Eu aceito essa mochila kkkkkkk Aliás, pode vir o Leo e ela de brinde ^^ Epa, isso não é uma má ideia kkkkk Eu demorei a mandar reviews, mas foi pq tava viajando, maus aí pessoa. Estou ak acompanhando! Yupi ^^
– Não se preocupe. Quando ela não está muito cheia as coisas aparecem de volta. Ele me deu pequenos tapas amicais= amigáveis no ombro.
Eu gritei, fazendo ele pular para traz = trás
CERTO, pensei, normalmente eu deveria estar surtando agora, mas a historia deles meio que explicava todas as “bizarrices”da minha vida, e o fato de eu nunca ter tido um pai.
Minha mãe disse que ele foi embora quando eu tinha um ano e meio, por causa do trabalho, mas ele nunca voltou depois. Eu já tinha perguntado à ela se ele tinha morrido, nessas horas ela sempre tomava um ar sonhador e dizia: “Ah, não, querida! Seu pai esta vivo, ele só deve estar muito ocupado.”. Bem, compreende-se, deve ser muito complicado ser um Deus. Mas bastante para impedir alguém de conhecer sua filha?
Dou uma olhada em Leo que caminhava ao meu lado e me pergunto qual seria seu pai/mãe olimpiano.
– Ok. Se isso tudo que vocês estão dizendo é verdade, quem é o parente imortal do Leo?
– Meu pai é Hefesto. Ele disse. O Deus grego das invenções, da construção...
– Não foi aquele que Zeus jogou do Olimpo? Eu achava que ele era o Deus do fogo. Falei me lembrando da historia.
– Isso é o que dizem, mas na verdade quem o jogou foi Hera. Leo corrigiu e, pelo tom da sua voz, ele não era muito fã da rainha dos Deuses. E, sim, uma das especialidades de Hefesto é o fogo. Quando disse isso, ele deu uma piscada para Grover, como se fosse uma velha piada.
– Legal! Então você constrói coisas ou algo assim? Pergunto enquanto subíamos as escadas do prédio.
– Acertou. Enquanto falava, ele tirou sua mão do bolso e me mostrou um pequeno objeto redondo de ferro. E acabei de fazê-lo, ele desarma alarmes.
Uau! Subestimei este garoto, ele construiu um sistema para desarmar alarmes só enquanto nós andávamos.
– E você Grover? Eu quis saber, ao mesmo tempo que apertava o botão do 16° andar no elevador.
– Ah! Bem... Eu não sou um semideus. Ele disse meio desconfortável.
– Como assim?
– Mostra logo para ela, cara! Leo o encorajou.
Grover deu de ombros e começou a tirar os sapatos, mostrando os seus pés. Não, não pés, cascos!
Eu sei, é feio encarar, mas quando se descobre que o cara com quem você passou os últimos dez minutos tem cascos no lugar dos pés... bem, só encarar não é tão errado assim.
Agora ele estava tirando o gorro e, como se já não fosse o suficiente, lá, no meio dos cabelos enrolados, tinham dois montinhos pontudos. Sim, os montinhos eram exatamente isso que você está pensando: chifres.
– O que você é?! Perguntei com uma voz aguda. Caramba! Deuses, monstros e agora isso!
– Eu sou um sátiro: meio bode / meio homem. Ele respondeu ofendido.
– Como você esconde seus chifres nesse gorro? Eles são grandes.
– Magia.
A resposta foi curta, como se ele esperasse que eu podia deduzir o resto. Bem, eu tenho uma coisa para te dizer, querido Grover: NÃO SOU BOA COM DEDUÇÕES!
A porta do elevador se abriu, eu ouvi um pequeno “Uau!” vindo do lado do Leo. Pena que mamãe não está em casa, ela me deve algumas explicações.
– Sinto muito, está um pouco bagunçado. Eu digo, indicando algumas caixas no canto da enorme sala de estar.
– Bagunçado? Você devia ver o chalé de Hermes lá no acampamento! Leo exclamou, o que me fez sorrir. Ele falava desse acampamento como se fosse a casa dele.
– Garoto bode, você e o Leo aqui, podem ir ali na cozinha comer o que quer que sátiros e filhos de Hefesto comem. Eu vou tentar descobrir o que eu preciso levar e...
– Eu vou com você. Leo interrompeu. Você vai precisar da minha ajuda, e eu não estou com fome mesmo. Ele continuou antes que eu pudesse contestar.
Olha, dês de que nós somos pequenos ouvimos os adultos dizerem coisas como: “Não fale com estranhos.” Ou “Não deixe ninguém entrar em casa quando estiver sozinho.”. Considerando que eu acabei de quebrar essas duas regras, eu acho que levar um garoto para o meu quarto não será um grande problema.
Ah! E caso você esteja se perguntando: Não, eu não faço isso com todos os garotos que eu conheço.
De qualquer maneira, eu fui até o meu novo quarto, Leo me seguindo em silêncio.
– O que é esse acampamento que você e o Grover vivem falando? Perguntei para começar uma conversa.
– O Acampamento Meio-Sangue? É um dos únicos lugares onde pessoas como você e eu podemos viver sem ser atacados por monstros toda semana. Ele respondeu, aparentemente, ele adorava aquele lugar.
– Um dos?
– Sim, também existe o Acampamento Romano, para os semideuses romanos. Caramba!
Eu tinha acabado de abrir as portas do meu armário, que não tinha nada demais a não ser roupas, muitas roupas. Metade delas eu nunca tinha usado.
– Você tem tanta roupa quanto uma filha de Afrodite. Se eu não tivesse visto aquela sua foto com sua mãe, eu poderia achar que ela fosse Afrodite. Disse Leo olhando admirado para as montanhas de roupas.
– Minha mãe adora tentar fazer com que eu socialize mais. A maneira mais direta que ela encontrou é me dando roupas e arranjando ocasiões para que eu possa usá-las. Eu expliquei. Então, do que eu vou precisar? Mudei de assunto.
– De tudo o que se precisaria se fosse para um acampamento de férias. Sabe: camisetas, shorts, meias,...
– Certo. Disse. Enquanto eu separo tudo, você poderia pegar, ali no canto, do lado da cama, a minha mochila? Pedi, enquanto enfiava a cabeça dentro do guarda roupas à procura de calças.
– Ah! Esqueci de te dar isso! Ele exclamou de repente, tirando a própria mochila das costas e a estendendo para mim. Ela é especial, cabe tudo o que você quiser aí dentro, e ela é sempre leve.
– Obrigada. Mas e as suas coisas?
– Grover tem tudo na mochila dele. A gente trouxe essa para você, o único problema é que nós não sabíamos se você era menino ou menina, então eu instalei uns apetrechos. Ele deu de ombros.
– Bom. Como eu faço para usá-la? Disse saindo do armário, uma pilha de camisetas, shorts, calças, meias e roupas intimas no braço.
– Aqui. Ele se aproximou e abriu o zíper da mochila. Ponha tudo dentro. Eu obedeci.
Quando as coisas tocaram o fundo da mochila, elas simplesmente afundaram, voltando a deixar a mochila vazia.
– Agora ponha a sua mão aí e pense em algo que está dentro. Mais uma vez, fiz o que ele disse.
Olhei de volta no fundo da mochila. Minha calça jeans rasgada, estava lá, como se nunca tivesse sumido.
– Demais! E se eu esvaziar a mochila e esquecer alguma coisa aí, ela vai aparecer sem eu ter que pedir? Perguntei, porque sou meio esquecida.
– Não se preocupe. Quando ela não está muito cheia as coisas aparecem de volta. Ele me deu pequenos tapas amicais no ombro.
Eu aceito essa mochila kkkkkkk Aliás, pode vir o Leo e ela de brinde ^^ Epa, isso não é uma má ideia kkkkk Eu demorei a mandar reviews, mas foi pq tava viajando, maus aí pessoa. Estou ak acompanhando! Yupi ^^
Hahaha
Você pode ficar com a mochila, mas sinto muito o Leo já está comigo ;) Pergunta pro Hans, é verdade :P
Sem problemas. A viagem foi boa????
– Não se preocupe. Quando ela não está muito cheia as coisas aparecem de volta. Ele me deu pequenos tapas amicais= amigáveis no ombro.
Eu gritei, fazendo ele pular para traz = trás
CERTO, pensei, normalmente eu deveria estar surtando agora, mas a historia deles meio que explicava todas as “bizarrices”da minha vida, e o fato de eu nunca ter tido um pai.
Minha mãe disse que ele foi embora quando eu tinha um ano e meio, por causa do trabalho, mas ele nunca voltou depois. Eu já tinha perguntado à ela se ele tinha morrido, nessas horas ela sempre tomava um ar sonhador e dizia: “Ah, não, querida! Seu pai esta vivo, ele só deve estar muito ocupado.”. Bem, compreende-se, deve ser muito complicado ser um Deus. Mas bastante para impedir alguém de conhecer sua filha?
Dou uma olhada em Leo que caminhava ao meu lado e me pergunto qual seria seu pai/mãe olimpiano.
– Ok. Se isso tudo que vocês estão dizendo é verdade, quem é o parente imortal do Leo?
– Meu pai é Hefesto. Ele disse. O Deus grego das invenções, da construção...
– Não foi aquele que Zeus jogou do Olimpo? Eu achava que ele era o Deus do fogo. Falei me lembrando da historia.
– Isso é o que dizem, mas na verdade quem o jogou foi Hera. Leo corrigiu e, pelo tom da sua voz, ele não era muito fã da rainha dos Deuses. E, sim, uma das especialidades de Hefesto é o fogo. Quando disse isso, ele deu uma piscada para Grover, como se fosse uma velha piada.
– Legal! Então você constrói coisas ou algo assim? Pergunto enquanto subíamos as escadas do prédio.
– Acertou. Enquanto falava, ele tirou sua mão do bolso e me mostrou um pequeno objeto redondo de ferro. E acabei de fazê-lo, ele desarma alarmes.
Uau! Subestimei este garoto, ele construiu um sistema para desarmar alarmes só enquanto nós andávamos.
– E você Grover? Eu quis saber, ao mesmo tempo que apertava o botão do 16° andar no elevador.
– Ah! Bem... Eu não sou um semideus. Ele disse meio desconfortável.
– Como assim?
– Mostra logo para ela, cara! Leo o encorajou.
Grover deu de ombros e começou a tirar os sapatos, mostrando os seus pés. Não, não pés, cascos!
Eu sei, é feio encarar, mas quando se descobre que o cara com quem você passou os últimos dez minutos tem cascos no lugar dos pés... bem, só encarar não é tão errado assim.
Agora ele estava tirando o gorro e, como se já não fosse o suficiente, lá, no meio dos cabelos enrolados, tinham dois montinhos pontudos. Sim, os montinhos eram exatamente isso que você está pensando: chifres.
– O que você é?! Perguntei com uma voz aguda. Caramba! Deuses, monstros e agora isso!
– Eu sou um sátiro: meio bode / meio homem. Ele respondeu ofendido.
– Como você esconde seus chifres nesse gorro? Eles são grandes.
– Magia.
A resposta foi curta, como se ele esperasse que eu podia deduzir o resto. Bem, eu tenho uma coisa para te dizer, querido Grover: NÃO SOU BOA COM DEDUÇÕES!
A porta do elevador se abriu, eu ouvi um pequeno “Uau!” vindo do lado do Leo. Pena que mamãe não está em casa, ela me deve algumas explicações.
– Sinto muito, está um pouco bagunçado. Eu digo, indicando algumas caixas no canto da enorme sala de estar.
– Bagunçado? Você devia ver o chalé de Hermes lá no acampamento! Leo exclamou, o que me fez sorrir. Ele falava desse acampamento como se fosse a casa dele.
– Garoto bode, você e o Leo aqui, podem ir ali na cozinha comer o que quer que sátiros e filhos de Hefesto comem. Eu vou tentar descobrir o que eu preciso levar e...
– Eu vou com você. Leo interrompeu. Você vai precisar da minha ajuda, e eu não estou com fome mesmo. Ele continuou antes que eu pudesse contestar.
Olha, dês de que nós somos pequenos ouvimos os adultos dizerem coisas como: “Não fale com estranhos.” Ou “Não deixe ninguém entrar em casa quando estiver sozinho.”. Considerando que eu acabei de quebrar essas duas regras, eu acho que levar um garoto para o meu quarto não será um grande problema.
Ah! E caso você esteja se perguntando: Não, eu não faço isso com todos os garotos que eu conheço.
De qualquer maneira, eu fui até o meu novo quarto, Leo me seguindo em silêncio.
– O que é esse acampamento que você e o Grover vivem falando? Perguntei para começar uma conversa.
– O Acampamento Meio-Sangue? É um dos únicos lugares onde pessoas como você e eu podemos viver sem ser atacados por monstros toda semana. Ele respondeu, aparentemente, ele adorava aquele lugar.
– Um dos?
– Sim, também existe o Acampamento Romano, para os semideuses romanos. Caramba!
Eu tinha acabado de abrir as portas do meu armário, que não tinha nada demais a não ser roupas, muitas roupas. Metade delas eu nunca tinha usado.
– Você tem tanta roupa quanto uma filha de Afrodite. Se eu não tivesse visto aquela sua foto com sua mãe, eu poderia achar que ela fosse Afrodite. Disse Leo olhando admirado para as montanhas de roupas.
– Minha mãe adora tentar fazer com que eu socialize mais. A maneira mais direta que ela encontrou é me dando roupas e arranjando ocasiões para que eu possa usá-las. Eu expliquei. Então, do que eu vou precisar? Mudei de assunto.
– De tudo o que se precisaria se fosse para um acampamento de férias. Sabe: camisetas, shorts, meias,...
– Certo. Disse. Enquanto eu separo tudo, você poderia pegar, ali no canto, do lado da cama, a minha mochila? Pedi, enquanto enfiava a cabeça dentro do guarda roupas à procura de calças.
– Ah! Esqueci de te dar isso! Ele exclamou de repente, tirando a própria mochila das costas e a estendendo para mim. Ela é especial, cabe tudo o que você quiser aí dentro, e ela é sempre leve.
– Obrigada. Mas e as suas coisas?
– Grover tem tudo na mochila dele. A gente trouxe essa para você, o único problema é que nós não sabíamos se você era menino ou menina, então eu instalei uns apetrechos. Ele deu de ombros.
– Bom. Como eu faço para usá-la? Disse saindo do armário, uma pilha de camisetas, shorts, calças, meias e roupas intimas no braço.
– Aqui. Ele se aproximou e abriu o zíper da mochila. Ponha tudo dentro. Eu obedeci.
Quando as coisas tocaram o fundo da mochila, elas simplesmente afundaram, voltando a deixar a mochila vazia.
– Agora ponha a sua mão aí e pense em algo que está dentro. Mais uma vez, fiz o que ele disse.
Olhei de volta no fundo da mochila. Minha calça jeans rasgada, estava lá, como se nunca tivesse sumido.
– Demais! E se eu esvaziar a mochila e esquecer alguma coisa aí, ela vai aparecer sem eu ter que pedir? Perguntei, porque sou meio esquecida.
– Não se preocupe. Quando ela não está muito cheia as coisas aparecem de volta. Ele me deu pequenos tapas amicais no ombro.
Eu gritei, fazendo ele pular para traz.
Vou revisar todos os capitulos assim que puder :) corrigir tudinho... obrigadão viu? E continue mostrando o que está errado, me ajuda pra caramba :D
Quero uma mochila dessa. AUHSUA Enfim, muito legal. :3
O que acho que pode melhorar:
Avisando: trecho "Olha, dês de que nós somos pequenos...", ao invés de 'dês de' seria 'desde'.
Obrigada :)
Continue avisando sobre os erros, ajuda mesmo, as vezes eu releio e nem percebo.
Obrigada :)
Continue avisando sobre os erros, ajuda mesmo, as vezes eu releio e nem percebo.