Já tive uma discussão assim com meu noivo, mas não começou com mesa, começou com laranja e, por incrível que pareça, acabou com a não existência de deus. Acho que todo mundo já deve ter tido essa reflexão meio louca, mas creio que possa ser até lógica... ou sei lá. Enfim, gostei da fic e obrigada por me deixar aqui, as 4 da manhã, de volta com meus pensamentos insanos. :)
Ah, a liberdade! Uma maravilha de tantas faces, sem um significado próprio, sempre imposta pelo querer dos outros... E essa discussão? Quem nunca fez perguntas desse tipo? Eu admito já ter entrado numa guerra dessas, não me lembro de como começou ou terminou mas... Pois é e-e
Adorei a fic!
B
Bilbel
Eu adorei a discussão, já pensei bastante em coisas assim, hoje estava me perguntando porquê quem fez o relógio não usou números inteiros, deve ter uma explicação, deve ter. Tem uma história de um garoto que simplesmente chamava as coisas como achava adequadas, a cadeira era o sentador, por exemplo.
Bem... confesso que não deveria ter lido esse diálogo agora, tão tarde da madrugada XD Preciso acordar cedo e simplesmente não vou conseguir dormir mais, pensando neste diálogo entre o que suponho ser uma garota e sua terapeuta...
Vou ficar matutando, tentar compreender se há algo nas entrelinhas. E sobre esta questão da conceituação, dos nomes. Isso me remete tanto a uma ideia do existencial. O que é o existencialismo, afinal?
O que compreendo de imediato é uma boa análise e traços bem claros da filosofia na one =3
Me fez pensar nas ideias que aprendi sobre o Materialismo Dialético e tal... como minha professora costumava dizer, "nada é; tudo está sendo". Então, segundo essa linha, um lápis de fato não é um lápis. Ele apenas está sendo um lápis. E pode vir a ser deus. E pode vir a ser tartaruga, que pode vir a ser Jó, que pode vir a ser mesa...
Estou encantada com o final da fic. Vou pensar e provavelmente sonhar com ele, tentando descobrir algum novo sentido oculto, alguma brincadeirinha de palavras ahahah
No mais, adorei! É bom ler textos assim, que demonstram simplicidade em berço de sabedoria, reflexão, ousadia e inovação. Me pergunto se a autora se identifica especificamente com alguma das personagens. Minha aposta vai para a paciente ahahah
Já tive uma discussão assim com meu noivo, mas não começou com mesa, começou com laranja e, por incrível que pareça, acabou com a não existência de deus. Acho que todo mundo já deve ter tido essa reflexão meio louca, mas creio que possa ser até lógica... ou sei lá. Enfim, gostei da fic e obrigada por me deixar aqui, as 4 da manhã, de volta com meus pensamentos insanos. :)
Não sei explicar o que é, mas me sinto absurdamente maravilhada toda vez que leio o que você escreve.
O final me derreteu por dentro.
Esses questionamentos levantam questões interessantes. Nunca tinha pensado nisso, e faz sentido!
Eu me perguntei se os pássaros se chamam de outra coisa entre si, mas foi uma questão boba, porque, afinal, eu não chegaria a lugar algum.
Ah, a liberdade! Uma maravilha de tantas faces, sem um significado próprio, sempre imposta pelo querer dos outros... E essa discussão? Quem nunca fez perguntas desse tipo? Eu admito já ter entrado numa guerra dessas, não me lembro de como começou ou terminou mas... Pois é e-e
Adorei a fic!
Eu adorei a discussão, já pensei bastante em coisas assim, hoje estava me perguntando porquê quem fez o relógio não usou números inteiros, deve ter uma explicação, deve ter. Tem uma história de um garoto que simplesmente chamava as coisas como achava adequadas, a cadeira era o sentador, por exemplo.
Bem... confesso que não deveria ter lido esse diálogo agora, tão tarde da madrugada XD Preciso acordar cedo e simplesmente não vou conseguir dormir mais, pensando neste diálogo entre o que suponho ser uma garota e sua terapeuta...
Vou ficar matutando, tentar compreender se há algo nas entrelinhas. E sobre esta questão da conceituação, dos nomes. Isso me remete tanto a uma ideia do existencial. O que é o existencialismo, afinal?
O que compreendo de imediato é uma boa análise e traços bem claros da filosofia na one =3
Me fez pensar nas ideias que aprendi sobre o Materialismo Dialético e tal... como minha professora costumava dizer, "nada é; tudo está sendo". Então, segundo essa linha, um lápis de fato não é um lápis. Ele apenas está sendo um lápis. E pode vir a ser deus. E pode vir a ser tartaruga, que pode vir a ser Jó, que pode vir a ser mesa...
Estou encantada com o final da fic. Vou pensar e provavelmente sonhar com ele, tentando descobrir algum novo sentido oculto, alguma brincadeirinha de palavras ahahah
No mais, adorei! É bom ler textos assim, que demonstram simplicidade em berço de sabedoria, reflexão, ousadia e inovação. Me pergunto se a autora se identifica especificamente com alguma das personagens. Minha aposta vai para a paciente ahahah
Beijons~