Antes de fazer o review eu gostaria de dizer que também amo o Edgar ♥ Os contos dele são maravilhosos.
"Saibam que sou uma pessoa completamente contraditória e todos nós temos nosso direito à contradição. Não seria essa uma marca do ser humano?" ~> Gostei muito da frase. Bastante verdadeira. Concordo que é uma característica.
Também gostei das reflexões a respeito do pós-crime. De fato, deve restar o vazio, o "está feito".
A repetição de "caixa de ferramentas na mão" foi essencial para que soubéssemos que o tempo todo estivera namão dela. Manter isso em mente. Porque, ali, depois que magicamente o crime tinha sido feito, a caixa de ferramentenão estavamais em mãos. E acho que é isso o que nos diz que ela cometeu o crime - apenas não percebeu.
E talvez essa calma de estar com as mãos lindas tenha feito com que ela não cuidasse de exterminar as provas - o descuido dos criminosos.
Ahh, que incrível que você também goste de Allan Poe. Ele é simplesmente o meu autor favorito.
A verdade é que a personagem principal é uma versão que sonhei de mim mesma, devido a uma situação real. Confesso que, as razões que ela apresenta para seu descontrole, são as minhas razões.
Analisou muito bem o texto, fiquei feliz que o tenha entendido, por que nem todos entendem meus textos, embora sejam relativamente simples. :P
O método de expressão emocional no texto foi muito bom. Como já escrevi acima, eu fui capturado no ódio e alívio da personagem principal.
O que mais gostei:
Eu consegui realmente imergir na mente da personagem, em dados momentos eu acabava absorvendo as emoções que eram apresentadas e mentiria se dissesse que não senti alívio ao mesmo tempo em que a quase assassina ficou feliz.<
É sério? Que incrível. Eu procuro ler textos que me capturem, de forma que eu consiga sentir as emoções das personagens, mas não esperava que alguém tivesse essa mesma sensação com um conto que eu escrevi. Seu comentário me deixou muito feliz mesmo.^.^
Antes de fazer o review eu gostaria de dizer que também amo o Edgar ♥ Os contos dele são maravilhosos.
"Saibam que sou uma pessoa completamente contraditória e todos nós temos nosso direito à contradição. Não seria essa uma marca do ser humano?" ~> Gostei muito da frase. Bastante verdadeira. Concordo que é uma característica.
Também gostei das reflexões a respeito do pós-crime. De fato, deve restar o vazio, o "está feito".
A repetição de "caixa de ferramentas na mão" foi essencial para que soubéssemos que o tempo todo estivera namão dela. Manter isso em mente. Porque, ali, depois que magicamente o crime tinha sido feito, a caixa de ferramentenão estavamais em mãos. E acho que é isso o que nos diz que ela cometeu o crime - apenas não percebeu.
E talvez essa calma de estar com as mãos lindas tenha feito com que ela não cuidasse de exterminar as provas - o descuido dos criminosos.
Eu gostei muito do texto, ficou muito bom.
Beijinhos. ♥
Ahh, que incrível que você também goste de Allan Poe. Ele é simplesmente o meu autor favorito.
A verdade é que a personagem principal é uma versão que sonhei de mim mesma, devido a uma situação real. Confesso que, as razões que ela apresenta para seu descontrole, são as minhas razões.
Analisou muito bem o texto, fiquei feliz que o tenha entendido, por que nem todos entendem meus textos, embora sejam relativamente simples. :P
^.^
O método de expressão emocional no texto foi muito bom. Como já escrevi acima, eu fui capturado no ódio e alívio da personagem principal.
O que mais gostei:
Eu consegui realmente imergir na mente da personagem, em dados momentos eu acabava absorvendo as emoções que eram apresentadas e mentiria se dissesse que não senti alívio ao mesmo tempo em que a quase assassina ficou feliz.<
É sério? Que incrível. Eu procuro ler textos que me capturem, de forma que eu consiga sentir as emoções das personagens, mas não esperava que alguém tivesse essa mesma sensação com um conto que eu escrevi.
Seu comentário me deixou muito feliz mesmo.^.^