"Mas sinceramente? Eu prefiro o lençol branco da nossa cama, do que o branco da neve." Ela completa. "Podemos fazer anjos nela, o que acha?"
Eu parei diversas vezes a leitura. Confesso. Parei mas não porque não estava gostando, ou pela leitura estar chata, ou cansativa. Eu parei pra respirar. Porque eu acho que só respirando fundo a gente consegue encarar algumas coisas. Acho que já não é mais segredo que seus capítulos (deveras psicológicos, ou só emocionais, reflexivos) mexem comigo, com a minha própria história. E eu tirei muita coisa desse, muita mesmo, muito mais do que uma simples respiração profunda me faria imaginar, entender, aceitar. Mas eu acho que não estamos aqui pra falar de mim, mas sim da história. Queria dizer que o sonho da Regina (cada diz que passa, eu me certifico mais de que eu sou ela, e isso me deixa feliz, apesar de tudo, do passado que ela tem, e do que a chamavam. Eu a admiro e confesso que mesmo que eu não fosse, eu iria querer ser ela), enfim, esse pesadelo da Regina, que sim, podemos chamar de sonho, foi um tanto profundo e difícil. Agora entendo porque foi complicado pra você escrever e porquê você queria o feedback. Foi um sonho duro, tão preso as dores e ao passado (me lembrou alguns sonhos meus, acho que vou refletir sobre eles), e eu acho que esse era o mau da Regina. Ela não deixava o passado partir, ela se culpava por coisas que não foi ela que fez, não diretamente. Ela se achava má, assassina, mas no fundo ela era apenas uma Salvadora. Ela fez tudo isso, causou as mortes ? Sim. Mas como o próprio Archie disse, que "a natureza traz vida ao que pensávamos ser morte", Regina era como a natureza. Enquanto ela pensava estar apenas causando a destruição, na verdade ela estava salvando. Ela pode não ter conseguido salvar aquelas crianças daquele inverno, mas indiretamente tudo isso fez ela salvar algo mais, algo que hoje faz dela quem ela é. E você não poderia ter criado história melhor para falar da cicatriz. É uma marca que faz ela se lembrar da mãe, do que a mãe dela fazia e não ela e enfim entender que ela não era igual a aquela pessoa. Que ela era apenas uma garotinha inocente, que viu sangue, mas que isso cicatrizou e deu lugar a uma marca que hoje eu realmente acho que lhe traz orgulho. Eu me lembrei da minha cicatriz (porque eu tenho uma) e da história que eu crio para explicá-la. A história não está pronta, mas gosto de dizer que eu a ganhei enquanto era uma heroína. Eu salvei minha avó de certa forma. Isso é real. Ela podia não morrer, mas eu gosto de pensar que eu a salvei de qualquer coisa que podia ter acontecido. Hoje minha cicatriz serve pra que eu me lembre da minha infância, mas a partir desse momento me lembrará ela. Ela se foi, perto do Natal, vai fazer 3 anos. Se nevasse aqui, ela teria morrido enquanto nevava. E depois a mudança no sonho, a mudança daquele final. Eu percebi que a Regina já havia deixado tudo no passado, quando ela simplesmente acordou e disse que não havia escutado o choro, nem visto a grama ou as flores. Ela mencionou só isso, ela não mencionou os mortos, nem o mausoléu, nem as cinzas, porque isso já não importava mais pra ela. E aquela garotinha que ela pega nos braços no sonho, por mais que Amy povoe meus pensamentos, por mais que você tenha dito que ela estava implícita, pra mim aquele bebê era a Emma. E ela mirim disse a ela mesma que ela ainda viria aquela bebê, e assim que ela acordou Emma estava lá. Ela a viu. E as penas, que remetem ao cisnes e a liberdade. A salvação. Regina salvou Snow, e Snow lhe deu Emma e Henry. De certa forma, Regina salvou Emma, a tomando em seus braços e não deixando a placa cair. E nevar em pleno Setembro, só por um dia, foi a confirmação de que aquele inverno não foi de todo mal. Esse pequeno momento em que a neve deu as caras, foi pra concretizar o sonho e trazer o que é a maior salvação de todas. Amy. Amy é a salvação de Regina e de Emma."Mas sinceramente? Eu prefiro o lençol branco da nossa cama, do que o branco da neve." Ela completa. "Podemos fazer anjos nela, o que acha?"E elas fizeram, como no final Emma diz, sim elas fizeram muito mais que anjos naquela cama. Talvez a pena que a Regina encontrou na cama seja um sinal de que Amy viria pra elas como um anjo. Depois dessa frase que citei acima, eu sabia que Amy havia sido concebida nessa noite, e foi a parte mais linda de todas. O capítulo todo foi feito da maneira mais bela de todas. Eu chuto que ficou perfeito, porque ficou. Embora isso já não descreva mais o que eu penso sobre essa fic. E eu queria dizer muito mais coisas, porém acho que isso basta por agora. Vou ficar apenas com os momentos bons, e queria terminar com uma frase da Lana que eu levo comigo pra vida: "Você está onde deveria estar. Basta respirar fundo."E tem as penas também. Acho que elas estão onde deveriam estar, com quem deveriam estar e não importa a estação, a morte era apenas o simbolismo do medo, medo que elas ainda sentem, medo que cresceu durante 5 anos principalmente em Emma. Medo de nunca tocar sua filha, medo de morrer ao tê-la em seus braços, medo de simplesmente perder a Amy de certa forma. Ela só precisa entender que esse medo não tem significado, ele precisa ser deixado no passado, talvez seja essa a alavanca para o que ela tanta almeja. Se é que você me entendeu. :)
Enfim Marina, não sei se minhas explicações fizeram sentido, se meu entendimento está de acordo com o que você quis passar. Só queria mais uma vez agradecer por nos presentear com essa história, que hoje pra mim é bem mais que uma história, que uma fic, ela já se tornou algo real, tanto que você teve que pesquisar se nevava em Storybrooke, né ? kkkk Já faz parte de você. *-*
"Mas sinceramente? Eu prefiro o lençol branco da nossa cama, do que o branco da neve." Ela completa. "Podemos fazer anjos nela, o que acha?"E anjos são uma salvação. Anjos não vem pra nos fazer sofrer. Amy está aqui por algum motivo maior, e e eu vejo esse maior como feliz.
Eu acho lindo a forma que você comenta, é como se eu lesse uma historia a parte de Amy. Um spin off, sei lá, é uma forma bonita de comentar, porque ao mesmo tempo que você comenta sobre o que leu, você coloca pontos da sua própria historia. Ai eu fico com aquela sensação de até onde é leitora comentando e quando entra a escritora, ai você acaba então tornando magico pra mim o processo de te responder.
Tudo tinha que se encaixar, sem se tornar chato ou sem sentindo, por isso foi difícil escrever, o pesadelo, a cicatriz, a neve, o inverno tudo pensado de forma a se entrelaçar sem parecer exagero e coerente com a historia real (até certo ponto) com o que eu tento contar.
Obrigada então por ler e por tomar um tempinho de comenta de forma tão singular.
O breve relato da sua cicatriz foi algo lindo de ler, espero um dia poder ler a historia completa quando ela estiver pronta pra ser compartilhada.
“Regina já havia deixado tudo no passado, quando ela simplesmente acordou e disse que não havia escutado o choro, nem visto a grama ou as flores. Ela mencionou só isso, ela não mencionou os mortos, nem o mausoléu, nem as cinzas, porque isso já não importava mais pra ela.”
Uma forma linda de analisar aquela cena, só alguém com tamanha sensibilidade perceberia isso. Nem eu me percebi.
“E aquela garotinha que ela pega nos braços no sonho, por mais que Amy povoe meus pensamentos, por mais que você tenha dito que ela estava implícita, pra mim aquele bebê era a Emma.”
Sobre o bebê eu deixo em aperto pra vocês imaginarem quem quiser que seja. Amy. Emma. Snow ou quem sabe um anjo qualquer que ainda não chegou? Acho que independente o significado dessa salvação é o mesmo.
Eu não podia deixar as penas de fora, não é mesmo? Acho que Lana e JMo me inspiram tanto quanto as personagens.
"Você está onde deveria estar. Basta respirar fundo."
Me pego pensando muito nisso as vezes, é mais profundo do que parece... E agra eu me vejo vendo tatuagens de penas nas pessoas e imaginando o porquê delas terem tatuado isso...
“Acho que elas estão onde deveriam estar, com quem deveriam estar e não importa a estação, a morte era apenas o simbolismo do medo, medo que elas ainda sentem, medo que cresceu durante 5 anos principalmente em Emma. Medo de nunca tocar sua filha, medo de morrer ao tê-la em seus braços, medo de simplesmente perder a Amy de certa forma. Ela só precisa entender que esse medo não tem significado, ele precisa ser deixado no passado, talvez seja essa a alavanca para o que ela tanta almeja. Se é que você me entendeu.”
Termino com esse trecho que você fala sobre o medo, você pegou na essência algo que eu também concordo. Obrigada por tudo (:
Que bom que não achou chato! Bateu uma insegurança dessa vez, mas só tenho leitores incríveis, então sabia que no fundo não estava tão ruim quanto meu senso critico achava.
To aqui aos prantos porque tava com um comentário enorme, e o dedo vai no lugar errado e quando você vê perde tudo o que tinha escrito. Agora eu to numa luta comigo mesma para ver se eu consigo resgatar com a maior fidelidade tudo o que eu tinha escrito anteriormente na fic. Sabe essa fic, esse capitulo,eu li ontem mesmo, na hora que ele foi publicado e meu Deus, eu quase não tinha uma reação física enquanto tava lendo, eu entrei nesse capitulo de corpo e alma. Tanto que eu não fui capaz de escrever uma review coerente ontem e deixei pra escrever hoje, e pelo visto acabei perdendo tudo o que eu escrevi. Mas, vamos lá a difícil tarefa de comentar um dos melhores capítulos de sua fic. Primeiramente eu queria ressalta as gritantes semelhanças com o método de minha professora de psicologia, identifiquei em minha leitura tudo o que ela fala de comportamentos, e eu senti muito isso em seu capitulo. Senti que Archie ao mesmo tempo que desvendava os pesadelos fazia um trabalho de reprogramava a mente dela. E tipo, pra alguém como Regina, é muito coerente essa reprogramação, porque ela esteve durante sua vida toda programada a uma espécie de comportamento, que se refletiu em sua vida toda. E eu ainda estou com tudo muito fresco em minha mente de um curso de auto estima que eu fiz ontem com ela. Que para se ter uma boa auto estima, precisava estar em equilíbrio com você mesma: perdoar pais, pedir perdão a eles, e o mais significativo talvez seja ter tido o exercício de encontrar sua criança interior. Senti isso, aquela criança do pesadelo da Regina, ela a friends interior dela, a inocente, que ainda tinha a pureza, vide pelo fato dela ainda não ter a cicatriz no lábio, então ela ainda tinha em seu coração toda a paz e tal. Essa criança de alguma forma queria mostrar a forma dela se redimir por completo. Ela estar presente ali foi algo tão significativo, cercado de significados para mim. Se de fato, era isso que queria passar, você atingiu com perfeição. Vamos agora a esses pesadelos que devastava Regina cada vez mais. Ele era tão intenso, mexia comigo em cada linha que eu lia, ela enxergava a morte e o sangue, mas como também a vida com a criança interior dela que queria lhe mostrar que era possível sim ela resgatar novamente essa Regina que não tinha dor magoa em seu coração. O choro do bebe, e o fato dela não conseguir chegar até a ele, sem causar algum dano a criança era angustiante. Talvez você a fez usar magia para derreter o gelo, apenas para mostrar que a magia que a corroía de alguma maneira, era por causa da mágica. Meu pensamento isso. Enfim, doía ver a forma que ela acordava depois de cada pesadelo, mesmo ela tendo Emma com ela. Ela não conseguia se desprender disso, não conseguia se abrir pra ela. E de certa forma já estava a abalando em sua vida e ela resolve procurar o Archie. Que perfeita essa sessão, porque Regina contando o sonho e Archie o esmiuçando por completo, foi um dos pontos altos do capitulo. Ver todas as metáforas que estão atras desse pesadelo foi como se eu pudesse entrar dentro do coração de Regina e como assim eu pudesse compreendê-la mais. Esse inverno que a marcou e a forma que a machucou profundamente foi triste de se ler. Ver todas as cicatrizes que presentes nela, a forma que Cora manchou uma criança de seis anos chega a ser doentio. A dor de Regina, e a forma que ela queria se sentir uma criança. Mesmo sendo uma, ela não podia se comportar como uma. Nesse capitulo, meu Deus você a desvendou tão bem. Que eu ainda estou impactada pelas suas palavras. Pela forma genial que você conduziu tudo. Amei a parte que Archie disse pra ela deixar nevar no sonho, foi muito interessante, porque ela não interferia com a mágica, e conscientemente não faria o que deixou seu coração tão escuro. Enfim, ela então faz o que o Archie disse e pega a Amy no colo. Cabelo loiro e olhos azuis, eu já sabia logo que se trata de nossa menina ( eu me apropriando, mas eu já a enxergo como alguém íntimo) e ver a forma que ela se acalmou na hora que estava nos braços de Regina. A criança interior dela apareceu novamente e foi uma bela cena, ver como esse terrível pesadelo se transformou em algo tão belo e lindo. Uma nova vida faz isso. Amy já ta intercedendo por Regina antes mesmo de existir. E é tão mágico. Intenso. Dai a minha dificuldade de tentar encontrar em palavras esse show de intensidade que você deu. Quando ela acorda então. E a neve caindo em pleno outono. Setembro. E o relato de Emma que a fez ver que Emma conseguiu enxergar a beleza do inverno mesmo com algo que poderia ser considerado traumático foi lindo demais. E sim, eu reparei que a noite foi a concepção de nossa bonequinha. Acho que ficou perfeito do jeito que ficou. Acho que não coube exatamente do jeito mágico que foi. E uma cena pra se transmitir a sensualidade não precisa de descrições enormes e você fez perfeito, transmitiu uma sensualidade da melhor forma possível. Desculpe se minhas palavras estiverem sem coerência, mas eu sinto que eu precisava dizê-las. Essa fic ela me conquista cada dia mais. Eu fico aguardando com ansiedade por ela, pois eu sei que ela me surpreenderá e não digo nenhuma novidade, mas mais uma vez estou tocada por tudo o que disse. Parabéns!!!
Miiih, tu não faz ideia o quanto seus comentários me enriquece, é ótimo pode ler de alguém com uma carga profissional como a sua (posso dizer assim?), teus comentários me fazem afundar (mais do que eu já estava) no capitulo que já estava escrito e de refletir nos que estão por vir. Muito obrigada por isso.
Nem vou me aprofundar nessa tua analise do encontro com a Regina e sua versão infantil, acho que você fez isso divinamente. Muito obrigada, você está certa, é difícil escrever sem tentar passar uma mensagem, caso contrario ficaria a cada paragrafo uma “lição de moral” e acho que perderia o sentindo, já que Regina (no meu ponto de vista) está sempre se redescobrindo, se posso colocar dessa forma.
Mas enfim, cada um de vocês veem os capítulos e a historia de uma forma quase que particular e isso é ótimo.
Essa cena da criança, do choro do sangue é cheia de significado mesmo, ai eu volto na tecla de não querer deixar tão explicado. Deixo essa parte com vocês, sei que vocês Evil Regals se identificam com a Regina a ponto de se colocarem no lugar dela. Concordo com a parte da magia, acho que é devido a mãe dela, mas pra mim a magia não é de todo modo mal.
Eu não queria ser tão dura com o lance da Cora, mas acho que não poderia ter sido de outra forma. Acho uma personagem incrível, porém de difícil compressão, até hoje eu me martelo tentando entender a Cora.
Obrigada pelas analises tão profundas e por sempre me ajudar a ver toda a historia sempre de um novo ângulo.
Me emocionou muito seu comentário, fico feliz que tenha leitoras tão carinhosas e de saber que a historia toca de uma forma tão intensa.
Quanta perfeição! A neve deixa tudo mais mágico, ainda mais se vc pensar nos flocos de neve... Pena que no Brasil não neva (ou pelo em 90% dele)... Regina tem seus problemas, mas pelo menos tem alguem que a ama, independente
Aaaah sim, amo esse lance da neve, nunca vi, mas deve ser linda de se ver, mas não de enfrenta-la rs
Sim, Regina é cheia de marcas, um passado carregado de dores, mas a família que ela tem agora apagou todas essas marcas... Acho que esse lance de deixar a neve cair, cobrir tudo, é uma forma de simbolicamente (ou não) mostrar a Regina que Snow não teve culpa do que aconteceu e de que perdoa-la é uma forma de recomeçar. E tambem eu gosto da ideia de que a neve é toda branca, completamente branca, vazia, o que dá uma oportunidade imensa pra que Regina simplesmente preencha esse vazio com uma nova historia (ou capitulo).
é tudo lindo, tudo perfeito e pela primeira vez eu consegui segurar o choro,, e isso é bom, pq foi um cap feliz... vendo os frutos de se atacar os medos.. e SwanQueen é muito amor! ♥
Aaaah, aguarde capítulos bons e guarde as lagrimas pra chorar de felicidade (:
Medo é um vilão extremamente poderoso, mas também muito fácil de ser derrotado. Regina percebeu isso e o enfrentou, e como resposta ela conseguiu tudo o que queria... mas que na verdade ela já tinha ;)
Muito feliz que tenha gostado, obrigada por comentar!
Ai Marina, depois de tanto tempo, ler esse capítulo me fez relembrar o quanto é bom e gostoso ler essa Amy. Desta vez implícita como vc diz, mas toda essa fic é ela, sem dúvida. Sua essência, seu imenso significado e todo o amor e coragem necessários pra se "deixar nevar" ... chato? Tá doida. Eu completamente me tornei a apaixonar por essa história de novo nesse capítulo tão singelo, do mais puro e bonito que pode existir.
E vc tem razão, tanta coisa que foi contada e explicada, traumas processados e digeridos, e novos começos estabelecidos, foi tudo tão bem mostrado, e de uma forma única, aquela que só vc sabe fazer, que eu fiquei com um sorriso bobo quando vi a direção que vc tava tomando durante a escrita. Amei muito, adorei a cena com Archie, achei que ele foi verdadeiramente bem colocado no capítulo e no tempo e espaço, seu jeito estava lá, completamente visualizei. A forma como vc contou todo o pesadelo, pura poesia... a criança que pisava no chão e gerava papoilas, a adulta que transformava tudo a sua volta em morte. Adoro tanto as suas metáforas, comparações, formas figurativas de se expressar, e nesse aspecto, essa fic é de fato perfeita.
Meus sinceros parabéns, pelo que já foi escrito e pelo que ainda será, mas acima de tudo, pela amabilidade em partilhar esse presente com todos nós. Sua (nossa) Amy *__*
Todos os comentários são mais do que merecidos, toda as palavras insuficientes pra expressar todo o sentir que vc nos doa, atualização após atualização.
Tania sua linda, pare de ser assim. Mentira, não pare. Muito obrigada por ler e por tudo, pelo comentário lindo e principalmente pelo carinho.
Pois é, vocês incentivam tanto que eu não pare que eu não vou parando, e a cada capitulo fico cada vai mais profunda a historia e as emoções que eu não sei mais pra onde eu estou indo...
Mas saber que vocês ainda leem e que gostam e que analisam de forma mais profunda do que eu poderia fazer, me alegra.
Obrigada novamente por permitir que eu continue a escrever a historia da minha (nossa) Amy (:
S
Sant Anna
Porra! Você poderia demorar a eternidade se prometer a postar capítulos perfeitos como esse!
Primeiro eu achei foda essa alusão ao inverno e as coisas sombrias que aconteceram na vida de Regina e como ela se sentia... Achei brilhante tudo isso...
E tenho que dizer que a forma como elas se declararam uma para outra foi perfeita... "Você pode ficar?" "É claro que eu fico!", as vezes o velho conhecido "Eu te amo" não funciona muito... E a demonstração de amor e afeto que as duas mostraram falaram "Eu te amo" uma para outra de uma forma que só elas poderiam ouvir...
O que mais me chamou a atenção foi: "Deixa nevar"... As vezes precisamos disso... Precisamos deixar que as coisas aconteçam sem a nossa interferência... As vezes precisamos deixar chover, deixar nevar para que possamos nos conhecer e conhecer as pessoas em nossa volta... E a neve nem sempre é tão fria, as vezes ela pode ser acolhedora, ainda mais quando descobrimos que a culpa não está nas estações do ano, não está nas pessoas em nossa voltas... As vezes nós somos os responsáveis... então Regina deixou nevar e a neve se revelou uma grande e feliz surpresa...
E eu pude enxergar a Amy... Ela estava lá... Sempre esteve... Ela é aquela menina que precisava de ajuda e que Regina pegou em seu braços, e viu sua versão criança dizendo que a veria novamente, se ela deixasse nevar...
As vezes precisamos voltar ao passado, ao começo para podermos enxergarmos quem nós somos agora... E fazer isso é complicados, pois veremos nossos erros que tanto nos esforçamos para esquecer... Visitamos antigos escombros em nossos corações, e feridas antigas se abrem (mesmo que por pouco tempo), mas essa volta ao passado é apenas o começo de um futuro promissor... O começo de uma nova vida... como diz: "A pessoa que não conhece sua história, está fadada a cometer os mesmos erros"...
É isso... Adorei... Amei... Sua fic me faz pensar em coisas que eu as vezes finjo esquecer...
Eu não sou muito melosa, não curto todo esse lance muito eu te amo. Acho que existem formas alternativas e pessoais de dizer eu te amo... queria introduzir de alguma forma isso no capitulo e na vida delas duas ^^
“O que mais me chamou a atenção foi: "Deixa nevar"... As vezes precisamos disso... Precisamos deixar que as coisas aconteçam sem a nossa interferência... As vezes precisamos deixar chover, deixar nevar para que possamos nos conhecer e conhecer as pessoas em nossa volta... E a neve nem sempre é tão fria, as vezes ela pode ser acolhedora, ainda mais quando descobrimos que a culpa não está nas estações do ano, não está nas pessoas em nossa voltas... As vezes nós somos os responsáveis... então Regina deixou nevar e a neve se revelou uma grande e feliz surpresa...”
Acho que eu nem preciso comentar nada. Tu disse tudo aqui, de forma muito linda, alias. Amei muito teu comentário, foi direto ao ponto e me fez refletir muito. Muito obrigada pelo carinho e por acompanhar essa historia.
Obrigada pelo feedback, é incrível saber como os capítulos mexem com os leitores, sei que as vezes é difícil colocar sentimentos (quando são nossos) na escrita. Mas obrigada por ter escrito mesmo assim ^^
Desculpa pelas lagrimas e nos próximos capítulos Amy estará de volta.
Beijos enormes
D
Dreaming
Porque? Oh... Céus... porque? Eu realmente gostaria de descobrir o que leva um autor competente e incisivo, levantar a hipótese do seu texto não ser (estar) bom... não ter ficado de acordo, ou ideal... quando ele simplesmente está (é) perfeito!!! (só pra constar, existe uma sutil diferença entre ser, e estar) A sua escrita É, perfeita e certeira. Certa vez eu disse a pra minha amiga que ela estava bonita, pra logo em seguida corrigir, e colocar de outra forma. Eu disse: Me desculpa, ,me expressei errado, não é uma questão de estar, é uma questão de ser, você não esta bonita, você é bonita.
Olha Senhorita Green, eu não a leitora mas sensível que acompanha sua escrita. O que posso dizer, e já disse, é que eu me projeto na Amy, por desejar ter “as coisas” que ela tem, e que eu, de certa forma, joguei pela janela.
Mas esse capítulo... esse pesadelo da Regina, só me faz ver o quão espetacular é sua mente, sua visão das coisas... e sua alma.
Você traz na escrita coisas tão peculiares, que eu só posso afirmar que elas procedem da alma!
A Regina é meu personagem favorito, e isso é absoluto. Ela é tão profunda. E você sabe aproveitar isso tão bem. Eu a vejo com alguém que nunca se perdoou, que não sente o direito de ser feliz, ela demonstra ser resistente a felicidade por se achar não merecedora dela.
Ela sente todas as culpas(do passado)... isso se confirma quando na chegada da Rapunzel, acusada pela Emma, de ter tirado a felicidade de todos, incluindo a dela. Que se ela não existisse, Emma e os outros seriam completos. A Regina tem isso tão cauterizado dentro de si, que em nenhum momento, ela questiona, ela simplesmente aceita.
A Amy vem pra mostra-la, que todos os seus “pecados” a fizeram chegar onde ela esta, a alcançar tudo que ela alcançou, e que sim, ela merece felicidade e perdão. Esse inverno, a aceitação desse inverno, traz a possibilidade dela ser feliz de forma plena. E trouxe Amy pra sua vida.
Esse capítulo é uma preciosidade. Existem milhões de fatores, de detalhes para serem apontados, eu sei que as outras leitoras, poderão aponta-los de forma mais concisa do que eu. Mas seu não poderia deixar de vir, e dizer o quanto você faz a Regina ser tão original, tão única e perfeita.
Parabéns mais uma vez, mais um dia, mais uma parte perfeita dessa linda história. Beijos.
Dreaming, peço desculpas logo pelo lance do “não achei perfeito” rs Mas é que esse capitulo ficou bem diferente do que eu imagina, mas ainda assim ficou exatamente como eu queria. Entende? Rs Foi difícil escrever e eu nunca fico insegura com a historia, pq antes eu reflito muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito antes de escrever. Você pode perceber isso pela demora entre uma atualização e outra, eu reflito muito no que vou escrever. Não tenho pressa, embora sei que vocês querem que acabe logo...
Você já disse que se projeta na Amy, acho que eu me projeto na Regina ou na Emma, não sei bem. Mas as vezes fica mais pessoal do que eu queria e isso é ruim, pra mim, que estou escrevendo... Enfim, não sei pra que caminho Amy vai te levar, mas eu espero que sua projeção nela seja de grande ajuda... não sei.
Eu gosto muito da Regina, escrever no POV dela é um desafio em todos os níveis... tem coisas nela que me incomoda e uso isso pra desenvolve-la na historia. Concordo com você sobre ela achar que não merece a felicidade, sobre nunca se perdoar e acho que uma coisa puxa a outra... Ela não se perdoa, pq sabe que isso vai liberta-la e essa liberdade vai trazer a felicidade e ela simplesmente não faz isso pois acha que não merece...
E isso o que você disse da Regina simplesmente aceitar a acusação da Emma é tão profundo e tão verdadeiro, e eu acabei que reassistindo alguns episódios e tem um episodio que Emma é tão grossa e diz umas coisas pra Regina e ela não ataca de volta. Ela nunca ataca Emma de volta, ela a ouve e ela não a responde, pq sabe que é verdade. Pq aceita que ela é um monstro...
Obrigada por ler e por comentar e obrigada pelo carinho ^^
Você sabe que eu amo a Amy, que eu sou completamente apaixonada pela Amy. Não, completamente não, porque a cada capítulo você faz eu me apaixonar por ela um pouco mais, mas enfim, eu a amo. Mas também amo quando você nos conta sobre esses momentos da Emma com a Regina antes da chegada dela. Você já contou algumas coisas, mas sempre queremos saber mais. Eu pelo menos, tenho curiosidade, então fique a vontade pra nos contar mais coisas antes da Amy quando quiser, ok? Adorei saber sobre a primeira vez delas. E achei bonitinha a forma delas de mostrar que se amam e querem estar perto. Sabe, eu penso o seguinte. Muita gente diz "eu te amo" sem saber o que é isso e principalmente, sem sentir isso. Então prefiro frases simples ou atitudes simples que demonstrem o sentimento do que a própria frase carregada de vazio. Porque se a gente for parar pra reparar, muitas vezes o "eu te amo" está ali nas pequenas atitudes do dia-a-dia e isso pra mim é mais importante. Sobre o pesadelo da Regina. Gente, enquanto eu lia o que você escreveu, eu sentia o desespero e a agonia dela aqui. Sabe quando parece que seu coração vai se comprimindo e ficando pequeno? Você já teve essa sensação? Nossa, imaginar a Regina em uma cena como essa, ajoelhada diante os corpos que foram vítimas dela e pedindo perdão... isso é demais pro meu coração de fã. Sofri com ela e por ela nesse momento. Aliás, sofri com ela o sonho inteiro. Sofri porque me coloquei no lugar dela vivendo isso e nossa, foi muito agoniante.
Acho que esse foi um dos capítulos que mais mexeu comigo, que me fez pensar, sabe? E eu adoro os seus capítulos por esse motivo. Porque sempre vamos além do que está escrito aqui. Nunca é só a história da Amy, Regina, Emma e Henry. De alguma forma, o que eu vivo ou já vivi, ou que eu sinto ou já senti, o que eu quero e o que não quero, todas essas coisas se encaixam aqui também. E agora, enquanto releio esse capítulo pela sei lá que vez é essa, presto mais atenção em uma frase que o Archie diz pra Regina. Ele fala "Eu só estou lhe dizendo isso para que você entenda que às vezes a natureza encontra uma forma de trazer vida onde nós humanos enxergamos a morte." E é exatamente assim. Digo isso no sentido de que a natureza (que eu sempre chamo como a vida mesmo) nos dá um motivo pra continuar quando a gente acha que não tem mais nenhum. Não sei se você já passou por um momento onde estava tão desesperada que não conseguia enxergar nada além do próprio desespero e achou que aquele fosse o fim. Mas daí, sabe-se lá de onde, surge uma esperança, um motivozinho, uma luz no fim do túnel, uma intervenção divina e te mostra que existe algo além do seu desespero. Que existe algo além daquilo pra te mover e que aquele não é o seu fim. Então onde existia o desespero, existe agora uma esperança... do melhor, de ser melhor, de fazer melhor. Depende do momento. E como diz o Archie também, não sei se você conseguiu me entender, rs. E nossa, a parte em que a Regina conta pro Archie sobre o inverno e em como ela ganhou a cicatriz foi de partir meu coração. Sério, eu ia lendo e a cada linha eu chorava mais. Não sei quantas vezes eu tive que parar nesse capítulo pra respirar fundo e me recompor. Foi difícil, acho que por esse motivo eu demorei mais que o normal pra vir comentar. Mexeu comigo de uma forma que eu não consigo colocar em palavras e agora, mesmo depois de já ter chorando horrores quando li a primeira vez, estou chorando de novo. Talvez seja porque me faz lembrar do que eu sou e não quero ser, do que quero ser e não tenho coragem de ser, do que não fui e queria ter sido.
E como eu já te disse no twitter, "Deixe nevar." é minha nova frase preferida. Tão perfeita, tão profunda que se eu tivesse coragem tatuaria ela. (E hoje, vendo uma revista descubro que o John Green - um dos meus autores preferidos- junto com mais 2 escreveu um livro chamado "Deixe a neve cair". Eu apenas surtei quando vi e lembrei de você que me deu uma nova frase favorita.) E acho que no final das contas, "Deixe nevar" tem o mesmo significado de deixar as coisas acontecerem, certo?
Awn, eu ainda estou procurando palavras pra descrever o quão linda foi as partes a partir de quando a Regina chega em casa depois da sessão com o Archie. O sonho dela de novo, só que com um final e ela realmente entendendo o motivo daquilo tudo. O bebê que ela segura, é a Amy? Porque bem, ela estava segurando o bebê, daí a garotinha acaricia ele e quando se afasta, o bebê some e sobra só a manta que tinha penas brancas. E aí, enquanto ela está na cama observando a Emma, ela encontra uma pena que no meu ver é sinal de que ela vai ver aquele bebê novamente, que no caso é a Amy. É isso? E olha, também sempre tive curiosidade pra saber sobre o dia em que a Amy foi concebida, então obrigada por nos contar. Foi um dia muito significativo pra Emma e pra Regina. E, acho que nem preciso dizer o quanto amei mais esse capítulo, né!? Foi incrível!
Meu deus que vergonha!!! Pq eu não respondi esse teu review?! Mil perdoes D:
Fiquei extremamente sem graça agora de não ter te respondido, foi um dos que mais me marcou, vc citou/disse varias coisas ao longo review que me assombrou (não de uma forma ruim) ao longo dos meus dias, pois foi um final de ano extremamente conturbado. Como por exemplo dizer um eu te amo sem necessariamente dizer, acho que Regina tinha sérios problemas com seus sentimentos, tanto na parte de demonstrar, como na parte de sentir... Emma veio do lugar mais inesperado, criando um espaço dentro dela e a fazendo todas essas coisas que ela nunca sentiu com tanta intensidade como sentiu com ela.
Quanto a se colocar na cena, quando eu vou escrever, eu fecho os olhos crio primeiro o cenário e repasso as frases inúmeras vezes (algumas dela em voz alta, a primeira sempre em inglês), então só escrevo quando eu me sinto mesmo na cena e fico muito feliz que vocês conseguem isso apenas na leitura do capitulo. Já que as vezes eu sinto que eu mês esforço até demais pra construir um capitulo, apesar de na hora de escrever sair com mais facilidade. É legal saber, mesmo que seja cruel com vcs e até mesmo um pouco sádico... mas é interessante vê essa troca.
Vc disse que foi um dos capítulos que mais mexeu com vc e eu digo que foi um dos que eu mais me coloquei nele, ficou tão pessoal que eu nem deveria ter postado... mas acho que só quem realmente me entende e me conhece pegaria as sutilezas que eu fui deixando ao longo do caminho. Na vida real as coisas são bem mais complexas e os sinais bem mais difíceis, ne? Eu geralmente os caço, caço os sinais que a vida vai deixando, pq caso contrario eu sempre viveria no escuro e em depressão. Fico sempre buscando um motivo, sem esperar que ele venha, sempre achando que as coisas não são coincidência, mas que estão ali por um motivo e os crio para mim. Na fic, eu posso simplesmente colocar os sinais lá e deixar um significado explícitos pra eles, na vida não... Acho que é por isso que nós gostamos tanto de historias, elas têm mais significados visíveis aos olhos já que estão escritos em palavras, a vida tudo é símbolo.
Eu nunca tinha pensado em dar um sentido a cicatriz, mas a historia foi crescendo em minha mente e eu senti a necessidade de fazer isso, queria também trazer Cora de volta de alguma forma. Cruel a forma que eu escolhi, eu sei...
“Mexeu comigo de uma forma que eu não consigo colocar em palavras e agora, mesmo depois de já ter chorando horrores quando li a primeira vez, estou chorando de novo. Talvez seja porque me faz lembrar do que eu sou e não quero ser, do que quero ser e não tenho coragem de ser, do que não fui e queria ter sido.”
Reler esse review e só responde-lo agora, me fez reler o capitulo também, me fez voltar ao dia que eu o escrevi e para os últimos meses da minha vida. Eu estava/estou nesse lugar muito sombrio, sabe? Eu me questionava esses pontos que você citou, o que eu sou, o que eu quero ser, o que eu não tenho coragem de me tornar e o que eu realmente gostaria de ser/estar. Eu lembro que meses atrás eu andava por ai sem rumo – literalmente – e depois que eu publiquei esse capitulo eu fui a esse lugar que eu sempre vou quando eu quero desistir da vida. Eu sempre escolho esse lugar, pq ele me faz passar por lugares que eu amo, como por exemplo o mar...
E toda a vontade de desistir, todo o desespero, todas as angustias que eu sinto, simplesmente se afogam quando eu sinto o cheiro do mar... Então eu acabo terminando nessa loja, onde sempre toca essa musica que eu gosto (sempre toca qd eu vou lá, é ridículo até)... Era época de natal e tinha todos esses enfeites de bonecos de neve e aqui a gnt nunca monta nada, o que torna a época bem triste e nesse dia eu estava extremamente triste. Então tinha essa fileira enorme de guirlandas, escrito: “let it Snow”... vários e vários bonecos com a mesma mensagem repetidas vezes e a primeira coisa que eu lembrei foi de vc e do livro do John Green... E meio que eu refleti minha vida inteira naquela loja, enquanto minha musica favorita tocava e essa única mensagem estava estampada em minha frente. Eu queria apenas desistir da vida aquele dia, mas eu então eu lembrei da minha vó, pq ela é dos motivos pelo qual eu odeio qualquer coisa que fale sobre câncer... Odeio a forma que eles tratam, odeio o fato de que no final todos eles morrem, como se não existisse esperança pra essa doença. Esse é um dos motivos pelo qual eu nunca li John Green.
Enfim, lembrar da minha avó me fez lembrar da luta dela, do quanto ela simplesmente não desistiu, mesmo sem responder a nenhum tratamento, ela ainda lutou... E eu bem e saudável, com problemas tão pequenos comparados ao dela. Me senti tão pequena e tão envergonhada qd eu sai de lá, mas também me senti cheia de esperança... E quando eu cheguei a rua, tava chovendo, eu simplesmente tirei meu casaco da chuva e voltei pra casa. Não temos neve aqui, então eu talvez nunca vá sentir literalmente o que é deixar a neve cair, então eu deixei a chuva...
"Mas sinceramente? Eu prefiro o lençol branco da nossa cama, do que o branco da neve." Ela completa. "Podemos fazer anjos nela, o que acha?"
Eu parei diversas vezes a leitura. Confesso. Parei mas não porque não estava gostando, ou pela leitura estar chata, ou cansativa. Eu parei pra respirar. Porque eu acho que só respirando fundo a gente consegue encarar algumas coisas. Acho que já não é mais segredo que seus capítulos (deveras psicológicos, ou só emocionais, reflexivos) mexem comigo, com a minha própria história. E eu tirei muita coisa desse, muita mesmo, muito mais do que uma simples respiração profunda me faria imaginar, entender, aceitar. Mas eu acho que não estamos aqui pra falar de mim, mas sim da história. Queria dizer que o sonho da Regina (cada diz que passa, eu me certifico mais de que eu sou ela, e isso me deixa feliz, apesar de tudo, do passado que ela tem, e do que a chamavam. Eu a admiro e confesso que mesmo que eu não fosse, eu iria querer ser ela), enfim, esse pesadelo da Regina, que sim, podemos chamar de sonho, foi um tanto profundo e difícil. Agora entendo porque foi complicado pra você escrever e porquê você queria o feedback. Foi um sonho duro, tão preso as dores e ao passado (me lembrou alguns sonhos meus, acho que vou refletir sobre eles), e eu acho que esse era o mau da Regina. Ela não deixava o passado partir, ela se culpava por coisas que não foi ela que fez, não diretamente. Ela se achava má, assassina, mas no fundo ela era apenas uma Salvadora. Ela fez tudo isso, causou as mortes ? Sim. Mas como o próprio Archie disse, que "a natureza traz vida ao que pensávamos ser morte", Regina era como a natureza. Enquanto ela pensava estar apenas causando a destruição, na verdade ela estava salvando. Ela pode não ter conseguido salvar aquelas crianças daquele inverno, mas indiretamente tudo isso fez ela salvar algo mais, algo que hoje faz dela quem ela é. E você não poderia ter criado história melhor para falar da cicatriz. É uma marca que faz ela se lembrar da mãe, do que a mãe dela fazia e não ela e enfim entender que ela não era igual a aquela pessoa. Que ela era apenas uma garotinha inocente, que viu sangue, mas que isso cicatrizou e deu lugar a uma marca que hoje eu realmente acho que lhe traz orgulho. Eu me lembrei da minha cicatriz (porque eu tenho uma) e da história que eu crio para explicá-la. A história não está pronta, mas gosto de dizer que eu a ganhei enquanto era uma heroína. Eu salvei minha avó de certa forma. Isso é real. Ela podia não morrer, mas eu gosto de pensar que eu a salvei de qualquer coisa que podia ter acontecido. Hoje minha cicatriz serve pra que eu me lembre da minha infância, mas a partir desse momento me lembrará ela. Ela se foi, perto do Natal, vai fazer 3 anos. Se nevasse aqui, ela teria morrido enquanto nevava. E depois a mudança no sonho, a mudança daquele final. Eu percebi que a Regina já havia deixado tudo no passado, quando ela simplesmente acordou e disse que não havia escutado o choro, nem visto a grama ou as flores. Ela mencionou só isso, ela não mencionou os mortos, nem o mausoléu, nem as cinzas, porque isso já não importava mais pra ela. E aquela garotinha que ela pega nos braços no sonho, por mais que Amy povoe meus pensamentos, por mais que você tenha dito que ela estava implícita, pra mim aquele bebê era a Emma. E ela mirim disse a ela mesma que ela ainda viria aquela bebê, e assim que ela acordou Emma estava lá. Ela a viu. E as penas, que remetem ao cisnes e a liberdade. A salvação. Regina salvou Snow, e Snow lhe deu Emma e Henry. De certa forma, Regina salvou Emma, a tomando em seus braços e não deixando a placa cair. E nevar em pleno Setembro, só por um dia, foi a confirmação de que aquele inverno não foi de todo mal. Esse pequeno momento em que a neve deu as caras, foi pra concretizar o sonho e trazer o que é a maior salvação de todas. Amy. Amy é a salvação de Regina e de Emma."Mas sinceramente? Eu prefiro o lençol branco da nossa cama, do que o branco da neve." Ela completa. "Podemos fazer anjos nela, o que acha?"E elas fizeram, como no final Emma diz, sim elas fizeram muito mais que anjos naquela cama. Talvez a pena que a Regina encontrou na cama seja um sinal de que Amy viria pra elas como um anjo. Depois dessa frase que citei acima, eu sabia que Amy havia sido concebida nessa noite, e foi a parte mais linda de todas. O capítulo todo foi feito da maneira mais bela de todas. Eu chuto que ficou perfeito, porque ficou. Embora isso já não descreva mais o que eu penso sobre essa fic. E eu queria dizer muito mais coisas, porém acho que isso basta por agora. Vou ficar apenas com os momentos bons, e queria terminar com uma frase da Lana que eu levo comigo pra vida: "Você está onde deveria estar. Basta respirar fundo."E tem as penas também. Acho que elas estão onde deveriam estar, com quem deveriam estar e não importa a estação, a morte era apenas o simbolismo do medo, medo que elas ainda sentem, medo que cresceu durante 5 anos principalmente em Emma. Medo de nunca tocar sua filha, medo de morrer ao tê-la em seus braços, medo de simplesmente perder a Amy de certa forma. Ela só precisa entender que esse medo não tem significado, ele precisa ser deixado no passado, talvez seja essa a alavanca para o que ela tanta almeja. Se é que você me entendeu. :)
Enfim Marina, não sei se minhas explicações fizeram sentido, se meu entendimento está de acordo com o que você quis passar. Só queria mais uma vez agradecer por nos presentear com essa história, que hoje pra mim é bem mais que uma história, que uma fic, ela já se tornou algo real, tanto que você teve que pesquisar se nevava em Storybrooke, né ? kkkk Já faz parte de você. *-*
"Mas sinceramente? Eu prefiro o lençol branco da nossa cama, do que o branco da neve." Ela completa. "Podemos fazer anjos nela, o que acha?"E anjos são uma salvação. Anjos não vem pra nos fazer sofrer. Amy está aqui por algum motivo maior, e e eu vejo esse maior como feliz.
♥
Eu acho lindo a forma que você comenta, é como se eu lesse uma historia a parte de Amy. Um spin off, sei lá, é uma forma bonita de comentar, porque ao mesmo tempo que você comenta sobre o que leu, você coloca pontos da sua própria historia. Ai eu fico com aquela sensação de até onde é leitora comentando e quando entra a escritora, ai você acaba então tornando magico pra mim o processo de te responder.
Tudo tinha que se encaixar, sem se tornar chato ou sem sentindo, por isso foi difícil escrever, o pesadelo, a cicatriz, a neve, o inverno tudo pensado de forma a se entrelaçar sem parecer exagero e coerente com a historia real (até certo ponto) com o que eu tento contar.
Obrigada então por ler e por tomar um tempinho de comenta de forma tão singular.
O breve relato da sua cicatriz foi algo lindo de ler, espero um dia poder ler a historia completa quando ela estiver pronta pra ser compartilhada.
“Regina já havia deixado tudo no passado, quando ela simplesmente acordou e disse que não havia escutado o choro, nem visto a grama ou as flores. Ela mencionou só isso, ela não mencionou os mortos, nem o mausoléu, nem as cinzas, porque isso já não importava mais pra ela.”
Uma forma linda de analisar aquela cena, só alguém com tamanha sensibilidade perceberia isso. Nem eu me percebi.
“E aquela garotinha que ela pega nos braços no sonho, por mais que Amy povoe meus pensamentos, por mais que você tenha dito que ela estava implícita, pra mim aquele bebê era a Emma.”
Sobre o bebê eu deixo em aperto pra vocês imaginarem quem quiser que seja. Amy. Emma. Snow ou quem sabe um anjo qualquer que ainda não chegou? Acho que independente o significado dessa salvação é o mesmo.
Eu não podia deixar as penas de fora, não é mesmo? Acho que Lana e JMo me inspiram tanto quanto as personagens.
"Você está onde deveria estar. Basta respirar fundo."
Me pego pensando muito nisso as vezes, é mais profundo do que parece... E agra eu me vejo vendo tatuagens de penas nas pessoas e imaginando o porquê delas terem tatuado isso...
“Acho que elas estão onde deveriam estar, com quem deveriam estar e não importa a estação, a morte era apenas o simbolismo do medo, medo que elas ainda sentem, medo que cresceu durante 5 anos principalmente em Emma. Medo de nunca tocar sua filha, medo de morrer ao tê-la em seus braços, medo de simplesmente perder a Amy de certa forma. Ela só precisa entender que esse medo não tem significado, ele precisa ser deixado no passado, talvez seja essa a alavanca para o que ela tanta almeja. Se é que você me entendeu.”
Termino com esse trecho que você fala sobre o medo, você pegou na essência algo que eu também concordo. Obrigada por tudo (:
Foi o segundo melhor capitulo dessa fic =D
Fico muito feliz em saber disso, obrigada por ter lido.
Fiquei curiosa pra saber qual é o primeiro.
Beijos!
Esse capitulo chato?? não não eu ameiii .... foi muito lindo!!! Aeee feliz pela volta.
Sim eu consegui entender o capitulo e sem palavras pra descrever. Já estou esperando pelo próximo,tah?!
Olá!!!
Que bom que não achou chato! Bateu uma insegurança dessa vez, mas só tenho leitores incríveis, então sabia que no fundo não estava tão ruim quanto meu senso critico achava.
Beijos e obrigada por ter lido (:
Eu achei o capítulo maravilhoso e a cada capítulo que passa essa fanfic fica mais perfeita!
Obrigada pelo comentário lindo, fico feliz que tenha lido e gostado!
Beijos e até ;)
To aqui aos prantos porque tava com um comentário enorme, e o dedo vai no lugar errado e quando você vê perde tudo o que tinha escrito. Agora eu to numa luta comigo mesma para ver se eu consigo resgatar com a maior fidelidade tudo o que eu tinha escrito anteriormente na fic. Sabe essa fic, esse capitulo,eu li ontem mesmo, na hora que ele foi publicado e meu Deus, eu quase não tinha uma reação física enquanto tava lendo, eu entrei nesse capitulo de corpo e alma. Tanto que eu não fui capaz de escrever uma review coerente ontem e deixei pra escrever hoje, e pelo visto acabei perdendo tudo o que eu escrevi. Mas, vamos lá a difícil tarefa de comentar um dos melhores capítulos de sua fic. Primeiramente eu queria ressalta as gritantes semelhanças com o método de minha professora de psicologia, identifiquei em minha leitura tudo o que ela fala de comportamentos, e eu senti muito isso em seu capitulo. Senti que Archie ao mesmo tempo que desvendava os pesadelos fazia um trabalho de reprogramava a mente dela. E tipo, pra alguém como Regina, é muito coerente essa reprogramação, porque ela esteve durante sua vida toda programada a uma espécie de comportamento, que se refletiu em sua vida toda. E eu ainda estou com tudo muito fresco em minha mente de um curso de auto estima que eu fiz ontem com ela. Que para se ter uma boa auto estima, precisava estar em equilíbrio com você mesma: perdoar pais, pedir perdão a eles, e o mais significativo talvez seja ter tido o exercício de encontrar sua criança interior. Senti isso, aquela criança do pesadelo da Regina, ela a friends interior dela, a inocente, que ainda tinha a pureza, vide pelo fato dela ainda não ter a cicatriz no lábio, então ela ainda tinha em seu coração toda a paz e tal. Essa criança de alguma forma queria mostrar a forma dela se redimir por completo. Ela estar presente ali foi algo tão significativo, cercado de significados para mim. Se de fato, era isso que queria passar, você atingiu com perfeição. Vamos agora a esses pesadelos que devastava Regina cada vez mais. Ele era tão intenso, mexia comigo em cada linha que eu lia, ela enxergava a morte e o sangue, mas como também a vida com a criança interior dela que queria lhe mostrar que era possível sim ela resgatar novamente essa Regina que não tinha dor magoa em seu coração. O choro do bebe, e o fato dela não conseguir chegar até a ele, sem causar algum dano a criança era angustiante. Talvez você a fez usar magia para derreter o gelo, apenas para mostrar que a magia que a corroía de alguma maneira, era por causa da mágica. Meu pensamento isso. Enfim, doía ver a forma que ela acordava depois de cada pesadelo, mesmo ela tendo Emma com ela. Ela não conseguia se desprender disso, não conseguia se abrir pra ela. E de certa forma já estava a abalando em sua vida e ela resolve procurar o Archie. Que perfeita essa sessão, porque Regina contando o sonho e Archie o esmiuçando por completo, foi um dos pontos altos do capitulo. Ver todas as metáforas que estão atras desse pesadelo foi como se eu pudesse entrar dentro do coração de Regina e como assim eu pudesse compreendê-la mais. Esse inverno que a marcou e a forma que a machucou profundamente foi triste de se ler. Ver todas as cicatrizes que presentes nela, a forma que Cora manchou uma criança de seis anos chega a ser doentio. A dor de Regina, e a forma que ela queria se sentir uma criança. Mesmo sendo uma, ela não podia se comportar como uma. Nesse capitulo, meu Deus você a desvendou tão bem. Que eu ainda estou impactada pelas suas palavras. Pela forma genial que você conduziu tudo. Amei a parte que Archie disse pra ela deixar nevar no sonho, foi muito interessante, porque ela não interferia com a mágica, e conscientemente não faria o que deixou seu coração tão escuro. Enfim, ela então faz o que o Archie disse e pega a Amy no colo. Cabelo loiro e olhos azuis, eu já sabia logo que se trata de nossa menina ( eu me apropriando, mas eu já a enxergo como alguém íntimo) e ver a forma que ela se acalmou na hora que estava nos braços de Regina. A criança interior dela apareceu novamente e foi uma bela cena, ver como esse terrível pesadelo se transformou em algo tão belo e lindo. Uma nova vida faz isso. Amy já ta intercedendo por Regina antes mesmo de existir. E é tão mágico. Intenso. Dai a minha dificuldade de tentar encontrar em palavras esse show de intensidade que você deu. Quando ela acorda então. E a neve caindo em pleno outono. Setembro. E o relato de Emma que a fez ver que Emma conseguiu enxergar a beleza do inverno mesmo com algo que poderia ser considerado traumático foi lindo demais. E sim, eu reparei que a noite foi a concepção de nossa bonequinha. Acho que ficou perfeito do jeito que ficou. Acho que não coube exatamente do jeito mágico que foi. E uma cena pra se transmitir a sensualidade não precisa de descrições enormes e você fez perfeito, transmitiu uma sensualidade da melhor forma possível. Desculpe se minhas palavras estiverem sem coerência, mas eu sinto que eu precisava dizê-las. Essa fic ela me conquista cada dia mais. Eu fico aguardando com ansiedade por ela, pois eu sei que ela me surpreenderá e não digo nenhuma novidade, mas mais uma vez estou tocada por tudo o que disse. Parabéns!!!
Miiih, tu não faz ideia o quanto seus comentários me enriquece, é ótimo pode ler de alguém com uma carga profissional como a sua (posso dizer assim?), teus comentários me fazem afundar (mais do que eu já estava) no capitulo que já estava escrito e de refletir nos que estão por vir. Muito obrigada por isso.
Nem vou me aprofundar nessa tua analise do encontro com a Regina e sua versão infantil, acho que você fez isso divinamente. Muito obrigada, você está certa, é difícil escrever sem tentar passar uma mensagem, caso contrario ficaria a cada paragrafo uma “lição de moral” e acho que perderia o sentindo, já que Regina (no meu ponto de vista) está sempre se redescobrindo, se posso colocar dessa forma.
Mas enfim, cada um de vocês veem os capítulos e a historia de uma forma quase que particular e isso é ótimo.
Essa cena da criança, do choro do sangue é cheia de significado mesmo, ai eu volto na tecla de não querer deixar tão explicado. Deixo essa parte com vocês, sei que vocês Evil Regals se identificam com a Regina a ponto de se colocarem no lugar dela. Concordo com a parte da magia, acho que é devido a mãe dela, mas pra mim a magia não é de todo modo mal.
Eu não queria ser tão dura com o lance da Cora, mas acho que não poderia ter sido de outra forma. Acho uma personagem incrível, porém de difícil compressão, até hoje eu me martelo tentando entender a Cora.
Obrigada pelas analises tão profundas e por sempre me ajudar a ver toda a historia sempre de um novo ângulo.
Me emocionou muito seu comentário, fico feliz que tenha leitoras tão carinhosas e de saber que a historia toca de uma forma tão intensa.
Um beijo enorme.
O que mais gostei:
Quanta perfeição! A neve deixa tudo mais mágico, ainda mais se vc pensar nos flocos de neve... Pena que no Brasil não neva (ou pelo em 90% dele)... Regina tem seus problemas, mas pelo menos tem alguem que a ama, independente
Aaaah sim, amo esse lance da neve, nunca vi, mas deve ser linda de se ver, mas não de enfrenta-la rs
Sim, Regina é cheia de marcas, um passado carregado de dores, mas a família que ela tem agora apagou todas essas marcas... Acho que esse lance de deixar a neve cair, cobrir tudo, é uma forma de simbolicamente (ou não) mostrar a Regina que Snow não teve culpa do que aconteceu e de que perdoa-la é uma forma de recomeçar. E tambem eu gosto da ideia de que a neve é toda branca, completamente branca, vazia, o que dá uma oportunidade imensa pra que Regina simplesmente preencha esse vazio com uma nova historia (ou capitulo).
Obrigada por sempre acompanhar ^^
é tudo lindo, tudo perfeito e pela primeira vez eu consegui segurar o choro,, e isso é bom, pq foi um cap feliz... vendo os frutos de se atacar os medos.. e SwanQueen é muito amor! ♥
Aaaah, aguarde capítulos bons e guarde as lagrimas pra chorar de felicidade (:
Medo é um vilão extremamente poderoso, mas também muito fácil de ser derrotado. Regina percebeu isso e o enfrentou, e como resposta ela conseguiu tudo o que queria... mas que na verdade ela já tinha ;)
Muito feliz que tenha gostado, obrigada por comentar!
Swan Queen é♥²Adoreiiiii, essa parte se encaixou perfeitamente na história. continuaaaa
Heeey, obrigada por ler!!!
Feliz que tenha achado isso, um beijo enorme e continuo sempre (:
Ai Marina, depois de tanto tempo, ler esse capítulo me fez relembrar o quanto é bom e gostoso ler essa Amy. Desta vez implícita como vc diz, mas toda essa fic é ela, sem dúvida. Sua essência, seu imenso significado e todo o amor e coragem necessários pra se "deixar nevar" ... chato? Tá doida. Eu completamente me tornei a apaixonar por essa história de novo nesse capítulo tão singelo, do mais puro e bonito que pode existir.
E vc tem razão, tanta coisa que foi contada e explicada, traumas processados e digeridos, e novos começos estabelecidos, foi tudo tão bem mostrado, e de uma forma única, aquela que só vc sabe fazer, que eu fiquei com um sorriso bobo quando vi a direção que vc tava tomando durante a escrita. Amei muito, adorei a cena com Archie, achei que ele foi verdadeiramente bem colocado no capítulo e no tempo e espaço, seu jeito estava lá, completamente visualizei. A forma como vc contou todo o pesadelo, pura poesia... a criança que pisava no chão e gerava papoilas, a adulta que transformava tudo a sua volta em morte. Adoro tanto as suas metáforas, comparações, formas figurativas de se expressar, e nesse aspecto, essa fic é de fato perfeita.
Meus sinceros parabéns, pelo que já foi escrito e pelo que ainda será, mas acima de tudo, pela amabilidade em partilhar esse presente com todos nós. Sua (nossa) Amy *__*
Todos os comentários são mais do que merecidos, toda as palavras insuficientes pra expressar todo o sentir que vc nos doa, atualização após atualização.
=D
Tania sua linda, pare de ser assim. Mentira, não pare. Muito obrigada por ler e por tudo, pelo comentário lindo e principalmente pelo carinho.
Pois é, vocês incentivam tanto que eu não pare que eu não vou parando, e a cada capitulo fico cada vai mais profunda a historia e as emoções que eu não sei mais pra onde eu estou indo...
Mas saber que vocês ainda leem e que gostam e que analisam de forma mais profunda do que eu poderia fazer, me alegra.
Obrigada novamente por permitir que eu continue a escrever a historia da minha (nossa) Amy (:
Porra! Você poderia demorar a eternidade se prometer a postar capítulos perfeitos como esse!
Primeiro eu achei foda essa alusão ao inverno e as coisas sombrias que aconteceram na vida de Regina e como ela se sentia... Achei brilhante tudo isso...
E tenho que dizer que a forma como elas se declararam uma para outra foi perfeita... "Você pode ficar?" "É claro que eu fico!", as vezes o velho conhecido "Eu te amo" não funciona muito... E a demonstração de amor e afeto que as duas mostraram falaram "Eu te amo" uma para outra de uma forma que só elas poderiam ouvir...
O que mais me chamou a atenção foi: "Deixa nevar"... As vezes precisamos disso... Precisamos deixar que as coisas aconteçam sem a nossa interferência... As vezes precisamos deixar chover, deixar nevar para que possamos nos conhecer e conhecer as pessoas em nossa volta... E a neve nem sempre é tão fria, as vezes ela pode ser acolhedora, ainda mais quando descobrimos que a culpa não está nas estações do ano, não está nas pessoas em nossa voltas... As vezes nós somos os responsáveis... então Regina deixou nevar e a neve se revelou uma grande e feliz surpresa...
E eu pude enxergar a Amy... Ela estava lá... Sempre esteve... Ela é aquela menina que precisava de ajuda e que Regina pegou em seu braços, e viu sua versão criança dizendo que a veria novamente, se ela deixasse nevar...
As vezes precisamos voltar ao passado, ao começo para podermos enxergarmos quem nós somos agora... E fazer isso é complicados, pois veremos nossos erros que tanto nos esforçamos para esquecer... Visitamos antigos escombros em nossos corações, e feridas antigas se abrem (mesmo que por pouco tempo), mas essa volta ao passado é apenas o começo de um futuro promissor... O começo de uma nova vida... como diz: "A pessoa que não conhece sua história, está fadada a cometer os mesmos erros"...
É isso... Adorei... Amei... Sua fic me faz pensar em coisas que eu as vezes finjo esquecer...
Eu não sou muito melosa, não curto todo esse lance muito eu te amo. Acho que existem formas alternativas e pessoais de dizer eu te amo... queria introduzir de alguma forma isso no capitulo e na vida delas duas ^^
“O que mais me chamou a atenção foi: "Deixa nevar"... As vezes precisamos disso... Precisamos deixar que as coisas aconteçam sem a nossa interferência... As vezes precisamos deixar chover, deixar nevar para que possamos nos conhecer e conhecer as pessoas em nossa volta... E a neve nem sempre é tão fria, as vezes ela pode ser acolhedora, ainda mais quando descobrimos que a culpa não está nas estações do ano, não está nas pessoas em nossa voltas... As vezes nós somos os responsáveis... então Regina deixou nevar e a neve se revelou uma grande e feliz surpresa...”
Acho que eu nem preciso comentar nada. Tu disse tudo aqui, de forma muito linda, alias. Amei muito teu comentário, foi direto ao ponto e me fez refletir muito. Muito obrigada pelo carinho e por acompanhar essa historia.
Beijos enormes.
Nossa, essa capítulo foi perfeito! Seu eu pudesse eu recomendava a historia de novo!
Foi incrível!Eu chorei grande parte do capítulo, senti falta da Amy sim, mas percebi que ela estava bem presente...
Sobre o que estava escrito na placa, sim eu procurei no google.. hehe
Mas tipo o capítulo mexeu comigo de uma certa forma que eu nem sei explicar
Está de parabéns!
Beijossss!
Obrigada pelo feedback, é incrível saber como os capítulos mexem com os leitores, sei que as vezes é difícil colocar sentimentos (quando são nossos) na escrita. Mas obrigada por ter escrito mesmo assim ^^
Desculpa pelas lagrimas e nos próximos capítulos Amy estará de volta.
Beijos enormes
Porque? Oh... Céus... porque? Eu realmente gostaria de descobrir o que leva um autor competente e incisivo, levantar a hipótese do seu texto não ser (estar) bom... não ter ficado de acordo, ou ideal... quando ele simplesmente está (é) perfeito!!! (só pra constar, existe uma sutil diferença entre ser, e estar) A sua escrita É, perfeita e certeira. Certa vez eu disse a pra minha amiga que ela estava bonita, pra logo em seguida corrigir, e colocar de outra forma. Eu disse: Me desculpa, ,me expressei errado, não é uma questão de estar, é uma questão de ser, você não esta bonita, você é bonita.
Olha Senhorita Green, eu não a leitora mas sensível que acompanha sua escrita. O que posso dizer, e já disse, é que eu me projeto na Amy, por desejar ter “as coisas” que ela tem, e que eu, de certa forma, joguei pela janela.
Mas esse capítulo... esse pesadelo da Regina, só me faz ver o quão espetacular é sua mente, sua visão das coisas... e sua alma.
Você traz na escrita coisas tão peculiares, que eu só posso afirmar que elas procedem da alma!
A Regina é meu personagem favorito, e isso é absoluto. Ela é tão profunda. E você sabe aproveitar isso tão bem. Eu a vejo com alguém que nunca se perdoou, que não sente o direito de ser feliz, ela demonstra ser resistente a felicidade por se achar não merecedora dela.
Ela sente todas as culpas(do passado)... isso se confirma quando na chegada da Rapunzel, acusada pela Emma, de ter tirado a felicidade de todos, incluindo a dela. Que se ela não existisse, Emma e os outros seriam completos. A Regina tem isso tão cauterizado dentro de si, que em nenhum momento, ela questiona, ela simplesmente aceita.
A Amy vem pra mostra-la, que todos os seus “pecados” a fizeram chegar onde ela esta, a alcançar tudo que ela alcançou, e que sim, ela merece felicidade e perdão. Esse inverno, a aceitação desse inverno, traz a possibilidade dela ser feliz de forma plena. E trouxe Amy pra sua vida.
Esse capítulo é uma preciosidade. Existem milhões de fatores, de detalhes para serem apontados, eu sei que as outras leitoras, poderão aponta-los de forma mais concisa do que eu. Mas seu não poderia deixar de vir, e dizer o quanto você faz a Regina ser tão original, tão única e perfeita.
Parabéns mais uma vez, mais um dia, mais uma parte perfeita dessa linda história. Beijos.
Dreaming, peço desculpas logo pelo lance do “não achei perfeito” rs Mas é que esse capitulo ficou bem diferente do que eu imagina, mas ainda assim ficou exatamente como eu queria. Entende? Rs Foi difícil escrever e eu nunca fico insegura com a historia, pq antes eu reflito muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito antes de escrever. Você pode perceber isso pela demora entre uma atualização e outra, eu reflito muito no que vou escrever. Não tenho pressa, embora sei que vocês querem que acabe logo...
Você já disse que se projeta na Amy, acho que eu me projeto na Regina ou na Emma, não sei bem. Mas as vezes fica mais pessoal do que eu queria e isso é ruim, pra mim, que estou escrevendo... Enfim, não sei pra que caminho Amy vai te levar, mas eu espero que sua projeção nela seja de grande ajuda... não sei.
Eu gosto muito da Regina, escrever no POV dela é um desafio em todos os níveis... tem coisas nela que me incomoda e uso isso pra desenvolve-la na historia. Concordo com você sobre ela achar que não merece a felicidade, sobre nunca se perdoar e acho que uma coisa puxa a outra... Ela não se perdoa, pq sabe que isso vai liberta-la e essa liberdade vai trazer a felicidade e ela simplesmente não faz isso pois acha que não merece...
E isso o que você disse da Regina simplesmente aceitar a acusação da Emma é tão profundo e tão verdadeiro, e eu acabei que reassistindo alguns episódios e tem um episodio que Emma é tão grossa e diz umas coisas pra Regina e ela não ataca de volta. Ela nunca ataca Emma de volta, ela a ouve e ela não a responde, pq sabe que é verdade. Pq aceita que ela é um monstro...
Obrigada por ler e por comentar e obrigada pelo carinho ^^
Você sabe que eu amo a Amy, que eu sou completamente apaixonada pela Amy. Não, completamente não, porque a cada capítulo você faz eu me apaixonar por ela um pouco mais, mas enfim, eu a amo. Mas também amo quando você nos conta sobre esses momentos da Emma com a Regina antes da chegada dela. Você já contou algumas coisas, mas sempre queremos saber mais. Eu pelo menos, tenho curiosidade, então fique a vontade pra nos contar mais coisas antes da Amy quando quiser, ok? Adorei saber sobre a primeira vez delas. E achei bonitinha a forma delas de mostrar que se amam e querem estar perto. Sabe, eu penso o seguinte. Muita gente diz "eu te amo" sem saber o que é isso e principalmente, sem sentir isso. Então prefiro frases simples ou atitudes simples que demonstrem o sentimento do que a própria frase carregada de vazio. Porque se a gente for parar pra reparar, muitas vezes o "eu te amo" está ali nas pequenas atitudes do dia-a-dia e isso pra mim é mais importante. Sobre o pesadelo da Regina. Gente, enquanto eu lia o que você escreveu, eu sentia o desespero e a agonia dela aqui. Sabe quando parece que seu coração vai se comprimindo e ficando pequeno? Você já teve essa sensação? Nossa, imaginar a Regina em uma cena como essa, ajoelhada diante os corpos que foram vítimas dela e pedindo perdão... isso é demais pro meu coração de fã. Sofri com ela e por ela nesse momento. Aliás, sofri com ela o sonho inteiro. Sofri porque me coloquei no lugar dela vivendo isso e nossa, foi muito agoniante.
Acho que esse foi um dos capítulos que mais mexeu comigo, que me fez pensar, sabe? E eu adoro os seus capítulos por esse motivo. Porque sempre vamos além do que está escrito aqui. Nunca é só a história da Amy, Regina, Emma e Henry. De alguma forma, o que eu vivo ou já vivi, ou que eu sinto ou já senti, o que eu quero e o que não quero, todas essas coisas se encaixam aqui também. E agora, enquanto releio esse capítulo pela sei lá que vez é essa, presto mais atenção em uma frase que o Archie diz pra Regina. Ele fala "Eu só estou lhe dizendo isso para que você entenda que às vezes a natureza encontra uma forma de trazer vida onde nós humanos enxergamos a morte." E é exatamente assim. Digo isso no sentido de que a natureza (que eu sempre chamo como a vida mesmo) nos dá um motivo pra continuar quando a gente acha que não tem mais nenhum. Não sei se você já passou por um momento onde estava tão desesperada que não conseguia enxergar nada além do próprio desespero e achou que aquele fosse o fim. Mas daí, sabe-se lá de onde, surge uma esperança, um motivozinho, uma luz no fim do túnel, uma intervenção divina e te mostra que existe algo além do seu desespero. Que existe algo além daquilo pra te mover e que aquele não é o seu fim. Então onde existia o desespero, existe agora uma esperança... do melhor, de ser melhor, de fazer melhor. Depende do momento. E como diz o Archie também, não sei se você conseguiu me entender, rs. E nossa, a parte em que a Regina conta pro Archie sobre o inverno e em como ela ganhou a cicatriz foi de partir meu coração. Sério, eu ia lendo e a cada linha eu chorava mais. Não sei quantas vezes eu tive que parar nesse capítulo pra respirar fundo e me recompor. Foi difícil, acho que por esse motivo eu demorei mais que o normal pra vir comentar. Mexeu comigo de uma forma que eu não consigo colocar em palavras e agora, mesmo depois de já ter chorando horrores quando li a primeira vez, estou chorando de novo. Talvez seja porque me faz lembrar do que eu sou e não quero ser, do que quero ser e não tenho coragem de ser, do que não fui e queria ter sido.
E como eu já te disse no twitter, "Deixe nevar." é minha nova frase preferida. Tão perfeita, tão profunda que se eu tivesse coragem tatuaria ela. (E hoje, vendo uma revista descubro que o John Green - um dos meus autores preferidos- junto com mais 2 escreveu um livro chamado "Deixe a neve cair". Eu apenas surtei quando vi e lembrei de você que me deu uma nova frase favorita.) E acho que no final das contas, "Deixe nevar" tem o mesmo significado de deixar as coisas acontecerem, certo?
Awn, eu ainda estou procurando palavras pra descrever o quão linda foi as partes a partir de quando a Regina chega em casa depois da sessão com o Archie. O sonho dela de novo, só que com um final e ela realmente entendendo o motivo daquilo tudo. O bebê que ela segura, é a Amy? Porque bem, ela estava segurando o bebê, daí a garotinha acaricia ele e quando se afasta, o bebê some e sobra só a manta que tinha penas brancas. E aí, enquanto ela está na cama observando a Emma, ela encontra uma pena que no meu ver é sinal de que ela vai ver aquele bebê novamente, que no caso é a Amy. É isso? E olha, também sempre tive curiosidade pra saber sobre o dia em que a Amy foi concebida, então obrigada por nos contar. Foi um dia muito significativo pra Emma e pra Regina. E, acho que nem preciso dizer o quanto amei mais esse capítulo, né!? Foi incrível!
Meu deus que vergonha!!! Pq eu não respondi esse teu review?! Mil perdoes D:
Fiquei extremamente sem graça agora de não ter te respondido, foi um dos que mais me marcou, vc citou/disse varias coisas ao longo review que me assombrou (não de uma forma ruim) ao longo dos meus dias, pois foi um final de ano extremamente conturbado. Como por exemplo dizer um eu te amo sem necessariamente dizer, acho que Regina tinha sérios problemas com seus sentimentos, tanto na parte de demonstrar, como na parte de sentir... Emma veio do lugar mais inesperado, criando um espaço dentro dela e a fazendo todas essas coisas que ela nunca sentiu com tanta intensidade como sentiu com ela.
Quanto a se colocar na cena, quando eu vou escrever, eu fecho os olhos crio primeiro o cenário e repasso as frases inúmeras vezes (algumas dela em voz alta, a primeira sempre em inglês), então só escrevo quando eu me sinto mesmo na cena e fico muito feliz que vocês conseguem isso apenas na leitura do capitulo. Já que as vezes eu sinto que eu mês esforço até demais pra construir um capitulo, apesar de na hora de escrever sair com mais facilidade. É legal saber, mesmo que seja cruel com vcs e até mesmo um pouco sádico... mas é interessante vê essa troca.
Vc disse que foi um dos capítulos que mais mexeu com vc e eu digo que foi um dos que eu mais me coloquei nele, ficou tão pessoal que eu nem deveria ter postado... mas acho que só quem realmente me entende e me conhece pegaria as sutilezas que eu fui deixando ao longo do caminho. Na vida real as coisas são bem mais complexas e os sinais bem mais difíceis, ne? Eu geralmente os caço, caço os sinais que a vida vai deixando, pq caso contrario eu sempre viveria no escuro e em depressão. Fico sempre buscando um motivo, sem esperar que ele venha, sempre achando que as coisas não são coincidência, mas que estão ali por um motivo e os crio para mim. Na fic, eu posso simplesmente colocar os sinais lá e deixar um significado explícitos pra eles, na vida não... Acho que é por isso que nós gostamos tanto de historias, elas têm mais significados visíveis aos olhos já que estão escritos em palavras, a vida tudo é símbolo.
Eu nunca tinha pensado em dar um sentido a cicatriz, mas a historia foi crescendo em minha mente e eu senti a necessidade de fazer isso, queria também trazer Cora de volta de alguma forma. Cruel a forma que eu escolhi, eu sei...
“Mexeu comigo de uma forma que eu não consigo colocar em palavras e agora, mesmo depois de já ter chorando horrores quando li a primeira vez, estou chorando de novo. Talvez seja porque me faz lembrar do que eu sou e não quero ser, do que quero ser e não tenho coragem de ser, do que não fui e queria ter sido.”
Reler esse review e só responde-lo agora, me fez reler o capitulo também, me fez voltar ao dia que eu o escrevi e para os últimos meses da minha vida. Eu estava/estou nesse lugar muito sombrio, sabe? Eu me questionava esses pontos que você citou, o que eu sou, o que eu quero ser, o que eu não tenho coragem de me tornar e o que eu realmente gostaria de ser/estar. Eu lembro que meses atrás eu andava por ai sem rumo – literalmente – e depois que eu publiquei esse capitulo eu fui a esse lugar que eu sempre vou quando eu quero desistir da vida. Eu sempre escolho esse lugar, pq ele me faz passar por lugares que eu amo, como por exemplo o mar...
E toda a vontade de desistir, todo o desespero, todas as angustias que eu sinto, simplesmente se afogam quando eu sinto o cheiro do mar... Então eu acabo terminando nessa loja, onde sempre toca essa musica que eu gosto (sempre toca qd eu vou lá, é ridículo até)... Era época de natal e tinha todos esses enfeites de bonecos de neve e aqui a gnt nunca monta nada, o que torna a época bem triste e nesse dia eu estava extremamente triste. Então tinha essa fileira enorme de guirlandas, escrito: “let it Snow”... vários e vários bonecos com a mesma mensagem repetidas vezes e a primeira coisa que eu lembrei foi de vc e do livro do John Green... E meio que eu refleti minha vida inteira naquela loja, enquanto minha musica favorita tocava e essa única mensagem estava estampada em minha frente. Eu queria apenas desistir da vida aquele dia, mas eu então eu lembrei da minha vó, pq ela é dos motivos pelo qual eu odeio qualquer coisa que fale sobre câncer... Odeio a forma que eles tratam, odeio o fato de que no final todos eles morrem, como se não existisse esperança pra essa doença. Esse é um dos motivos pelo qual eu nunca li John Green.
Enfim, lembrar da minha avó me fez lembrar da luta dela, do quanto ela simplesmente não desistiu, mesmo sem responder a nenhum tratamento, ela ainda lutou... E eu bem e saudável, com problemas tão pequenos comparados ao dela. Me senti tão pequena e tão envergonhada qd eu sai de lá, mas também me senti cheia de esperança... E quando eu cheguei a rua, tava chovendo, eu simplesmente tirei meu casaco da chuva e voltei pra casa. Não temos neve aqui, então eu talvez nunca vá sentir literalmente o que é deixar a neve cair, então eu deixei a chuva...