"Quando perdi minha família, achei que não havia feito o suficiente, que não tinha vivido tudo que podia. Passei muito tempo imerso em culpa e dor. No entanto, sei que se a minha vida não tivesse mudado, eu nunca saberia o que era estar, realmente, vivo. " Como? .-. Quer dizer que foi a morte da sua família que o fez ser 'livre' para 'viver' a vida verdadeiramente? Eu não sei se essa foi a mensagem vc quis passar, na verdade, duvido que tenha sido; mas foi exatamente isso que esse trecho, do jeito que está estruturado, deu a entender: que a morte da família, no final das contas, foi uma bênção, e que se ele continuasse casado estaria condenado a uma vida medíocre, mas na viuvez ele tem a oportunidade de ser feliz (com Afrodite). Perdão, mas confesso que fiquei decepcionada com esse trecho. Achei desrespeitoso com a história do Mask e incongruente com a postura do personagem até então. Eu sei que o Mask está passando por experiências novas e sente coisas diferentes; mas desclassificar a memória da sua família porque agora ele está apaixonado é desnecessário. Uma coisa não compete com a outra.
Por favor, não leve a crítica a mal. Acho que vc nem imaginada que as coisas levariam a essa interpretação, mas isso ficou bastante visível para mim. Optei ser bastante sincera e dar um feedback verdadeiro.
Indo ler o próximo :)
Bjsssssssssssss
O que mais gostei:
O passado do Shun. A história dele com o irmão adotivo.
Bem, vamos lá. Em primeiro lugar, essa fic toca em temas um tanto polêmicos e porque não dizer, delicados e nevrálgicos. Não há um julgamento da minha parte e sim uma disposição de alguns fatos que eu conheço na vida real. Ninguém se "torna homossexual" de uma hora para outra. Ou seja, Máscara da Morte não se tornou homossexual por amar Afrodite e sim estava liberto para aceitar essa opção. O fato de dizer que se sente "vivo" se relaciona com a descoberta de si mesmo, independente de qualquer outra coisa. Infelizmente, precisou perder a família que amava para encontrar-se como homem. Ele não está desclassificando a memória da família e sim constatando que mesmo quando ela estava viva, ele não era o homem que devia ser. Daí a culpa por saber que não esteve inteiro, presente de fato e sim, apenas no papel de provedor. É claro que ele amava a família, mas a estruturação desta família não foi feita sobre escolhas verdadeiras. Foram escolhas que ele fez para integrar-se a sociedade, à própria família, ao que "se esperava" dele e não o que realmente tinha significado em seu coração. Certamente, se ele continuasse casado, talvez enveredasse como muitos, para uma vida dupla ou uma vida encerrada no trabalho onde nem ele, nem a família teria laços saudáveis e seria sim, uma vida medíocre como muitas por aí. Quantas mulheres descobrem que seus maridos com quem vivem anos a fio e se sentem seguras, ou tem um caso ou gostam mesmo de homem, as vezes, de anos?
Não estamos aqui falando de desrespeitar a memória da família e sim que uma tragédia pode descortinar novas opções sim. Muitas vezes, alguns filhos só crescem após a morte dos pais, alguns homens e mulheres só passam a viver suas vidas após a perda do cônjuge, porque antes não tem a maturidade suficiente para fazer as escolhas do seu coração. Escolhem o que se espera deles, escolhem o que lhes dá menos trabalho, escolhem o que os deixam permanecer em uma zona de conforto, escolhem magoar-se e anular-se do que magoar o outro e assim vai.
Ser inteiro exige coragem e amadurecimento que, muitas vezes, infelizmente, só aprendemos quando temos uma perda em nossas vidas. Essa fic fala disso, portanto, me perdoa se te decepciono, mas tu ainda és muito jovem e eu já vivi e descobri que nada é por acaso, que a vida é um grande aprendizado, que mesmo na dor e na perda, aprendemos valiosas lições e que, cada vez mais, precisamos urgentemente ser verdadeiros conosco e com os outros. Quem sabe assim, a gente evita viver infeliz e só aprender a ser feliz quando a tragédia nos alcança...
Bjs, amada e obrigada pelo teu feedback verdadeiro. Gosto quando a pessoa coloca o que realmente sente, isso oportuniza uma troca de ideias muito produtiva. :)
"quem come sou eu" KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Rilitros, sem mais!
"Quando perdi minha família, achei que não havia feito o suficiente, que não tinha vivido tudo que podia. Passei muito tempo imerso em culpa e dor. No entanto, sei que se a minha vida não tivesse mudado, eu nunca saberia o que era estar, realmente, vivo. " Como? .-. Quer dizer que foi a morte da sua família que o fez ser 'livre' para 'viver' a vida verdadeiramente? Eu não sei se essa foi a mensagem vc quis passar, na verdade, duvido que tenha sido; mas foi exatamente isso que esse trecho, do jeito que está estruturado, deu a entender: que a morte da família, no final das contas, foi uma bênção, e que se ele continuasse casado estaria condenado a uma vida medíocre, mas na viuvez ele tem a oportunidade de ser feliz (com Afrodite). Perdão, mas confesso que fiquei decepcionada com esse trecho. Achei desrespeitoso com a história do Mask e incongruente com a postura do personagem até então. Eu sei que o Mask está passando por experiências novas e sente coisas diferentes; mas desclassificar a memória da sua família porque agora ele está apaixonado é desnecessário. Uma coisa não compete com a outra.
Por favor, não leve a crítica a mal. Acho que vc nem imaginada que as coisas levariam a essa interpretação, mas isso ficou bastante visível para mim. Optei ser bastante sincera e dar um feedback verdadeiro.
Indo ler o próximo :)
Bjsssssssssssss
O que mais gostei:
O passado do Shun. A história dele com o irmão adotivo.
Oi, Daftookami! ( saudades de ti!!)
Bem, vamos lá. Em primeiro lugar, essa fic toca em temas um tanto polêmicos e porque não dizer, delicados e nevrálgicos. Não há um julgamento da minha parte e sim uma disposição de alguns fatos que eu conheço na vida real. Ninguém se "torna homossexual" de uma hora para outra. Ou seja, Máscara da Morte não se tornou homossexual por amar Afrodite e sim estava liberto para aceitar essa opção. O fato de dizer que se sente "vivo" se relaciona com a descoberta de si mesmo, independente de qualquer outra coisa. Infelizmente, precisou perder a família que amava para encontrar-se como homem. Ele não está desclassificando a memória da família e sim constatando que mesmo quando ela estava viva, ele não era o homem que devia ser. Daí a culpa por saber que não esteve inteiro, presente de fato e sim, apenas no papel de provedor. É claro que ele amava a família, mas a estruturação desta família não foi feita sobre escolhas verdadeiras. Foram escolhas que ele fez para integrar-se a sociedade, à própria família, ao que "se esperava" dele e não o que realmente tinha significado em seu coração. Certamente, se ele continuasse casado, talvez enveredasse como muitos, para uma vida dupla ou uma vida encerrada no trabalho onde nem ele, nem a família teria laços saudáveis e seria sim, uma vida medíocre como muitas por aí. Quantas mulheres descobrem que seus maridos com quem vivem anos a fio e se sentem seguras, ou tem um caso ou gostam mesmo de homem, as vezes, de anos?
Não estamos aqui falando de desrespeitar a memória da família e sim que uma tragédia pode descortinar novas opções sim. Muitas vezes, alguns filhos só crescem após a morte dos pais, alguns homens e mulheres só passam a viver suas vidas após a perda do cônjuge, porque antes não tem a maturidade suficiente para fazer as escolhas do seu coração. Escolhem o que se espera deles, escolhem o que lhes dá menos trabalho, escolhem o que os deixam permanecer em uma zona de conforto, escolhem magoar-se e anular-se do que magoar o outro e assim vai.
Ser inteiro exige coragem e amadurecimento que, muitas vezes, infelizmente, só aprendemos quando temos uma perda em nossas vidas. Essa fic fala disso, portanto, me perdoa se te decepciono, mas tu ainda és muito jovem e eu já vivi e descobri que nada é por acaso, que a vida é um grande aprendizado, que mesmo na dor e na perda, aprendemos valiosas lições e que, cada vez mais, precisamos urgentemente ser verdadeiros conosco e com os outros. Quem sabe assim, a gente evita viver infeliz e só aprender a ser feliz quando a tragédia nos alcança...
Bjs, amada e obrigada pelo teu feedback verdadeiro. Gosto quando a pessoa coloca o que realmente sente, isso oportuniza uma troca de ideias muito produtiva. :)