Comentários em “A Origem da Energia - O Reino de Alucard”: “Acontecimentos comuns”

Sweety Boy

Adorei. Vou no primeiro cap,mas adorei. Vou ler...



O que mais gostei:

Tudo


O que acho que pode melhorar:

Nada

OrigamiBR
OrigamiBR Autor

Agradeço por seu interesse ^^

I
Igor L S C Oliveira

Fala meu amigo! Eu disse que iria dar uma olhada na sua história e, bem, aqui estou eu, ehehe.

Que droga, estou começando a ter a mesma risada do Denis.

Vou te dizer que nunca vi um anime isekai (bom, a não ser que você considere Konosuba como um isekai, o que eu suponho que ele é, mas isso é além do assunto), mas o início desse me lembra bem o que eu esperaria do início de um anime desses: os protagonistas sendo transportados por algum evento misterioso para um mundo de fantasia. O curioso, no entanto, é que esse foi um evento aparentemente completamente aleatório que se deu em um espaço público sem que outras pessoas o notassem. Como eu disse antes não sou alguém que vê isekais, mas pelo que ouvi de animes assim como Sword Art Online ou Overlord, isso normalmente se dá em uma situação mais fácil de entender de início e em espaços particulares, onde ninguém pode ver o que está acontecendo. Embora eu também suponha que isso em muito pode se dever ao fato de estarmos no caso falando de animes onde os protagonistas foram parar no mundo de jogos.

Uma decisão ousada que você tomou já nesse primeiro capítulo é o fato de não começar com um ou dois protagonistas, mas sim seis. Isso é mais do que a maioria dos animes tem ao longo de toda a sua história, hahaha. Eu devo dizer que meio que esperava que você fosse começar a história com apenas um dos protagonistas e depois ao desenvolver dela ele fosse encontrando os demais aqui e ali, talvez colaborando com eles em alguns momentos antes deles tornarem a se separar e tudo mais, mas você não só reuniu os cinco bem rápido como também acrescentou um que não havia nem sido citado antes, haha. Vamos ver como você vai trabalhar com isso, parece algo que pode ser bem interessante, hehehe.

Obviamente, sendo um primeiro capítulo que divide a atenção entre os cinco protagonistas, não da ainda pra ter uma noção muito boa da personalidade de cada um. O cuja personalidade ficou mais evidente aqui acabou sendo o Cole, e devo dizer que já gostei dele se, por nada mais, pelo seu "EU USO ÓCULOS!" hahahaha. De qualquer forma, estou ansioso para ver o desenvolvimento da personalidade dos demais ao longo dos próximos capítulos.

Por sinal, uma coisa que me chamou a atenção. Os protagonistas estavam no Brasil pelo que a Claire indica... mas nenhum deles tem nome brasileiro hahaha. Prevejo o momento em que eles vão encontrar um cara chamado Koujirou Sousaki, um russo que foi transportado para esse mundo do mesmo jeito que eles hehe.

Até a próxima! o/



O que mais gostei: "A cidade fica naquela direção. Vamos nos encontrar novamente." *olha pro grupo* *grupo olha para ele* *olhares se intensificam* *sai correndo à um som cômico típico de desenhos*
O que acho que pode melhorar: A narração descritiva soa um pouco "mecânica" as vezes, principalmente nas falas. Uma dica que posso oferecer para trabalhar com isso é acrescentar traços de emoções no personagem quando ele está falando, como sorrisos e afins
OrigamiBR
OrigamiBR Autor

Fala cara. Então, vamos por pontos, como sempre faço kkk:
— A narração sair meio "mecânica", ou sem emoção, foi coisa da época que comecei a escrever esse reboot: eu estava na reta final do curso, e quase todas as disciplinas exigiam um relatório técnico, o que limitava muito meu vocabulário informal. Aí ficava tudo mesmo sem muitos floreios. Eu acredito ter melhorado isso, pelo menos do segundo livro em diante, mas aí você me diz, hehe. Quem tá de fora vê muito mais quem tá no batente.

— Essa cena do cara barbudão foi uma cena do original que quis aproveitar, pelo menos pra dar um senso de direção, mas acabou sendo uma parte que ficou com teor cômico, kkk.

— "Isekai" foi um termo que se cunhou mais nesses anos de 2017 pra frente, que se popularizou demais, pelo menos nos mangás que lançaram recentemente. E seguem essa linha que você pensou. Algumas diferenças aqui e acolá, a intenção foi justamente a de "parecer diferente", pois muitos desses envolvem morte do protagonista ou transferência forçada intencional, e como você vai ver mais pra frente, não é bem assim, hehe.

— Sim, seis protagonistas. Essa história, pelo menos como foi originalmente concebida, se baseou no que aconteceu no meu ensino médio, e com meus amigos. Aí, como fazíamos tudo juntos, e na época estavam explodindo as fanfics de Harry Potter, veio a inspiração que originou o livro. A ideia é que as personalidades deles fiquem mais aparentes no decorrer da história, com o leitor conhecendo os protagonistas de acordo com a progressão e dando um senso de "pertencimento". Não sei se ficou claro até o final, mas essa foi a intenção. Por sinal, era uma coisa que eu tentei mudar no reboot: eu sempre trabalhei com muitos protagonistas de igual importância, totalizando DEZ no segundo livro antes do reboot. Eu pedi arrego depois disso kkk

— Yeah, os nomes foi uma decisão do autor. Eu simplesmente peguei nomes que achei legal, porque nesse momento da escrita, eu ainda estava solidificando a mitologia e mundo, mesmo depois do reboot. Aí, sendo uma decisão desde o tempo antigo, e para preservar a identidade das pessoas nos quais os protagonistas foram baseados, optei por colocar os nomes que não tinham nada a ver, hehe.

No mais, é isso. Valeu mesmo pelo feedback, e vou por em prática no terceiro livro, ou pelo menos num re-reboot do segundo (sim, eu pretendo reescrever a reescrita do segundo livro, porque ele tá... Estranho).

Denis Rodrigues

Minha coisa favorita em histórias de fantasia e ficção científica 90% das vezes é o world building e esse primeiro capítulo aponta para um mundo bem amplo, embora ainda saibamos muito pouco dele.

É sempre um recurso interessante usar personagens do nosso mundo (ou de um mundo semelhante ao nosso) para apresentar esse mundo, já que permite uma tradução muito mais rápida e fácil das ideias a serem apresentadas, com analogias e referências se necessário.

Ainda é cedo para distinguir tão bem os personagens ou para escolher favoritos, mas eles são um grupo bem variado e interessante. Vamos ver como cada um vai lidar com esse mundo estranho.

Legal a ideia da Claire ter chegado dois anos antes, com esse relativismo no tempo, ela vai facilitar ainda mais a tradução e apresentação nesse mundo ao ser a guia deles.

Minha dúvida é se essa história intenciona revelar a força que levou esses jovens até esse mundo ou deixar isso em completo mistério o tempo todo (a lá "Um ianque na corte do rei arthur"), bem como qual será o objetivo deles: enfrentar esse Alucard ou retornar para casa? Ou os dois?

Até mais!

OrigamiBR
OrigamiBR Autor

Mal a demora pra responder. Meu PC resolveu reiniciar pra instalar a atualização do Windows sem me avisar, aí perdi o comentário que eu tinha pronto.

Vamos lá:

— O mundo ainda tem muita coisa pra mostrar. Particularmente, esse história ficou mesmo mais interessante pra mim quando eu consegui dar "flesh out" no mundo. Antigamente era só chamado de "Terra Média", em homenagem a Senhor dos Anéis, mas foi só depois que pus uma mitologia definida e fiz um mapa também definido.

— Heh, os personagens foram baseados mesmo em pessoas reais. Por isso a escolha de nomes, para preservar a identidade dos mesmos. E consegui transpor as personalidades.

— Bem, essa sua dúvida vai ser respondida mais pra frente, então não se preocupe. Eu adoro quando consigo manter um clima de mistério para uma história, apesar de ser terrível em fazer isso. Eu acabo revelando as coisas demais, hehehe.

E é isso. Obrigado pelo comentário!