Muito obrigada nataliasilveira! :-) Gosto dessa história, embora eu tenha perdido um pouco o rumo do enredo - a tal condenação à fogueira da sinopse - mas tentarei retornar aos trilhos lol. Um abraço! ^^;
Nossa, Catarina conseguiu avisar Miguel e a família, eles conseguiram fugir, ao menos isso. Estão temporariamente livres das mãos dos inquisidores o.o
É, caminhada complicada essa, deixar alguns bens no caminho, nada fácil... Mas a família está a salvo, isso que importa.
Muito bom esse contraste do sonho com a tortura que ela tinha sofrido, totalmente emocionante, snif... Ela se foi... Ainda tida como louca... Bom, nesse caso a morte foi mais do que bem vinda, antes assim, do que perecer nas mãos de um tirano metido a religioso. Descanse em paz, Clariana...
Quanto à caminhada, eu vi isso em um filme sobre fugitivos da 2ª grande guerra. Quanto a Clariana, não pretendi "enlouquecê-la", mas apenas refugiá-la em um local bem seguro, na sua mente. Uma vez li o relato de uma jovem, vítima de violência física, que durante seu tratamento, afirmava que estava em um transatlântico de luxo, fazendo um cruzeiro com sua família. Após algum tempo, ela pôde aceitar sua realidade. Em um dos episódios de "X-files", Dana Scully entrou em coma. Ela sonhou que seu pai a levou em um passeio de barco, sendo que a corda, que prendia o barco à margem, simbolizava sua ligação à vida. Gostei dessa analogia entre vida e morte, como as margens opostas de um rio ou lago.
A
Alchem
Hum...
Eu não sabia que naquele tempo já se falavam os palavrões que se costumam ouvir na Vila Cruzeiro, no morro do Alemão, Rocinha, Vidigal ou no Capão Redondo.
^_^
Pena que a mãe dela morreu. Pelo menos, não foi queimada viva, que nem os mártires da fé, como Policarpo, Bispo de Esmirna (conhecido como São Policarpo). Este foi discípulo de João, aquele que escreveu o Apocalipse, que foi fervido em óleo/azeite quente e que não morreu, e que foi levado a Ilha de Patmos, morrendo ali de velhice. Aliás, foi o único dos doze apóstolos que morreu de velhice.
E Catarina tá bem com Miguel. Isso é bom. Mas, até quando isso vai durar?
Quanto ao palavrão, não peço desculpas. lol. Convenhamos que carrascos deveriam ter "boca suja", então, deveriam ter seu acervo de termos cabeludos, espanhóis, medievais, por ventura galego, e regional. Se eles não xingavam em carioquês, xingavam em outra língua. lol
Taí, não sabia que São João Evangelista tinha sofrido essa tortura. Se bem que não foi a inquisição, mas provavelmente algum governante que via o cristianismo, como uma ameaça a sua soberania.
E
Elyon Somniare
Que bom que a família de Miguel conseguiu fugir, levando Catarina consigo! Ela com certeza que se vai culpar quando souber o que sucedeu à mãe, mas se tivesse voltado para trás para a buscar, teriam ido as duas =( Clariana amava-a, queria-a salvo, não tenho dúvidas de que preferiu que as coisas decorressem daquele modo.
Eu bem que suspeitava que ela já estava meio louca. Não esperava era que ela morresse! Gostei desse final de capítulo.
Se tivéssemos uma chance de mudar o passado, voltaríamos no tempo para fazer diferente? Catarina pressentiu a prisão e morte da família de Miguel, porquê eram judeus. Se ela tivesse priorizado a vida da mãe, teriam as duas fugido, e deixado Miguel à própria sorte. Arlequina sugeriu que marcassem um encontro, mas e se esse encontro acabasse mal, com todos sendo presos?
Cara, o final desse capitulo foi incrivel o.o Muito profundo *-* #taparei, tadinha da Catarina T.T' Preocupada com a mãe sem nem saber que ela morreu... Pelo menos ela está com o Miguel, ele ajuda bastante ela :D Cara, adoro o jeito como essa história é narrada! É muito perfeito *-------*
Muito obrigada por ler a fic. Esse capítulo tem duas partes e a segunda parte foi intencionalmente mais emotiva. O diálogo final eu peguei emprestado de um documentário que assisti, sobre um crime na América. O legista declarou que a vítima só teve paz quando morreu, pois o assassino não poderia mais lhe fazer nenhum mal. Isso fixou na minha mente e achei que combinava com a morte de Dona Clariana. Muito obrigada pelo review. Um abraço!
Ola. Li essa historia e amei.Quero ler o resto.
Não abandona. Esta perfeita.
Espérando ansiosa que vcs voltem.
Bijjos.
Muito obrigada nataliasilveira! :-) Gosto dessa história, embora eu tenha perdido um pouco o rumo do enredo - a tal condenação à fogueira da sinopse - mas tentarei retornar aos trilhos lol. Um abraço! ^^;
Nossa, Catarina conseguiu avisar Miguel e a família, eles conseguiram fugir, ao menos isso. Estão temporariamente livres das mãos dos inquisidores o.o
É, caminhada complicada essa, deixar alguns bens no caminho, nada fácil... Mas a família está a salvo, isso que importa.
Muito bom esse contraste do sonho com a tortura que ela tinha sofrido, totalmente emocionante, snif... Ela se foi... Ainda tida como louca...
Bom, nesse caso a morte foi mais do que bem vinda, antes assim, do que perecer nas mãos de um tirano metido a religioso. Descanse em paz, Clariana...
*.*
bjks mil e mta inspiração!!!
Quanto a Clariana, não pretendi "enlouquecê-la", mas apenas refugiá-la em um local bem seguro, na sua mente. Uma vez li o relato de uma jovem, vítima de violência física, que durante seu tratamento, afirmava que estava em um transatlântico de luxo, fazendo um cruzeiro com sua família. Após algum tempo, ela pôde aceitar sua realidade.
Em um dos episódios de "X-files", Dana Scully entrou em coma. Ela sonhou que seu pai a levou em um passeio de barco, sendo que a corda, que prendia o barco à margem, simbolizava sua ligação à vida. Gostei dessa analogia entre vida e morte, como as margens opostas de um rio ou lago.
Hum...
Eu não sabia que naquele tempo já se falavam os palavrões que se costumam ouvir na Vila Cruzeiro, no morro do Alemão, Rocinha, Vidigal ou no Capão Redondo.
^_^
Pena que a mãe dela morreu. Pelo menos, não foi queimada viva, que nem os mártires da fé, como Policarpo, Bispo de Esmirna (conhecido como São Policarpo). Este foi discípulo de João, aquele que escreveu o Apocalipse, que foi fervido em óleo/azeite quente e que não morreu, e que foi levado a Ilha de Patmos, morrendo ali de velhice. Aliás, foi o único dos doze apóstolos que morreu de velhice.
E Catarina tá bem com Miguel. Isso é bom. Mas, até quando isso vai durar?
Siggo >>>
Taí, não sabia que São João Evangelista tinha sofrido essa tortura. Se bem que não foi a inquisição, mas provavelmente algum governante que via o cristianismo, como uma ameaça a sua soberania.
Que bom que a família de Miguel conseguiu fugir, levando Catarina consigo! Ela com certeza que se vai culpar quando souber o que sucedeu à mãe, mas se tivesse voltado para trás para a buscar, teriam ido as duas =( Clariana amava-a, queria-a salvo, não tenho dúvidas de que preferiu que as coisas decorressem daquele modo.
Eu bem que suspeitava que ela já estava meio louca. Não esperava era que ela morresse! Gostei desse final de capítulo.
Bjs
Elyon
Cara, o final desse capitulo foi incrivel o.o Muito profundo *-* #taparei, tadinha da Catarina T.T' Preocupada com a mãe sem nem saber que ela morreu... Pelo menos ela está com o Miguel, ele ajuda bastante ela :D Cara, adoro o jeito como essa história é narrada! É muito perfeito *-------*
Muito obrigada por ler a fic. Esse capítulo tem duas partes e a segunda parte foi intencionalmente mais emotiva. O diálogo final eu peguei emprestado de um documentário que assisti, sobre um crime na América. O legista declarou que a vítima só teve paz quando morreu, pois o assassino não poderia mais lhe fazer nenhum mal. Isso fixou na minha mente e achei que combinava com a morte de Dona Clariana. Muito obrigada pelo review. Um abraço!