Comentários em “Ady Nower.”: “Capítulo 6”

Belle Duchannes

Até que enfim me atualizei! Já acompanhava há um tempo, mas graças a faculdades e trabalhos... não tive tempo!

É muito raro eu gostar de histórias de época, mas a sua me cativou totalmente. Ela é doce, e com uma linguagem que mesmo sendo de tal data, é refrescante e não é cansativa. Parabéns, sério mesmo *u*

V in Wonderland

Estimada Escritora...

De fato, não seu com exatidão por onde começar minha desculpas. Elas são tantas, de tão distintas maneiras que se sucederam os causos que me impediram de ler suas fantásticas palavras... No entanto, de maneira geral, os obstáculos que se desenvolveram ao longo destes meses de quietude foram causados por minha falta de tempo; uma vez que dediquei todo aquele que o tinha não à leituras, mas, sim à estudos decorridos dos vestibulares os quais se precipitavam neste final de ano. Infelizmente, não obtive sucesso em minhas tentativas, o que me força à dizer que no próximo ano minha rotina será ainda mais puxada. Contudo, esforçar-me-ei para garantir minhas leituras nesse breve recesso, enquanto as aulas do curso pré-vestibular não começam uma vez mais para mim. Desculpe-me realmente se, de alguma forma, imaginou que abandonei Ady Nower. Não foi minha intenção de maneira alguma transpassar esta imagem para a senhorita escritora. Prezo muito por sua indescritível capacidade de escrita, seus comentários, críticas e conversas que discorremos através das mensagens privadas. Sendo assim, tudo o que me resta à fazer é pedir por seu perdão, e - caso não seja um abuso da minha parte - pedir, por gentileza, um pouco de paciência. São necessários tortuosos sacrifícios para conquistar aquilo que almejo...

Bem, espero que não esteja enferrujada ao dizer-lhe algumas palavras sobre o capítulo que acabo de ler. Primeiramente, devo ressaltar - já de antigos comentários - que sua escrita definitivamente me encanta! É algo - até - difícil de se descrever, uma vez que as sensações que me acometem são tão particulares e peculiares - tendo em vista que cada leitura repercute em minha mente de uma maneira distinta da outra -. Creio que com este capítulo, uma nova fase na vida da pequena Thalía se inicia... Pessoalmente, tenho minhas suspeitas quanto à estas garotas novas - com excessão de, é claro, Molly... Afinal, ela toca piano, não deve ser uma pessoa ruim por isso (risos)... Estou apenas brincando, males de pianista. - Enfim, fiquei bastante intrigada com a composição de Beethoven tocada. São estes meros e ínfimos pormenores que me agradam na leitura, uma vez que leitores mais leigos - desconhecedores das maravilhas da música erudita e clássica - podem aprender; assim como aqueles que já desfrutam de tal prazer podem ter um novo detalhe à agregar ao ambiente criado em nossas mentes enquanto lemos a história. Tenho certeza que a senhorita tem um plano particular para cada uma destas personagens apresentadas, e seus respectivos papéis ao longo da narrativa, bem como as representações e mensagens por detrás de cada figura.

O jovem Dylan realmente é bastante envolvente, em especial pela descrição feita. O que deixa à nós - leitores - ansiosos com o que se passará com o rapaz e a jovem garota violinista. Acredito que ainda é cedo para discorrer conjecturas e mais conjecturas; sendo assim, limito-me à dizer que estou bastante animada com o compasso tratado da história e minha mente anseia por futuros acontecimentos. Todos, logicamente, narrados com sua peculiar escrita, os quais não poderiam ser de outra maneira.

Atenciosamente e com as mais sinceras desculpas,

V.