ser mortal, o que ele realmente é no final das contas, apesar da maioria das pessoas não se lembrarem disso. Nunca tinha ouvido falar de um deus dos planetas :D
Até mais o/
É uma mitologia própria que eu fiz quando eu estava bem brisada em astronomia. Eu também gosto de histórias contadas em formato de cartas, é como se passasse algo como uma emoção a mais, porque é como se uma pessoa real estivesse despejando seus sentimentos ali, não somente um narrador tentando copiar os sentimentos de alguém e descrevê-los.
Sim, eu sempre vejo o Sol como um ser mortal, porque, no fim, todas as estrelas são meras mortais, por mais que elas vivam milhões de anos. Eu sempre quis encarar deuses como mortais, por isso eu criei essa mitologia e, depois, esta pequena carta, porque sinceramente eu sempre imaginei o quanto deveria ser doloroso para os deuses ver as pessoas que ele amou morrerem, mas a maioria simplesmente deixa isto de lado, como se deuses fossem seres "inabaláveis"— o que não são, obviamente.
Obrigada pelo review, porque, sinceramente, eu sempre achei que esta história não faria muito sucesso pelo simples fato de ser somente uma carta, algo sem muitos detalhes, somente as emoções de alguém, vazio de fatos. E, no fim, até que isto foi bom, porque eu notei que é mais fácil para mim simplesmente não fazer fatos— antigamente, eu tinha um enorme problema para fazer acontecimentos, minhas histórias passavam capítulos e capítulos sem absolutamente nada acontecer dentro da história, somente explicando-a, e isso era algo que fazia as minhas histórias serem excessivamente lentas. Hoje em dia eu consigo fazer acontecimentos, mas eu sempre preciso manejar o que vai acontecer no capítulo e até determinar um máximo e um mínimo de palavras que aquilo pode ocupar, aí o capítulo fica pronto em anotações antes de palavras.
E, já que você se preocupou em ler uma história minha, eu lerei as suas.
Awn, que lindo ;-; adorei a ideia do nome que ele deu a ela, mas... ela morreu? ;w;
No céu tem rosa? E morreu.