Hey, amigo. Hoje tirei o dia pra reler toda a sua história. Algo martelou na minha cabeça quando li o segundo capítulo e tinha "Meu nome é Carlos Eduardo, tenho dezoito anos e curso o terceiro ano do ensino médio (ou deveria dizer ‘cursava’?). Baixo, caucasiano, olhos escuros como os cabelos desgrenhados. Óculos, raquitismo e olheiras. Estudo (ou ‘estudava’?) num colégio público cujo nome talvez não possa ser aqui escrito por motivos de difamação."
Se minha vida fosse uma dessas histórias em quadrinho, uma lâmpada estaria acesa na minha cabeça no momento em que terminei de ler.
Vários trechos ao longo dos capítulos me chamaram a atenção.
"Tem o ginásio e as quadras. Não costumo jogar futebol, sou desse tipo de jovens “das artes”, entende?" O jeito como se apresentou e a incrível habilidade em desenhos que Enzo tem (ou tinha, realmente estou confusa enquanto a isso). Acho que já percebeu a pergunta nas entrelinhas.
Já no terceiro capítulo, você me diz "E nunca mais os vi felizes daquele jeito." "Quero ser real."
No quarto capítulo, tem um trecho que diz "Distraía-se com um lápis extremamente bem apontado, daqueles de ponta grossa, 6B ou HB. Fazia desenhos num caderno de folha parda, ao lado de uma pilha de outros lápis pretos." E nesse de hoje, a última frase foi "Enzo gostava de seus desenhos em preto e pardo".
Ainda no quarto capítulo, a frase "Eles nunca pararam." me chamo MUITO a atenção.
(Do episódio quatro ao treze dizia "[Este capítulo não está mais disponível: esta história está em processo de registro formal]" e eu fiquei um pouco assustada com isso.)
Enfim, tudo o que eu disse pode ser só mais um de meus devaneios. Acho que já me conhece o bastante pra saber que minha imaginação é um pouco fértil demais.
Ou não.
Talvez eu tenha descoberto algo em relação ao tão misterioso Enzo. Talvez.
E como se não lhe bastasse ser o talento em pessoa para escrever uma fantasia, tu ainda me vens e me fazes isso?! Pintchi, ainda há de haver uma palavra para definir este orgulho que sinto toda vez que leio um review seu. Primeiramente, obrigado pelo carinho, pela atenção e, principalmente, pela leitura. Você é uma das leitoras que mais propulsionou meu árduo trabalho de contar minha própria história para o mundo. Obrigado mais uma vez.
Segundo, vou falar de sua teoria (que já poderia ser chamada de "lei", se você quer saber). Você provavelmente chegou no ápice do entendimento desta minha pequena obra. Estes pequenos trechos em que escrevo coisas como "E nunca mais os vi felizes daquele jeito", "Quero ser real", "Eles nunca pararam", são o ponto-chave de 'O LIMITE'. Eu já esperava que você fosse percebê-los, mas não tão rápido e tão cedo. Como sempre você me impressiona com sua atenção e minuciosa leitura.
Você está no caminho certo.
Durante toda a narrativa eu nunca dei a certeza de que a situação em que todos os personagens se encontram é, de fato, a situação em que se encontram hoje. Essas pequenas dicas estão ao longo da história porque, eventualmente, tudo vai ficar evidente: a história vai ficar clara e toda a origem desta incerteza será escancarada - no Limite d'O Limite.
E podes ter certeza: descobriste sim algo em relação a Enzo. Pode não ser exatamente o que você está pensando, mas é por aí. Tudo tem um motivo aqui.
E me orgulha muito você ter percebido antes de todo mundo. Mesmo.
E sobre a mensagem a partir do episódio quatro, vou lhe explicar: a obra está passando por um registro formal na Biblioteca Nacional, portanto não sou permitido postar todos os capítulos iniciais dela. Por isso decidi "bloquear", por assim dizer, os outros capítulos, para que apenas os leitores que realmente leem o que escrevo e que acompanham desde o início tenham o martírio de entender o que você agora entende.
E eu só tenho a agradecer infinitamente pelo apoio.
Quando o registro estiver terminado, postarei novamente os capítulos aqui até o final, e aí você entenderá.
E até lá.
Com carinho,
Carlos Eduardo.
~ esta resposta, a maior do meu Nyah! até agora, já está maior que o próprio capítulo de que estamos falando. 392 palavras. ~
Capítulo curtinho mas que mostrou o sentimento dividido do narrador em relação ao querido Enzo. Ele (o narrador) já sabia que algo podia sair errado, na minha singela opinião. Vamos ver.
Hey, amigo. Hoje tirei o dia pra reler toda a sua história. Algo martelou na minha cabeça quando li o segundo capítulo e tinha "Meu nome é Carlos Eduardo, tenho dezoito anos e curso o terceiro ano do ensino médio (ou deveria dizer ‘cursava’?). Baixo, caucasiano, olhos escuros como os cabelos desgrenhados. Óculos, raquitismo e olheiras. Estudo (ou ‘estudava’?) num colégio público cujo nome talvez não possa ser aqui escrito por motivos de difamação."
Se minha vida fosse uma dessas histórias em quadrinho, uma lâmpada estaria acesa na minha cabeça no momento em que terminei de ler.
Vários trechos ao longo dos capítulos me chamaram a atenção.
"Tem o ginásio e as quadras. Não costumo jogar futebol, sou desse tipo de jovens “das artes”, entende?" O jeito como se apresentou e a incrível habilidade em desenhos que Enzo tem (ou tinha, realmente estou confusa enquanto a isso). Acho que já percebeu a pergunta nas entrelinhas.
Já no terceiro capítulo, você me diz "E nunca mais os vi felizes daquele jeito." "Quero ser real."
No quarto capítulo, tem um trecho que diz "Distraía-se com um lápis extremamente bem apontado, daqueles de ponta grossa, 6B ou HB. Fazia desenhos num caderno de folha parda, ao lado de uma pilha de outros lápis pretos." E nesse de hoje, a última frase foi "Enzo gostava de seus desenhos em preto e pardo".
Ainda no quarto capítulo, a frase "Eles nunca pararam." me chamo MUITO a atenção.
(Do episódio quatro ao treze dizia "[Este capítulo não está mais disponível: esta história está em processo de registro formal]" e eu fiquei um pouco assustada com isso.)
Enfim, tudo o que eu disse pode ser só mais um de meus devaneios. Acho que já me conhece o bastante pra saber que minha imaginação é um pouco fértil demais.
Ou não.
Talvez eu tenha descoberto algo em relação ao tão misterioso Enzo. Talvez.
E como se não lhe bastasse ser o talento em pessoa para escrever uma fantasia, tu ainda me vens e me fazes isso?! Pintchi, ainda há de haver uma palavra para definir este orgulho que sinto toda vez que leio um review seu. Primeiramente, obrigado pelo carinho, pela atenção e, principalmente, pela leitura. Você é uma das leitoras que mais propulsionou meu árduo trabalho de contar minha própria história para o mundo. Obrigado mais uma vez.
Segundo, vou falar de sua teoria (que já poderia ser chamada de "lei", se você quer saber). Você provavelmente chegou no ápice do entendimento desta minha pequena obra. Estes pequenos trechos em que escrevo coisas como "E nunca mais os vi felizes daquele jeito", "Quero ser real", "Eles nunca pararam", são o ponto-chave de 'O LIMITE'. Eu já esperava que você fosse percebê-los, mas não tão rápido e tão cedo. Como sempre você me impressiona com sua atenção e minuciosa leitura.
Você está no caminho certo.
Durante toda a narrativa eu nunca dei a certeza de que a situação em que todos os personagens se encontram é, de fato, a situação em que se encontram hoje. Essas pequenas dicas estão ao longo da história porque, eventualmente, tudo vai ficar evidente: a história vai ficar clara e toda a origem desta incerteza será escancarada - no Limite d'O Limite.
E podes ter certeza: descobriste sim algo em relação a Enzo. Pode não ser exatamente o que você está pensando, mas é por aí. Tudo tem um motivo aqui.
E me orgulha muito você ter percebido antes de todo mundo. Mesmo.
E sobre a mensagem a partir do episódio quatro, vou lhe explicar: a obra está passando por um registro formal na Biblioteca Nacional, portanto não sou permitido postar todos os capítulos iniciais dela. Por isso decidi "bloquear", por assim dizer, os outros capítulos, para que apenas os leitores que realmente leem o que escrevo e que acompanham desde o início tenham o martírio de entender o que você agora entende.
E eu só tenho a agradecer infinitamente pelo apoio.
Quando o registro estiver terminado, postarei novamente os capítulos aqui até o final, e aí você entenderá.
E até lá.
Com carinho,
Carlos Eduardo.
~ esta resposta, a maior do meu Nyah! até agora, já está maior que o próprio capítulo de que estamos falando. 392 palavras. ~
Capítulo curtinho mas que mostrou o sentimento dividido do narrador em relação ao querido Enzo. Ele (o narrador) já sabia que algo podia sair errado, na minha singela opinião. Vamos ver.
Acompanhando ansiosamente,
Thi Ago
O que mais gostei:
A dúvida do narrador
O que acho que pode melhorar:
Nada
Eu sabia de tudo, Thi Ago.
Mas nada conseguiu impedir aquele banho de sangue.
Respeitosamente,
Carlos Eduardo.