Esse capítulo foi bom, mostrando o desenvolvimento dos garotos e as habilidades que eles adquiriram depois treinamento pelo qual passaram, citado no capítulo anterior. Interessante ver que mesmo com todo esse treinamento eles mal são capazes de enfrentar um único soldado experiente - o que também faz sentido, considerando que todo mundo ali (exceto talvez a Claire) não tem experiência nenhuma de luta e aprendeu suas habilidades relativamente recentemente. Mas não me deixa parar de pensar que se eles tivessem tido que enfrentar os três homens do capítulo anterior essa história teria terminado bem rápido. Embora, pra ser justo, nada garanta que aqueles três fossem ser do nível desse homem.
A cena de luta foi muito bem feita meu amigo, você descreveu bem o movimento dos personagens e a maioria dos efeitos dos golpes - acho que o único que ficou mais confuso foi o momento em que o homem acerta cinco dos seis de uma vez, mas esse foi um caso isolado. Uma coisa que eu posso recomendar nesse ponto, que eu particularmente acho bom, é o uso de uma linguagem mais coloquial nessas seções; para transmitir a empolgação de uma luta ao leitor é necessário que ele seja capaz de fazer uma leitura rápida e compreensível da mesma, e o uso de palavras mais complicadas e incomuns as vezes fazem com que você tenha que parar por um momento para raciocinar sobre o que acabou de acontecer, o que quebra um pouco o clima, mas isso também não é nada que tirou qualidade desse capítulo.
Ei, culpe Harry Potter por colocar os nomes de feitiços em latim e eu mais ainda por perverter a língua e colocar do jeito que achava melhor kkkk:
— Yeah, esse cara foi especial, tanto pra mim como pros personagens. Ele foi baseado no druida de Diablo 2 na aparência, mas de personalidade eu deixei ele bem clichêzão, hehe. Foi bom pra justamente testar o teamwork deles, e você vai perceber como vai ir mudando de acordo com a história.
— Essa cena eu tive certeza de dar uma caprichada, pelo menos pra definir o padrão para os próximos encontros. Um defeito muito grande do meu livro anterior é que sempre quando eu estava sem ideia, eu colocava uma luta, aí acabei me acostumando a trabalhar nelas (apesar de que hoje eu acho que meus combates terminam muito rápido, porque eu encho de coisa que acontece e acaba sendo um golpe final, aí é meio difícil alongar um combate pra deixar mais desafiador).
— Sim, a linguagem coloquial foi um defeito que eu tive. Eu procurava sinônimos mais fáceis de pronunciar, devido ao tanto de coisa que se repete, mas é bem complicadinho de encontrar um que se encaixe bem ou que foneticamente saia melhor, mas eu to tentando melhorar. Espero que tenha se refletido nos combates anteriores.
Os feedbacks tão sendo bem legais. Eu to fazendo umas anotações mentais pra quando for voltar mesmo a escrever o terceiro (que depois vou mandar pra vocês lá antes de soltar aqui, ou solto aqui mesmo e deixa a vida levar)
Caramba, vocês realmente adora latim, hehehe.
Esse capítulo foi bom, mostrando o desenvolvimento dos garotos e as habilidades que eles adquiriram depois treinamento pelo qual passaram, citado no capítulo anterior. Interessante ver que mesmo com todo esse treinamento eles mal são capazes de enfrentar um único soldado experiente - o que também faz sentido, considerando que todo mundo ali (exceto talvez a Claire) não tem experiência nenhuma de luta e aprendeu suas habilidades relativamente recentemente. Mas não me deixa parar de pensar que se eles tivessem tido que enfrentar os três homens do capítulo anterior essa história teria terminado bem rápido. Embora, pra ser justo, nada garanta que aqueles três fossem ser do nível desse homem.
A cena de luta foi muito bem feita meu amigo, você descreveu bem o movimento dos personagens e a maioria dos efeitos dos golpes - acho que o único que ficou mais confuso foi o momento em que o homem acerta cinco dos seis de uma vez, mas esse foi um caso isolado. Uma coisa que eu posso recomendar nesse ponto, que eu particularmente acho bom, é o uso de uma linguagem mais coloquial nessas seções; para transmitir a empolgação de uma luta ao leitor é necessário que ele seja capaz de fazer uma leitura rápida e compreensível da mesma, e o uso de palavras mais complicadas e incomuns as vezes fazem com que você tenha que parar por um momento para raciocinar sobre o que acabou de acontecer, o que quebra um pouco o clima, mas isso também não é nada que tirou qualidade desse capítulo.
Até o próximo! o/
Ei, culpe Harry Potter por colocar os nomes de feitiços em latim e eu mais ainda por perverter a língua e colocar do jeito que achava melhor kkkk:
— Yeah, esse cara foi especial, tanto pra mim como pros personagens. Ele foi baseado no druida de Diablo 2 na aparência, mas de personalidade eu deixei ele bem clichêzão, hehe. Foi bom pra justamente testar o teamwork deles, e você vai perceber como vai ir mudando de acordo com a história.
— Essa cena eu tive certeza de dar uma caprichada, pelo menos pra definir o padrão para os próximos encontros. Um defeito muito grande do meu livro anterior é que sempre quando eu estava sem ideia, eu colocava uma luta, aí acabei me acostumando a trabalhar nelas (apesar de que hoje eu acho que meus combates terminam muito rápido, porque eu encho de coisa que acontece e acaba sendo um golpe final, aí é meio difícil alongar um combate pra deixar mais desafiador).
— Sim, a linguagem coloquial foi um defeito que eu tive. Eu procurava sinônimos mais fáceis de pronunciar, devido ao tanto de coisa que se repete, mas é bem complicadinho de encontrar um que se encaixe bem ou que foneticamente saia melhor, mas eu to tentando melhorar. Espero que tenha se refletido nos combates anteriores.
Os feedbacks tão sendo bem legais. Eu to fazendo umas anotações mentais pra quando for voltar mesmo a escrever o terceiro (que depois vou mandar pra vocês lá antes de soltar aqui, ou solto aqui mesmo e deixa a vida levar)