Amei a explicação sobre a magia, as criaturas e as dimensões. É sempre fascinante te ouvir (ler) falar (digitar) (kkkk) a respeito. Pra que tantos parênteses? Nem eu sei! Kkkkkk
Amei também a participação da Luna, foi ótimo ver ela dar esse puxão de orelha nele!
Gostei muito do jeito que ela se referiu ao caminho destinado pela Grande Mãe. Devo dizer que estou me apaixonando por ela.
Especialmente do encaixa incrível entre as informações. Haja criatividade para montar este quebra-cabeça!
A forma como cada coisa está, de alguma forma, por algum elo imaginário ou não, ligada a outra coisa, imaginária ou não, é de uma qualidade impressionante. Somente nestes dois capítulos, podemos ver que você arquitetou um multiverso muito, mas muito interessante e conhecido. Se por um lado, estamos familiarizados com alguns elementos, por outro, nós até nos permitimos criar mais ligações: uma reação em cadeira. Infinita, até quando dure (peço licença poética à Vinícius, para tanto.)
A história em si é interessante, trivial, e tem um quê de "é algo que eu já vi antes em algum lugar". Essa familiaridade, decerto, é um dos pontos fortes desta história. Com tantas as possibilidades, é possível ir longe.
Mas nem tudo são flores, eu lhe digo.
Lidar com um multiverso requer muito mais que um simples encaixe lógico. É preciso planejamento: se à primeira vista cada peça parece se encaixar perfeitamente, é preciso verificar se os encaixes estão mesmo juntos. Isto é: é preciso que a informação seja apresentada calma, clara e razoavelmente bem. É preciso que cada detalhe, responsável pelo encaixe, possa estar devidamente explicado e verificado. Não que isto possa afetar o futuro, se realmente isto for possível. Mas gera um incômodo para quem está lendo, pois sua mente ficará dividida entre situar o personagem no multiverso em que ele vive e compreender o multiverso em que ele vive; um desvio pequeno, mas crucial para manter os leitores desta história. Este desvio pode tornar a história mais ou menos maçante, a depender de quem lê.
Infelizmente, notei que as informações foram sendo jogadas de uma vez, uma torrente de coisas desordenada, mas com algum sentido. Sei que, em algumas partes, isto é vital para o ciclo da história - já que esta é a sensação que o leitor deve ter, o choque com uma realidade distinta mais familiar, feita de forma abrupta e chocante - mas ainda assim, é muito incômodo para o leitor acompanhar a linha de pensamento que você criou se ela não estiver disposta de uma maneira aceitável.
Ressalto, aqui, este capítulo: a excelente explicação de Luna. Não deixa de ser um dos "tendões" do seu multiverso, mas o longo e extenso parágrafo no qual ela explica esta ligação, infelizmente, não está ordenada, digamos, de maneira razoavelmente clara. Isto implica numa série de correções, que vão deste à ortografia até a disposição de palavras numa frase.
Digo tais coisas somente no intento de ajudá-lo a tornar esta fanfic uma fanfic prazerosa de ler. Não que ela, em si, seja maçante. Ela é interessante e de fácil leitura. Mas é preciso cuidado redobrado em algumas partes, pequenos ajustes, consertos, para torná-la ainda mais interessante do que já é.
Já Li muitas criticas e comentários, mas o seu, mais uma vez, me deixou de queixo caído. Realmente adorei sua critica, e gostei muito que você tenha gostado. Irei tomar cuidado pra não deixar nenhuma ponta solta, acredite, no final a teia estará em completa ordem.
Mais uma vez agradeço de coração sua critica, e espero que goste da história!
Amei a explicação sobre a magia, as criaturas e as dimensões. É sempre fascinante te ouvir (ler) falar (digitar) (kkkk) a respeito. Pra que tantos parênteses? Nem eu sei! Kkkkkk
Amei também a participação da Luna, foi ótimo ver ela dar esse puxão de orelha nele!
Gostei muito do jeito que ela se referiu ao caminho destinado pela Grande Mãe. Devo dizer que estou me apaixonando por ela.
Que bom que gostou, a Luna é ótima.
Da proxima ela tem é que empurrar ele com mais força, ele não vai se machucar mesmo!
Gostei da história.
Especialmente do encaixa incrível entre as informações. Haja criatividade para montar este quebra-cabeça!
A forma como cada coisa está, de alguma forma, por algum elo imaginário ou não, ligada a outra coisa, imaginária ou não, é de uma qualidade impressionante. Somente nestes dois capítulos, podemos ver que você arquitetou um multiverso muito, mas muito interessante e conhecido. Se por um lado, estamos familiarizados com alguns elementos, por outro, nós até nos permitimos criar mais ligações: uma reação em cadeira. Infinita, até quando dure (peço licença poética à Vinícius, para tanto.)
A história em si é interessante, trivial, e tem um quê de "é algo que eu já vi antes em algum lugar". Essa familiaridade, decerto, é um dos pontos fortes desta história. Com tantas as possibilidades, é possível ir longe.
Mas nem tudo são flores, eu lhe digo.
Lidar com um multiverso requer muito mais que um simples encaixe lógico. É preciso planejamento: se à primeira vista cada peça parece se encaixar perfeitamente, é preciso verificar se os encaixes estão mesmo juntos. Isto é: é preciso que a informação seja apresentada calma, clara e razoavelmente bem. É preciso que cada detalhe, responsável pelo encaixe, possa estar devidamente explicado e verificado. Não que isto possa afetar o futuro, se realmente isto for possível. Mas gera um incômodo para quem está lendo, pois sua mente ficará dividida entre situar o personagem no multiverso em que ele vive e compreender o multiverso em que ele vive; um desvio pequeno, mas crucial para manter os leitores desta história. Este desvio pode tornar a história mais ou menos maçante, a depender de quem lê.
Infelizmente, notei que as informações foram sendo jogadas de uma vez, uma torrente de coisas desordenada, mas com algum sentido. Sei que, em algumas partes, isto é vital para o ciclo da história - já que esta é a sensação que o leitor deve ter, o choque com uma realidade distinta mais familiar, feita de forma abrupta e chocante - mas ainda assim, é muito incômodo para o leitor acompanhar a linha de pensamento que você criou se ela não estiver disposta de uma maneira aceitável.
Ressalto, aqui, este capítulo: a excelente explicação de Luna. Não deixa de ser um dos "tendões" do seu multiverso, mas o longo e extenso parágrafo no qual ela explica esta ligação, infelizmente, não está ordenada, digamos, de maneira razoavelmente clara. Isto implica numa série de correções, que vão deste à ortografia até a disposição de palavras numa frase.
Digo tais coisas somente no intento de ajudá-lo a tornar esta fanfic uma fanfic prazerosa de ler. Não que ela, em si, seja maçante. Ela é interessante e de fácil leitura. Mas é preciso cuidado redobrado em algumas partes, pequenos ajustes, consertos, para torná-la ainda mais interessante do que já é.
Sem mais,
José.
Já Li muitas criticas e comentários, mas o seu, mais uma vez, me deixou de queixo caído. Realmente adorei sua critica, e gostei muito que você tenha gostado. Irei tomar cuidado pra não deixar nenhuma ponta solta, acredite, no final a teia estará em completa ordem.
Mais uma vez agradeço de coração sua critica, e espero que goste da história!
Os dois cortam pros dois times.... mas não, só amizade.... no final.... mas vai ter alguma coisa entre eles kkkk o mar é muito grande!